
Este domingo, 22 de Março de 2026, foi um dia histórico para Portugal no atletismo: duas medalhas de ouro e uma prata nos Mundiais de pista coberta.
No espaço de poucas horas, foi alcançado algo que, normalmente, só é conseguido pelas grandes potências da modalidade.
A primeira vitória portuguesa foi na parte final da sessão da manhã: Agate de Sousa foi campeã mundial no salto em comprimento.
Estreante em grandes torneios internacionais, a atleta nascida em São Tomé e Príncipe tinha passado para a frente no terceiro salto, com 6,82 metros; na quinta tentativa foi ultrapassada pela italiana Larissa Iapichino (6,84m) mas logo a seguir chegou aos 6,92m. Recuperou a liderança, confirmou a medalha de ouro.
Na sessão nocturna, um (desiludido) Isaac Nader ficou com a medalha de prata nos 1.500 metros. O português ainda tentou até ao fim encostar-se ao vencedor, o espanhol Mariano García, mas ficou-se pelo segundo lugar, com o registo 3:40.06 minutos.
Logo a seguir, a surpresa: na final do salto em comprimento, agora no concurso masculino, Gerson Baldé chegou ao último salto no 5.º lugar mas “voou” para os 8,46 metros. Recorde nacional absoluto, melhor marca mundial do ano. E medalha de ouro.
“Uma verdadeira bomba final”, até para os outros finalistas, como reagiu em directo o comentador Luís Lopes, na RTP.
O salto em comprimento foi totalmente dominado por Portugal numa grande competição; nunca tinha acontecido.
Com estas três medalhas, as únicas conquistadas no Mundial na Polónia, Portugal saltou de repente para o 4.º lugar na tabela final de medalhas. Só foi superado por EUA, Reino Unido e Itália.
Nuno Teixeira da Silva, ZAP //» in https://zap.aeiou.pt/portugal-medalhas-mundial-atletismo-pista-coberta-733546
Entrevista: https://www.reddit.com/r/PORTUGALCARALHO/comments/1s0vgm6/ouro_para_portugal_gerson_bald%C3%A9/
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