A cor marzipã domina e os pormenores em azul marinho fazem a diferença.
Aí está o equipamento alternativo para a época 2023/24, com o inédito pantone marzipã a dominar a camisola. Os detalhes em azul marinho fazem a diferença e prometem seduzir os Dragões.
Inserida na campanha “Imortais por Direito”, a nova camisola apresenta formas geométricas entrelaçadas na zona do peito, que emolduram o icónico emblema do Futebol Clube do Porto. Ao de leve, em estilo sombreado, riscas verticais dão um ar fresco e renovado à camisola.
Mas o que salta à vista é, claro, a cor marzipã. É esta a cor que vai invadir os vários estádios por Portugal e Europa fora, nos jogos do FC Porto.
Quanto aos pormenores, a gola é em V, com uma consistência assimétrica, que, de resto, marca todo o equipamento, desde esse detalhe até às mangas, fundo da camisola, calções e meias.
Uma ideia arrojada para um clube voltado para a modernidade, mas sempre agarrado às suas raízes. Por isso, propositadamente, o novo equipamento foi apresentado num cenário baseado num dos mais icónicos patrimónios da região: o vinho do Porto.
Otávio foi um dos jogadores que já vestiu a nova camisola e está convencido: “Espero pelo início da próxima época para a vestir. Estou muito contente e ansioso por vestir esta camisola, que está incrível, diante dos nossos adeptos.”
O equipamento alternativo do FC Porto para 2023/24 foi, como é habitual, desenvolvido com a tecnologia NB Dry, que absorve a humidade e permite manter os jogadores frescos e secos do primeiro ao último minuto.
O diretor geral da New Balance, Kenny McCallum, mostrou-se satisfeito com o resultado final: “Estamos encantados por termos, em conjunto com o FC Porto, criado esta camisola com cores que, certamente, vão inspirar os adeptos portistas. Esperamos que traga sucesso para o clube nesta temporada.”
FC Porto bateu o Águas Santas no jogo decisivo da fase final por 34-27.
Em Tondela, a equipa de Sub-16 de andebol sagrou-se este domingo campeã nacional do escalão após derrotar, na final, o Águas Santas por 34-27.
Até chegar ao momento das decisões, os jovens azuis e brancos venceram, no grupo da fase final, o Colégio dos Carvalhos (31-24), o Arsenal da Devesa (38-21) e o Xico Andebol (48-17), ultrapassaram o Sporting (28-20) nos quartos de final e, finalmente, nas meias-finais, derrotaram o Benfica (29-25).» in https://www.fcporto.pt/pt/noticias/20230611-pt-sub-16-sagram-se-campeoes-nacionais
«ANUSCA COSTA E ALEXANDRE SANTOS VENCEM O OPEN NACIONAL DE SENIORES INICIADOS
11 DE JUNHO DE 2023 13:17
Os atletas triunfaram, respetivamente, nas categorias de 60 e 56 quilogramas.
Anusca Costa (60 kg) e Alexandre Santos (56 kg) subiram ao lugar mais alto do pódio nas respetivas categorias no Open Nacional de Seniores Iniciados, que decorreu este fim de semana no Centro de Artes Marciais e Desportos de Combate, em Matosinhos.
Neste regresso da secção de boxe, Fábio Teixeira, que fez a sua estreia na modalidade, obteve um terceiro lugar na categoria de 86kg. No final, Armindo Fontinha, treinador da equipa azul e branca, referiu que foi “uma prestação na honra da instituição”.
«PRIMEIRA PARTE PROLÍFICA GARANTE TRIUNFO AOS SUB-17
11 DE JUNHO DE 2023 13:06
Jovens Dragões venceram o Vitória de Guimarães por 3-2 na penúltima jornada da fase final
A equipa de Sub-17 do FC Porto venceu na receção ao Vitória de Guimarães (3-2) relativa à 17.ª jornada da Fase de Apuramento do Campeão do Campeonato Nacional de Juniores B. Rodrigo Mora (18m) e Anha Candé (32m) construíram e dilataram a vantagem ainda na primeira parte. Na segunda, o adversário reduziu, Gonçalo Sousa assinou o 3-1 (80m) e os vimaranenses voltaram a ripostar, mas o triunfo vestiu de azul e branco (3-2). Apesar do triunfo, os juvenis ficaram sem hipóteses de lutar pelo título de campeão nacional, conquistado pelo Benfica após um triunfo frente ao SC Braga.
Os Sub-17 portistas, orientados por Ricardo Costa, alinharam com Denis Gutu, Fábio Amaral (João Pedra, 84m), Mamadu Queta, Tomé Almeida, Gonçalo Paiva, Vasco Santos, Gil Martins (Amadu Camará, 65m), João Teixeira (Rafael Gomes, 84m), Anha Candé, Rodrigo Mora e Gonçalo Sousa (Tiago Sousa, 84m).
Iniciados azuis e brancos venceram o Vitória por 5-1 na 16.ª jornada da fase de apuramento de campeão.
A equipa de Sub-15 do FC Porto venceu, neste domingo, o Vitória FC em Setúbal (5-1), num jogo a contar para a 16.ª jornada da fase de apuramento de campeão do Campeonato Nacional de Juniores C. João Pereira (15m), Mateus Mide (65m), Rúben Barbosa (78m e 80m) – que assinou um bis em apenas dois minutos – e Salvador Ribeiro (85m) marcaram os golos que compuseram a vitória dos Dragões (5-1). Os da Invicta são segundos classificados com 39 pontos, menos cinco do que o Benfica.
Os Sub-15 portistas, orientados por José Violante, alinharam com Diogo Pereira, Ivandro Silva (Rúben Barbosa, 68m), Salvador Gomes, Martim Chelmik, José Afonso (Guilherme Carvalho, 60m), Gonçalo Oliveira (Salvador Ribeiro, 60m), Cardoso Varela, Bernardo Lima, João Pereira (Mateus Mide, 52m), João Abreu (Duarte Cunha, 52m) e Tomás Peixoto.
Central de 19 anos vai integrar o plantel da equipa B em 2023/24.
António Ribeiro renovou o contrato que o liga ao FC Porto e vai continuar de Dragão ao peito. O central, de 19 anos, começou a jogar futebol no Gondim-Maia e ainda passou pelo ND Colégio de Ermesinde antes de começar a vestir de azul e branco, em 2016/17. Desde aí, António Ribeiro atravessou todos os escalões da formação portista até chegar à equipa de Sub-19, pela qual realizou 43 jogos (um golo e duas assistências) na temporada finda. Em 2023/24, o jovem defesa vai integrar o plantel do FC Porto B.
O dia ais especial de todos
“Até hoje, é o dia mais especial da minha carreira. Sinto-me orgulhoso do meu trabalho e agradeço ao FC Porto por me dar esta oportunidade. Estou muito feliz.”
A estreia no futebol profissional
“Sinto que é um desafio muito importante para mim e que é o passo que tenho de dar, estrear-me no futebol profissional. Sinto-me preparado, pois foi para isto que trabalhei na formação do FC Porto.”
O sonho de chegar à equipa principal
“O principal objetivo é chegar à equipa principal, esse é o meu grande sonho. Passar pela equipa B para depois chegar à equipa principal faz parte do processo e é para isso que trabalho todos os dias.”
«IMORTAIS POR DIREITO: O EQUIPAMENTO DO FC PORTO PARA 2023/24
7 DE JUNHO DE 2023 09:00
Clássicas e inconfundíveis. Estão de volta as tradicionais riscas largas azuis e brancas ao equipamento principal do Futebol Clube do Porto. Imagem de marca do clube ao longo de décadas, terão nova vida em 2023/24 nesta proposta que, certamente, está à altura do pedigree e linhagem dos 130 anos de história deste clube e que se insere na campanha “Imortais por Direito”.
A simplicidade e a tradição dominam a camisola principal do FC Porto para a nova época, elaborada com uma estrutura em malha jacquard, um design que respeita a tradição azul e branca e finalizada com uma gola redonda, azul marinho, para um acabamento elegante, que também surge na manga.
Os calções e as meias completam o look que promete apaixonar os adeptos fiéis à tradição.
O novo equipamento principal do FC Porto foi fotografado numa cenografia inspirada na tradicional cultura do café portuense, com mesa e cadeiras em madeira típicas dos famosos cafés da cidade.
Toni Martínez foi o primeiro jogador a reagir a esta nova camisola: “É sempre uma honra jogar perante os adeptos do FC Porto e mal posso esperar por vestir esta camisola, tão reconhecida, na próxima temporada para continuar a fazer história com este clube.”
De salientar ainda que foi utilizada, como tem sido habitual, tecnologia NB Dry no fabrico dos equipamentos, que permite aos jogadores manterem-se frescos e secos ao longo dos 90 minutos do jogo.
Por isso, Kenny McCallum, diretor geral da New Balance, acredita que será um sucesso junto dos adeptos: “Estamos orgulhosos por termos criado um equipamento que homenageia a tradição do FC Porto, adicionando-lhe a inovação que a New Balance é capaz de dar e um estilo adequado.”
(Num concelho onde a industria metalúrgica é forte, entre outras áreas, não se conseguir homenagear a viola amarantina, deixa-me perplexo e triste... aqui em Vila Meã, adorei esta rotunda, beleza na simplicidade... penso que com um concurso de ideias entre as industrias da pedra, madeira e do metal, seria possível criar uma homenagem mais do que merecida à viola amarantina... digo eu, que nada sei!)
Bilharista do FC Porto venceu o Campeonato Nacional individual, que se realizou na Amadora.
Rui Manuel Costa sagrou-se campeão nacional de bilhar às três tabelas ao vencer o Campeonato Nacional individual, que se realizou nas instalações do CB Amadora.
Mesmo tendo sido derrotado nas duas primeiras jornadas, o experiente bilharista do FC Porto venceu as restantes cinco partidas e terminou com uma média geral de 1,309. José Miguel Soares, por sua vez, ficou na quarta posição.
Quem hoje passeia pelo Passeio das Virtudes e olha por aquele gradeamento, não imaginará como seria o primitivo local. Entre as muitas colinas e montes que o Porto apresenta, hoje muito gastas pelos sucessivos anos de ordenamento, pelas construções e pela modelação das elevações, corriam rios e ribeiros a céu aberto definindo, por vezes, profundas gargantas rodeadas de penhascos.
Pois por esta garganta que agora vemos, corria um impetuoso rio vindo de um ponto elevado, onde hoje se localiza o Hospital de Santo António.
Mas que rio seria esse que ali corria e que hoje se não vê?
Pois não vê, mas lá continua a correr.
Em todo o caso, falar das Virtudes é falar desse rio, o Rio Frio, que nasce para as bandas da Torrinha e que no seu percurso, recebe outros cursos de água, passa por baixo do Hospital de Santo António e que vinha despenhar-se no meio de fraguedos constituindo uma profunda garganta, até desaguar em Miragaia, no local onde hoje se encontra a Alfândega.
O nome Frio estará ligado à infinita sabedoria popular que assim classificava a temperatura das suas águas.
Pois este rio Frio alimentava uma das mais belas fontes da cidade, a Fonte das Virtudes (por isso mesmo também conhecida por Fonte do Rio Frio) e que é Monumento Nacional desde 1938.
fonte virtudes
Também é à infinita sabedoria popular que se deve o nome de Virtudes.
No tempo em que foi construída, decorria o ano de 1619, a água que aqui chegava era límpida e cristalina e, no dizer do nosso povo, tinha muitas virtudes porque curava muitas maleitas.
Ao lado, embora situados a um nível inferior, ficavam uns lavadouros de pedra que recebiam a água da fonte. E a água que da fonte escorria continuava a descer, enchendo outros tanques e irrigando os campos, até abraçar o rio Douro.
Ao local aprazível associava-se o sussurrar da água que provocava nos presentes uma infinita sensação de calma. Foi por isto mesmo que a Câmara fez construir aquela profunda rua que desce da Alameda até à fonte e, próximo desta, pôs bancos de pedra e relvou o conjunto.
Para aqui se deslocava em domingos soalheiros a sociedade portuense, os dandys, as belas senhoras e as raparigas casadeiras, os homens de negócios, os poetas, os juízes e, claro está, as crianças. Toda aquela rua ficava, aos domingos de bom tempo, pejada de carroças que conduziam os seus ocupantes, para passar umas agradáveis e repousantes horas.
Mas o brilho da mais bela estrela também esmorece. Por volta de 1880, outros locais chamavam o portuense para desfrutar as delícias das paisagens e das conversas. E as Virtudes ficaram sós.
Firmino Pereira escrevia em 1912:
“As Virtudes, que viram passar as mais lindas mulheres do século XVII e XVIII, que foram o ponto de reunião dos peraltas e faceiras do velho burgo episcopal, que serviram de recreio a fidalgos, desembargadores e frades, é hoje o que era antes de ser convertido em jazigo dos judeus — um local abandonado onde se acoitam vadios e gatunos… Da fonte monumental, adornada de pirâmides, com as suas carrancas gigantescas, lavradas em pedra … pouco ou nada existe…”
Cem anos depois, pouco mudou relativamente ao que escreveu Firmino Pereira.
A fonte continua a ser uma sombra do seu passado.
A água já não corre, a belíssima imagem de Nossa Senhora das Virtudes, que ocupava o nicho central, já há muito desapareceu e a cartela central, qual flor aberta em tom avermelhado que cantava em latim a sua grandeza, está hoje vazia. As carrancas que durante centenas de anos cuspiram a fresca e límpida água estão hoje secas e os tanques já não existem; os bancos de pedra já de lá saíram e os graffitis vão-nos dizendo que ainda há muito a fazer pela sanidade social-urbana da população.
Diríamos que desta Obra de Arte, resta a sua pose artística que representa um marco na evolução da arquitetura. Conceptualmente é maneirista, definida pelas belas volutas desenhadas na pedra e pelas pirâmides que se apoiam nas bem desenhadas e equilibradas colunas. Este conceito marca a grande porta de entrada do estilo que fará do Porto um centro artístico mundial: o barroco.