19/05/09

Governação Sócrates: Cabe ao Povo Português decidir se será esta a última ceia destes senhores...

Será a última ceia ... ou ainda vão comer mais 4 anos ?!

Olhanense regressou à Primeira Divisão, com um Grande trabalho do Técnico Jorge Costa, esse Grande Dragão!

«OLHANENSE ESTÁ DE VOLTA!

19 de Maio de 2009

A grande novidade deste último fim de semana foi, sem dúvida, a subida do Olhanense ao escalão maior do nosso futebol. Tendo andado perto disso, no ano passado, a equipa de Olhão conseguiu agora atingir um tal objectivo, depois de uma época em que fez tudo para o merecer.

A equipa contou com um colectivo muito forte, quer dentro do campo, quer fora dele, para o que muito contribuiu o trabalho do técnico Jorge Costa, dito "O Bicho", que, como jogador, sobretudo ao serviço do FC Porto, dera já sinais de grande capacidade de liderança.

Sem poder apostar numa equipa "do outro Mundo", nem os orçamentos estão para aí virados, o Olhanense soube reunir um lote muito apreciável de atletas, onde a juventude e veterania se conjugaram na perfeição. Djalmir, melhor marcador da prova e apontado como um dos melhores da Liga Vitalis, foi a grande referência, mas os produtos da Academia "leonina", João Gonçalves (ex-O.Moscavide) e Paulo Renato, bem como Stéphane e Castro, das escolas do FC Porto, constituiram, eles também, reforços de vulto. A experiência de Bruno Veríssimo, na baliza, e de Guga e Baião, no miolo, ajudaram, igualmente, para que o êxito fosse alcançado.

A presença de uma equipa algarvia na Liga principal do nosso futebol é, pois, motivo de festa, sobretudo depois do "apagão" de Portimonense e Farense, que, não há muito, marcaram um período de grande fausto. O Olhanense foi mesmo o primeiro clube da região a surgir na ribalta, a par do Lusitano de Vila Real de Santo António, chegando até a ganhar a edição de 1924 do Campeonato de Portugal, a mais importante prova nacional da época.

Uma vitória sobre o FC Porto (4-2), no tempo em que na equipa pontificava Raul de Figueiredo, de alcunha "Tamanqueiro", que, mais tarde se transferiria para o Benfica. Foi talvez o jogador mais importante, o mais valioso como agora se diz, da História do futebol olhanense e uma das grandes figuras da selecção, que competiu com brilho nos Jogos Olímpicos de 1928, em Amesterdão.

Depois de 15 épocas ao mais alto nível, repartidas por três fases,a principal das quais na década de 40, a equipa de Olhão despediu-se da divisão principal no final da temporada de 1974-75, quando Manuel Oliveira era o treinador e o Campo Padinha o palco de todas as aventuras. Agora, 34 anos volvidos, com Jorge Costa ao leme e o Estádio José Arcanjo por anfiteatro, a ex-vila de Olhão (da Restauração) e o seu Olhanense preparam-se para novos cometimentos. Sejam bem vindos!» in http://noticias.sapo.pt/desporto/opiniao/rtovar/artigo/995246.html

18/05/09

Cinema Teixeira de Pascoaes - "O Wrestler", 6ª Feira, dia 22 às 21: 30!

«Cinema Teixeira de Pascoaes
6ª Feira, dia 22 às 21: 30
Telefone: 255 431 084

O Wrestler

Título original: The Wrestler
De: Darren Aronofsky
Com: Mickey Rourke, Marisa Tomei, Evan Rachel Wood
Género: Drama
Classificacao: M/16

EUA, 2008, Cores, 115 min.

Nomeações para os Oscars (2)

* MELHOR ACTOR PRINCIPAL, Mickey Rourke
* MELHOR ACTRIZ SECUNDÁRIA, Marisa Tomei

http://www.foxsearchlight.com/thewrestler/

Anjo Caído
Por: Luís Miguel Oliveira in PÚBLICO, 26 Fevereiro


É um filme sobre glórias passadas e queda - Randy, como Rourke, foi "grande" nos anos 80

Mickey Rourke não é apenas o actor de "O Wrestler". É o seu tema, o seu objecto, a sua razão de ser. Diz-se muitas vezes que todos os filmes acabam por ser uma espécie de "documentário" sobre os seus actores. É verdade, e quanto mais o tempo passa sobre um filme mais essa verdade é evidente (como dizia alguém, o destino da "ficção" é tornar-se "documento"). Ainda assim, é raro encontrar um filme que, como "O Wrestler", leve essa ideia tão a peito. O seu acto essencial é ser testemunha de uma presença, da presença de um actor, da presença deste actor. Sem Rourke – e sem a história de Rourke, que está, por assim dizer, "incrustada" em cada milímetro do seu corpo e do seu rosto – o filme não faria sentido, ou faria um sentido completamente diferente.

Claro que a dissociação continua a ser possível, e não só possível como desejável. É um actor e uma personagem, a sobreposição não é absoluta, e a história de Mickey Rourke não é bem a história do "wrestler" Randy the Ram. Mas há ecos de um no outro, ou não fosse "O Wrestler" um filme sobre glórias passadas e, se não sobre a decadência, sobre uma queda, um confronto com a vulgaridade do mundo.

Randy, como Rourke, foi "grande" nos anos 80, e agora deixou de ser capaz de encontrar um espelho que reflicta essa grandeza - não tão longe assim, e é uma lembrança que nos ocorre a certa altura, da Gloria Swanson do "Sunset Boulevard" de Billy Wilder, esse filme sobre "come backs" e sobre o crepúsculo dos deuses... É o mesmo mundo "encolhido", e dir-se- ia que é nisso que Darren Aronofsky pensa quando trata a relação do enorme corpo de Rourke com certos décors. As cenas no supermercado onde Randy faz uns biscates no intervalo entre dois combates, por exemplo: há ali uma espécie de desproporção, como se Randy fosse o protótipo do "leão enjaulado"...

Um mundo vulgar, mas cheio de dignidade. A principal proeza do olhar de Aronofsky está nessa justeza. Consegue filmar um mundo, ou submundo, tão codificado como os dos "wrestlers" sem tombar no grotesco ou na caricatura. E confrontar-se, por sua vez, com uma vulgaridade corriqueira, com uma urbanidade cinzenta e deprimente, sem nunca as menorizar nem sequer julgar, trazendo-lhes uma luminosidade surpreendentemente tocante.

As cenas com Rourke e a maravilhosa Marisa Tomei, sobretudo as cenas diurnas dos seus encontros no café ou nas lojas, trabalham numa simplicidade despojada de adornos que é sempre uma maneira de fazer justiça às personagens. Numa dessas cenas Randy faz o elogio dos anos 80 através do "rock", aquele "rock FM" não muito sofisticado que ele gosta de ouvir ("depois", diz, "apareceu o Kurt Cobain e estragou tudo"). Noutra cena joga, com um miúdo seu vizinho, um velhíssimo jogo de consola, enquanto o miúdo lhe fala dos jogos novos, de que Randy já ouviu falar mas não tem interesse em experimentar. Pequenas reiterações do carácter "perdido no tempo" da personagem de Rourke.

Aronofsky, em vez de filmar para a "recuperar", oferece-lhe a possibilidade do mergulho total nessa "perdição". Mas no último plano do filme (que é, afinal de contas, um "mergulho") a diferença entre uma maldição e uma bênção torna-se uma questão de perspectiva: Randy está destinado a ganhar-se por aquilo que o perde. E isso é muito bonito.

http://ipsilon.publico.pt/cinema/texto.aspx?id=223875

http://sound--vision.blogspot.com/2009/03/mickey-rourke-formas-de-solidao.html

«The Wrestler», o novo filme de Darren Aronofsky, passa-se no fim da linha do mundo do "wrestling", a luta-livre profissional dos EUA, e tem Mickey Rourke no papel de Randy "The Ram", uma antiga estrela da modalidade nos anos 80, que vive agora numa rulote e sobrevive a trabalhar num supermercado e a fazer combates de exibição em pequenos recintos, junto com outros profissionais tão acabados como ele, ou com jovens em início de carreira. Randy perdeu o contacto com a filha que abandonou quando era pequena e conta apenas com a amizade de uma simpática "stripper" (excelente Marisa Tomei). Um dia, após um combate de uma brutalidade invulgar, tem um ataque de coração e é operado de emergência. Salva-se por uma unha negra e o médico diz-lhe que tem que desistir de lutar. Mas Randy quer sair em grande da profissão, mesmo que isso signifique arriscar a vida.

História de ídolos caídos, de losers e de últimos hurras, tendo como pano de fundo a América triste e feia de quem tem que sobreviver a contar os tostões, filmada por Aronofsky tão dura e asperamente como duro e áspero é o Inverno em que decorre, «The Wrestler» nao segue as pisadas de filmes como «Rocky». Pelo contrário, e tal como frisou Mickey Rourke na conferência de imprensa, "este filme é o anti-«Rocky»". Randy, uma massa de carne ao mesmo tempo musculada e deformada por anos e anos de pancada e de esteróides, com uma cara onde parece ter-se dado uma catástrofe do foro da cirurgia plástica, é interpretado por Rourke "fisicamente", no sentido mais literal e profundo da palavra, até porque salvo as devidas distâncias, a história da personagem é também um pouco a do actor que deixou o cinema para se tornar pugilista e teve que ser submetido a uma reconstrução cirúrgica da cara. Este impressionante e comovente comeback de Mickey Rourke é feito naquele que é, de longe, o melhor filme de Darren Aronofsky
Por Eurico de Barros in http://www.cinema2000.pt/»

Informação generosamente veiculada, pela Minha Colega e Amiga, Professora Elsa Cerqueira.

The Wrestler - (Official Trailer)

«O Wrestler Título Original: The Wrestler
  • Estados Unidos

Ano: 2008

Género:

  • Drama

Duração: 109m

Pessoas Relacionadas

  • Realização:
    • Darren Aronofsky
  • Intérpretes:
    • Evan Rachel Wood,
    • Marisa Tomei,
    • Mark Margolis,
    • Mickey Rourke,
    • Todd Barry
  • Argumento:
    • Robert D. Siegel

A história do filme tem como pano de fundo o mundo do Wrestling nos EUA mas é nos escalões mais amadores e secundários desta modalidade que encontramos o protagonista da história, Randy "The Ram" , uma antiga estrela da modalidade que atingiu o seu auge profissional nos anos 80 e que agora vive numa roulote.

Randy sobrevive a trabalhar num supermercado e a fazer combates de exibição em pequenos recintos, junto com outros profissionais tão acabados como ele ou com jovens em início de carreira.

Randy perdeu o contacto com a filha que abandonou quando era pequena e conta apenas com a amizade de uma simpática stripper.

Um dia, após um combate de uma brutalidade invulgar, tem um ataque de coração e é operado de emergência. Salva-se por uma unha negra e o médico diz-lhe que tem que desistir de lutar.Mas Randy quer sair em grande da profissão, mesmo que isso signifique arriscar a vida.» in http://cinema.sapo.pt/filme/the-wrestler

The Wrestler - (Behind the Scenes)

Nuno Guerreiro, Sara Tavares e Ala dos Namorados - Uma Vocalidade e Musicalidade, Muito Especiais!




Nuno Guerreiro - "Tento Saber"

TT & Nuno Guerreiro - "Vem Cá" - (ao vivo)


Ala dos Namorados - "Loucos de Lisboa"

Rui Veloso - "Loucos de Lisboa"

Ala dos Namorados - "Caçador de Sóis"

Ala dos Namorados - "Fim do Mundo"

Ala dos Namorados - "Solta-se o Beijo"

Ala dos Namorados & Sara Tavares - "Solta-se o Beijo"

Ala dos Namorados - "Perdidamente"

Sara Tavares - "Eu Sei"

Sara Tavares - "Vou chamar a Música"

Ala dos Namorados & Rão Kyao - "Fado de cada um"

Ala dos Namorados & Nancy Vieira & Rão Kyao - "Lua nha testem"

Ala dos Namorados - "História do Zé Passarinho" - (Official Videoclip)

Ala dos Namorados - Zé Passarinho" - (CCC Caldas da Rainha)

Ala dos Namorados - "Fado do Rádio"

Nuno Guerreiro & David Antunes - "Killing me Softly"

NUNO GUERREIRO - "ARANJUEZ"

Ala dos Namorados - "A menina e os Valetes"

«Nuno Guerreiro (cantor)

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Nuno Guerreiro (Loulé, 05/09/1972) é um cantor português e ex-vocalista na banda Ala dos Namorados, onde ganhou popularidade.

Índice

[esconder]


[editar] Percurso

Começou a cantar muito cedo, tendo como influência primordial a grande Amália Rodrigues.
Colaborou ocasionalmente com o grupo Diva de Natália Casanova. Foi visto por Carlos Paredes que o convidou a participar, em 1992, nos concertos do músico em Lisboa e Porto.
Nuno colaborou também com o ex-Madredeus Rodrigo Leão.
É convidado por João Gil e Manuel Paulo para os Ala dos Namorados.
Gravou a solo o álbum "Carta de Amor" com produção e arranjos do maestro japonês Akira Senju. O disco inclui vários "standards" e algumas composições da Ala dos Namorados. O disco inclui os temas "Amazing grace", "Manhã de Carnaval","Amapola", "Ao Sul", "Love letters", "Greensleeves", "My funny Valentine", "Perdidamente", "Takeda no komoriuta" e "When the saints go marchin' in".
Em 2002 gravou o álbum "Tento Saber" com produção de Gonçalo Pereira. Rui Veloso toca guitarra em "3 Minute Song", uma canção sua e de Carlos Tê. Inclui também "Por Amor, Por Alguém" (uma canção de Sara Tavares), "Tu Podes Dar" (de Lúcia Moniz e Pedro Campos) e uma versão de "Careless Whisper" de George Michael.
A versão internacional do segundo disco inclui "Ampola" na versão usada num anúncio nipónico da Nissan.
Em 2007 participou no disco do cantor TT. No mesmo ano lança último álbum da Ala dos Namorados. Actualmente prepara um disco a solo de soul e hip-hop.

[editar] Discografia

  • Carta de Amor - 1999
  • Tento Saber - 2002

[editar] Colaborações

  • Rodrigo Leão - Ave Mundi Luminar (1993)
  • Diva - Santa Maria (1995)
  • Shout! Natal - Natal (2003)
  • Aldo Brizzi - Velada ou revelada (Virgínia Rodrigues & Nuno Guerreiro)
  • TT - Vem Cá/Não Olhes Para Trás(2007)

[editar] Contra-tenor

Uma vez que é contra-tenor, a sua voz permite-lhe explorar diversas sonoridades; possui assim a capacidade de interpretar repertório barroco - oratória, árias de Handel ou Purcell, assim como fado, pop ou música soul.
Estudou canto lírico no Conservatório Nacional português, onde também obteve o seu diploma como bailarino profissional.

[editar] Ligações


" Tento Saber

Tento saber como é que vai ser, se posso viver sem ti

Tento fugir mas eu só penso, na hora em que estás aqui

Tu nunca vens e quando apareces, finges que não há nada

Deixas-me só sempre a pensar, que chegamos ao fim da estrada


Pode parecer que sou livre, mas eu estou preso a ti

Às vezes disfarço e não consigo

Mas eu só penso na hora em que estás aqui


Ligas para mim, eu vou até ai, depois dizes que não podes

Prometo que não te quero ver mais, até que tu não me largues

Não vejo ninguém vou por ai, deixo passar as horas

Chamo-te nomes grito contigo, e tu dizes que me adoras


Pode parecer que sou livre mas eu estou preso a ti

Às vezes disfarço e não consigo

e eu só penso na hora em que estás aqui


Tento manter a calma às vezes, parece que não te ligo

Pode parecer até que te esqueço, mas só quero estar contigo

Tento dizer adeus e tu deixas, sempre uma porta aberta

Tento esconder e fujo para noite, acordo de uma directa


Pode parecer que sou livre, mas eu estou preso a ti

Às vezes disfarço e não consigo

Mas eu só penso na hora em que estás aqui"


Religião - Milhares de fiéis no Cristo Rei para ver imagem de Nossa Senhora de Fátima!

«Milhares de fiéis juntaram-se esta tarde no Cristo Rei, em Almada, para ver a imagem de Nossa Senhora de Fátima, que terminou aí a peregrinação iniciada no Sábado, para comemorar os 50 anos do Santuário.
Ana Paula Cruz, 48 anos, carregou, durante toda a procissão em Almada - ontem de Cacilhas ao centro da cidade e hoje daí ao Santuário do Cristo Rei -, uma imagem da Nossa Senhora de Fátima, réplica da que veio encerrar as celebrações do centenário.

"Não sei quanto pesa. Sei que, por ela, a Nossa Senhora deu-me forças para chegar até aqui e cumprir a minha promessa. Custou-me muito, pensei que não chegava", conta.

A imagem que traz nos braços, afirma, "correu mundo": "É uma imagem muito especial, igual à que está em Fátima, e já andou pelo mundo. Esteve em Roma e chegou a ser abençoada pelo Papa João Paulo II", diz.

Para Ana Paula, "momentos como este são importantes pela oportunidade de reflexão", porque "as pessoas pensam pouco e só pedem ajuda quando estão aflitas".

"O mundo olha muito apenas para o seu umbigo. Vim aqui hoje pedir para que haja menos egoísmo e menos cinismo", afirma.

Sem querer, até agora, avançar com números, a organização afirmou à Lusa que o evento contou com a participação de "milhares de fiéis", que, apesar do calor, chegaram mais cedo e esperaram o sol, "para garantir um bom lugar".
Albertina Martins, 67 anos, esteve na inauguração do Santuário do Cristo Rei e veio hoje, como há 50 anos, a pé, para rezar. "Adorei todas as procissões. Emocionei-me muito. Nunca mais vou voltar a ver uma coisa destas", afirma.

"Mas estou ao sol desde as 11h da manhã. Não há direito", indigna-se: "Vim inaugurar isto, o meu pai forneceu a pedra e a areia para erguer o monumento", argumenta. "Pelo menos a uma cadeirinha à sombra eu devia ter direito", termina.

José Canedo, 78 anos, é, desde que se lembra, "devoto de Nossa Senhora de Fátima", e veio hoje para pedir saúde, paz e tranquilidade para todos", afirma, "sublinhando que a visita da Virgem a Almada o deixou muito sensibilizado".

A última procissão das celebrações do cinquentenário - que partiu hoje, às 13:30h, da igreja paroquial de Almada, tenho chegado ao Santuário pouco depois das 15h - foi presidida pelo Bispo da diocese de Setúbal, D. Gilberto.

A imagem de Nossa Senhora de Fátima saiu, pelas 16h, da igreja do Santuário do Cristo Rei para o altar da última missa, presidida pelo Cardeal D. José Saraiva Martins, representante do Vaticano nas comemorações.» in http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1235673


17/05/09

Ciclismo: Cândido Barbosa depois de vencer há 8 dias em Amarante, venceu hoje em Paredes!

Foto
«Ciclismo: Cândido Barbosa (Palmeiras-Tavira) venceu GP Paredes, batendo Herrero e Ribeiro



O espanhol David Herrero (Xacobeo-Galicia) e Nuno Ribeiro (Liberty Seguros) obrigaram hoje Cândido Barbosa (Palmeiras-Tavira) a “trabalhos forçados” para garantir a vitória no Grande Prémio Paredes-Rota dos Móveis de ciclismo, na quarta e última etapa.
Numa tirada de 128,8 quilómetros, entre Penafiel e o Alto do Cruzeiro, em Lordelo, Herrero revelou-se o corredor com mais reservas de energia nos 500 metros finais, vencendo em 3:16.05 horas, seguido por Ribeiro e Vergílio Santos (Fercase-Rota Móveis), respectivamente segundo e terceiro, a 08 e 11 segundos.

O “Ciclista do Povo” teve que aplicar-se a fundo na ascensão final - 2,3 quilómetros, com troços empedrados e “paredes” com mais de 10 por cento de inclinação – para não desperdiçar a vantagem de 27 segundos que trazia da véspera e conservar a camisola amarela, terminando com vantagens na geral de 06 segundos sobre Herrero e de 23 para o cunhado Nuno Ribeiro.


“Ainda nem é saborosa (vitória), mas qualquer triunfo é sempre complicado. Nunca tive uma vitória fácil. Se não é pelo rabo, é pelas calças. Tive que ser eu a impor um ritmo mais forte no último meio quilómetro, mesmo com algum défice físico e a acusar o esforço dos dias anteriores, mas os meus colegas foram incansáveis. Foi uma vitória mais colectiva do que individual”, afirmou Barbosa.

Depois de o vencedor do prémio da montanha, o espanhol Gustavo Rodriguez, se impor na segunda de quatro subidas ao Alto do Cruzeiro, Nuno Ribeiro aproveitou a penúltima “escalada” para tentar a sua sorte, acompanhado por Rodriguez, Santos, o colega espanhol Isidro Nozal e Célio Sousa (Madeinox-Boavista), mas era “espiado” por André Cardoso (Palmeiras-Tavira).


Abortada a fuga, imediatamente antes dos dois quilómetros finais, Herrero, Santos e o espanhol David Bernabeu ganharam alguma vantagem ao pelotão e o corredor da Xacobeo acabou por destacar-se e vencer isolado.

O “Foguete da Rebordosa”, depois das duas vitórias consecutivas na segunda e terceira tiradas, mostrou-se com pouco estrondo, mas poder de explosão suficiente para alcançar o seu sétimo êxito da temporada, a juntar às duas etapas da Volta ao Alentejo e às "clássicas" de Vila do Conde e de Amarante.



Classificação da quarta e última etapa:

1. David Herrero, Esp (Xacobeo-Galicia) 3:16.05 horas


(média: 39,412 km/h)


2. Nuno Ribeiro, Por (Liberty Seguros) a 08 segundos


3. Vergílio Santos, Por (Fercase-Rota Móveis) a 11


4. Santiago Perez, Esp (Madeinox-Boavista) m.t.


5. David Bernabeu, Esp (Barbot-Siper) m.t.


6. Cândido Barbosa, Por (Palmeiras-Tavira) m.t.


7. Edgar Pinto, Por (Liberty Seguros) a 17


8. Gustavo Rodriguez, Esp (Artesania-Lugo) a 21


9. Célio Sousa, Por (Madeinox-Boavista) a 23


10. Miguel Candil, Esp (Fercase-Rota Móveis) a 40



Classificação geral:


1. Cândido Barbosa, Por (Palmeiras-Tavira) 15:03.29 horas


2. David Herrero, Esp (Xacobeo-Galicia) a 06 segundos


3. Nuno Ribeiro, Por (Liberty Seguros) a 23


4. Edgar Pinto, Por (Liberty Seguros) a 35


5. Santiago Perez, Esp (Madeinox-Boavista) a 37


6. Vergílio Santos, Por (Fercase-Rota Móveis) a 48


7. Célio Sousa, Por (Madeinox-Boavista) a 51


8. David Bernabeu, Esp (Barbot-Siper) m.t.


9. Angel Vicioso, Esp (Andalucia-CajaSur) a 1.03 minutos


10. Gustavo Rodriguez, Esp (Artesania-Lugo) a 1.06



Classificação por equipas:


1. Madeinox-Boavista 45:13.19 horas


2. Fercase-Rota Móveis a 54 segundos


3. Palmeiras-Tavira a 55




Classificação da montanha:


1. Gustavo Rodriguez, Esp (Artesania-Lugo) 66 pontos


2. Miguel Candil, Esp (Fercase-Rota Móveis) 42


3. Nuno Ribeiro, Por (Liberty Seguros) 29



Classificação por pontos:


1. Cândido Barbosa, Por (Palmeiras-Tavira) 84 pontos


2. David Herrero, Esp (Xacobeo-Galicia) 67


3. Edgar Pinto, Por (Liberty Seguros) 49



Classificação da juventude:


1. César Fonte, Por (Cartaxo-Capital Vinho)


2. Rui Vinhas, Por (Aluvia-Valongo)


3. Carlos Baltazar, Por (Aluvia-Valongo)

17 de Maio de 2009 | 19:35 | lusa» in http://www.barlavento.online.pt/index.php/noticia?id=33203

Andebol: F.C. do Porto Vitalis 32 vs S.L. Benfica 25 - F.C. do Porto inicia final dos Playoffs a vencer!

««Vantagem na final a premiar ambiente incrível

De regresso ao Dragão Caixa, que estreou há precisamente 10 dias, o F.C. Porto Vitalis somou a segunda vitória consecutiva no novo pavilhão, desta feita contra o Benfica, no primeiro jogo da final da Liga de andebol. A equipa de Carlos Resende respondeu ao ambiente incrível que se vivia nas bancadas com uma exibição fortíssima, que se traduziu numa supremacia clara no final dos 60 minutos (32-25).Depois de uns instantes iniciais mais repartidos, os azuis e brancos apoderaram-se por completo da partida – realizada este domingo –, não dando qualquer hipótese ao adversário de sequer sonhar em virar o rumo dos acontecimentos. A ganharem por três golos de diferença já ao intervalo (16-13), os Dragões surgiram igualmente eficazes no segundo tempo, mostrando-se sempre muito seguros na defesa e especialmente talentosos no ataque. Sem nunca deixar o oponente aproximar-se demasiado no marcador (manteve quase sempre uma vantagem de três a cinco golos), o F.C. Porto Vitalis geriu com bravia o resultado até ao fecho do encontro, oferecendo assim o triunfo aos 2010 adeptos que assistiam ao desafio. Ricardo Moreira, com nove remates concretizados (muitos deles, sublinhe-se, de grande classe) foi o melhor marcador do jogo. 

Eduardo Coelho (8), Tiago Rocha (5), Filipe Mota (3), Wilson Davyes (3), Inácio Carmo (2), Carlos Martingo (1) e Álvaro Rodrigues (1) assinaram os restantes golos portistas. 

A segunda partida da eliminatória – que se decide à melhor de cinco – realiza-se já na próxima quinta-feira, em Lisboa.» in site F.C. do Porto.
Imagens de um jogo espectacular, num jogo em que o F.C. do Porto dominou de inicio ao fim!» in site F.C. do Porto.

Veteranos: F.C. do Porto 2 vs Sp. Espinho 0 - Veteranos conquistam Taça Virgílio Mendes!

«Veteranos conquistam Taça Virgílio Mendes


A equipa de veteranos do F.C. Porto conquistou este domingo a Taça Virgílio Mendes, depois de ter derrotado o Sp. Espinho, no Estádio do Dragão, por 2-0. Os golos azuis e brancos foram apontados por Fernando Gomes e por Carlos Gomes. Para além do convívio entre estrelas do passado, esta foi uma excelente oportunidade para recordar Virgílio Mendes, antigo defesa do F.C. Porto que faleceu recentemente e que ficará na história como um dos melhores atletas de sempre do clube. A equipa de veteranos do F.C. Porto presente neste desafio incluiu nomes como João Pinto, Rui Barros, Fernando Gomes, Jaime Magalhães, Eduardo Luís, Frasco, Quinito e Amaral.» in site F.C. do Porto.

Trofense 1 vs F.C. do Porto 4 - F.C. do Porto goleia trofense na 11.ª Vitória consecutiva fora de portas, para o campeonato!

«O tango do Tetra


Resultado expressivo, combinação perfeita de simplicidade e eficácia, a goleada imposta pelo Tetracampeão resulta da atitude séria e sem facilitismos patenteada e da inspiração da dupla argentina Lisandro e Farías, autores a meias dos quatro golos azuis e brancos. Da noite da Trofa resultam também dois novos campeões, Stepanov e Ventura, que se juntam ao registo de sucesso do celebrado grupo. Depois da merecida festa, o regresso à realidade do campeonato voltou a evocar um F.C. Porto sublime, pleno de seriedade e sem cedências na qualidade de jogo. Quem julgava que a equipa de Jesualdo Ferreira se dispunha a cumprir apenas calendário no duelo com o Trofense, cedo percebeu que a índole do campeão também se revela nestes momentos e não descura as exigências. Depois de uma entrada equilibrada no encontro, e da inevitável fase de estudo mútuo, a superioridade portista começou a desenhar-se aos onze minutos e prolongou-se até ao apito final, tendo em Farías o seu primeiro executante, numa tentativa em boa posição parada com dificuldade pelo guarda-redes da casa. Com os protagonistas do espectáculo concentrados num superpovoado centro do terreno, o Tetracampeão investiu a expressão da sua supremacia em jogadas de entendimento colectivo, que renderam frutos aos 29 minutos, quando Farias concluiu uma combinação perfeita entre Lisandro e Mariano, e aos 43, quando Lisandro confirmou na pequena área adversária a segunda assistência de Mariano.Vantagem dupla e segurança absoluta, o F.C. Porto não cessou de revelar empenho total no encontro da Trofa e esteve por diversas ocasiões perto de fazer avolumar o resultado, antes e depois do intervalo. Já depois do regresso de Hulk à competição, pouco mais de um mês depois da grave lesão sofrida na Amadora, Lisandro bisou na partida e elevou a contagem para três golos de diferença, concluindo com classe mais uma bela jogada do ataque azul e branco.
O tetra do resultado ensaiou-se várias vezes, algumas delas com o poder de Hulk em plano de destaque, mas consumou-se apenas a dez minutos do final, quando Farias cabeceou para golo a solicitação do avançado brasileiro, depois de um bom trabalho individual no flanco esquerdo. Confirmada a goleada, atenuada apenas pelo golo anfitrião apontado por Hugo Leal, o Dragão saboreou com deleite mais um capítulo esmerado na bem sucedida caminhada interna, selando o seu 11º triunfo consecutivo na condição de visitante. A festa, essa, segue dentro de momentos, no encerramento do campeonato no Dragão, com a recepção ao Sporting de Braga.


FICHA DE JOGO


Liga Portuguesa 2008/09 – 29ª jornada
16 de Maio de 2009
Estádio do CD Trofense, na Trofa
Árbitro: Duarte Gomes (AF Lisboa)
Árbitros Assistentes: Bertino Miranda e José Lima
4º Árbitro: Nuno Miguel Roque


TROFENSE: Marco; Varela, Valdomiro, Miguel Ângelo e Zamorano; Milton do Ó «cap.», Mércio, Pinheiro e Hugo Leal; Hélder Barbosa e Reguila
Substituições: Pinheiro por Charles Chad (46 min), Hélder Barbosa por Lipatin (62 min) e Reguila por David Caiado (66 min)
Não utilizados: Paulo Lopes, Paulinho, Delfim e Edu Souza
Treinador: Tulipa


F.C. PORTO: Nuno; Sapunaru, Stepanov, Bruno Alves «cap.» e Benitez; Madrid, Tomás Costa e Mariano; Lisandro, Farias e Rodríguez
Substituições: Rodriguez por Hulk (58 min), Nuno por Ventura (68 min) e Madrid por Guarin (75 min)
Não utilizados: Pedro Emanuel, Rolando, Fernando e Rabiola
Treinador: Jesualdo Ferreira


Ao intervalo: 0-2
Marcadores: Farias (29 e 79 min), Lisandro (43 e 62 min) e Hugo Leal (83 min)
Disciplina: Milton do Ó (27 min), Pinheiro (44 min) e Benitez (46 min)» in site F.C. do Porto.

Link: Trofense 1-4 FC Porto


Resumo da goleada do F.C. do Porto na Trofa, com mais dois campeões, Stepanov e ventura!

16/05/09

2.ª Mostra de Oferta Formativa de Escola Secundária/3 de Amarante!





Apesar de terem vindo poucos alunos das outras escolas, fiquei muito contente com a participação dos meus alunos do PTGEI, nesta Mostra. De facto, o João Pedro explicou muito bem aos alunos que vieram do exterior, o funcionamento do Curso PTGEI, e todos os alunos foram muito voluntariosos na participação nesta Mostra. Hoje aprendi uma lição de vontade e de ajuda do Daniel Moreira, do Daniel Roberto, do João Pedro, da Ana, da Joana, do Luís, do Nuno Queirós, do Rui e do Jorge!
Já ontem, o José Coelho do 10 PTGEI me deu uma grande lição! É que, perante a Directora de Turma, professora Cristina Afonso, referi os alunos que estavam em atraso na entrega de trabalhos, mas ele alertou-me que eu deveria igualmente, referir os alunos que entregam tudo a tempo. É bem verdade, na ânsia de alertar os alunos em falta, esquecemo-nos, algumas vezes, que os alunos que cumprem, esperam uma palavra nossa, é mais do que justo. Aqui, publicamente me penitencio, sou humano e erro, mas o José Coelho alertou-me e aqui lhe agradeço! Assim se faz educação... bi-direccional!

Alegre aliviou as preocupações a Sócrates, com os apoios editoriais do costume, como refere o Dr. Pacheco Pereira!

«QUANDO NÃO PREJUDICA OS INTERESSES ELEITORAIS DE SÓCRATES ALEGRE É EXCELENTE

A questão do situacionismo não é de conspiração, é de respiração.
E, nalguns casos, de respiração assistida.

Na segunda nota desta série, intitulada ÍNDICE DO SITUACIONISMO (2): OS DEZ SINAIS o sinal número seis era o seguinte:
Manuel Alegre é uma "referência ética", a "consciência do PS", etc., até ao momento em que começa a falar de um novo partido, passando então a ser um "vaidoso" e um "irresponsável".
Hoje, no Diário de Notícias, artigo do director
Manuel Alegre fez o que tinha a fazer e geriu com inegável habilidade política os seus interesses. (...) terá dado um enorme desgosto a todos os que à sua volta acreditavam que Portugal poderia voltar a ter uma outra aventura do tipo da do PRD de Ramalho Eanes (ou, numa escala infinitamente menor e ainda mais retorcida, qualquer coisa de similar à Nova Democracia de Manuel Monteiro).
Um partido faz sentido por uma ideia, por um projecto de sociedade, e não como consequência de desavenças pessoais ou interesses solitários. Ora a esquerda já está suficientemente mobilada pelo PS, PCP e BE. Há espaço para a cidadania, mas não o há para projectos alternativos. À direita, sim, poderia discutir-se de forma diferente.
A aventura para a qual os mais entusiasmados apoiantes de Alegre o queriam empurrar seria movida pelo ressabiamento e teria um triste fim, mesmo que tivesse hipótese - e parece-me que tinha - de retirar ao PS qualquer possibilidade directa de maioria absoluta.» in abruto.
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O Dr. Pacheco Pereira analisa muito bem esta questão, onde se nota que toda a indignação que o Dr. Manuel Alegre demonstrou durante a governação do Engenheiro Sócrates se desvaneceu, perante a perspectiva do pelouro Presidencial... assim se calam consciências no meio político... e se libertam os espartilhos do Poder!


15/05/09

Amarante São Gonçalo: Paróquia de São Gonçalo promoveu Conferência sobre Arte Sacra!



«AMARANTE: Paróquia de S. Gonçalo promoveu conferência sobre arte sacra
(15-05-2009)




Iniciativa decorreu no âmbito da exposição de escultura e desenhos “Tocar as Coisas da Memória” da autoria de José Rodrigues


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No domingo, dia 10 de Maio, pelas 21:30 h, teve lugar na Igreja de S. Gonçalo de Amarante uma inédita conferência sobre Arte Sacra, presidida pelo pároco José Manuel, ladeado por Arnaldo Pinho (Professor Catedrático da Universidade Católica do Porto) e pelo jornalista Carlos Magno, sendo a mesa completada por Jorge Cunha (director da Faculdade de Teologia da Universidade Católica do Porto) e por Nuno Higino (filósofo e escritor).

Esta conferência teve por base a exposição de Arte Sacra que decorreu nos Claustros do Mosteiro de S. Gonçalo, intitulada “Tocar as Coisas da Memória”, da autoria do Mestre José Rodrigues e organização de Nuno Higino. Foram cerca de 60 obras, entre esculturas, pinturas e desenhos, que revelam o interesse e a visão deste grande Mestre pela temática Bíblica e religiosa.

Arnaldo Pinho, na sua intervenção, enalteceu a beleza natural da cidade de Amarante, passando pelo valor dos poetas, pintores e pensadores que esta terra produziu, e do potencial que está ainda por revelar.

Sobre a obra exposta, vincou o carácter estético do artista para a sensibilidade da visão do sagrado, apelando à plateia para a necessidade de desenvolver a capacidade de captar o sentido do “belo” e despertar para a Arte.

Nas palavras do jornalista Carlos Magno, o artista materializa os mistérios do Divino de forma extraordinariamente criativa e sublime, tendo deixado o repto aos autarcas para a dinamização do espaço contíguo à Igreja de S. Gonçalo com mais e melhores iniciativas culturais.

Jorge Cunha realçou a beleza da exposição e a alegria por estar nas terras do rio Tâmega. Recordou momentos de infância passados nesta cidade, outrora símbolo utilizado para fomentar o turismo em Portugal.

O “mentor” da exposição, Nuno Higino, agradeceu a possibilidade de se ter realizado esta iniciativa no Mosteiro de S. Gonçalo, num percurso já com cerca de um ano de itinerância entre igrejas, faltando apenas três paróquias da diocese do Porto para o seu término.

No tempo reservado ao debate, Armindo Abreu, presidente da Câmara Municipal de Amarante retorqui às palavras de Carlos Magno, enfatizando as demais iniciativas que a Câmara tem vindo a realizar para a dinamização da cultura em Amarante, mormente o encontro dos Jovens Criadores. A intervenção de alguns populares realçou o carácter informal, aberto e expansivo que se pretendia com a iniciativa, colocando questões e vinculando opiniões.

A sessão foi terminada pelo Coro de S. Gonçalo que nos presenteou com três cânticos, dos quais dois em latim, rematando com o Hino ao Padroeiro da Cidade de Amarante, o beato Gonçalo. TC» in maraoonline.