20/06/09

Amarante Aboadela: Agrupamento de Escolas do Marão promove Feira Medieval, no Lugar da Rua em Aboadela!



«Feira Medieval promovida pelo Agrupamento de Escolas do Marão

O Agrupamento de Escolas do Marão promove, a 20 de Junho, uma feira medieval, no Lugar da Rua, freguesia da Aboadela, entre as 10h00 e as 22h00.
O evento é organizado pelos alunos e conta com a colaboração da Associação de Pais e Encarregados de Educação.
As actividades da Feira Medieval incluem dramatização da “carta da feira” e bênção da mesma, encenação do julgamento no pelourinho, dramatização da cobrança de impostos, leitura da carta foral e espectáculo nocturno de fogo.
Ao longo do dia, o público pode encontrar na Feira, à venda, produtos hortícolas e artesanais, a encenação de diversos artífices, música e danças, saltimbancos e malabaristas, jogos surpresas, artesãos e outras escolas convidadas.
Os objectivos da Feira Medieval são: tomar contacto directo com a História Medieval, quebrar o isolamento da Escola/Meio, estreitando as relações com a comunidade, combater o abandono escolar, implicar a família no processo escolar, realizar acções que valorizem os recursos locais, sensibilizar para a preservação do património histórico-cultural e cooperar com outros em tarefas e projectos comuns (promover a interdisciplinaridade).» in Maraoonline.
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Aboadela tem muitas marcas medievais, pelo que esta Feira Medieval, levada a cabo pelo Agrupamento de Escolas do Marão, faz todo o sentido!


19/06/09

Amarante: História de Mancelos por Júlia Babo (Continuação)

«Continuando a escrever mais um pouco sobre a História de Mancelos:

Ainda sobre a Igreja de
Mancelos:


"Existe outra porta que da igreja dá para o claustro, que se chama porta travessa, mas que antigamente se chamava Porta de Graças. Entre esta porta e a da sacristia existiu um túmulo, onde, dizem memórias antigas, foi sepultada D. Mayor Lourenço, mulher de Lourenço Annes Redondo, instituidora do morgado dos Ferreiras, em S.Martinho de Recesinhos, que depois se uniu ao de Cavaleiros, e tinha capela de missas nesta igreja. Na parede da igreja, para o mesmo lado do claustro, entre a porta da galilé e a de Graças, está um arco, e nele levantado um túmulo, tendo na frente a cruz de Malta. Diz um documento antigo que este túmulo mostra ser de algum dos comendatários, que nesta igreja houve pelos anos de 1566 a 1572, de que fazem menção os capítulos de visita, deixados nesta igreja, pelos visitadores do arcebispo D. Fr. Bartolomeu dos Mártires.

A torre é quadrada, com seteiras, e coroada de ameias. É evidentemente uma dessas torres de que fala a Nobiliarchia Portuguesa, construídas pelos cristãos para se defenderem das correrias dos mouros."





Mancelos Passado e Presente de um Terra com Muito Futuro!

Dr. Luís Gaspar apresenta-se hoje como Candidato à Câmara Municipal de Amarante, para Vencer e Mudar Amarante!






«AMARANTE: Candidatura de José Luís Gaspar espera 2000 pessoas em jantar de apresentação (18-06-2009 

O PSD organiza sexta-feira um jantar de apresentação do candidato à Câmara, José Luís Gaspar. 

A sessão incluirá um jantar marcado para as instalações da antiga Tabopan, no qual se espera a presença de cerca de 2000 apoiantes da candidatura. 

O vice-presidente da Comissão Política Nacional do PSD, Aguiar Branco, e o presidente da Distrital do Porto, Marco António Costa, já confirmaram a participação na iniciativa. 

Vão ainda ser apresentados o cabeça-de-lista à Assembleia Municipal, Pedro Cunha, que vai ser um dos oradores da noite, e os candidatos às 40 freguesias do concelho. José Luís Gaspar foi candidato pelo PSD em 2001, tendo então ficado a apenas 1800 votos do Partido Socialista. 

Nesse ano, a candidatura foi decidida a apenas três meses de eleições devido a um problema de saúde do então indigitado candidato, Pedro Cunha. 

Desta vez, José Luís Gaspar foi anunciado com bastante antecedência, o que lhe tem permitido preparar a sua candidatura com outra profundidade, como referiu ao TÂMEGA JORNAL / TÂMEGA ONLINE. 

Por isso, segundo o candidato, a preparação das listas nas freguesias tem decorrido de forma muito positiva, sobretudo “espontaneidade como muita gente tem aderido ao projecto do PSD”. 

“Nos últimos meses tenho percorrido todas as freguesias, onde tenho falado com muita gente para perceber as suas necessidades, mas também para lhes transmitir o meu projecto para o concelho, que Amarante tem futuro, que Amarante tem potencialidades imensas”, afirmou ainda José Luís Gaspar. 

“Quero que as pessoas nas freguesias, os que são candidatos ou os cidadãos comuns, acreditem como eu que é possível mudar o nosso concelho. É essa ambição que em tenho transmitido e a recetividade tem sido muito boa”, acrescentou o candidato social-democrata. 

Um dos propósitos do partido nestas autárquicas, além da conquista da Câmara, é vencer na maioria das freguesias, objetivos que José Luís diz serem concretizáveis, bastando para tal “a qualidade dos candidatos e o entusiasmo crescente que as pessoas vão evidenciando no concelho relativamente ao projecto do PSD”. 

O candidato reafirma que teve luz verde da concelhia para escolher a sua equipa, um processo que disse ter realizado a pensar na necessidade de escolher os mais competentes para a governação do município. 

“Tenho a trabalhar comigo pessoas ambiciosas, com capacidade de partilhar responsabilidades, que acreditam no meu projecto e que, como eu, querem contribuir para mudar Amarante”, enfatizou ainda. José Luís Gaspar deixa o apelo de mobilização a todos os amarantinos “que não se revêm na governação do PS”, insistindo que “tem observado com entusiasmo o contributo de muitas pessoas” que se têm aproximado da sua candidatura. 

“Espero que um grande número se revejam no programa que estamos a preparar. Acredito nisso porque esse programa vai reproduzir as minhas ideias, mas também as opiniões de muitas que pessoas que temos ouvidos nos últimos meses”, observou. 

“Amarante tem os ingredientes necessários para singrar. Porém, tem faltado capacidade para pegar nesses ingredientes e potenciá-los no quadro de uma política moderna de desenvolvimento para o concelho”, acrescentou José Luís Gaspar. 

O candidato social-democrata não quer, para já, abrir o livro das propostas que vai fazer aos amarantinos, mas vai dizendo que o seu programa vai propor medidas para a dinamização económica do concelho, sobretudo ao nível do turismo, e reforçar os apoios às freguesias, com as quais espera trabalhar de forma mais articulada do que tem feito o atual executivo municipal. 

A equipa do PSD à Câmara deverá ser apresenta nas próximas semanas em conferência de imprensa, o que deverá ocorrer também em relação ao programa eleitoral.» in http://www.tamegaonline.info/v2/noticia.asp?cod=2203 

Mais informações sobre a candidatura do Dr. José Luis Gaspar, no seguinte link:http://www.vontadedemudar.net/ 
Este é o rosto da Mudança que se quer para uma Amarante com Futuro!


18/06/09

Música Portuguesa - Morreu o Grande Maestro e Compositor da Música Portuguesa, José Calvário!

«O maestro e compositor José Calvário morreu hoje, aos 58 anos, em Oeiras.

José Calvário sofreu um enfarte em Novembro de 2008 e encontrava-se desde então em estado vegetativo. Depois de ter estado internado em vários hospitais, ficou alojado numa unidade de cuidados continuados em Oeiras.
Autor de canções como "E Depois do Adeus" e "Flor sem Tempo", Calvário deixa viúva e dois filhos, um dos quais menor.
O maestro José Calvário nasceu no Porto em 1951 e o piano foi um dos primeiros e marcantes "encontros" da sua vida. Tinha seis anos quando deu o seu primeiro recital, no Conservatório de Música daquela cidade.
Não muito tempo depois, com 10 anos, já então sabendo ler partituras, deu o primeiro concerto. A orquestra foi a Sinfónica do Porto, dirigida pelo maestro Silva Pereira.
Parecia encaminhado para uma carreira na música clássica mas assim não foi. Outras experiências lhe estavam reservadas e outra havia de ser a música em que se tornaria conhecido.
Depois do Porto, a etapa seguinte foi a Suíça, onde os pais queriam que se formasse em Economia.
Na Suíça, Calvário aceita o convite de colegas estudantes e integra uma orquestra de jazz. Os estudos postos de lado, acaba por receber dos pais a ordem de regressar, e cumpre-a.
Em 1971 está em Lisboa e um dia lê um anúncio do Festival da Canção. Decide concorrer - mal sabendo então que um ciclo decisivo da sua vida se inaugurava então.
Logo ano seguinte, com José Niza, representa Portugal na Eurovisão e o resultado é assinalável. A canção portuguesa consegue então uma das melhores classificações de sempre.
Regressará ao Festival com Niza e a canção "E depois do adeus", que algum tempo depois seria uma das canções-chave do 25 de Abril.
Grava com cantores como Adriano Correia de Oliveira, Fernando Tordo, Carlos Mendes, entre outros, e a sua presença no cenário musical internacional intensifica-se. Recebe solicitações de diversas etiquetas.
Regressa à Suíça, onde permanece durante algum tempo trabalhando como jornalista, mas Portugal volta a impor-lhe o seu apelo.
"Saudades", um álbum de 1985, gravado com a Orquestra Sinfónica de Londres, é um sucesso de vendas. Calvário é já então um maestro e compositor conceituado em estúdios como o de Abbey Road, como assinalou à Lusa o cantautor Fernando Tordo.
Nos anos seguintes, a internacionalização prossegue e Calvário recebe, de vários quadrantes, convites para dirigir orquestras, gravar, compor. Os álbuns que grava são da ordem das dezenas, pagos alguns a expensas próprias. Ele tinha um "talento absolutamente invulgar", nas palavras de Tordo.
O mesmo Tordo assinalou à Lusa um outro traço da personalidade de Calvário: era, disse, uma figura "controversa, como convém a um artista".
Essa característica o terá levado, há poucos anos, a contestar a actual direcção da Sociedade Portuguesa de Autores, que acusou de ter cometido várias irregularidades.
Estava doente há oito meses, em "estado vegetativo" desde que o acometera um enfarte.» in marao online.

XLV Festival RTP da Canção 2009 - Homenagem ao Maestro José Calvário

Paulo de Carvalho - "E Depois Do Adeus" - (Festival RTP 1974)

Fernando Tordo - "Tourada" - (Festival RTP 1973)



17/06/09

O Engenherio José Socrates vai mudar de Estilo, de Rumo até às Legislativas, esconder a sua Arrogância e Jactância, naturais... para Enganar o Zé!

«Mudar de rumo

O primeiro-ministro, José Sócrates, reduziu o Partido Socialista ao seu actual estado vegetativo.
Portugal não é um país de meias medidas. No curto espaço de uma semana, o eng. Sócrates, esse herói improvável de uma legislatura perdida, transformou-se inesperadamente no bode expiatório da derrota socialista. Desde as europeias, qualquer malabarista táctico descobriu que tinha, na manga, uma estratégia para o salvar de si próprio e dos seus anos de governação: antes de mais, havia que mudar de rumo ou, pelo menos, de estilo, para depois conquistar a esquerda, recuperando simultaneamente o centro.A simples enunciação deste caderno de encargos mostra, por si só, a inutilidade do exercício e a impossibilidade de qualquer mudança de fundo. Por muito que isso possa parecer estranho a alguns espíritos mais voluntaristas, não se muda de rumo como quem muda de camisa, a três meses de umas eleições legislativas.Como o próprio eng. Sócrates percebeu, de imediato, o PS está condenado a persistir nos erros do Governo e na omnipotência de um primeiro-ministro que reduziu o partido ao seu actual estado vegetativo. O caminho, parecendo pouco promissor, tem, pelo menos, a vantagem de evitar a queda no vazio, numa altura em que uma remodelação governamental deixou de fazer qualquer sentido.Sobra, assim, aquilo que alguns socialistas chamam, com algum optimismo, uma alteração de estilo ou uma nova forma de comunicar com os eleitores – o que não deixa de ser curioso se levarmos em conta que, durante estes quatro anos, o eng. Sócrates foi invariavelmente visto como um grande comunicador.Por oposição à dra. Ferreira Leite, capaz de comunicar apenas a sua própria incapacidade, o eng. Sócrates distinguia-se pela "eficácia" do discurso e pela "força" da sua imagem. Ao ponto de a linha de rumo, de que tantos falam agora, ter sido, nos últimos dois anos, substituída por uma sucessão ininterrupta de momentos de propaganda ao longo dos quais o Governo saltava de anúncio em anúncio, de promessa em promessa, de inauguração em inauguração como se o país fosse um palco, imune às contingências da realidade.
Daí que os apelos que se fazem sentir, no interior do PS, a uma mudança de estilo não deixem de ser um retrato fiel da desorientação que existe hoje em todo o partido: porque o estilo é a única marca de uma maioria que privilegiou a forma ao conteúdo, a ficção à realidade e a propaganda a qualquer linha de rumo. Mudar o que pode parecer acessório é, neste caso, mudar o essencial. É que por trás do acessório, existe apenas um imenso vazio.
Constânça Cunha e Sá, Jornalista» in http://www.correiodamanha.pt/noticia.aspx?channelID=00000093-0000-0000-0000-000000000093&contentID=899BA5FF-C4E5-497C-A04A-1D4AE362F3A7

Amarante - Cineclube de Amarante, Cinema Teixeira de Pascoaes - "The Reader" - Sexta-feira, 19 de Junho, 21H30m!

«The Reader

Cinema Teixeira de Pascoaes
6ªs feira, dia 19 às 21: 30
Telefone: 255 431 084

O Leitor
Título original: The Reader
De: Stephen Daldry
Com: Ralph Fiennes, Jeanette Hain, Kate Winslet
Género: Drama, Thriller
Classificacao: M/16
ALE/EUA, 2008, Cores, 125 min.
Sinopse
No final da Segunda Guerra Mundial, o jovem Michael Berg adoece e é tratado por uma bela e misteriosa mulher mais velha, Hanna (Kate Winslet). Quando os dois se reencontram, apaixonam-se e a relação intensifica-se à medida que Michael lê para Hanna obras clássicas. Mas Hanna volta a desaparecer. Oito anos depois, Michael (Ralph Fiennes) é aluno de Direito e acompanha os julgamentos dos crimes de guerra cometidos pelos nazis. É aí que descobre que a mulher que tanto amou escondia segredos que afectarão por completo a vida de ambos.
Crítica
Não temos certeza que seja um grande filme, mas sabemos que nos deixa a remoer
Por esta altura, já se percebeu como a adaptação por Stephen Daldry ("Billy Elliot", "As Horas") do romance de Bernhard Schlink, milimetricamente programada à distância para fazer boa figura nos Oscares, foi perseguida pela turbulência: Nicole Kidman começou por substituir Kate Winslet, comprometida com "Revolutionary Road", mas saltou fora quando as rodagens de "Austrália" se atrasaram, e Winslet entretanto livre regressou ao filme; o adolescente David Kross, sem experiência de representação, teve de aprender inglês (que não falava) e a produção teve de aguardar que ele chegasse à maioridade legal para arrancar com as filmagens; o director de fotografia Roger Deakins teve de abandonar as rodagens a meio para ir filmar "Dúvida", sendo substituido pelo mestre Chris Menges; os produtores, Anthony Minghella e Sydney Pollack, faleceram durante a produção; Daldry montou o filme a par com os ensaios da sua transposição para a Broadway da versão musical de "Billy Elliot", levando a um choque com os temidos irmãos Weinstein, co-produtores do filme; Scott Rudin, outro dos produtores, retirou o nome do filme na sequência (também aqui) de choques com os Weinstein...
Há um ditado inglês que, traduzido à letra, diz "demasiados cozinheiros estragam o prato", e com tanta confusão e turbulência de produção seria legítimo esperarmos um prato mal amanhado. Mas não foi nada disso que aconteceu: cerebral, meticulosamente pensado até ao ínfimo pormenor, a história do tórrido caso de Verão entre um liceal precoce e uma revisora de autocarros na Alemanha do pós-II Guerra Mundial - e do modo como os segredos do passado nazi vêm alterar "a posteriori" essa experiência - é um filme singularmente perturbante. Não porque haja aqui uma marca de realizador (e não há; antes um certo anonimato de "qualidade britânica") ou interpretações de estarrecer (mesmo que Kate Winslet seja maravilhosa, como sempre, embora no seu caso isso seja o mínimo que se possa esperar). Antes porque Daldry e o seu argumentista, o dramaturgo David Hare, fazem desta história de amor esquiva e profundamente equívoca uma meditação sobre a moral, a justiça, a vergonha, o passado, a História, o dever. Onde nunca nada é o que parece e tudo parece construído sobre areias movediças, numa sucessão de camadas que vão lentamente caindo, como uma flor malsã que só revela a sua natureza profunda depois de desabrochar por completo, mas sem escamotear que o que aqui se joga é, tudo, demasiadamente humano.
Reveladora, a esse nível, é a cena do julgamento em que Winslet faz a pergunta-chave que norteia todo o filme: "o que teria você feito? O que esperava que eu fizesse?" É um momento arrepiante que cristaliza aquilo de que "O Leitor" fala: do equilíbrio precário entre a luz e a escuridão, visto com a frieza decidida e distante do que poderia ser um filme ("tipicamente") alemão (e, de certa maneira, até o é; co-produção alemã, rodada na Alemanha com um elenco onde apenas Winslet, Ralph Fiennes e Lena Olin não são nativos).
Mas essa é apenas mais uma das ilusões de um filme que se esquiva a ser catalogado e está constantemente a mover o terreno debaixo dos pés do seu espectador. Não temos certeza que "O Leitor" seja um grande filme (há um final demasiado "certinho", por exemplo; há um requinte sem esforço que nos pergunta se há aqui de facto mais alguma coisa do que apenas uma adaptação de prestígio de um romance conhecido). Mas sabemos que nos deixa a remoer; e isso já é muito mais do que muitos grandes filmes contemporâneos conseguem.
Jorge Mourinha, Público, 12/02/2009
http://sound--vision.blogspot.com/2009/02/o-leitor-memoria-e-tragedia.html»

"The Reader" - (Trailer)

"The Reader"

Movie Review: "The Reader"

IS THE READER THE BEST MOVIE OF THE YEAR?

The DVD Review: "The Reader", "The Spirit", "Seven Pounds"


«The Reader

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

The Reader
O Leitor (PT/BR)
Estados Unidos / Alemanha Alemanha
2008 ı cor ı 124 min
Direção Stephen Daldry
Elenco Kate Winslet
Ralph Fiennes
David Kross
Alexandra Maria Lara
Lena Olin
Bruno Ganz
Thorben Lembke
Linda Basset
Roteiro/Guião David Hare

Género drama
Idioma inglês
IMDb
The Reader (em português: O leitor) é um filme inglês e alemão de 2008, do gênero drama, dirigido por Stephen Daldry e baseado no romance Der Vorleser, de 1995, do escritor alemão Bernhard Schlink.
A adaptação para o cinema foi feita pelo roteirista David Hare. O elenco une desde atores experientes, como Kate Winslet e Ralph Fiennes, a jovens como David Kross. O filme foi a última produção de Anthony Minghella e Sydney Pollack, ambos tendo falecido antes da estreia do longa. As filmagens tiveram início na Alemanha, em setembro de 2007, e o lançamento nos cinemas americanos ocorreu no dia 10 de dezembro de 2008.
O filme conta a história de Michael Berg, um advogado alemão que, nos idos de 1958, mantém um caso com uma mulher mais velha, Hanna Schmitz, até que ela subitamente desaparece de sua vida para ressurgir oito anos mais tarde, no banco dos réus de um tribunal alemão, acusada de ter trabalhado para a SS durante a Segunda Guerra Mundial e de ser uma das responsáveis pela morte de dezenas de judeus em diferentes momentos da guerra. Michael percebe que Hanna guarda um segredo que acredita ser pior que seu passado nazista, um segredo que pode ser crucial para a decisão da corte.

Índice

[esconder]


[editar] Sinopse


Kate Winslet

Ralph Fiennes
O filme começa em 1995, na cena em que Michael (Ralph Fiennes) prepara o [café-da-manhã]] para uma mulher com quem passou a noite. Quando ela vai embora, Michael olha pela janela e vê um U-Bahn amarelo, fazendo-o lembrar de quando, em 1958, então com 15 anos, morando em Neustadt, passa mal durante o trajeto do U-Bahn e acaba vomitando na entrada de um prédio, sendo em seguida socorrido por Hanna Schmitz (Kate Winslet), uma trocadora que morava naquele prédio.
Em casa, Michael é diagnosticado como portador de escarlatina. O médico da família ordena que o jovem fique de cama pelos três meses seguintes. Após a recuperação, ele manifesta vontade de visitar a desconhecida que o ajudara. Os dois acabam se envolvendo e passam a ter um caso. Durante os encontros no apartamento da trocadora, o jovem passa a ler para ela obras literárias que estuda no colégio, como a Odisséia, de Homero, A Dama do Cachorrinho, de Anton Checkhov, e Huckleberry Finn. Os encontros passam, então, a ter sempre uma sessão de leitura seguida de uma relação sexual. Hanna sempre se refere a Michael como "garoto" (kid), nunca pelo nome. Um belo dia, Hanna é promovida, sendo avisada de que iria trabalhar no escritório da empresa, e subitamente desaparece sem deixar rastros.
O filme volta a mostrar Michael já adulto, seguindo a carreira de advogado, quando então volta ao ano de 1966, com Michael cursando direito na Universidade de Heidelberg. Como parte de um seminário sob o comando do Professor Rohl (Bruno Ganz), um judeu sobrevivente de um campo de concentração, Michael passa a assistir o julgamento de várias mulheres acusadas de terem deixado trezentas prisioneiras judias morrerem queimadas em uma igreja em chamas no ano de 1944, em um evento conhecido como "Marcha da Morte", ocorrido após a evacuação do campo de Auschwitz. Uma das rés é Hanna Schmitz.
Atordoado, Michael visita um campo de concentração. O julgamento divide o seminário, com um dos alunos argumentando que não havia nada a aprender com aquilo, a não ser que coisas horríveis haviam acontecido diante dos olhos de milhões de cidadãos alemães, que falharam em não agir diante dos fatos e por isso haveriam de sofrer por toda a vida.
A evidência chave do julgamento é o depoimento da sobrevivente judia Ilana Mather (Alexandra Maria Lara), que escrevera um livro contando como ela e sua mãe conseguiram sobreviver à marcha da morte. Hanna, ao contrário das outras rés, admite que Auschwitz era um campo de extermínio e que as dez mulheres que eram "selecionadas" a cada mês eram enviadas à câmara de gás. Ela nega ter sido a autora de um relatório redigido após o incêndio da igreja, apesar da pressão das demais rés, no entanto, acaba confessando a autoria quando o juiz lhe solicita uma amostra de sua caligrafia.
Michael, então, descobre o grande segredo de Hanna: ela é analfabeta funcional, tendo ocultado o fato por toda a vida. Passou a integrar a SS após ter sido promovida em um emprego anterior, o que iria lhe obrigar a revelar seu segredo. Michael revela a seu professor que possui uma informação relevante, favorável a uma das rés, mas não sabe se faz a revelação, já que a mesma havia optado por escondê-la. O professor lhe diz que, se não havia aprendido nada com o passado, então não havia necessidade de participar daquele seminário.
Hanna é condenada à prisão perpétua por seus crimes de guerra, enquanto as demais rés recebem penas menores. Nos anos posteriores, Michael se casa, tem uma filha e se divorcia. Ao rever seus livros e notas de aula dos tempos de seu caso com Hanna, resolve gravar os textos em fitas cassete e envia as fitas, junto com um tocador, para Hanna. Com o tempo, ela aprende a ler e a escrever, e passa a enviar cartas para o rapaz.
Michael nunca retorna as cartas, mas continua enviando fitas. Em 1988, uma funcionária da penitenciária (Linda Basset) telefona para Michael e pede sua ajuda: Hanna tivera um afrouxamento de pena e será libertada, mas sua transição para uma vida em sociedade poderia ser problemática. Michael encontra um lar e um emprego para ela, e finalmente a visita. No entanto, na noite anterior ao dia de liberdade, Hanna se suicida e deixa uma carta para Michael, e junto com ela uma lata com algum dinheiro.

[editar] Elenco


[editar] Principais prêmios e indicações

Portal A Wikipédia possui o(s) portal(is):
Portal de cinema
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Kate Winslet e o jovem ator David Kross, intérprete de Michael Berg na juventude, receberam o aplauso do público e da crítica por suas performances. Além disso, Winslet conquistou o Oscar, o BAFTA, o Globo de Ouro e o SAG de 209 por sua atuação no drama. O filme também foi indicado a diversos outros prêmios em outras categorias, como o Oscar de melhor roteiro adaptado, para o roteirista David Hare.

[editar] Ligações externas



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Informação gentilmente cedida pela Minha Colega e Amiga, Professora Elsa Cerqueira!

16/06/09

Vítor Constâncio deu o Parecer para a Nacionalização do BPN, segundo o Deputado Nuno Melo !

«Nuno Melo diz que Vítor Constâncio "quis esconder" falhas na supervisão
01.06.2009 - 23h53 Lusa


O cabeça-de-lista do CDS-PP às europeias acusou hoje o governador do Banco de Portugal de ter escondido que aconselhou a nacionalização do BPN "num parágrafo de sete linhas" e sem qualquer estudo. Nuno Melo revelou hoje, oitavo dia da campanha eleitoral, o parecer sobre o plano da Sociedade Lusa de Negócios para a recapitalização do BPN, em que Vítor Constâncio aconselha ao Governo a nacionalização do banco.


"O Banco de Portugal quis esconder que desde 2007 tinha conhecimento das fraudes do BPN. O Banco de Portugal quis esconder que não orçamentou os custos para o contribuinte, que não calculou os prejuízos do banco", acusou Nuno Melo, frisando que o documento hoje divulgado foi recusado pelo Banco de Portugal aos deputados da Comissão de Inquérito parlamentar.


Nuno Melo destacou que o Banco de Portugal aconselha uma nacionalização, trinta anos depois do 25 de Abril, "em apenas sete linhas". O deputado responsabilizou ainda o Governo por ter decidido "quase por intuição" a nacionalização do banco, notando que o parecer de Vítor Constâncio não faz qualquer estimativa dos custos para o contribuinte, demonstrando assim "a sua incompetência".


"O Banco de Portugal quis esconder e quem paga a factura são os contribuintes", criticou, intervindo num jantar com militantes em Leiria. No documento, o Banco de Portugal aconselha ao Governo a nacionalização do Banco Português de Negócios apesar de desconhecer com exactidão as imparidades do grupo, indica o documento divulgado pelo CDS-PP. A nacionalização do BPN foi anunciada três dias depois de o Governo ter recebido o parecer de Vítor Constâncio, frisou ainda Nuno Melo.» in http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1384441

Celorico Cup: Imagens da Final em que o Atlético de Madrid esmagou o F.C. do Porto!










Único golo dos Sub-13 do F.C. do Porto, apontado na conversão de uma grande penalidade!


Esta Final foi um jogo de sentido único com o Atlético de Madrid sempre em cima do F.C. do Porto.