31/05/17

Arte Literatura - O livro de Pedro Prostes da Fonseca conta a história da “banqueira do povo” que oferecia juros de 10%, gostava de champanhe, tinha passe da Carris, foi condenada a 10 anos de prisão e morreu, sozinha, num lar.



«Dona Branca, a banqueira que era um 'doce' perto de alguns casos do século XXI

O livro de Pedro Prostes da Fonseca conta a história da “banqueira do povo” que oferecia juros de 10%, gostava de champanhe, tinha passe da Carris, foi condenada a 10 anos de prisão e morreu, sozinha, num lar.

“Ganhara certos hábitos de rica – não prescindia de champanhe francês, muitas vezes logo de manhã –, mas ao mesmo tempo continuava-lhe colada a origem social: tinha passe da Carris e mandava consertar o calçado ao sapateiro”, descreve o jornalista Pedro Prostes em “Dona Branca – A Verdadeira História da Banqueira do Povo” (Dream Editora), nas livrarias a partir de 01 de junho.

A mulher que deu milhares de escudos a ganhar a milhares de pessoas ao longo de anos, numa atividade que, na altura, levantava dúvidas de legalidade, com juros seis vezes mais altos do que os praticados pelos bancos, foi condenada aos 78 anos pelo crime de burla agravada e pela emissão de 31 cheques sem cobertura. Deixou centenas de lesados.

Além de revolver o processo legal do primeiro escândalo financeiro da democracia portuguesa, o jornalista (ex-Lusa, ex-24 Horas e ex-Sol) conta a vida de Branca dos Santos, nascida em 1911. Não sabia ler, apenas sabia assinar o nome, mas tinha muito jeito para os números.

Ao longo de 228 páginas, o jornalista, autor do livro “A Porta da Liberdade”, sobre a fuga de Álvaro Cunhal de Peniche, conta agora como começou, na década de 40 do século passado, o negócio de emprestar dinheiro, a começar pelas peixeiras.

O negócio de Dona Branca

O início do negócio está associado às varinas na zona do Intendente, em Lisboa, nesses anos da década de 40.

“Guardava o dinheiro da venda das varinas, recebendo no final dos dias uma pequena compensação. Com o tempo, acumulou o suficiente para emprestar, com juros, às varinas para irem à lota comprar peixe, copiando o negócio da Nazaré”, descreve o autor.

A vida corre-lhe bem e recebe uma herança, permitindo-lhe ter mais dinheiro, e o negócio de "banqueira" vai crescendo.

“Branca pagava juros a 8% ao mês (só subiria para os 10% muito mais tarde) a quem depositava e concedia empréstimos a 12% e 15%”, descreve o autor.

Cresceu tanto que nos anos 70 e 80, no meio de mais uma crise - quando os sindicalistas se manifestavam com bandeiras pretas da fome no distrito de Setúbal – os juros subiram aos 10% e o negócio floresceu.

O êxito foi tal que acabou por ditar o seu fim. Com muitos milhares “depositados”, uma atividade que levantava dúvidas ao fisco e ao Governo, e as notícias de primeira página nos jornais, a “banqueira” acabaria por ser detida, a 08 de outubro de 1984.

A descoberta dos crimes

A sentença, num processo atribulado, aconteceu em 1990 e D. Branca foi condenada a 10 anos. Já não voltou à prisão, dado que tinha sido libertada em agosto de 1988 e nessa altura estava internada numa clínica.

O processo, de Maria Branca dos Santos e mais 68 arguidos, começou a ser julgado em 1988, por crimes de associação criminosa, burla agravada e emissão de cheques sem cobertura.

O ex-ministro da Justiça Rui Machete revelou que a estratégia do Governo para acabar com o caso D. Branca, em 1984, foi pôr o ministro das Finanças Ernâni Lopes a lançar um “sentimento de incerteza” no negócio.

Ernâni Lopes, então ministro das Finanças no Governo PS-PSD liderado por Mário Soares, “no princípio estava mais inclinado para um caminho mais formal, através dos trâmites da Justiça”, mas “acabou por ceder” e “fez uma declaração pública, chamando a atenção que se tratava de uma atividade ilegal e sobretudo que tinha um risco”, contou Machete a Pedro Prostes, autor de outros livros como “O Assassino de Catarina Eufémia”.

Branca dos Santos tinha começado a trabalhar no negócio há muitos anos, ainda na década de 1940, e tinha já muitos clientes quando o semanário Tal&Qual noticiou, em 1983, que a D. Branca era “um autêntico banco” e que “o cacau” estava tão seguro “nas mãos desta mulher de cabelos brancos, como nos cofres da mais sólida instituição de crédito”.

Entre os amigos da “banqueira”, contavam-se “políticos, magistrados, artistas e figuras da televisão como Ribeirinho, Henrique Santana ou Camilo de Oliveira”.

Para escrever este livro, Pedro Prostes da Fonseca consultou o processo judicial que acabou com a condenação de D. Branca a 10 anos de prisão, dois anos antes de morrer, e falou com parte das pessoas que colaboraram com a “banqueira do povo”.

Na obra, faz-se a história das amizades, de familiares que estiveram ao lado de D. Branca, de como o negócio existia desde os anos de 1949, as tentativas de última hora, já após revelado o caso nos jornais, de vender apartamentos para pagar juros e devolver dinheiro “depositado” ou ainda a falsificação de recibos, uma das justificações dadas pela “banqueira” para a sua falência.

Conta-se no livro que meses depois de o negócio ter rebentado a Polícia Judiciária encontrou papéis a comprovar que, em apenas quatro dias, de 13 a 17 de junho de 1984, tinham sido passados recibos de depósitos no valor de 1,4 milhões de contos, cerca de 33 milhões de euros a valores de hoje.

E de como muitos dos lesados não apresentaram queixa e a própria “banqueira” se coibiu de dizer nomes de clientes do seu negócio.

Um paralelo com os casos bancários atuais

Nas notas finais, Pedro Prostes da Fonseca faz um paralelo, que “poderá, à primeira vista, parecer descabido”, com os casos que envolveram vários bancos nos últimos anos.

“Se [a comparação] for feita a partir dos danos causados ao Estado, a posição de D. Branca em relação a João Rendeiro (BPP), Oliveira e Costa (BPN) ou Ricardo Salgado (BES) é insignificante; se for pelos prejuízos causados aos depositantes, fica também muito aquém daqueles tubarões; se for pela rapidez da sua prisão, destaca-se no primeiro lugar”, afirma.

Além do mais, destes casos conclui-se que "D. Branca era um 'doce' – como foi batizada pelo Charlie Hebdo – perto dos banqueiros que destruíram uma boa parte do sistema financeiro no século XXI".

O fim 

Branca dos Santos morreu aos 80 anos, em 1992, dois anos depois de ter sido condenada, num lar, em Lisboa, onde eram poucos os que a visitavam. Como poucos foram os que assistiram ao seu funeral, cinco pessoas.

“Num chocante contraste com a multidão que a rodeou no tempo em que era uma ‘banqueira’ de sucesso”, descreve o autor.

Quase até ao fim da vida, esteve consciente, ao contrário do que invocou o seu advogado para justificar a sua ausência do julgamento.

Nos últimos meses de vida, nunca saiu à rua. Tinha poucas visitas. À porta da clínica chegaram a passar pessoas a gritar “Ladra! Ladra!”

Afinal, houve um grande número de lesados que não receberam juros e muito menos recuperaram o dinheiro “depositado”.» in http://24.sapo.pt/atualidade/artigos/dona-branca-a-banqueira-que-era-um-doce-perto-de-alguns-casos-do-seculo-xxi


Falar de Ivone Silva ("Dona Branca" e "Vestido preto")

Amarante Parque Aquático - Esta quinta-feira reabre ao público o Parque Aquático de Amarante, para uma nova temporada, que vai até ao próximo dia 17 de Setembro.



«Parque Aquático de Amarante reabre

Esta quinta-feira reabre ao público o Parque Aquático de Amarante, para uma nova temporada, que vai até ao próximo dia 17 de Setembro.

O ‘FastMountain’ é uma das grandes atracções do circuito de pistas, escorregas e piscinas do maior parque aquático de montanha da Península Ibérica. Com 180 metros de comprimento e 22 metros de altura, este escorrega aquático tubular é um dos maiores da Europa. Sendo um verdadeiro desafio para os fãs das estruturas em altura, este escorrega apresenta um percurso sinuoso, pelo qual se desliza através de boias insufláveis, vencendo-se de forma espetacular os desníveis da encosta.

Para além do ‘FastMountain’ o Parque Aquático de Amarante conta ainda com seis pistas múltiplas, quatro pistas rápidas, um caracol, dois tobogans e, para os mais pequenos, dois parques aquáticos infantis. No total são 36 mil metros quadradosde circuitos de pistas, escorregas e piscinas, que todos os anos levam milhares de famílias e grupos, nacionais e não só, a não dispensar uma visita ao espaço durante os meses de Verão.

Integrado no RTA Tâmega Clube, o Parque Aquático de Amarante tem ainda serviços de bar e snack-bar com esplanada para refeições ligeiras.» in http://www.turisver.com/parque-aquatico-amarante-reabre/


(Amarante, Parque Aquático HD)


(Parque aquático Amarante - Portugal)


(Parque Aquático da Amarante - PORTUGAL)

Amarante Fotografia - Exposição "O prazer de fotografar" de Eduardo Teixeira Pinto no Museu Municipal de Vouzela de 2 a 28 de junho.



«Associação para a Criação do Museu Eduardo Teixeira Pinto

Exposição "O prazer de fotografar" de Eduardo Teixeira Pinto no Museu Municipal de Vouzela de 2 a 28 de junho.» in https://www.facebook.com/eduardoteixeirapinto/photos/a.341794845972540.1073741832.330393387112686/832576980227655/?type=3&theater


(EDUARDO PINTO EXPOSIÇÃO PRAZER DE FOTOGRAFAR VIANA DO CASTELO)

30/05/17

F.C. do Porto Atletas Internacionais - Bruno Costa assinou o segundo golo da vitória por 3-1 de Portugal sobre a Coreia do Sul no jogo dos quartos de final do Mundial Sub-20 disputado ao início da tarde desta terça-feira.



«BRUNO COSTA MARCOU NA VITÓRIA DE PORTUGAL NO MUNDIAL SUB-20

Médio do FC Porto B foi um dos melhores no jogo em que a seleção derrotou a congénere da Coreia do Sul (3-1).

Bruno Costa assinou o segundo golo da vitória por 3-1 de Portugal sobre a Coreia do Sul no jogo dos quartos de final do Mundial Sub-20 disputado ao início da tarde desta terça-feira. Foi aos 27 minutos que Xande Silva colocou a bola à entrada da área onde apareceu o médio do FC Porto para atirar forte para o fundo da baliza contrária.

Na segunda parte Bruno Costa poderia ter voltado a festejar, mas o guarda-redes coreano negou-lhe o bis por duas vezes. O médio que cumpriu grande parte da sua formação no FC Porto foi titular ao lado dos outros três jogadores azuis e brancos convocados para a competição: o guarda-redes Diogo Costa e os defesas Jorge Fernandes e Diogo Dalot.

Os outros dois golos de Portugal foram apontados por Bruno Xadas (10m e 69m), tendo os asiáticos fixado o resultado final por intermédio de Lee Sangheon (81m).

A equipa das quinas vai defrontar nos quartos de final o vencedor do Uruguai-Arábia Saudita, num jogo agendado para domingo, às 10h00 de Portugal Continental, em Daejeon.» in http://www.fcporto.pt/pt/noticias/Pages/golo-bruno-costa-mundial-sub-20-300517.aspx

História Paleontologia - O material genético de múmias egípcias com centenas de anos foi recolhido e analisado pela primeira vez por uma equipa internacional de cientistas que estudam a evolução genética das populações



«ADN de múmias que viveram em 1400 A.C foi analisado pela primeira vez

O material genético de múmias egípcias com centenas de anos foi recolhido e analisado pela primeira vez por uma equipa internacional de cientistas que estudam a evolução genética das populações.

Os investigadores estudaram ao todo 90 múmias de pessoas que viveram entre 1400 A.C. e o ano 400, usando-as como fontes de material genético, apesar das dúvidas iniciais sobre se seriam utilizáveis.

Para a recolha, começaram com 151 indivíduos mumificados de Abusir el-Meleq, ao longo do Nilo, de duas coleções antropológicas preservadas na Alemanha.

Os estudos genéticos de múmias do Antigo Egito são raros porque os métodos de preservação das múmias contaminam e, por vezes, degradam o ADN.

Nesta investigação, extraiu-se ADN nuclear e provou-se que pode ser analisado, um progresso revolucionário que abre a possibilidade de se estudarem restos mumificados.

Descobriu-se que os antigos egípcios eram mais parecidos geneticamente com as populações do Levante, no Mediterrâneo oriental e com os neolíticos da Península da Anatólia, na Turquia e da Europa.

Em comparação com a composição genética dos egípcios modernos, descobriu-se que nos últimos 1.500 anos aumentou a concentração de genes das populações da África subsaariana, o que poderá explicar-se pelo aumento de mobilidade ao longo do Nilo, seja pelas trocas comerciais, seja pelo trânsito de escravos.» in http://24.sapo.pt/vida/artigos/adn-de-mumias-que-viveram-em-1400-a-c-foi-analisado-pela-primeira-vez

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(No Deserto do Saara)


(As Grandes Maravilhas do Mundo: "O Deserto de Saara")


Viajando aos Extremos - Mali: Deserto do Saara - (TV Escola)

Política de Mobilidade - O ministro das Infraestruturas anunciou que, até ao final do mês, vai ser lançado o concurso do projeto de eletrificação da Linha do Douro até à Régua.



«Concurso para eletrificação da Linha do Douro até à Régua lançado este mês

O ministro das Infraestruturas anunciou que, até ao final do mês, vai ser lançado o concurso do projeto de eletrificação da Linha do Douro até à Régua.

O ministro das Infraestruturas anunciou esta segunda-feira que, até ao final do mês, vai ser lançado o concurso do projeto de eletrificação da Linha do Douro até à Régua, reforçando o compromisso assumido com esta região.

Pedro Marques, ministro do Planeamento e das Infraestruturas, esteve na estação de Peso da Régua para participar na assinatura de um protocolo entre a CP e três operadoras marítimo-turísticas, e aproveitou para renovar o compromisso assumido por este Governo PS de prolongar a eletrificação da Linha do Douro até ao Peso da Régua. Esta eletrificação estava apenas prevista até ao Marco de Canavezes.

Renovamos esse compromisso, mas mais do que isso, anunciamos que lançaremos até ao final deste mês o concurso do projeto para mais tarde podermos executar a obra”, salientou Pedro Marques.
A obra, segundo o governante, ainda vai demorar a chegar ao terreno, mas frisou que será para concretizar no âmbito do Plano Ferrovia 2020. “Não é palavra vã. Vamos começar já o projeto, se o tivéssemos estaríamos por ventura a lançar obra“, salientou.

A eletrificação da Linha do Douro, pelo menos até à Régua, é uma reivindicação antiga do Douro e assumida também pelas operadoras especializadas em cruzeiros de um dia e que utilizam o comboio como meio de transporte complementar ao barco.

As empresas Barcadouro, Rota do Douro e Tomaz do Douro uniram-se para defender a melhoria da qualidade do transporte ferroviário depois de, no verão passado, terem entrado em rotura com a CP, criticando o “mau serviço” prestado pela transportadora ferroviária nacional.

Esta segunda-feira, esse diferendo foi ultrapassado com a assinatura de um protocolo entre a CP e os operadores que se vai traduzir na entrada em circulação de um comboio exclusivo, entre maio e outubro, para turistas dos cruzeiros fluviais.» in http://observador.pt/2017/01/16/concurso-para-eletrificacao-da-linha-do-douro-ate-a-regua-lancado-este-mes/


(Governo quer eletrificação da Linha do Douro até 2020)


F.C. do Porto Atletas Internacionais - O golo de Maxi Pereira no Moreirense-FC Porto (3-1) foi eleito o melhor da 34ª e última jornada da Liga, de acordo com uma votação levada a cabo pelo Sindicato de Jogadores Profissionais de Futebol (SJPF).



«GOLO DE MAXI FOI O MELHOR DA ÚLTIMA JORNADA DA LIGA

Uruguaio marcou ao Moreirense e é agora candidato à eleição de golo do mês.

O golo de Maxi Pereira no Moreirense-FC Porto (3-1) foi eleito o melhor da 34ª e última jornada da Liga, de acordo com uma votação levada a cabo pelo Sindicato de Jogadores Profissionais de Futebol (SJPF). Maxi reuniu 31,75 por cento dos votos, contra 25,4 por cento de Carlinhos (Estoril) e 19,05 de Gil Dias (Rio Ave).

O jogador do FC Porto junta-se assim aos vencedores das jornadas 32 e 33, Nildo e João Diogo, na lista de candidatos ao título de melhor golo de maio. O SJPF irá também entregar o prémio de melhor golo da Liga 2016/17, que será disputado entre os vencedores de todos os títulos mensais.
» in http://www.fcporto.pt/pt/noticias/Pages/futebol-golo-maxi-pereira-melhor-maio.aspx


(FC Porto, Golo, Maxi Pereira, 66m, 2-1)

29/05/17

Amarante Fotografia - Exposição "A criança sob o olhar de Eduardo Teixeira Pinto" na Fundação Jorge Antunes, em Vizela, de 1 a 30 de junho.



«Associação para a Criação do Museu Eduardo Teixeira Pinto

Exposição "A criança sob o olhar de Eduardo Teixeira Pinto" na Fundação Jorge Antunes, em Vizela, de 1 a 30 de junho.» in https://www.facebook.com/eduardoteixeirapinto/photos/a.341794845972540.1073741832.330393387112686/831523720332981/?type=3&theater


(Exposição: a criança sob o olhar de Eduardo Teixeira Pinto)

F.C. do Porto Bilhar - O atleta do FC Porto Nuno Santos conquistou a Taça de Portugal individual de Snooker, que se realizou no domingo passado no Fórum Viseu, ao vencer na final Diogo Badalo por 3-0.



«SNOOKER: NUNO SANTOS VENCEU A TAÇA DE PORTUGAL INDIVIDUAL

Bilharista do FC Porto derrotou Diogo Bordalo na final da prova disputada em Viseu.

O atleta do FC Porto Nuno Santos conquistou a Taça de Portugal individual de Snooker, que se realizou no domingo passado no Fórum Viseu, ao vencer na final Diogo Badalo por 3-0.

Na prova a eliminar Nuno Santos derrotou Simão Santos por 3-1 e nas meias -finais o colega de equipa Henrique Correia por 3-2.» in http://www.fcporto.pt/pt/noticias/Pages/final-taca-portugal-snooker-290517.aspx

Criminalidade - Na origem do acontecimento está o facto da Faculdade de Medicina de Lisboa ter exposta, no seu teatro anatómico, a cabeça de Diogo Alves, mais conhecido como o "assassino do Aqueduto das Águas Livres".




«Cabeça de assassino põe faculdade lisboeta na imprensa internacional

Na origem do acontecimento está o facto da Faculdade de Medicina de Lisboa ter exposta, no seu teatro anatómico, a cabeça de Diogo Alves, mais conhecido como o "assassino do Aqueduto das Águas Livres".

Apesar de ser um pouco estranho e até mesmo incomodativo, para os físicos e técnicos anatómicos, que por lá passam todos os dias, já como que se tornou um bocado “indiferente e familiar” ver a cabeça de Diogo Alves conservada em formol, de acordo com a revista Atlas Obscura, que destaca num artigo esta história peculiar que envolve uma faculdade portuguesa.

O assassino do Aqueduto das Águas Livres foi o último homem a ser enforcado em Portugal. Diogo Alves nasceu em 1810, na Galiza, e foi enforcado a 19 de fevereiro de 1841, no cais do tojo. Durante três anos (1836 – 1839), o assassino assaltava as vítimas que atravessavam o monumento, atirando-as do topo do Arco Grande, a 65 metros de altura, para que não fosse apanhado.

De acordo com algumas fontes citadas pelo site ‘História de Portugal’, ao fim do primeiro ano de assassinato, Diogo Alves já havia morto cerca de 70 pessoas. Foi considerado o homem mais odiado e célebre do país.

Após ter sido enforcado, alguns cientistas da Escola Médico Cirúrgica de Lisboa deceparam a cabeça do assassino, alegando ser objetivo de estudo para perceber a mente de um criminoso. Contudo, não há certezas de que tal tenha chegado a acontecer.

No século XX, o assassino originou um filme mudo denominado “Os crimes de Diogo Alves”, que estreou a 26 de abril de 1911, no Salão Trindade. O filme, que rodou durante três semanas no Aqueduto das Águas Livres e no Hipódromo do Bom Sucesso, custou 200 mil réis, o equivalente a cerca de 2,500 mil euros em valores atuais, segundo o mesmo site.» in http://www.jornaleconomico.sapo.pt/noticias/cabeca-de-assassino-poe-faculdade-lisboeta-na-imprensa-internacional-164807


F.C. do Porto Natação - A nadadora do FC Porto Paula Oliveira conquistou uma medalha de ouro nos 50 metros bruços (com o tempo de 33,44 segundos) e outra de prata nos 100 metros do mesmo estilo (1.12.96 minutos) no X Meeting internacional de Coimbra.



«NATAÇÃO: MEDALHAS DE PRATA E DE OURO PARA PAULA OLIVEIRA

FC Porto participou no X Meeting Internacional de Coimbra com seis nadadores.

A nadadora do FC Porto Paula Oliveira conquistou uma medalha de ouro nos 50 metros bruços (com o tempo de 33,44 segundos) e outra de prata nos 100 metros do mesmo estilo (1.12.96 minutos) no X Meeting internacional de Coimbra.

Foram ainda medalhados com prata ou bronze os juniores Ana Rita Faria, nos 100, 200 e 400 metros livres, Tiago Silva Soares nos 200 livres e Maria Cabral nos 100 livres

Pedro Santos, Mariana Barbosa e Ana Ramos, nadadores portistas da equipa juvenil, integraram a seleção nacional pré-júnior que participou na prova que também se disputou no Complexo de Piscinas Olímpicas de Coimbra.

Nos Campeonatos juvenis de França, disputados em Chalon-sur-Saône, o nadador portista Rafael Lino obteve o novo recorde nacional júnior ao nadar a prova de 50 metros mariposa em 24,78 segundos (Piscina de 50 metros). O jovem nadador, que reside e estuda em Partis (representando o CNOF em França e o FC Porto em Portugal), venceu igualmente o título francês nos 100 metros mariposa com o tempo de 56,73 segundos.» in http://www.fcporto.pt/pt/noticias/Pages/natacao-meeting-int-coimbra-290517.aspx

28/05/17

F.C. do Porto Bilhar: F.C. do Porto 3 vs Académica de Coimbra 1 - A equipa de pool feminino do FC Porto conquistou este fim de semana, em Soure, o Campeonato Nacional por equipas pelo terceiro ano consecutivo.



«BILHAR: TRICAMPEONATO NO POOL FEMININO

Portistas derrotaram a Académica de Coimbra (3-1) na última jornada da fase final do campeonato.

A equipa de pool feminino do FC Porto conquistou este fim de semana, em Soure, o Campeonato Nacional por equipas pelo terceiro ano consecutivo. A formação azul e branca terminou invicta a fase final, organizada pela Federação Portuguesa de Bilhar, com cinco vitórias (15 pontos) em outros tantos jogos.

À entrada para a quinta e última jornada, apenas FC Porto e Académica de Coimbra lutavam pelo título nacional, nesta variante do bilhar na prova coletiva para senhoras. No derradeiro jogo da fase final, as portistas levaram a melhor sobre a Briosa, por 3-1: Inês Silva-Janine Santos (5-6), Amália Matas-Sara Rocha (7-4), Kamila Khodjaeva-Katarzyna Wesolowska (7-6) e Vânia Franco-Ana Oliveira (6-2).

Neste fim de semana também se disputou a final da Taça de Portugal, na qual a Académica de Coimbra acabou por se superiorizar ao FC Porto, por 3-2, no desempate por penáltis.» in http://www.fcporto.pt/pt/noticias/Pages/Bilhar-Tricampeonato-no-pool-feminino-280517.aspx

F.C. do Porto Ciclismo - Raúl Alarcón foi o vencedor da 27.ª edição do Grande Prémio Jornal de Notícias, depois de ter conservado a camisola amarela ao terminar em segundo lugar a quarta e última etapa da prova, que este domingo teve partida e chegada em Valongo, num total de 130 quilómetros.



«RAÚL ALARCÓN VENCE GRANDE PRÉMIO JN

Ciclista da W52-FC Porto-Mestre da Cor foi segundo na última etapa e segurou a camisola amarela.

Raúl Alarcón foi o vencedor da 27.ª edição do Grande Prémio Jornal de Notícias, depois de ter conservado a camisola amarela ao terminar em segundo lugar a quarta e última etapa da prova, que este domingo teve partida e chegada em Valongo, num total de 130 quilómetros. Esta foi a segunda conquista de Raúl Alarcón em maio, depois de ter vencido a Volta às Astúrias no início do mês.

O ciclista espanhol da W52-FC Porto-Mestre da Cor terminou este Grande Prémio Jornal de Notícias com 20 segundos de vantagem sobre João Benta (RP-Boavista) e 23 sobre o companheiro de equipa Rui Vinhas, segundo e terceiro classificados, respetivamente. No top-10 da geral individual ainda constam os nomes de mais dois Dragões: Amaro Antunes (5.º) e António Carvalho (6.º). A W52-FC Porto-Mestre da Cor também se impôs na geral por equipas.

“Foi uma corrida fantástica. A chave do triunfo foi a jornada dupla, aquela em que marquei a diferença para os rivais. Mas sem a equipa não teria vencido, porque foram os meus companheiros que seguraram a vantagem nas duas etapas seguintes. Dedico a vitória a todas as pessoas que nos apoiam, aos meus companheiros de equipa, à minha família e à minha namorada”, afirmou Raúl Alarcón antes de subir ao mais alto lugar do pódio.

Geral Individual 
1.º Raúl Alarcón (W52-FC Porto), 13h27m39s
2.º João Benta (RP-Boavista), a 20s 
3.º Rui Vinhas (W52-FC Porto), a 23s
4.º Daniel Mestre (Efapel), a 29s 
5.º Amaro Antunes (W52-FC Porto), a 31s 
6.º António Carvalho (W52-FC Porto), a 39s 
7.º Joni Brandão (Sporting-Tavira), a 49s
8.º Domingos Gonçalves (RP-Boavista), a 1m00s 
9.º Jorge Magalhães (Miranda/Mortágua), a 1m02s 
10.º Henrique Casimiro (Efapel), a 1m15s
(…)
17.º Ricardo Mestre (W52-FC Porto), a 3m11s
28.º Joaquim Silva (W52-FC Porto), a 7m40s
31.º Gustavo Veloso (W52-FC Porto), a 10m31s
41.º Samuel Caldeira (W52-FC Porto), a 14m58s» in http://www.fcporto.pt/pt/noticias/Pages/Grande-Premio-JN-2017-4a-etapa.aspx

F.C. do Porto Sub 17 Futebol: Académica 0 vs F.C. do Porto 4 - Segunda parte de luxo dos Jovens Dragões frente à Académica, na sexta jornada da fase final do campeonato.




«SUB-17 GOLEIAM EM COIMBRA

Segunda parte de luxo dos Dragões frente à Académica (4-0), na sexta jornada da fase final do campeonato.

A equipa de Sub-17 do FC Porto goleou na manhã deste domingo a Académica (4-0), no Estádio Cidade de Coimbra, em jogo da sexta jornada da fase final do Campeonato Nacional de Juniores B. Os azuis e brancos passam a somar dez pontos e mantêm a terceira posição, a seis do Sporting, primeiro classificado. Na sétima ronda, os Dragões recebem o Benfica, no Olival, estando clássico marcado para dia 4 de junho (domingo), às 11h00 (Porto Canal).

A primeira parte do duelo entre os Sub-17 da Académica e do FC Porto esteve bem longe de ser um grande espetáculo de futebol, mas a realidade é que o melhor estava guardado para a etapa complementar. Após o intervalo, os portistas reorganizaram-se e partiram para uma segunda parte demolidora, na qual construíram a goleada: Ruben Moura (43m), Cláudio Silva (53m), Romário Baró (58m) e Vasco Paciência (78m) foram os marcadores de serviço.

Os Sub-17 portistas, comandados por Bino, alinharam com Carlos Peixoto, Tiago Matos, Levi, Cláudio Silva (Ruben Rosário, 71m), Tiago Lopes, Mané (Romário Baró, ao intervalo), João Mário, Vítor Ferreira, Afonso Sousa (cap.), Miguel Magalhães (Ruben Moura, ao intervalo) e Leandro Campos.» in http://www.fcporto.pt/pt/noticias/Pages/Sub17-Academica-FC-Porto-6a-jor-fase-final-CNJB-1617.aspx


27/05/17

F.C. do Porto Hóquei Patins: Oliveirense 6 vs F.C. do Porto Fidelidade 6 - O jogo grande da jornada 23 do Campeonato de hóquei em patins terminou com seis golos para cada lado: FC Porto Fidelidade e Oliveirense empataram na tarde deste sábado e atrasaram-se na luta pelo título.



«DOIS “HAT-TRICKS” VALEM UM PONTO EM OLIVEIRA DE AZEMÉIS

FC Porto empatou com a Oliveirense (6-6). Hélder Nunes e de Reinaldo Garcia marcaram os golos azuis e brancos.

O jogo grande da jornada 23 do Campeonato de hóquei em patins terminou com seis golos para cada lado: FC Porto Fidelidade e Oliveirense empataram na tarde deste sábado e atrasaram-se na luta pelo título. O primeiro lugar da classificação​ é agora ocupado pelo Benfica, com 62 pontos, mais um do que a equipa de Oliveira de Azeméis, segunda, e mais três do que os azuis e brancos, terceiros. Na próxima ronda, a antepenúltima, marcada para de sábado, os quatro primeiros jogam entre si: os portistas recebem os lisboetas (18h00, Porto Canal) e a União desloca-se ao pavilhão do Sporting.

Foi, como se previa, um jogo equilibrado aquele a que se assistiu no Pavilhão Dr. Salvador Machado, mas em que o FC Porto esteve mais tempo em vantagem e mais perto de ganhar do que o adversário. Hélder Nunes e Reinaldo Garcia estiveram endiabrados: marcaram três golos cada um.

O primeiro, assinado pelo capitão, apareceu quando estavam decorridos apenas sete segundos de um encontro verdadeiramente frenético e emocionante, porque ao segundo minuto o defesa/médio espanhol colocava os portistas a vencer por 2-0 e ao quarto João Souto reduzia para a equipa da casa. Depois, foram os guarda-redes a reclamar protagonismo com um punhado de boas defesas que foram mantendo o resultado inalterado, até Reinaldo Garcia fazer o bis (11m), Mais eficaz, o FC Porto chegou a quarto golo, por intermédio de Hélder Nunes num belo remate de meia distância (14m), mas a vantagem de três golos não duraria muito, já que Nuno Araújo aproveitou o facto de os Dragões jogarem em power-play e reduziu pouco depois (16m).colocou no marcador o 4-2 que se verificaria ao intervalo.

A segunda parte começou com Xavier Puigbí a negar, em dois lances seguidos, o 5-2 aos portistas. O guarda-redes não quis ficar atrás de Nélson Filipe, que tinha estado em grande plano no primeiro tempo, e foi o grande culpado pelo facto de a equipa da casa ter sofrido apenas dois golos nos segundos 25 minutos. O FC Porto surgiu melhor dos balneários, com mais posse de bola, mais remates perigosos, mas encontrou um muro na baliza contrária. E a Oliveirense aproveitou para marcar por três vezes: Jordi Bargalló (31m), Pedro Moreira (41m) e Pablo Cancela (43m) consumaram a reviravolta no marcador.

Ainda havia muito tempo para se jogar, o tempo suficiente para se marcarem ainda mais três golos: Reinaldo Garcia reestabeleceu o empate (44m) no mesmo minuto em que a Oliveirense, com um golo de Bargalló na transformação de penálti muito duvidoso, se recolocou em vantagem, desfeita logo a seguir por Hélder Nunes na marcação exímia de um livre direto. Daí até ao final foram os Dragões que estiveram mais perto do 7-6 do que o adversário, mas nem Puigbí nem os ferros da baliza que defendia o permitiram.

“Fizemos mais para ganhar”, mas o empate acaba por ser justo face ao que se passou na pista, admitiu Guillem Cabestany no fim de um jogo que terminou com as emoções à flor da pele, com a expulsão de Jorge Silva, do lado do FC Porto, e de João Souto, do lado da Oliveirense..

FICHA DE JOGO

OLIVEIRENSE-FC PORTO FIDELIDADE, 6-6
Campeonato, 23.ª jornada 
27 de maio de 2017
Pavilhão Dr. Salvador Machado, Oliveira de Azeméis

Árbitros: Ricardo Leão e Luis Peixoto (Lisboa)

OLIVEIRENSE: Xavier Puigbí (g.r.), Pedro Moreira, Ricardo Barreiros (cap.), João Souto e Jordi Bargalló
Jogaram ainda: Domingos Pinho (g.r.), Pablo Cancela, Josep Selva, Nuno Araújo e Bruno Fernandes 
Treinador: Tó Neves

FC PORTO FIDELIDADE: Nélson Filipe (g.r.), Hélder Nunes (cap.), Rafa, Reinaldo García e Gonçalo Alves
Jogaram ainda: Carles Grau (g.r.), Vítor Hugo, Ton Baliu, Jorge Silva, Telmo Pinto, García
Treinador: Guillem Cabestany

Ao intervalo: 2-4
Marcadores: Hélder Nunes (1m, 15m, 45m), Reinaldo Garcia (2m, 11m, 44m), João Souto (4m), Nuno Araújo (16m), Jordi Bargalló (31m, 44m), Pedro Moreira (41m) 
Disciplina: cartão azul a Ton Baliu (15m), Reinaldo Garcia (48m) e a Jordi Bargalló (48m) e cartão vermelho a João Souto (48m) e Jorge Silva (48m)» in http://www.fcporto.pt/pt/noticias/Pages/oliveirense-fcporto-campeonato-23j-270517.aspx