16/09/12

F.C. do Porto História: Há exactamente 29 anos, o FC Porto estreava-se na Taça das Taças de 1983/84 em Zagreb, iniciando um percurso que terminaria na final de Basileia (1-2, frente à Juventus)!



«PENÁLTI E REDENÇÃO DE GOMES EM ZAGREB FAZEM 29 ANOS

Há exactamente 29 anos, o FC Porto estreava-se na Taça das Taças de 1983/84 em Zagreb, iniciando um percurso que terminaria na final de Basileia (1-2, frente à Juventus). Na próxima terça-feira, a capital croata volta a ser o palco da entrada em acção dos Dragões na Europa. Fernando Gomes recorda ao www.fcporto.pt o duelo de 1983, em que apontou os dois golos portistas, em Zagreb e nas Antas.

No Estádio Maksimir, a 14 de Setembro de 1983, o FC Porto perdeu então por 2-1. Na segunda mão, duas semanas depois, no dia em que o clube fazia 90 anos, Gomes apontou um dos golos mais emocionantes da carreira, ao fazer o 1-0 aos 87 minutos, garantindo o acesso dos azuis e brancos à segunda eliminatória. Mas já lá vamos. Primeiro, o bi-Bota de Ouro recorda o encontro da primeira mão: "Lembro-me bem dele por várias razões. Em primeiro lugar, fiz um penálti, o que, se não foi caso único, foi muito raro. Foi daquelas situações em que um avançado vem à defesa e só vem estorvar. Depois, tive de me redimir duas vezes".

A primeira parte da redenção ocorreu ainda na Croácia, então parte da Jugoslávia. Depois de Kranjcar ter convertido a referida grande penalidade, aos 25 minutos, Gomes fez o 1-1, aos 65, com um toque subtil que fez a bola passar por cima do guarda-redes. Infelizmente para os Dragões, Kranjcar fez o 2-1 dez minutos depois. Em casa, era preciso recuperar da desvantagem frente a uma equipa representante do poderoso futebol jugoslavo, que tinha sido campeã nacional há apenas dois anos. "Hoje o estatuto dos clubes é diferente. Na altura eram um nome importante e a Jugoslávia tinha grande prestígio", assinala Fernando Gomes.

Nas Antas, o FC Porto fez pela vida, num encontro em que teve 20 cantos a favor e inúmeras oportunidades para marcar. "É um dos jogos que recordo com mais emoção. Estávamos quase eliminados, depois de termos sido superiores, mas a bola não entrava. Depois de marcar, fui de uma baliza à outra a correr. Nem sei como tive força para fazer quase 100 metros", relembra. Após tantos ataques, foi quase milagrosa a forma como Gomes surgiu sozinho no coração da área, após um cruzamento da direita. Depois, um "vólei" perfeito colocou a bola nas redes do Dínamo.

A vitória teve a importância de lançar o FC Porto numa campanha europeia em que eliminaria sucessivamente, até à final, Glasgow Rangers, Shakhtar Donetsk e Aberdeen. "O percurso foi importante pela experiência que ganhámos para futuros desempenhos. Poucas vezes avançávamos nas competições europeias e essa final talvez tenha surgido mais cedo do que pensávamos. Tínhamos uma equipa jovem, mas já com grandes jogadores", resume.

Em relação ao jogo da próxima terça-feira, Gomes reconhece que o historial europeu é favorável ao FC Porto, mas isso "não ganha jogos". "Temos de demonstrar em campo que somos melhores", sublinha o ex-jogador, actualmente no Departamento de Scouting do clube. Quanto ao adversário, o bi-Bota de Ouro conhece algumas das suas características: o futebol croata é "tecnicamente parecido com o português" e os jogadores têm "grande capacidade de sofrimento". Os Balcãs "sempre foram uma zona onde aparecem grandes jogadores" e há ainda outra característica que se mantém há décadas: o ambiente nas bancadas. "O público apoia muito a equipa e podemos esperar muito barulho e festa", prevê.» in http://www.fcporto.pt/Noticias/Futebol/noticiafutebol_futfernandogomeszagreb_140912_70643.asp


(FC Porto - A Vencer Desde 1893 HD)


FC Porto 8-3 Farense (86-87)


FC Porto 4-2 Covilhã (85-86)

F.C. do Porto Sub-19 Futebol: Freamunde 1 vs F.C. do Porto 5 - Dragões vão vencer e golear ao terreno dos Capões!



«JUNIORES GOLEIAM EM FREAMUNDE

A equipa Sub19 do FC Porto venceu, neste sábado, em Freamunde, derrotando a equipa local por 5-1, em encontro da sexta jornada da Zona Norte do Nacional de Juniores A. Os golos dos Dragões, que atingiram o intervalo a vencer por 3-0, foram apontados por Bruno, Graça, Shuai e André Silva, que bisou.

Com este resultado, a equipa de Nuno Capucho partilha o segundo lugar com Braga e Vitória de Guimarães, somando 13 pontos, menos cinco do que o líder Rio Ave.» in http://www.fcporto.pt/Noticias/Formacao/noticiaformacao_futjunfcpfreamunde_150912_70680.asp

15/09/12

Política Nacional - Um homem imolou-se pelo fogo, este sábado, em Aveiro, durante a manifestação "Que se lixe a troika! Queremos as nossas vidas!"




«Homem deitou fogo a si próprio em Aveiro

Incidente aconteceu durante uma manifestação contra a "troika" e as medidas de austeridade.

Um homem imolou-se pelo fogo, este sábado, em Aveiro, durante a manifestação "Que se lixe a troika! Queremos as nossas vidas!".

O jovem, que está livre de perigo e com ferimentos ligeiros, regou-se com uma substância inflamável e deitou fogo a si próprio.

Depois correu para a esquadra da polícia, situada nas imediações do local onde decorre a manifestação contra as medidas de austeridade.

Subiu um lanço de escadas e acabou por ser agarrado por polícias e prontamente assistido por uma bombeira, já que no edifício do antigo governo Civil funciona também o Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Aveiro.

O jovem, que está livre de perigo e com ferimentos ligeiros, foi prontamente assistido pelos bombeiros e pelos médicos do INEM que se deslocaram ao local.» in http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=1288&did=77529

Incêndios - Uma bombeira da corporação de Coja morreu este sábado quando combatia o incêndio que lavra junto à localidade de Barril de Alva, em Arganil, no distrito de Coimbra!



«Bombeira morreu em Arganil

Operações de combate às chamas na zona do Barril de Alva, envolvem 97 bombeiros, 20 viaturas e quatro meios aéreos. 

Uma bombeira da corporação de Coja morreu este sábado quando combatia o incêndio que lavra junto à localidade de Barril de Alva, em Arganil, no distrito de Coimbra.

De acordo com informações apuradas pela Renascença, uma viatura de combate ao fogo foi cercada pelas chamas e a bombeira não conseguiu fugir.

O comandante António Martins, à agência Lusa, referiu que o soldado da paz perdeu a vida num acidente, mas não adiantou mais detalhes.

No terreno estão 97 bombeiros, 20 viaturas e quatro meios aéreos.» in http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=25&did=77526

Política Nacional - Eis uma análise desapaixonada e coerente da situação política e social Portuguesa, por José Manuel Fernandes!

«Extremo Ocidental - O caldo entornou-se e isto pode não ter remédio
Por José Manuel Fernandes

Na sexta-feira da semana passada, Passos Coelho perdeu o país. Não sei se vai conseguir recuperá-lo. Não consigo imaginar as consequências - o meu artigo do Público:

Previa-se mau tempo para Setembro. Mas declarou-se uma tempestade sem fim à vista. E o pior de tudo é que quem devia estar a segurar o leme não parece ter percebido a dimensão da borrasca.

O que aconteceu na sexta-feira foi uma ruptura psicológica. Antes de o primeiro-ministro falar, os portugueses encaravam com ansiedade o regresso à normalidade depois do Verão; depois da sua desastrada comunicação, estavam em estado de choque. Naqueles minutos, Passos Coelho perdeu o país. Não sei como vai conseguir recuperá-lo. E não consigo imaginar que consequências isso terá.

Os erros políticos do Governo entram pelos olhos dentro. Porque é que Passos decidiu falar à pressa, antes de um jogo de futebol? Porque não anulou a ida a um espectáculo? Quem se lembrou da patética mensagem no Facebook? Porque é que não disse tudo o que tinha a dizer e deixou metade das notícias para o ministro das Finanças? Porque é que este também não disse logo tudo de uma vez? E por aí adiante. Mas que ninguém se iluda: mais habilidade - ou menos incompetência - na comunicação poderia ter aliviado os sintomas do mal-estar, mas não mudaria o essencial. 

E o essencial é que o Governo há meses que estava a perder o país porque há meses que estava a perder o debate político. Por erros próprios e por males antigos, pois não chega uma ameaça de bancarrota para mudar a forma de pensar de um país habituado, há séculos, à dependência do Estado. 

Há pouco mais de um ano ninguém em Portugal - à excepção dos lunáticos da esquerda radical - duvidava que precisávamos de uma cura de austeridade e que fazer emagrecer um Estado que tinha crescido desmesuradamente ia ser um processo difícil e demorado. 

Passado pouco mais de um ano, todos gritam que a "austeridade falhou" e que o modelo "não funciona". Há um ano era claro para quem tivesse os olhos abertos que, depois de uma "década perdida" sem crescimento, o velho modelo de "estímulos à economia" não se podia repetir e que era preciso procurar outros caminhos. 

Agora todos parecem reivindicar "políticas de crescimento" baseadas exactamente nas mesmas fórmulas que só nos deixaram dívidas e estagnação económica. Este paradoxo teve uma boa expressão pública, nos últimos dias, na insensata entrevista de Manuela Ferreira Leite, que chegou ao ponto de sugerir que a austeridade era como um xarope desagradável que não se podia pedir ao doente para voltar a tomar. 

Passámos o mês de Agosto a ouvir declarações sobre os limites da austeridade, a impossibilidade de novos impostos ou de mais cortes nas despesas públicas. Líder da oposição, Presidente da República e dirigentes destacados dos partidos da coligação contribuíram para a ilusão, uma ilusão fatal. O primeiro-ministro, com dois discursos inúteis no Pontal e em Portalegre, também não se isenta de responsabilidades.

Ninguém avisou para o que ia acontecer apesar de se acumularem os sinais da borrasca. O Tribunal Constitucional dera uma machadada na política orçamental, abrindo um buraco de difícil solução. A diminuição das receitas dos impostos tornara o orçamento irrealizável. E a troika estava a chegar para nova avaliação. Estava-se mesmo a ver que iria haver mortos e feridos, mas só se escutavam discursos delicodoces. Pior ainda: a decisão do Banco Central Europeu, que pode ajudar Portugal a regressar aos mercados mas só isso, foi apresentada por muitos como o "fim da austeridade".

Criou-se uma espécie de dissonância cognitiva: de um lado, um problema orçamental que se tornara mais difícil de resolver; do outro, um discurso facilitista "antiausteritário". Estavam reunidas as condições para uma "tempestade perfeita".

Há uma semana, a propósito de outras discussões, lembrei que faz parte da natureza humana reagir primeiro emocionalmente e, depois, procurar argumentos para as emoções. Pior: a primeira reacção emocional bloqueia muitas vezes a capacidade de escutar todo e qualquer argumento que contrarie o instinto inicial. O que se passou em Portugal nestes dias foi exactamente isto. Apenas dois exemplos, de duas entrevistas. 

Uma é de Vítor Gaspar ao Diário de Notícias. Ao longo de quatro páginas, o jornalista só parece querer saber como é que o ministro vai lidar com a opinião pública em fúria, nunca procura conhecer o racional das medidas governamentais (Vítor Gaspar também não sai deste espartilho e só repete frases vazias). 

A outra é a de Abebe Selassie, o chefe de missão do FMI, ao PÚBLICO. Apesar de ser a primeira defesa inteligente e sustentada das medidas adoptadas, nenhum dos seus argumentos surge nos títulos escolhidos ou nos resumos feitos pelos outros órgãos de informação, tendo ido a preferência toda para frases que dão a ideia que o FMI se distancia dessas medidas, algo que o conteúdo da entrevista desmente categoricamente. 

Esta recusa sem sequer escutar argumentos faz parte, repito, do que somos como seres humanos, mas ela condiciona de forma gravíssima a possibilidade de voltar a chegar a um ponto interessante de consenso político e social. O que me preocupa não é a dissensão do PS: ela era preparada há muito, estava escrita nas estrelas. Como não me inquieta demasiado o fogo-fátuo do CDS, uma construção politiqueira e sem dimensão de Estado para conseguir a quadratura do círculo de estar ao mesmo tempo a favor e contra a austeridade. O que me preocupa é o estado de apoplexia do país. 

Este estado de apoplexia provocou uma espécie de "fechamento das mentes", de recusa de raciocínio. Um exemplo: estando aparentemente todos contra a solução da TSU, ninguém (ou quase ninguém) discutiu uma alternativa séria para ultrapassar o problema colocado pelo Tribunal Constitucional. Cortava-se antes no 13.º mês subindo o IRS? O tão temido "efeito recessivo" sobre o consumo seria ainda pior. E se se subisse o IVA? Idem. 

Devolviam-se então os subsídios aos funcionários e pensionistas? Nem com "mais tempo" (que vamos ter), nem com "mais dinheiro" (que também vamos ter via BCE) se conseguiria acomodar tal buraco nas contas públicas. Como correctamente assinalou Selassie: "Não há nenhuma bala mágica, não há uma única medida que não tivesse causado também debate e discussão. Se o IRS ou o IRC tivessem sido aumentados, as pessoas teriam dito: mas porquê o IRS, porquê o IRC? Se fosse o IVA também se queixariam. Qual seria a alternativa? E não vejo isso no debate".

Na discussão sobre a TSU também se formou uma estranha unanimidade. De repente toda a gente defende que um produto vai ficar mais barato (o custo do trabalho desce para os empregadores), mas que isso não terá qualquer impacto no consumo desse produto (ou seja, não se reflectirá nos níveis de emprego). Não imagino outro país do mundo onde esta unanimidade fosse possível. 

Outro ponto surreal da discussão é o da aparente unanimidade de que se podem fazer outros cortes nas despesas públicas - a mesma unanimidade que rejeita "cortes cegos" e protesta contra todos os cortes concretos, estejamos a falar de uma fundação, de um tribunal, de um túnel no Marão, de uma urgência ou de professores sem alunos para ensinar. O argumento eterno é o das PPP - as mesmas PPP por que muitos sufragaram em 2009, no tempo da euforia das SCUT e do "cheque-bebé". 

Eu também acho - e acho desde 2009, não desde ontem - que se têm de renegociar as PPP, mas não atiro areia para os olhos: o custo líquido das PPP rodoviárias em 2013 será de pouco mais de 500 milhões de euros, o pacote de medidas agora apresentado é de 4,5 mil milhões. Mas o pior é que não se poderiam cortar esses 500 milhões, já que o grosso da factura não são as "rendas excessivas", é mesmo o pagamento de auto-estradas que foram construídas e não deviam ter sido. Estão lá e, gostemos ou não, temos de pagá-las. Em contrapartida, neste ano de 2012 já se cortaram mil milhões nos custos da Saúde e 600 milhões nos da Educação, as duas maiores facturas do Estado. É pouco, mas sabemos a discussão que tem dado.

Podia continuar a dar exemplos. O problema não foi de comunicação. O problema também não é de estas medidas serem muito piores do que as alternativas, pois nem conhecemos as alternativas. O problema é que, ao contrário do que diz Vítor Gaspar na sua entrevista ao DN, já não existe consenso sobre a necessidade de corrigir as contas públicas e fazer sacrifícios. O Governo tem muita culpa nisso. E Portugal continua a ser Portugal - mais parecido com a Grécia do que com a Suécia.
http://jornal.publico.pt/noticia/14-09-2012/o-caldo-entornouse-e-isto-pode-nao-ter-remedio-25241049.htm


(Programa 'Saber do Povo', de Levi Moreira da Costa - Carlos Soutelo: 'O Soutelo Malha Bem')

Amarante Fregim - Fonte da Rua da Mó em Fregim, mais um caso de património ao abandono e sem uso...




Esta fonte na Rua da Mó em Fregim, é uma das mais belas da freguesia e como tal, Trata-se de património que deveria ser estimado e usado... mas há uma fonte lindíssima da mesma freguesia que desapareceu misteriosamente, ou talvez não, e assim anda o nosso património... a saque!


Poesia - O meu Amigo e Poeta Ângelo Ochôa, interpela-nos com o Poemeto: "Mesa"



"Mesa
onde a água, 
o quente café; 
repouso a movimento; 
pra versos motivo."

Ângelo Ochôa, Poeta



Ângelo Ochôa - "Mesa"

14/09/12

F.C. do Porto Natação - Os Dragões já apresentaram as equipas de natação para 2012/13, num evento que teve lugar nas piscinas de Campanhã, local dos treinos, onde o treinador José Alexandre Silva e os capitães Sara Oliveira e Paulo Santos traçaram ao www.fcporto.pt e ao Porto Canal os objectivos para a nova época!

«ELES VÃO PELO TÍTULO, ELAS VÃO PELO PENTA

O FC Porto já apresentou as equipas de natação para 2012/13, num evento que teve lugar nas piscinas de Campanhã, local dos treinos, onde o treinador José Alexandre Silva e os capitães Sara Oliveira e Paulo Santos traçaram ao www.fcporto.pt e ao Porto Canal os objectivos para a nova época. Resumidamente, é para ganhar tudo o que for possível.

Para o responsável da modalidade, "os objectivos da natação do FC Porto para esta época passam pela obtenção do quinto título consecutivo de campeão nacional no sector feminino e pela obtenção de um pódio nessa mesma competição em masculinos, além de bons resultados na Taça de Portugal", troféu "que define um pouco a valia global do clube" e que desde há quatro anos tem vindo sempre parar ao Dragão.

Quanto às competições internacionais, José Silva aclara que os objectivos incluem "a participação nos Campeonatos da Europa e nos Campeonatos do Mundo de piscina curta, que se desenrolam até Dezembro, e depois, no final da época, a participação nos Campeonatos da Europa de piscina longa, que vão acontecer em Barcelona".


Para a equipa feminina, constituída pela capitã Sara Oliveira, Alexandra Oliveira, Ana Neto, Ana Rodrigues, Diana Durães, Joana Rodrigues, Maria Amorim, Marta Abreu, Marta Marinho e Paula Oliveira, alcançar a meta pode ser histórico. Vencer novamente o campeonato, chegando ao penta, é a motivação maior, mas Sara Oliveira alarga os votos de sucesso a todos os colegas de treino. "Temos três campeonatos nacionais individuais pela frente e depois o campeonato nacional de clubes, que é a competição mais importante, e na qual esperamos conseguir subir ao pódio com a equipa masculina e com a feminina", deseja.

Depois de mais uma presença nos Jogos Olímpicos, a nadadora mais experiente do FC Porto e recordista nacional de todas as distâncias no estilo mariposa antevê "um ano calmo, de recuperação de energias", o que lhe permitirá "fazer uma gestão da forma" sem nunca descurar as obrigações, pois os objectivos individuais interligam-se com os colectivos e "passam por ajudar a equipa a conquistar os títulos" em disputa.

Já quanto à equipa masculina, capitaneada por Paulo Santos e da qual fazem parte Carlos Santos, Fábio Figueira, Francisco Mangas, Gil Pinto, João Carvalho, Rui Vilar, Samuel Queirós, Sérgio Baptista Silva e Tiago Silva, "o grande objectivo é voltar a ganhar a Taça de Portugal e, depois, tentar alcançar o melhor lugar possível no campeonato nacional", diz Paulo Santos. Colectivamente, sonha-se "com o pódio, ou quem sabe mais", mas além disso "há ainda os objectivos pessoais de cada nadador, que passam pelos campeonatos individuais e pelos recordes nacionais", acrescenta o capitão.

Defendendo que as dificuldades para chegar ao título são maiores neste sector, pois "os níveis de competitividade nos masculinos são superiores e as equipas estão mais equilibradas", Paulo Santos acredita que "a equipa está este ano mais unida e, quando assim é, todos evoluem mais rapidamente", o que pode garantir aos Dragões "um grande resultado nos nacionais de clubes", projecta o nadador.» in http://www.fcporto.pt/OutrasModalidades/Natacao/Noticias/noticianatacao_natapresentacao_140912_70651.asp


(FC Porto - Natação 2012)


(Festa Da Natação, Vídeo Sara Oliveira)


(Campeonato Nacional de Clubes 1ª e 2ª Divisão 2009 (FP Natação) - Entrega Prémios)

Meteorologia - É oficial: o Vale da Morte, na Califórnia (Estados Unidos), registou a temperatura mais alta de sempre, no longínquo dia de 7 de Outubro de 1913!



«Vale da Morte (Califórnia) teve o dia mais quente de sempre: 56,7ºC
Publicado em 14 de Setembro de 2012.

É oficial: o Vale da Morte, na Califórnia (Estados Unidos), registou a temperatura mais alta de sempre, no longínquo dia de 7 de Outubro de 1913. O recorde de temperatura foi agora confirmado pela Organização Meteorológica Mundial, mas a história é complexa.

Durante nove anos, a temperatura registada no Vale da Morte foi considerada a mais quente de sempre no Planeta. Em 1922, porém, observações feitas em Al Azizia, na Líbia, registaram 58ºC, tornando este local no mais quente de sempre.

Até 2010, altura em que o director do departamento climático do Centro Meteorológico da Líbia, Kahlid Ibrahim El Fadli, descobriu um documento-chave para a investigação: o registo original da observação do dia 13 de Setembro de 1922. Segundo El Fadli, os observadores oficiais foram substituídos dois dias antes desse registo, e os novos meteorologistas trocaram duas colunas essenciais para a observação.

El Fadli explicou ainda que, a partir da substituição dos observadores, as temperaturas diárias começaram a subir, em média, 7ºC em relação às outras estações de observação da região. A tendência continuou durante o resto de Setembro e Outubro.

Esta descoberta foi feita ainda em 2011, poucos dias antes da revolução líbia, por isso o responsável pelo Centro Meteorológico da Líbia não conseguiu entrar em contacto com os seus colegas internacionais.

Agora, as investigações de El Fadli foram aprofundadas e corroboradas por outros cientistas, incluindo a Organização Meteorológica Mundial, que recuperou o dia 7 de Outubro de 1913, no Vale da Morte, Califórnia, como o mais quente de sempre no mundo.



(Death Valley - California)


(Death Valley - Furnace Creek)


(Ghost Towns and Death Valley)


Desporto Hóquei Patins: Portugal 23 vs Inglaterra 1 - Portugal infligiu à Inglaterra a maior goleada de sempre na história dos campeonatos europeus de Hóquei em Patins!



«Portugal impõe a maior goleada de sempre

Portugal venceu a Inglaterra por 23-1.

Portugal goleou, esta quinta-feira, a Inglaterra, por 23-1, e igualou a Espanha no topo da classificação do Europeu de hóquei em patins, que se disputa até sábado em Paredes, embora esteja em desvantagem na diferença de golos.

Owen Stewart ainda colocou a Inglaterra em vantagem, mas o favoritismo luso acabou por se confirmar com os golos de Gonçalo Suissas (6), João Rodrigues (9), Diogo Rafael (2), Jorge Silva (3), Valter Neves (1), Ricardo Barreiros (1) e Reinaldo Ventura (1).

Portugal passou a somar os mesmos 12 pontos da Espanha, que hoje folgou, defrontando na sexta-feira a Alemanha, antes de fechar a prova com os espanhóis no domingo.

Esta foi a maior goleada de sempre na história dos campeonatos europeus de Hóquei em Patins.» in http://desporto.sapo.pt/hoquei/artigo/2012/09/13/portugal_imp_e_a_maior_goleada_d.html

Amarante F.C. - Domingo 16 de Setembro, 2.ª Eliminatória da Taça de Portugal, no Complexo Desportivo de Felgueiras: Amarante F.C. vs Santa Eulália!



Força Amarante rumo à vitória e à passagem para a próxima ronda da Taça de Portugal!

Amarante - A Rede Capacitar Tâmega, constituída por doze Instituições Particulares de Solidariedade Social, vem por este divulgar a 1ª Feira Social do Concelho de Amarante, que se realizará nos dias 27,28,29 e 30 de Setembro no Parque Ribeirinho!





«Exmos (as) Senhores (as),

A Rede Capacitar Tâmega, constituída por doze Instituições Particulares de Solidariedade Social, vem por este divulgar a 1ª Feira Social do Concelho de Amarante, que se realizará nos dias 27,28,29 e 30 de Setembro no Parque Ribeirinho.

Este evento integra um seminário, atividades de animação e divulgação do trabalho das instituições.

Assim, vimos por este meio divulgar o seminário: "Envelhecimento Ativo: O Desafio das Gerações", que se realizará no dia 27 de Setembro de 2012, no Auditório do Colégio de S. Gonçalo - Amarante. 

Gostaríamos de poder contar com a Vossa colaboração na divulgação deste evento junto dos Vossos contactos e, mais importante ainda, com a Vossa ilustre presença.

Em anexo segue o cartaz e programa detalhados, e a respetiva inscrição, que deverá ser remetida até ao dia 22 de Setembro de 2012, para o seguinte email: 

redecapacitartamega@gmail.com. A inscrição tem o custo de 5€, que deve ser transferido para o NIB: 0033 0000 45358050109 05.

Com os melhores cumprimentos

P'la Rede Capacitar Tâmega
Diana Matias»

13/09/12

Cidade do Porto - A Ponte Pênsil, originalmente denominada Ponte D. Maria II, era uma ponte suspensa que ligava as duas margens do Rio Douro, entre a cidade do Porto e Vila Nova de Gaia, em Portugal!




«Ponte D. Maria II

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Coordenadas: 41° 8' 26.3" N 8° 36' 34.71" O


Pilares da antiga Ponte Pênsil, no Porto


Prova atual em papel salgado a partir do calótipo de Flower

A Ponte Pênsil, originalmente denominada Ponte D. Maria II, era uma ponte suspensa que ligava as duas margens do Rio Douro, entre a cidade do Porto e Vila Nova de Gaia, em Portugal.

A sua construção foi iniciada em Maio de 1841, para comemorar o aniversário da coroação de D. Maria II, ainda que ficasse conhecida como Ponte Pênsil. A construção terminou cerca de dois anos depois do início das obras.

Com pilares de cantaria de 15 metros de altura, 150 metros de comprimento e 6 de largura, a ponte assegurava um melhoramento no tráfego entre as duas margens, substituindo a periclitante Ponte das Barcas.

Para testar a sua resistência suportou mais de 105 toneladas, peso esse constituído por cerca de 100 pipas de água. Manteve-se em funcionamento durante cerca de 45 anos, até ser substituída pela Ponte Luís I, construída ao seu lado.

Após a inauguração da Ponte Luís I, a ponte pênsil foi desmontada em 1887. Restam actualmente os pilares e as ruínas da casa da guarda militar que assegurava a ordem e o regulamento da ponte, assim como a cobrança de portagens para a sua travessia.

[editar]Ligações externas

Pilares que sustentavam a ponte Pensil  na base de dados do IGESPAR
2 Pilares que sustentavam a Ponte Pênsil  na base de dados SIPA do IHRU» in http://pt.wikipedia.org/wiki/Ponte_D._Maria_II





Música Pop/Rock - Músico de 71 anos diz que quem agora o acusa de plágio já nos anos 60 o apelidou de "Judas"!

Bob Dylan: "quem me chamou Judas pode apodrecer no inferno" -

«Bob Dylan: "quem me chamou Judas pode apodrecer no inferno"

Músico de 71 anos diz que quem agora o acusa de plágio já nos anos 60 o apelidou de "Judas".

A revista Rolling Stone perguntou e Dylan respondeu. O assunto? Acusações de que músico teria feito citações sem "revelar muito bem as suas fontes" o livro "Confessions of a Yakuza", do escritor japonês Junichi Saga, e a poesia do século XIX do norte-americano Henry Timrod.

A resposta de Dylan menciona "pussies e wussies" na lista de ofensas, e o músico afirma que se não fosse por seu intermédio, a maioria não conheceria hoje o autor Timrod: "Já alguma vez tinha ouvido falar nele? Quem é que o deu a conhecer? Quem é que fez com que vocês o leiam?".

Na entrevista à Rolling Stone (que levou o autor de "Like a Rolling Stone" à capa da sua última edição), Dylan acrescenta ainda que as pessoas que o acusam de plágio são do mesmo "tipo" das que, em tempos idos, o apelidaram de "Judas". Esta situação que se tornaria icónica na história do rock, verificou-se em 1965, no Festival Folk de Newporto, depois de Dylan ter trocado uma guitarra acústica por uma elétrica - como pode ver neste vídeo:


(Bob Dylan - "Judas incident")


Bod Dylan - "Judas"


(Bob Dylan - "Play It Fucking Loud" - (1966)

Bob Dylan tem novo álbum: Tempest saiu na passada segunda-feira e assume a posição 35 na discografia do músico nascido em Duluth, estado do Minnesota, a 24 de maio de 1941.» in 
http://blitz.sapo.pt/bob-dylan-quem-me-chamou-judas-pode-apodrecer-no-inferno=f83430#ixzz26OGNk73i

Sociedade - Uma civilização que não respeita, mal trata e não escuta os seus anciãos... está próxima do fim!



«Os anciãos vilipendiados do século XXI na nação lusitana…

Todas as grandes civilizações do passado tinham como referência os saberes dos seus anciãos no processo de tomada de decisão, quer em situações simples, quer em casos mais complicados… além disso, os seniores eram respeitados como sendo pessoas importantes na tribo, mas nunca por uma reverência imposta; havia a noção clara de que a sua sabedoria construída muito à custa das agruras do tempo, se constituía como que um reservatório de experiência e de conhecimentos, que seriam um garante de tomadas de decisão mais acertadas e seguras.

Vem isto a propósito do tratamento inferior que é prestado, hoje em dia, aos nossos mais experientes cidadãos. Já pouca gente se levanta para ceder o lugar a um idoso, por exemplo, nos transportes públicos, e, há uma clara tendência para os fazer sentirem-se, como que um estorvo, alguém que já não tem mais nada a acrescentar, nem sequer uma palavra a dizer, quando se sabe que, até em contexto familiar, muitos são permanentemente desconsiderados. Mas estamos mal, pois são Pessoas que merecem sempre uma palavra nossa, um cumprimento caloroso, como apreciam; uma atenção especial, como merecem.

A sociedade atual cultiva o novo e o belo, a imagem do jovem musculado e bronzeado, mesmo que seja à custa do Photoshop… tudo se faz para que a aparência seja perfeita. O saber, a cultura, a história de vida do indivíduo, pouco ou nada importam… o culto do Belo e da Perfeição acima de tudo, basta atentar na nossa publicidade. O velho não serve, está longe desse arquétipo definido pelo mainstream social, onde realmente o saber parecer, vale mais do que o ser e de que o saber. Como poderá quem percorre o início da estrada, ter a ilusão de que já a conhece toda?… 

Acontece ainda que, em Portugal, como em quase toda a Europa, a população tem envelhecido de forma exponencial, o que levou a um aumento significativo da população sénior. Decorre disto tudo que, um grande número de pessoas muito úteis e sábias são constantemente vilipendiadas, por uma sociedade que anda equivocada, estribada em falsos valores sociais e morais, em conceitos de um putativo modernismo, que revelam uma atraso civizacional gritante. Desperdiçamos assim, sobranceiramente, uma massa crítica relevante para o nosso bem-estar social, que muito poderia contribuir para uma sociedade mais sábia, justa, educada e honrada.

Quantos de nós, não ouvimos nos últimos anos, um alerta constante para a nossa situação sócio económica insustentável, por parte de algum familiar mais velho… diziam eles que Portugal não podia continuar a viver acima das suas possibilidades, que isto ia acabar mal para nós. Como se sabe, na política nacional, também foi um político sénior e honesto, daqueles que não andaram a servir-se do país, mas a servi-lo, que nos foi preparando para esta dura realidade que vivemos na atualidade: um estado sem soberania, falido e com poucas perspetivas de sair do poço… chegaram a adjetivá-lo como demente, Dr. Medina Carreira…

Eu só conheci a minha Avó materna, a D.ª Arminda Babo, da Quinta da Aldeia, na Gateira, em Mancelos. Na minha adolescência, chegava a ir de bicicleta desde Fregim, só para ver a minha Avó em Mancelos. Era uma Mulher marcada por uma vida difícil, de quem enviuvou cedo e que num tempo em que os homens reinavam, ela teve que se bater com armas e dentes, para sobreviver num mundo avesso a Mulheres de iniciativa. A nossa adoração era recíproca, o nosso convívio, um delírio de troca de saberes e de carinho. Hoje sou pai e observo o mesmo, na relação muito profícua em todos os aspetos, entre eles e os seus Avós. Como poderá a nossa sociedade continuar a desprezar o contributo e a sabedoria ancestral dos nossos mais velhos cidadãos, não os sabendo ocupar em prol da criação de uma sociedade mais madura, sapiente e íntegra?

E é muito infeliz, o que não raras vezes se ouve para aí em surdina: há muitos jovens e potenciais investidores que referem o facto de este aumento da população sénior, ser uma enorme oportunidade de negócio, designadamente, na criação de lares e de serviços ligados á geriatria… até aqui o Deus dinheiro vai dominar, comprando carinho, sentimentos e afetos. Que sociedade é esta que não considera os seus anciãos?... Que putativo modernismo é este que inverte a ordem de valores humanos básicos, com critérios dignos da sobrevivência nas selvas mais profundas e duras?... Que ser é este em que se transformou o Homem?...

Nas muitas vezes que tive o prazer de privar com um grande ancião de Amarante, o Sr. Manuel Catão, tio da minha esposa, Procurador da Casa de Pinheiro, procurava escuta-lo com muita atenção. Homem sábio, sensato e com muito gosto em falar com gente mais nova e que, não raras vezes me dizia: “Sr. Helder, como pode um País viver com toda a gente a pedir empréstimos, pouca gente a produzir e muita a receber subsídios?”. Este Senhor dizia-me isto há mais de vinte anos… mas, agora, não faltam “doutores” a darem explicações para a nossa crise… talvez se tivessem dado mais atenção às pessoas simples e sábias, que tinham a Universidade de “uma Vida difícil”, nós não nos tivéssemos afundado tanto; digo eu que nada sei! Dizia também o ancião António Aleixo (Poeta Popular): “Eu não tenho vistas largas; nem grande sabedoria, mas dão-me as horas amargas; Lições de Filosofia.”

Helder Barros (http://informaticahb.blogspot.com)» in (Artigo a sair na próxima edição do Jornal de Amarante)


Mafalda Veiga - "Velho"


"Velho
Mafalda Veiga

Parado e atento à raiva do silêncio 
de um relógio partido e gasto pelo tempo 
estava um velho sentado no banco de um jardim
a recordar fragmentos do passado

na telefonia tocava uma velha canção 
e um jovem cantor falava da solidão 
que sabes tu do canto de estar só assim 
só e abandonado como o velho do jardim?

o olhar triste e cansado procurando alguém 
e a gente passa ao seu lado a olhá-lo com desdém 
sabes eu acho que todos fogem de ti pra não ver 
a imagem da solidão que irão viver 
quando forem como tu 
um velho sentado num jardim

passam os dias e sentes que és um perdedor 
já não consegues saber o que tem ou não valor 
o teu caminho parece estar mesmo a chegar ao fim 
pra dares lugar a outro no teu banco do jardim

o olhar triste e cansado procurando alguém 
e a gente passa ao seu lado a olhá-lo com desdém 
sabes eu acho que todos fogem de ti pra não ver 
a imagem da solidão que irão viver 
quando forem como tu 
um resto de tudo o que existiu 
quando forem como tu 
um velho sentado num jardim"