21/08/18

Automóveis Clássicos - É sempre discutível qual é o melhor Ferrari do mundo, mas a verdade é que, em termos de modelos de competição, este 275P venceu por duas vezes as 24 Horas de Le Mans.


«Este é o melhor Ferrari do mundo. E vai a leilão

É sempre discutível qual é o melhor Ferrari do mundo, mas a verdade é que, em termos de modelos de competição, este 275P venceu por duas vezes as 24 Horas de Le Mans. Façanha que ninguém repetiu.

A um carro de competição não interessa ser lindo, agressivo, inovador ou até mesmo potente. O que vale mesmo é o número de sucessos ou títulos que alcança, domínio em que se a casa do Cavallino Rampante tem um palmarés invejável, apenas este 275P conseguiu vencer por duas vezes (e consecutivas) uma das mais importantes competições do mundo: as 24 Horas de Le Mans.

Ganhar uma ou duas vezes, neste caso, é muito mais do que uma questão de pormenor. Estão em causa milhões (muitos), uma vez que este 275P se prepara para ir a leilão, pela mão da RM Sotheby’s, ainda este mês em Pebble Beach. Ao apresentar-se ao mercado dos colecionadores – em leilão privado, para evitar atenções indesejadas – como o único Ferrari de competição do mundo a ter vencido duas vezes uma prova deste calibre, o mais provável é que as bolsas e carteiras se abram a ponto de o remate final ser um valor astronómico.

O 275P (“P” de protótipo) é um Ferrari com motor central, mais precisamente um V12 atmosférico com 3,3 litros e 320 cv, que basicamente foi uma evolução do 250P, este com um 3.0V12 de 300 cv. A unidade que vai a leilão tem o chassi com o número 0816, a quem sempre foi atribuída a vitória nas 24 Horas de Le Mans de 1964, com Jean Guichet e Nino Vaccarella aos comandos. O que se desconhecia era se este 275P era o mesmo que tinha ganhado a mesma prova francesa no ano anterior.

Com a colaboração da Ferrari Classiche, conseguiu-se apurar que o 0816 foi o carro conduzido por Ludovico Scarfiotti e Lorenzo Bandini até à vitória de 1963 em Le Mans. A confusão foi originada pelo facto, descoberto agora pela Ferrai Classiche, de ser suposto que Scarfiotti e Bandini corressem nas 24 Horas de Le Mans, em 1963, ao volante do seu carro habitual, o 0814. Mas este sofreu um grande acidente em Nürburgring, cerca de um mês antes de Le Mans, e a Ferrari não achou boa ideia reconstruí-lo a tempo de estar à partida na prova francesa. Em vez disso, optou por substituí-lo pelo 0816, que acabaria por sagrar-se vencedor. Título que repetiria no ano seguinte, mas já com Guichet e Vaccarella ao volante.

O vitorioso 275P foi entretanto adquirido por Luigi Chinetti, e mais tarde por Pierre Bardinon. Agora prepara-se para conhecer um novo dono, que terá de pagar ainda mais para se tornar proprietário de tão famoso protótipo. Para sabermos quem será o orgulhoso comprador é necessário esperar pelo Pebble Beach Concours d’Elegance, que vai realizar-se esta semana, na Califórnia.» in https://observador.pt/2018/08/20/este-e-o-melhor-ferrari-do-mundo-e-vai-a-leilao/


(Breaking News | Le mans-winning ferrari 275p to be auctioned in 2018)


(Breaking News | Le mans 24h winning ferrari 275p could become world's most expensive car)


(Monogram Ferrari 275P Slot Car on Test Track)

Cidade de Chaves - A guerra em Cambedo ficou esquecida nas sombras da ditadura portuguesa e só anos depois os habitantes desta aldeia de Chaves conseguiram falar abertamente do dia em que foram atacados pelo Exército e GNR, que procuravam guerrilheiros espanhóis ali refugiados.



«O dia de guerra em Cambedo que a ditadura "escondeu": "Foi horrível, só se ouviam as metralhadoras, era um cenário de guerra"

A guerra em Cambedo ficou esquecida nas sombras da ditadura portuguesa e só anos depois os habitantes desta aldeia de Chaves conseguiram falar abertamente do dia em que foram atacados pelo Exército e GNR, que procuravam guerrilheiros espanhóis ali refugiados.

Foi no dia 21 de dezembro de 1946 e Manuel Guerra Gomes tinha 11 anos. “Foi um dia horrível, só se ouviam as metralhadoras, era um cenário de guerra”, recordou hoje o octogenário.

Manuel Guerra Gomes descreve os acontecimentos com precisão. “Eram 05:30 quando a GNR deu os primeiros tiros ao Juan que foi morto, porque ele estava numa casa ali em baixo. Era amigo da família e pernoitava ali de noite e de dia ia a monte”, referiu.

A aldeia de contrabandistas acolheu pelo menos quatro guerrilheiros antifranquistas. São pelos menos estes os que o idoso se recorda. Uns morreram e outros foram presos, todas as casas da aldeia foram vasculhadas pelos guardas e os militares acabaram por bombardear também várias habitações.

Nesta aldeia, a cerca de 18 quilómetros de Chaves, ficou instalado o medo e o terror. “Nós não podíamos sair de casa, a GNR foi pela rua acima e disse para ninguém sair de casa”, contou Manuel Guerra Gomes.

Segundo o idoso, os espanhóis “andavam na vida deles e mais nada”.

“O posto da Guarda Fiscal ficava aqui e eles conviviam com eles. Eles vieram de Espanha fugidos unicamente para fugir à guerra civil, eram perseguidos pelo regime franquista. Vieram para onde tinham amigos e família”, salientou.

Após o ataque, foram detidos e interrogados muitos habitantes da aldeia.

“A tia Albertina também foi presa, não se metia na vida de ninguém, a vida dela era ir para a igreja e ensinar a doutrina aos garotos, era o único padre que cá tínhamos. Ainda me ensinou a mim e a outros como eu”, referiu.

É na casa da dona Albertina que uma equipa de cinco arqueólogos concentra os trabalhos de investigação que estão a decorrer no âmbito do projeto “Cambedo 1946”, que visa estudar a resistência às ditaduras ibéricas (1926-1975) e a solidariedade na fronteira entre Trás-os-Montes e a Galiza.

Após o fim da guerra civil espanhola, em 1939, grupos de republicamos refugiaram-se na área de montanha para continuarem com a luta armada. Em 1946, já após a II Guerra Mundial, os dois governos ibéricos esforçaram-se por acabar estes grupos de guerrilheiros que se refugiaram na raia.

O arqueólogo Rui Gomes Coelho explicou que este projeto de arqueologia contemporânea quer dar “visibilidade à comunidade”.

“Normalmente os projetos que versam sobre a arqueologia contemporânea e mais especificamente conflitos militares e guerrilha, não só em Espanha mas também um pouco por todo o mundo, geralmente estão focados na figura dos guerrilheiros e acabam por os mostrar um pouco como heróis românticos. O que nós queremos fazer aqui é dar um pouco de visibilidade à comunidade que sustentava socialmente a própria guerrilha”, salientou.

Cambedo é, na sua opinião, um “exemplo de solidariedade e de hospitalidade” que devia ser seguido na “sociedade atual e no que diz respeito à atual crise humanitária global”.

“Quando estão a dar acolhimento aos guerrilheiros e a assumir todos esses riscos que comportava essa atitude, aquilo que nós temos é uma espécie de ética e solidariedade e hospitalidade”, frisou.

A vida quotidiana da aldeia foi interrompida após este “episódio traumático” num suposto período de paz e do qual não se falou durante a ditadura.

Foi já na década de 80 que a antropóloga Paula Godinho, da Universidade Nova de Lisboa, no âmbito de um trabalho de etnografia da zona de fronteira descobre a história e a revela no espaço público nacional.» in https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/o-dia-de-guerra-em-cambedo-que-a-ditadura-escondeu-foi-horrivel-so-se-ouviam-as-metralhadoras-era-um-cenario-de-guerra


(REFUGIADOS, AYER Y HOY – Memoria de Alburquerque)

Amarante Fregim - O Vale da Ribeira de Fregim, visto bem lá do alto da Rua da Mó, em Serrões, sempre um espetáculo de verde...


(Amarante, Fregim, Rua da Mó, Serrões)

F.C. do Porto Atletas Internacionais - Vincent Aboubakar é um dos 23 convocados do selecionador Clarence Seedforf para o jogo entre os Camarões e as Ilhas Comores, a contar para a segunda jornada do Grupo B de qualificação para a Taça das Nações Africanas 2019.



«ABOUBAKAR CHAMADO À SELEÇÃO DOS CAMARÕES

“Leões indomáveis” defrontam as Ilhas Comores a 8 de setembro, em jogo de qualificação para a CAN.

Vincent Aboubakar é um dos 23 convocados do selecionador Clarence Seedforf para o jogo entre os Camarões e as Ilhas Comores, a contar para a segunda jornada do Grupo B de qualificação para a Taça das Nações Africanas 2019. O encontro está agendado para 7 de setembro, em Mitsamiouli, nas Comores.

O avançado do FC Porto, que contabiliza dois golos nesta temporada, soma 65 internacionalizações e 20 golos com a camisola dos “leões indomáveis”.» in http://www.fcporto.pt/pt/noticias/Pages/aboubakar-convocatoria-camaroes-210818.aspx

20/08/18

F.C. do Porto - O FC Porto garantiu neste domingo a terceira vitória consecutiva na temporada 2018/19: a segunda na Liga, depois da conquista da Supertaça.



«ACREDITAR ATÉ AO FIM

Ciclo de vitórias, golos ao cair do pano e estreias: os números da vitória do Jamor.

O FC Porto garantiu neste domingo a terceira vitória consecutiva na temporada 2018/19: a segunda na Liga, depois da conquista da Supertaça. Os Dragões superaram o Belenenses por 3-2 e mantém a liderança na prova. O fcporto.pt apresenta os números mais interessantes do jogo no Estádio do Jamor.

8 O número de vitórias consecutivas do FC Porto na Liga, o melhor ciclo com Sérgio Conceição, iniciado após a derrota com o Belenenses no Estádio do Restelo, a 2 de abril. A formação portista respondeu com seis triunfos até ao final do campeonato, conquistando o título. O ciclo prolonga-se com as vitórias frente a Desportivo de Chaves (5-0) e Belenenses (3-2), agora no Estádio do Jamor, frente a um adversário tradicionalmente difícil. 20 golos marcados e apenas 4 sofridos neste período.

96 “A equipa foi muito forte mentalmente e acreditou até ao fim”, salientou Alex Telles. Neste ciclo de oito vitórias consecutivas do FC Porto na Liga, ganham relevo as quatro vitórias fora de casa, três delas com golos decisivos ao cair do pano. Héctor Herrera derrubou o Benfica no Estádio da Luz ao minuto 90, Marega desfez o nulo frente ao Marítimo, na Madeira, ao minuto 89 e Alex Telles, neste domingo, anulou a resposta do Belenenses no Jamor ao minuto 96.

6 Alex Telles estreou-se pelo FC Porto a 12 de agosto de 2016. Dois anos mais tarde, é um dos jogadores mais influentes da equipa, destacando-se no capítulo das assistências. Neste domingo assinou a primeira assistência da temporada, abrindo caminho para o golo de Diogo Leite. O melhor, porém, estava guardado para o fim. O lateral brasileiro cobrou de forma exemplar a grande penalidade que garantiu o triunfo portista, assinando o sexto golo de dragão ao peito, em 93 jogos.

1 Aos 19 anos, Diogo Leite continua a afirmar-se com passos seguros. Fez a estreia oficial pela equipa principal com a conquista da Supertaça, frente ao Desportivo das Aves. Ao segundo jogo, frente ao Desportivo de Chaves, a estreia na Liga e no Estádio do Dragão. Ao terceiro, o primeiro golo. O defesa-central inaugurou o marcador frente ao Belenenses com um bom golpe de cabeça, num mês de agosto de 2018 que não irá certamente esquecer.

17 Otávio precisou de apenas 17 segundos na segunda parte do encontro no Estádio do Jamor para assinar o segundo golo do FC Porto, intercetando um mau passe de um adversário antes de contornar o guarda-redes e balançar as redes do Belenenses. O médio brasileiro de 23 anos estreou-se a marcar na época 2018/19, depois de três assistências nos primeiros dois jogos. 7.º golo de Otávio pela equipa principal do FC Porto, em 57 jogos.» in http://www.fcporto.pt/pt/noticias/Pages/rescaldo-belenenses.aspx


Belenenses- FC Porto, 2-3 - (resumo)

F.C. do Porto - O autocarro do FC Porto parou em Fátima na viagem de regresso à Invicta, depois da vitória sobre o Belenenses (3-2), no Jamor.



«FC PORTO PAROU EM FÁTIMA NO REGRESSO DO JAMOR

Alex Telles e Diogo Leite, que marcaram ao Belenenses, partilharam o momento nas redes sociais.

O autocarro do FC Porto parou em Fátima na viagem de regresso à Invicta, depois da vitória sobre o Belenenses (3-2), no Jamor.

Alex Telles e Diogo Leite, autores de dois dos três golos portistas, partilharam o momento nas redes sociais.» in https://desporto.sapo.pt/futebol/primeira-liga/artigos/fc-porto-parou-em-fatima-no-regresso-do-jamor

Amarante Fregim - Na Rua da Mó em Fregim, ao fundo da estrada, olhando para cima, começam-se a avistar os Castros da serra de São Jorge, em Fregim...


(Amarante, Fregim, Rua da Mó, Castros da Serra de São Jorge)

Liga NOS: Belenenses 2 vs F.C. do Porto 3 - O FC Porto venceu o Belenenses, por 3-2, no jogo da segunda jornada da Liga NOS, resultado que permite à equipa azul e branca reaver a liderança, após a conclusão da segunda jornada, com seis pontos amealhados.



«DRAGÃO PASSOU NO TESTE DO JAMOR

Diogo Leite, Otávio e Alex Telles apontaram os golos do triunfo sobre o Belenenses, por 3-2.

O FC Porto venceu o Belenenses, por 3-2, no jogo da segunda jornada da Liga NOS, resultado que permite à equipa azul e branca reaver a liderança da Liga NOS após a conclusão da segunda jornada, com seis pontos amealhados. O triunfo deste domingo ficou fechado apenas no minuto 90+6, depois de os portistas terem estado a vencer por 2-0 e o Belenenses ter igualado a partida já perto dos cinco minutos finais.

No Estádio do Jamor, em Oeiras, Sérgio Conceição entrou em jogo exatamente com o mesmo onze que uma semana antes havia alinhado frente ao Desportivo de Chaves (5-0)​. Numa tarde de muito calor, que obrigou as duas equipas a um período de adaptação às condições de jogo (o relvado alto e seco condicionava a circulação da bola), foi a equipa do Belenenses a dar o primeiro sinal: Keita atirou por cima naquela que foi a única oportunidade criada pelos azuis do Restelo no primeiro tempo.

Depois disso apareceu o habitual FC Porto. Dominadores e a jogarem mais perto da grande área adversária, os campeões nacionais deram o primeiro aviso aos 23 minutos, com André Pereira a levar a bola a embater na barra. O cabeceamento do avançado foi travado pelo ferro, mas serviu de aviso, já que três minutos depois o jovem Diogo Leite haveria de usar a cabeça para inaugurar o marcador e para se estrear a marcar pela principal equipa dos Dragões. Mérito também para Alex Telles, que voltou a mostrar porque é o rei das assistências.

O primeiro tempo fechou com mais um par de aproximações perigosas dos Dragões, resolvidas por Muriel, e o segundo abriu com novo golo: 40 segundos de troca de bola do Belenenses resultaram num atraso de Dálcio para Ótavio. O brasileiro pressionou a linha de passe do guarda-redes, recolheu a bola, contornou-o e encostou para o 2-0.

Com a vantagem dobrada apareceu a primeira situação mais polémica da partida. Após indicação do videoárbitro, Carlos Xistra foi verificar as imagens de um lance que teve como protagonista Diogo Leite e uma suposta interceção com o braço na grande área portista. O árbitro apontou para a marca de grande penalidade e Fredy não desperdiçou.

Com a margem mínima reposta, o jogo baixou de ritmo, endureceu e, apesar de pertencerem aos Dragões a melhores oportunidade de golo, acabou por ser o Belenenses a igualar a partida (83m). Casillas, que já havia negado o empate a Licá, não conseguiu desviar o cabeceamento de Keita, após trabalho de Fredy.

Após o empate, o jogo voltou a subir de intensidade. Os Dragões procuravam com tudo o golo do triunfo, que acabou por surgir num dos derradeiros lances da partida. No quinto e último minuto de compensação, Herrera tentou o golo, mas o remete do mexicano (que acabou por embater no poste) foi desviado por um braço de um defensor da equipa da casa.

De novo “convidado” a ir ver as imagens, Carlos Xistra manteve o critério e apontou para a marca de penalti. Foi a vez de Alex Telles encarar Muriel e o lateral não desperdiçou. O remate de pé esquerdo do brasileiro valeu uma explosão de alegria dos muitos adeptos presentes no Jamor, três pontos e a reconquista da liderança do campeonato.» in http://www.fcporto.pt/pt/noticias/Pages/cronica-belenenses-fcporto-2jor-liganos.aspx


(SÉRGIO CONCEIÇÃO"VITÓRIA JUSTA" Conferência de Imprensa Belenenses 2 x Porto 3)

19/08/18

Amarante Olo - No Rio Olo, em Olo, hoje à tarde, deu para refrescar do imenso calor que se viveu neste dia.


(Amarante Rio Olo, equilibrismo de pedras...)

Amarante Fregim - A Rua da Mó e as suas casas bonitas e altaneiras, em Fregim, lá para os lados do Casal...


(Amarante Fregim, Rua da Mó, casas lá para o lado do Casal...)

F.C. do Porto Sub 15 Futebol: F.C. do Porto 2 vs Sporting C.P. 1 - A equipa de Sub-15 do FC Porto venceu neste domingo a XII Edição do Torneio Internacional de Iniciados, realizado em Abrantes.



«DRAGÕES VENCEM TORNEIO INTERNACIONAL DE INICIADOS

Equipa de Sub-15 venceu o Sporting na final da prova realizada em Abrantes.

A equipa de Sub-15 do FC Porto venceu neste domingo a XII Edição do Torneio Internacional de Iniciados, realizado em Abrantes. Na final do torneio, os jovens Dragões bateram o Sporting por 2-1.

O FC Porto terminou a prova internacional com três vitórias em três jogos. Depois de bater a seleção do Concelho de Abrantes por 18-0 e o Celta de Vigo por 3-1, na fase de grupos, a equipa portista avançou para a final e superiorizou-se ao Sporting, por 2-1, na Cidade Desportiva de Abrantes.» in http://www.fcporto.pt/pt/noticias/Pages/sub15-abrantes.aspx

F.C. do Porto Sub 17 Futebol: F.C. do Porto 4 vs Académica 1 - A equipa de Sub-17 do FC Porto entrou com o pé direito na temporada 2018/19, recebendo e vencendo (4-1) a Académica de Coimbra no primeiro jogo oficial, relativo à jornada inaugural da Série B do Campeonato Nacional.



«ENTRADA COM O PÉ DIREITO NO CAMPEONATO

Equipa de Sub-17 venceu a Académica por 4-1, no primeiro jogo oficial da época.

A equipa de Sub-17 do FC Porto entrou com o pé direito na temporada 2018/19, recebendo e vencendo (4-1) a Académica de Coimbra no primeiro jogo oficial, relativo à jornada inaugural da Série B do Campeonato Nacional. Pedro Vieira (2), Candal e Francisco Conceição garantiram o triunfo no Centro de Treinos e Formação Desportiva PortoGaia, no Olival.

Tulipa, que assumiu o comando técnico dos Sub-17, viu a sua equipa assumir desde cedo o controlo do jogo, embora a Académica não tenha adotado uma postura defensiva e demonstrasse vontade de jogar de pé para pé, com futebol apoiado, contribuindo para um bom espetáculo.

O primeiro golo do encontro surgiu em cima do intervalo. Francisco Conceição fugiu a um adversário na grande área e foi derrubado em falta. Pedro Vieira, que chegou precisamente da Académica, marcou à sua antiga equipa na conversão da grande penalidade.

Na segunda metade do encontro, Rafinha (55m) ainda fez o empate para a Académica mas o FC Porto respondeu de imediato com o bis de Pedro Vieira (60m). Candal, que saiu do banco de suplentes, e Francisco Conceição dilataram a vantagem já ao cair do pano.

Os Sub-17 portistas alinharam com: Igor Bastos, Hugo Oliveira (Rodrigo Pinheiro, 61m), David Vinhas, Lourenço Pinto, Leandro Dias, Fernando Almeida (Danilo Veiga, 41m), Francisco Conceição, Francisco Ribeiro, Pedro Vieira, João Pinto (Rúben Candal, 62m) e Mauro Azevedo.» in http://www.fcporto.pt/pt/noticias/Pages/sub17-academica.aspx

18/08/18

Amarante Rebordelo - Foi construída pelo industrial João Coelho Marinho corria o ano de 1912 em Amarante e Celorico de Basto, os dois concelhos servidos pela mesma...




«Ponte arame Rebordelo:

"Pequeno contributo para a sua história... Foi construída pelo industrial João Coelho Marinho corria o ano de 1912; aquando da Revolução do 3 de Fevereiro de 1927, por ordem do Ten. Vieira que comandava as tropas do Reg. de Artilharia 4 (Grupo de Artilharia de Montanha Nº 2 (Amarante, extinto em 1927 na sequência deste golpe militar), foi demolido o tabuleiro para que as tropas vindas de Vila Real não pudessem passar. 

- Esta ponte era propriedade privada, seus proprietários Edgar Alves Machado e Arnaldo Pinheiro Torres ofereceram-na ao município de Amarante em 26 de Março de 1958 para "mais facilmente se assegurar a sua manutenção..." foi deliberado pela câmara "..aceitar a oferta e comunicar o facto à câmara de Celorico de Basto, para o efeito de participar nas despesas de reparação, visto a ponte interessar igualmente aos dois concelhos" e a 25 de Junho dados poderes ao Presidente para outorgar o contrato...

- Em 1976, era Pres. da Comissão Administrativa da C.M.A. o Dr. Celso Freitas, foi sujeita a obras de restauro com os custos divididos entre as Câmaras de Celorico de Basto e Amarante;

As obras foram levadas a cabo pelo industrial Alberto Marinho;- Foi notícia no “Jornal de Amarante” de 3 de Abril de 1985." créditos António Patrício»


(Ponte de Arnóia)


Vila de Vimioso - O castelo de Algoso remonta aos alvores da nacionalidade, no século XII, tendo sido construído pela mão de D. Mendo Rufino.




«A GUERRA FANTÁSTICA E O QUASE DESCONHECIDO CASTELO DE ALGOSO 

Quando soubemos que iríamos partir para Vimioso, em plena Terra de Miranda, fomos assaltados por uma espécie de alívio: finalmente iríamos conhecer aquela fração do país que entra em cunha na Espanha! Região conhecida pela língua mirandesa e pela posta com o mesmo nome, a Terra de Miranda apresenta, à boleia de uma história rica e de uma biodiversidade invejável, muitos outros pontos de interesse. Neste texto, aproveitamos para recomendar uma visita ao castelo de Algoso, situado no topo de uma impressionante escarpa. 

 A proteção da fronteira e o castelo de Algoso

Algoso fica no concelho de Vimioso. É uma povoação pequena que não consegue esconder um esplendor passado, atestado pela presença do castelo, de um pelourinho e de um rico património religioso. O castelo possui um centro de interpretação extra-muros e é aqui que nos devemos dirigir em primeiro lugar.

O castelo de Algoso remonta aos alvores da nacionalidade, no século XII, tendo sido construído pela mão de D. Mendo Rufino. Desde muito cedo os castelos portugueses foram dispostos de forma a garantir a integridade dos territórios subtraídos à coroa leonesa ou conquistados aos muçulmanos.

No nordeste transmontano a defesa da fronteira era facilitada pela proteção das serras, com rios e estreitas gargantas, o que facilitava a escolha de lugares naturalmente vantajosos para o confronto. Por isso, nesta região, podemos observar uma autêntica rede de pequenos castelos no cimo de afloramentos rochosos. Por funcionarem de forma articulada, estas posições defensivas formavam uma linha de contenção cujo principal objetivo era atrasar os inimigos e dispersar as suas forças, retirando poder de penetração à invasão.

Algoso e a Guerra Fantástica: para ler (antes ou depois da visita)

Partimos para esta viagem com o mínimo de informação possível e só levámos na “bagagem” um livro que já tínhamos lido há uma meia-dúzia de anos, A Paixão do Conde de Fróis, do escritor Mário de Carvalho. A ação desta obra de ficção anda em torno de uma personagem – o Conde de Fróis – que, depois de uma violenta rixa com tiros e espadeiradas numa quelha de Lisboa, acabou por ser desterrado pelo Marquês de Pombal para a raia de Trás-os-Montes, incumbido de assessorar o coronel da praça de São Gens. Esta ficava perto de Miranda do Douro, e, como local ficcional, teria sido certamente inspirada numa das praças e castelos vizinhos, como Penas Róias, Mogadouro ou Algoso.

A história tem como pano de fundo a Guerra dos Sete Anos (1756-1763), um conflito internacional que opôs dois blocos de países: um encabeçado pela Inglaterra e outro pela França, tendo Portugal alinhado com a Inglaterra. Como Mário de Carvalho bem notou, em Portugal, “mereceu também a designação nacional de 'Guerra Fantástica' por parte de historiadores militares que preferiam qualificá-la pelos desatinos”. E desatinos houve muitos, alguns dos quais mais parecem ter saído de uma ópera bufa. O romance sublinha algumas dessas peripécias e momentos dramáticos como a explosão do paiol de Miranda do Douro que levou à capitulação da praça forte raiana e ao assédio das tropas franco-espanholas sobre as praças e os povoados vizinhos em 1762. O castelo de Algoso conseguiu resistir guarnecido por um pequeno efetivo.

As vistas: do castelo e a partir do castelo

O que impressiona, em primeiro lugar, é a localização privilegiada do castelo de Algoso sobre um o Cabeço da Penenciada, com 681 metros de altitude. A vista do castelo a partir do lado da escarpa pronunciada é simplesmente espetacular e devemos procurá-la a partir da estrada que segue para Mogadouro.

Será boa ideia visitar o castelo sem pressa e com binóculos, até porque podemos ser surpreendidos por um conjunto interessante de aves: caso do grifo (Gyps fulvus), o britango (Neophron percnopterus), o peneireiro-vulgar (Falco tinnunculus) ou a cegonha-preta (Ciconia nigra). Se entrarmos e subirmos ao alto da torre de menagem deparamo-nos com outra vista impressionante: pode-se identificar alguns pontos do planalto Trás-os-Montes, como Vimioso e Outeiro, no norte, ou Pena Roias e Mogadouro, no sul. É possível que os mais dados a essas coisas sintam algum efeito vertigem, potenciado pelos profundos vales dos rios Angueira e Maçãs que convergem nas proximidades. Daí vemos velhas estradas e velhas pontes, caminhos que afligiam o invasor, ou no dizer de Mário de Carvalho: "as velhas geiras romanas de conduzir sempre a Roma, nunca ao objetivo tático".» in https://viagens.sapo.pt/viajar/viajar-portugal/artigos/a-guerra-fantastica-e-o-quase-desconhecido-castelo-de-algoso

Da Aldeia ao Castelo de Algoso - (Vimioso)

(Castelo de Algoso, Vimioso)

Vila de Vimioso, Castelo e aldeia de Algoso e Serra da Castanheira - (Mogadouro)


Amarante Tranqueira - E meias envergonhadas, lá vão aparecendo as flores de Verão, lá para os muros, na zona da Tranqueira...


(Amarante, flores de Verão, nos muros da Tranqueira, neste ano de 2018...)