14/09/11

Amarante - O Café "O Nosso Sonho" foi nos anos 80/90 para a parte alta da Cidade, em Santa Luzia, um grande ponto de encontros...

Café O Nosso Sonho

Está ali o Pai dos meus amigos Alfredo e Zé da Costa, que herdaram a simpatia e bom humor do Pai!


Claro que esta imagem me traz boas recordações. O Meu pai, O Sr. Natal, o Sr. Olegário Rosa, o Sr. Monteiro, o Sr. Guilherme do Campo da feira, o Sr. Leitão, o Riqueza, o Dino, o pessoal do Moura Basto e da Vidraria São Pedro, a malta da Torre, o Senhor Costa, o Sr. Cândido e Otávio... entre muitos, que seria fastidioso estar a citar... 

Era quase que a Sede da Torre, todo o pessoal se encontrava lá, num a altura em que não havia ainda FADA, mas existiam grandes despiques de futebol de 5, no campo da florestal, onde hoje são as piscinas; quem não recorda com saudade, os animados encontros de futebol de 5 que ali se disputaram...

O Café do Sr. Luís e do Senhor Moura, ponto de alegres tertúlias, animados e disputados jogos de bilhar, jamais sairá das minhas lembranças, o Machado de Fregim, disputava com grande jogo psicológico cada partida... foi um Café importante de Amarante, inter-classista e inter-geracional, e de muitos encontros e afetos, da malta da margem direita do Tâmega!

A própria estrutura física do café propiciava ao convívio: localizava-se na esquina, local onde paravam as camionetas do Alberto Pinto, que eu apanhava quando vinha da escola, a sua sala pequena, impossibilitava que as conversas não fossem gerais, todos se cumprimentavam  e se falavam, não se vivia a indiferença dos dias atuais... a sua porta aberta na esquina, quase que impelia à entrada das pessoas no café!

4 comentários:

  1. Está ali o meu tio Zeca....muito boa esta foto!!!!

    Obrigado

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  2. De nada, Amigo, decidi publicar apesar da falta de qualidade, foi scan de papel de jornal, porque penso que a fotografia, mostra uma Amarante de pessoas que conhecemos e de um café que foi um grande ponto de encontro! Bem haja por ter gostado!

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  3. Saudades de ir lá ter com o meu pai Manuel Andrade da Vidraria. O tempo não pára....

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  4. É verdade Amigo, conheci o seu Pai, gente muito boa, tempos inesquecíveis, em que os cafés eram pontos de encontro de pessoas, quase como uma família alargada...

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