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09/02/08

Amarante Mancelos - Convento de Mancelos - Imagens do início do Séc. XX!


Aspecto geral do Eirado do Convento de Mancelos, fotografias tirada pelo tio de minha mãe, Século XIX

Fotografia tirada pelo tio da minha Mãe, a partir da Torre do Convento!

Festa no Convento de Mancelos, reparem que o Cruzeiro ainda estava no Adro!

Os meus familiares, antepassados do Convento de Mancelos, responsáveis por essas fotografias!


«Freguesia de Mancelos

O nome toponímico "Mancelos", advêm de "Minutiellus", um diminutivo, de um nome romano "Minutius".

O antigo Concelho de Santa Cruz de Riba Tâmega foi vigairaria da apresentação do ordinário e cabeça do couto de Mancelos.

Fez parte do mencionado concelho até 24 de Outubro de 1855.

A sua supervisão religiosa, coube à diocese de Braga, até 1882.

D. Sancho I, concedeu foral a esta freguesia, de acordo com as inquirições de D. Afonso II, em 1220, aquela que foi também vila.

Em 1110, Mem Gonçalves da Fonseca e Maria Paes Tavares, mandam erigir um convento.

O edifício religioso, o Mosteiro de Mancelos, alojou os crúzios, cónegos regrantes de Santo Agostinho, até 1540.

Mais tarde, João III, legou o mosteiro, aos dominicanos de Gonçalo de Amarante, vindo, o Papa Paulo III, confirmar o acto, em 1542.

De salientar, que no cartório do Convento de S. Gonçalo de Amarante, existiu em documento de D. Afonso Henriques que mencionava a doação de uma carta de couto, em 1131 ao Mosteiro de Mancelos e terras adjacentes, pela quantia de "duzentos módios" a Raimundo Garcia, Pedro Nunes, Gondezendo Nunes e Soeiro Pimentel, por serviços prestados ao Rei.

As regalias conferidas por aquele documento, incluíram ao seu prior, poder eleger o "juíz do couto" e redigir uma "carta de ouvidor ou de magistrado".

Para finalizar, Manhufe possui também exemplares interessantes de casas rurais e foi cenário de uma batalha contra os inimigos napoleónicos.» in http://carlosportela.no.sapo.pt/manceloshist.html

«Mancelos

Mancelos é uma freguesia portuguesa do concelho de Amarante, com 12,01 km² de área e 3 504 habitantes (2001). Densidade: 291,8 hab/km².
A freguesia de Mancelos tem a característica de se subdividir em vários lugares, tais como, entre muitos, Manhufe, Boavista, Troxainho, Nogueira, Monte e Serra da Água e Leite.
A freguesia é limitada a norte pela freguesia de Freixo de Cima, noroeste pelas freguesias de Santiago de Figueiró e Santa Cristina de Figueiró, a oeste pela freguesia de Travanca, a sul pela freguesia de Real, e a este pelas freguesias de Freixo de Baixo e Fregim.
Até ao liberalismo constituía o couto de Mancelos, sendo integrado no extinto concelho de Santa Cruz de Ribatâmega.
O histórico pintor modernista Amadeo de Souza-Cardoso nasceu nesta localidade, mais precisamente no lugar de Manhufe.» in Wikipédia.

«São Martinho

São Martinho de Tours era filho de um Tribuno e soldado do exército romano. Nasceu e cresceu na cidade de Sabaria, Panónia (atual Hungria), em 316, sob uma educação da religião dos seus antepassados, deuses mitológicos venerados no Império Romano, aos 10 anos de idade, entrou para o grupo dos catecúmenos (aqueles que estão se preparando para receber o batismo). Aos 15 anos de idade, e contra a própria vontade, teve de ingressar no exército romano e dirigir-se para a Gália (região na atual França). Aos 18 anos abandonou o exército pois o cristianismo não comportava mais suas funções militares. Foi batizado por Hilário, bispo da cidade de Poitiers.

Lenda

Segundo a lenda, quando era ainda soldado, ocorreu o que tornou São Martinho de Tours conhecido em todo o mundo. Ao entrar pelo portal da cidade de Amiens, montado em seu cavalo, deparou com um pobre homem praticamente sem roupas (era um inverno especialmente rigoroso), e ao ver que ninguém o ajudava, mesmo pessoas com muito mais posses que ele, tentou ajudá-lo a se proteger do frio congelante, para isso cortou sua manta militar ao meio, seu único bem real naquele momento, e ofereceu o pedaço ao homem. Na mesma noite teve uma visão na qual vislumbrou a face de Cristo, que estava vestindo a manta dada ao mendigo, e assim São Martinho creu que aquele a quem ajudara fora ninguém menos que Jesus Cristo.Mas o seu sargento castigou-o por ter rasgado a sua capa e dado metade ao mendigo, mas o mendigo apareceu no ceu e disse ao sargento que o tinha ajudado. E o sargento não o castigou. Assim conta a lenda que durante 3 dias depois de 11 de novembro esta sempre um bom dia.

Bispo

São Martinho tornou-se Bispo da cidade francesa de Tours em 371 por aclamação popular, pois pessoalmente preferiria ter recusado o cargo. Diz a lenda que S. Martinho se escondera durante a votação em uma baia de cavalos, mas uma horda de gansos acabou com seu esconderijo. É por causa dessa lenda que se tornou tradição o ganso como prato oficial da comemoração de S. Martinho. Ele era muito querido pela população e é dito ter sido operador de algumas maravilhas.

Discorrendo sobre ele, disse o Papa Bento XVI: O gesto caritativo de São Martim se insere na lógica que levou a Jesus a multiplicar os pães para as multidões famintas, mas sobretudo a dar-se a si mesmo como alimento para a humanidade na Eucaristia. (...) Com esta lógica de compartilhar se expressa de modo autêntico o amor do próximo. (Alocução do Ângelus, de 11 de novembro de 2007).

A festa

Em Portugal, a festa de São Martinho é uma celebração religiosa, de origem pagã, de homenagem ao santo conhecido como o "padroeiro dos bêbados"; é a celebração do vinho novo. São Martinho chegava a ser representado, nas festas em sua homenagem, pela “figura de um beberrão”. Seu dia de comemoração é 11 de novembro, dia da festa em sua homenagem.A festa é comemorada com as castanhas assadas.

O símbolo

Em algumas regiões de Portugal, na festa do São Martinho o chifre era usado como símbolo da embriagues e concedido solenemente, como condecoração, a quem mais se tivesse destacado na degustação da bebida; ou era deixado à porta de algum beberrão. O chifre era levado solenemente na procissão pelos “irmãos de são Martinho”.

Provérbios

"Dia de São Martinho, vai à adega e prova o vinho"
"Dia de São Martinho, lume, castanhas e vinho"
"No dia de São Martinho bebe o vinho e deixa a água para o moinho"» in Wikipédia.

«LENDA DE SÃO MARTINHO

O porquê do "Verão" de S. Martinho

O dia de S. Martinho comemora-se no dia 11 de Novembro.

Diz a lenda que quando um cavaleiro romano andava a fazer a ronda, viu um velho mendigo cheio de fome e frio, porque estava quase nu.

O dia estava chuvoso e frio, e o velhinho estava encharcado.

O cavaleiro, chamado Martinho, era bondoso e gostava de ajudar as pessoas mais pobres. Então, ao ver aquele mendigo, ficou cheio de pena e cortou a sua grossa capa ao meio, com a espada.

Depois deu a metade da capa ao mendigo e partiu.

Passado algum tempo a chuva parou e apareceu no céu um lindo Sol.» texto realizado pelo 1ºano Sala 7, E.B.1 - Nº2 da Rinchoa.
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São fotografias muito bonitas que felizmente os meus familiares fizeram nesse lugar mágico, o Convento de Mancelos, algumas do início do Século XX, como a do meu bisavô montado no seu cavalo, à porta do de sua casa, o Convento de Mancelos. São recordações que ficam de outros tempos, em que não haviam os meios de hoje para fazer o registo de momentos da vida de um sítio, de uma pessoa, uma instituição, etc. Interessante saber que o Cruzeiro já foi perto do tanque, numa cota muito inferior ao ponto de localização atual e que parte da Igreja já foi caiada. Naquele convento viveu também o Dr. Armando, o médico que andava a cavalo de casa em casa, fazendo uma medicina muito humana, não levando dinheiro aos pobres. O seu consultório particular ficava mesmo ao lado direito da igreja, virado para o adro. Pode-se ver na última fotografia, montado no seu cavalo, ao lado esquerdo. Esta freguesia deve muito ao tio da minha Mãe, o Dr. Armando do Convento, irmão do meu avô materno, Jaime Babo, pelas crianças que salvou da morte em partos arriscados, pelos velhinhos que assistiu, enfim por muita gente que passou em algum momento da vida, pelos cuidados do Dr. Armando do Convento. Passei na minha juventude excelentes momentos naquele lugar, em grandes brincadeiras de cachopos com os meus primos do Porto. Saudades dos primos Guilherme pai e filhos já falecidos, pela prima Leninha, afilhada de minha mãe e também já falecida; mas sei que fomos felizes naquele local, por muitas vezes. Este lugar é um sítio incontornável da minha existência. A minha avô materna, o único dos meus avôs que conheci e de que muito gostava, a Dona Arminda da Gateira Mancelos, casa e quinta da Aldeia, viúva muita nova de Jaime Babo, está sepultada no cemitério do convento de Mancelos, assim como uma tia da minha mãe de quem igualmente muito gostava, D.ª Amélia Babo da Casa da Calçada, em Mancelos, irmã de Jaime e do Dr. Armando Babo. Além disso, acho aquela freguesia muito bonita, um vale verde abençoado, berço de Amadeu de Sousa Cardoso, da casa de Manhufe, Mancelos Amarante. Esta Freguesia, cujo orago é S. Martinho é muito especial para mim, onde estão muitas raízes dos Babo's, família da minha Mãe.


12/04/09

Amarante Mancelos - Convento de Mancelos em Amarante, passado e presente, num texto da Dra. Júlia Gomes, Minha Prima!






Sexta-feira Santa no Convento e Igreja de Mancelos em Amarante.


«Casa do Convento


Fica situada na Freguesia de Mancelos, Concelho de Amarante, Distrito do Porto.

Foi primitivamente mosteiro beneditino, instituído em 1110 por Mem Gonçalves da Fonseca e sua mulher D. Maria Pais Tavares. Em 1540, este Mosteiro foi doado ao de S. Gonçalo de Amarante, doação confirmada em 1542 pelo Papa Paulo III.

Em 1840, depois de passar para a posse do Estado após as lutas liberais e expulsão dos frades, foi comprado pelo Dr. João Pinto da Cunha Coutinho. Foi este senhor o primeiro possuidor desta casa e sua mulher D.ª Ana Amália Pinto de Castro, que por sua morte e à falta de descendentes diretos, a legou a sua sobrinha e afilhada D.ª Amália de Sousa Pinto, casada com Carlos Augusto Teixeira Babo, oriundo da Casa da Corredoura, Freguesia de São Tiago de Figueiró, Amarante. São estes os meus bisavós maternos.

Estes proprietários constituíram família, sendo seus filhos – Armando, Jaime (meu Avô materno), Maria Amélia e Maria Arminda.


Assim, os representantes da Casa do Convento desde que o Estado Português alienou este imóvel foram sequencialmente até à data atual:


- 1840: Dr. João Pinto da Cunha Coutinho, Bacharel Formado em Medicina pela Universidade de Coimbra.
- 1870: D.ª Ana Amália Pinto de Castro, viúva do anterior.
- 18.. a 1889: - respetivamente suas irmãs: D.ª Júlia, D.ª Maria e D.ª Bebiana.
- 1899: Carlos Augusto Teixeira Babo.
- 1931: D.ª Ana Amália de Sousa Pinto, viúva do anterior; Dr. Armando Babo – Filho mais velho dos anteriores.
- 1963: Eng. Carlos Sousa Pinto e D.ª Maria Júlia Babo Teixeira Pinto de Campos, filhos do anterior.
- 2002: Dra. Júlia Pinto de Campos da Silva Gomes (filha de D.ª Maria Júlia Babo Teixeira Pinto de Campos) e netos.


Origem da Família de Ana Amália de Sousa Pinto:


- Filha de João Teixeira Pinto que foi da Casa da Aldeia (Lugar da Gateira, Mancelos) desta Freguesia e de D.ª Maria Cândida, natural do Brasil.

Herdou a Casa do Convento de sua Madrinha e tia paterna, D.ª Ana Amália Pinto de Castro, casada com o Dr. João Pinto da Cunha Coutinho que foi da Casa do Cabo, Freguesia de Travanca, do Concelho de Amarante.

D.ª Ana Amália Pinto de Castro era filha de Gregório José de Sampaio e de D.ª Ana Tomásia, Senhores da casa da Aldeia, cuja quinta fazia parte da casa. Gregório José de Sampaio era filho de Carlos Teixeira de Sousa da dita Casa da Aldeia e de D.ª Quitéria Maria de Freitas Sampaio, da Freguesia de São Tiago de Figueiró.

Carlos Teixeira de Sousa era filho de Manuel Teixeira de Sousa da Casa da Aldeia e de D.ª Maria Lourenço, primeiros possuidores da citada casa pelos fins de 1600.

Isto consta de documentos existentes nos cartórios e tabeliães do extinto Concelho de Santa Cruz de Riba Tâmega e Concelho de Felgueiras.»


'Estes dados foram criteriosamente compilados pela minha prima Júlia Pinto de Campos da Silva Gomes a quem agradeço em nome de toda a família interessada no nosso passado que muito nos honra'


«Santa Cruz de Riba Tâmega

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Santa Cruz de Riba Tâmega é um antigo município português, na zona do Tâmega, que recebeu foral de D. Manuel I em 1 de Setembro de 1513 e foi extinto em Outubro de 1855, sendo integrado na sua maior parte no de Amarante.
A sua sede era a actual vila de Vila Meã, mas o seu território estendia-se também ao longo dos actuais concelhos de Lousada, Marco de Canaveses e Penafiel, englobando as freguesias de:
Após as reformas administrativas do início do liberalismo, anexou as freguesias de Mancelos e Vila Caiz e foram desanexadas as freguesias de Aião, Amarante (São Veríssimo) e Recezinhos (São Martinho).
Tinha, em 1801, 10 838 habitantes e, em 1849, 13 614 habitantes.» in Wikipédia.





Outros olhares para a Igreja Românica e Convento de Mancelos em Amarante!
http://olhares.aeiou.pt/mosteiro_mancelos___amarante_foto40488.html







23/03/08

Amarante Mancelos - Convento e Igreja Românica de São Martinho Mancelos, Amarante!
























«Igreja de S. Martinho de Mancelos


Ano de Construção: Séc. XIII


Observações: Templo de estrutura românica, alterado por várias reconstruções. A fachada é antecedida por uma galilé flanqueada por uma torre sineira, ambas ameadas. Class: I.I.P..» in http://www.lifecooler.com/edicoes/lifecooler/desenvRegArtigo.asp?reg=350415&sm=1


«Igreja de Mancelos


Localização
Mancelos » Amarante » Porto


Descrição


Planta com desenvolvimento longitudinal, composta por nave, precedida por galilé, capela-mor e torre sineira quadrangular adossada a S. sensivelmente avançada. Volumes articulados com coberturas diferenciadas em telhados de 2 águas na igreja e plana na torre. Empenas da igreja e galilé com merlões. A fachada principal, orientada a poente, é flanqueada pela torre aberta por vão de arco pleno com trave reta, fresta e janela retangular. Sobre a cornija, dupla sineira coroada por pináculos e elementos curvos ao centro. Na galilé abre-se vão de arco sensivelmente quebrado e na empena nicho. O portal da igreja, de quatro arquivoltas de arco quebrado tem ornamentação fitomórfica. O tímpano, liso, é sustentado por duas figuras, uma feminina e outra masculina. Na parede lateral da face meridional admira-se uma arqueta decorada com uma figura humana e dois cavalos esculpidos. No interior da nave existem duas portas laterais, a do N., dando acesso a uma construção aposta à igreja, de construção rudimentar, outra do lado S., que comunica com o pátio do primitivo claustro. Possui no lado da Epístola e lateralmente, postos de ângulo, retábulos de talha branca e dourada. Arco triunfal quebrado sobre colunas. Teto de madeira com perfil curvo. A Capela-mor tem também retábulo de talha branca e dourada. Pela capela-mor ou pelo pátio tem-se acesso à sacristia, que se desenvolve em dois pisos. O adro fronteiro à igreja é delimitado lateralmente por muros de vedação a N. (cemitério) e a S. (propriedade privada); a O., tem duas fontes e, rematado o eixo da igreja, um cruzeiro delimitando-o no topo.


Épocas
Séc. XIII» http://www.turismoreligioso.org/monumentos_det.asp?recursoID=rnj9KRG6kXAh0iAu7Nhf7i5PU4cqjLIeLACyr7ZKlaEBGozfoE


«Freguesia de Mancelos


O nome toponímico "Mancelos", advêm de "Minutiellus", um diminutivo, de um nome romano "Minutius".

O antigo Concelho de Santa Cruz de Riba Tâmega foi vigairaria da apresentação do ordinário e cabeça do couto de Mancelos.

Fez parte do mencionado concelho até 24 de Outubro de 1855.

A sua supervisão religiosa, coube à diocese de Braga, até 1882.

D. Sancho I, concedeu foral a esta freguesia, de acordo com as inquirições de D. Afonso II, em 1220, aquela que foi também vila.

Em 1110, Mem Gonçalves da Fonseca e Maria Paes Tavares, mandam erigir um convento.

O edifício religioso, o Mosteiro de Mancelos, alojou os crúzios, cónegos regrantes de Santo Agostinho, até 1540.

Mais tarde, João III, legou o mosteiro, aos dominicanos de Gonçalo de Amarante, vindo, o Papa Paulo III, confirmar o acto, em 1542.

De salientar, que no cartório do Convento de S. Gonçalo de Amarante, existiu em documento de D. Afonso Henriques que mencionava a doação de uma carta de couto, em 1131 ao Mosteiro de Mancelos e terras adjacentes, pela quantia de "duzentos módios" a Raimundo Garcia, Pedro Nunes, Gondezendo Nunes e Soeiro Pimentel, por serviços prestados ao Rei.

As regalias conferidas por aquele documento, incluíram ao seu prior, poder eleger o "juiz do couto" e redigir uma "carta de ouvidor ou de magistrado".

Para finalizar, Manhufe possui também exemplares interessantes de casas rurais e foi cenário de uma batalha contra os inimigos napoleónicos.» in http://carlosportela.no.sapo.pt/manceloshist.html




Mosteiro de Mancelos - Vila (Amarante)

Mais informações sobre esta Freguesia no site da Câmara Municipal de Amarante:
http://www.amarante.pt/freguesias/mancelos/


01/11/12

Amarante Mancelos - Dr. Armando do Convento de Mancelos, ou o “Médico do Povo”… (Artigo a publicar na próxima edição do Jornal de Amarante)

«Dr. Armando do Convento de Mancelos, ou o “Médico do Povo”…


O Doutor Armando do Convento, Médico de todos em Mancelos e não só, realizou grande parte da sua nobre e humana atividade médica, até pouco depois de meados do século passado, sendo uma pessoa muito respeitada, por todos os mancelenses de então. Foi um autêntico “Médico do Povo”, numa área geográfica que abrangia os concelhos de Marco de Canavezes, Penafiel, Lousada, Felgueiras, Celorico de Basto e Amarante, num raio de ação com epicentro no Convento de Mancelos. A pé, de comboio, de carro, ou a cavalo, arrancava a qualquer hora do dia e da noite para fazer mais um parto, ou para atender mais uma qualquer enfermidade de alguém.

Era o irmão mais velho do meu avô materno e devido à morte prematura deste, foi o Pai que a minha Mãe tanto precisou… Também ele enviuvou prematuramente, ficando com uma filha muito pequenina a seu cargo, a quem eu sempre apelidei de “Tia Júlia”, pois era como se fosse uma Irmã da minha Mãe, tal era a afinidade, cumplicidade e amizade entre ambas.

Com o consultório no Convento de Mancelos, onde residia, a parte mais complicada do seu ofício tinha a ver com as saídas a pé ou a cavalo, por entre caminhos e carreiros de muito difícil transito e com destino a locais ermos e de acessos bastante complicados. A vida profissional do Dr. Armando, passava ainda, por ir uma vez por semana ao Porto, pois era o Médico assistente de uma grande fábrica têxtil da zona da Foz.

Uma dessas saídas ficou famosa na família, quando no início de uma noite de tempestade, o Dr. Armando teve que se deslocar para os lados de Fervença, Celorico de Basto, com o intento de fazer um parto, que se perspetivava bastante difícil. Agarrou no cavalo, com a sua mala de instrumentos médicos e abalou mais um seu criado, por caminhos tortuosos, iluminados pelos relâmpagos, arrastados por ventos muito fortes e “refrescados” pela forte chuva que se abateu no seu caminho. Chegados ao seu destino, o parto lá se efetuou com grande dificuldade, mas com final feliz. No regresso, ensopados, cansados, sem dormir, acabaram por se perderem, por caminhos e atalhos. Após muitas horas a lutarem contra chuvas e ventos, lá chegaram à então Vila da Lixa e, reconhecendo o local, o criado do Dr. Armando exclamou: “Sr. Doutor Armando, já chegamos a terras de Portugal”, o que naturalmente provocou uma enorme gargalhada de alívio, aos dois companheiros desta penosa, mas bem sucedida jornada.

Quando chegavam amostras de medicamentos, o Dr. Armando lá arrancava para os lados de Nogueira, então uma zona bastante pobre da Freguesia de Mancelos, no sentido de distribuir os medicamentos por quem mais precisava, além de prestar os cuidados de saúde aos mais necessitados, sempre de uma forma voluntariosa e gratuita.

A última montada que teve, tratava-se de uma égua bastante brava, que o impeliu muitas vezes para o chão, provocando-lhe algumas mazelas, acabando por ter que se desfazer dela, deixando de poder realizar os seus percursos a cavalo, a que não seria estranho, concomitantemente, o adiantado da idade, deste médico humanista, que nunca virava a cara à luta, no cumprimento da sua nobre e difícil missão.

Por entre todas as histórias, existe uma bem comovente que, por envolver uma família da freguesia, da qual ainda existem descendentes vivos, me vou abster de nomear. O Dr. Armando acabava de fazer mais um parto muito difícil e passados dois meses a jovem Mãe acabou por falecer. Como se sabe as taxas de mortalidade infantil e de complicações pós parto para as mães eram muito elevadas, fruto da falta de condições higiénico-sanitárias e instrumentais adequadas a um parto com as mínimas condições de higiene; note-se que a grande parte dos partos ocorria no domicilio das parturientes e o acompanhamento antes e depois do parto, eram os possíveis à data. Perante a situação de um bebé sem o acompanhamento de uma Mãe, o Dr. Armando não descansou enquanto não arranjou uma Senhora na freguesia que, substituísse a Mãe biológica, na medida em que tal é possível. Um Médico num meio rural tinha uma função que ia muito além da prática da medicina: conselheiro, psicólogo, assistente social, etc.

Em tão poucas linhas é impossível dar sequer uma ideia do espírito de missão e de dedicação do Dr. Armando à freguesia de Mancelos e localidades adjacentes. Também não se pretende louvar uma atitude epitetada por alguns complexados da esquerda de “veludo”, como “assistencialista”, deste grande Homem; mas antes, relevar um espírito de missão inexcedível, com os parcos meios existentes naquela altura, em Portugal. Ao contrário do que sucede hoje em dia, os médicos não acabavam as suas carreiras, ricos monetariamente, mas, se calhar, com uma valorização humana e consciência de dever cumprido, muito superiores.

Que fiquem a saber os mestres da toponímia locais, movidos por interesses mais imediatos e mesquinhos, que o Dr. Armando do Convento foi um Homem simples, em que a sua nobre missão se sobrepôs sempre, aos seus interesses pessoais!...


25/10/17

Amarante Mancelos - O Mosteiro de São Martinho de Mancelos, em Amarante, prepara-se para receber obras de conservação e salvaguarda a partir desta semana.




«Mosteiro de Mancelos alvo de obras de conservação

O Mosteiro de São Martinho de Mancelos, em Amarante, prepara-se para receber obras de conservação e salvaguarda a partir desta semana. A assinatura do auto de consignação da empreitada está agendada para o dia 25 de outubro, quarta-feira, pelas 15 horas, naquele monumento.

O projeto técnico desta intervenção foi elaborado pelos serviços da Direção Regional de Cultura do Norte, entidade à qual o Mosteiro de Mancelos se encontra afeto.

O projeto inclui reforços estruturais do edifício e diversas reparações nas coberturas (telhados), nos paramentos (paredes), nos pavimentos e nos vãos (portas e janelas).

Estão previstos igualmente trabalhos no interior, bem como a instalação de vários equipamentos elétricos, de telecomunicações e de segurança ativa.

A intervenção no Mosteiro de Mancelos, que irá decorrer ao longo dos próximos nove meses, representa um investimento de cerca de 236 mil euros, cofinanciado em 85% pelo Programa Operacional Regional do Norte 2014/2020 (Norte 2020), através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional, e em 15% pelo Município de Amarante, no âmbito da operação "Rota do Românico: Património, Cultura e Turismo - Tâmega", apresentada pela Associação de Municípios do Baixo Tâmega.

Reformado em 1540, quando passou aos religiosos dominicanos do convento de São Gonçalo de Amarante, Mancelos constituiu-se como um mosteiro associado aos Cónegos Regrantes de Santo Agostinho desde o século XII. Pelos vestígios românicos subsistentes é provável que a sua edificação se concluísse no século seguinte.

No interior destaca-se o acervo de pinturas, no conjunto das quais uma, exposta na capela-mor, poderá representar o venerando bispo frei Bartolomeu dos Mártires.

Em 1934, Mancelos foi classificado como Imóvel de Interesse Público e, em 2010, foi integrado no projeto turístico-cultural da Rota do Românico.» in http://www.cm-amarante.pt/pt/noticias/mosteiro-de-mancelos-alvo-de-obras-de-conservacao


(Mosteiro de São Martinho de Mancelos)



(Mosteiro de S. Martinho de Mancelos) - Amarante




23/12/11

Amarante - A propósito de reorganizações administrativas, o nosso Concelho teve sempre muita mutação territorial ao longo dos tempos...

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«Amarante, Concelhos, Honras, Beetrias e Forais

Amarante constitui atualmente um concelho de 40 freguesias, reunindo em si três antigos concelhos, alguns coutos e algumas honras, que depois da reforma administrativa de 1834 nele foram incorporados. Eis alguns deles:

GESTAÇO – Antigo concelho, deu-lhe foral D. Manuel I a 15 de Março de 1514, sendo o seu primeiro senhor o Infante D. Pedro, Conde de Barcelos. D. João I deu-o a Gil Vasques da Cunha, seu alferes-mor, filho terceiro de D. Vasco Martins da Cunha.



«Gestaçô (Amarante)
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


Gestaçô ou Gestaçô era um concelho da antiga comarca de Penafiel, com sede na actual freguesia da Madalena do concelho de Amarante. O concelho teve foral em 1514 e foi extinto no início do século XIX.


Este antigo concelho não deve ser confundido com a atual freguesia de Gestaçô, do concelho de Baião. Esta tinha, no século XIX a designação de Campo de Gestaçô.


O antigo município de Gestaçô era constituído pelas freguesias de Ansiães, Bustelo, Candemil, Carneiro, Carvalho de Rei, Gondar, Jazente, Lufrei, Gestaçô (Santa Maria Madalena), Padronelo, Sanche, Várzea (São João) e Vila Chão do Marão. Tinha, em 1801, 7 505 habitantes.» in http://pt.wikipedia.org/wiki/Gesta%C3%A7%C3%B4_(Amarante)


GOUVEIA – Antigo concelho, teve foral que lhe foi dado por D. Manuel I em 22 de Novembro de 1513, sendo seus donatários os Sousas, descendentes de Martim Afonso Chichorro, filho bastardo de D. Afonso III e de D. Aldonça ou D. Dulce Rodrigues de Sá. Esta Povoação já em 1125 tinha sido coutada por D. Afonso Henriques, doando-a aos Cónegos do Santo Sepulcro de Águas Santas (Maia).


«HISTÓRIA

A freguesia de Gouveia (S.Simão) situa-se a cerca de 10 km da sede do concelho de Amarante. Já foi uma antiga vila e sede de um concelho próprio que se denominou "Gouveia de Riba Tâmega" tendo recebido foral de D. Manuel em 22 de Novembro de 1513.

Depois de extinto o concelho próprio, fez parte do concelho de Soalhães, passando para o de Marco de Canavezes e deste transferida, em 31 de Dezembro de 1853, para o de Amarante.

Foram senhores e donatários de Gouveia os Sousas, descendentes de D. Martim Afonso Chichorro, filho bastardo de D. Afonso III e D. Aldonça, ou Dulce, Rodrigues de Sá. O primeiro Senhor foi D. Fernão de Sousa.

Anteriormente, Gouveia constituiu um couto feito por D. Teresa e D.Afonso Henriques em 1125 e doado aos Cónegos do Santo Sepulcro, do Convento de Águas Santas (Maia).

(Adaptado de Verbo Enciclopédia Luso-Brasileira de Cultura - vol. 9)» in http://ssimao.no.sapo.pt/historia.htm

OVELHA DO MARÃO – Antiga honra e beetria e hoje uma freguesia do concelho de Amarante. Foram-lhe dados alguns forais sendo o mais antigo o do tempo de D. Sancho I.




«Aboadela

Centro histórico de Aboadela

Bandeira
Brasão de armas

Localização no concelho de Amarante

Aboadela

Localização de Aboadela em Portugal
41° 15' 48" N 07° 59' 17" O
País Portugal
Concelho Amarante
- Tipo Junta de freguesia
Área
- Total 20,85 km2
População (2001)
- Total 887
- Densidade 42,5/km2
Código postal 4600-500 Aboadela
Orago Santa Maria de Aboadela
Correio eletrónico aboadela@sapo.pt
Aboadela é uma freguesia portuguesa do concelho de Amarante, com 20,85 km² de área, os quais são demarcados com as freguesias vizinhas de Canadelo, Sanche, Várzea, Olo e Ansiães. Apresenta 887 habitantes (2001). Densidade: 42,5 hab/km².


Índice [esconder] 

1 História
1.1 Origens e toponímia
1.2 Forais
1.3 Beetria do Reino de Portugal
1.4 Honra e Concelho
1.5 Invasão Francesa
1.6 A integração de Aboadela no concelho de Amarante
2 Geografia
3 Demografia
4 Economia
5 Figuras ilustres
6 Gastronomia
7 Festas populares
8 Símbolos e Património
8.1 Brasão
8.2 Bandeira
8.3 Ponte Românica
8.4 Cruzeiro
8.5 Pelourinho
9 Galeria de imagens


[editar]História

[editar]Origens e toponímia

Pode-se falar de Aboadela ao longo da história, mas na realidade, ao longo dos séculos a sua denominação foi alvo de várias alterações. Assim, nos seus primórdios, isto é, por volta de finais do século XII, designava-se por “Santa Maria de Bobadella”, que juntamente com a actual freguesia de Canadelo constituíram a “Honra e Ovelha do Marão”.
Neste território (Honra e Ovelha do Marão) encontrava-se um juiz, um ordinário, um vereador, um procurador, entre outros honrosos funcionários. Aqui, também estava presente uma Companhia de Ordenança que constituía um tipo de confraria que procurava defender a conscrição local, bem como a defesa de castelos, ou seja, tratavam da defesa e organização do território. Há ainda a salientar que a Companhia de Ordenança era chefiada por um Capitão-Mor. No caso do território da Honra e Ovelha do Marão, esta era sujeita ao Capitão-Mor de Gestaçô ou Gestaçô, que fora um antigo município na comarca de Penafiel que fora extinto no século XIX.
Durante vários séculos, Aboadela foi alvo de várias alterações. Deste modo, pode-se falar de múltiplas designações, as quais se passam a citar: Bobadella, Abovedela, Boudela, Bovedella, Bauadela, Buedela e Bobadela, sendo finalmente designada como Aboadela d’Ovelha do Marão, hoje conhecida somente por Aboadela. Quanto à sua toponímia, ela tem origem em “Aboar”, que significa pôr marcos, dividir, estremar ou demarcar.

[editar]Forais

Os primeiros registos sobre esta freguesia datam do século XII, quando Aboadela recebeu o primeiro foral no ano de 1196 no reinado de D. Sancho I, em Guimarães. Os forais concediam direitos e deveres aos cidadãos, entre outros. Neste caso, o foral imposto pelo rei D. Sancho I estabelecia que cada casal pagasse uma renda de “seis ferros por anno”, não se sabendo no entanto, hoje, a que ferros o foral se referia, pensa-se contudo, que como o foral se destinava a pessoas que tinham terras onde estavam patentes minas de ferro em lavra, então o dito ferro poderia ser uma espécie de barra de ferro ou uma ferradura.
Outros forais foram atribuídos posteriormente, não havendo todavia, registos do seu conteúdo. Sabe-se porém, que em 1212, D. Afonso II atribuiu pela segunda vez um foral, e mais tarde, em 1514, D. Manuel I também atribuiu mais um, neste caso, o último.

[editar]Beetria do Reino de Portugal

Há registos que apontam que Aboadela terá sido vila e couto, no entanto, realça-se o facto de ter sido uma das dez “beetrias” do reino, em meados do século XV. As “beetrias” destacavam-se em relação aos contos e às honras por constituírem um povo livre, que gozava do direito de escolha e mudança de senhor, sempre que assim o desejassem, ao contrário do que acontecia nos coutos e nas honras.
Em Amarante existiram três das dez “beetrias” que fizeram parte de Portugal. Assim, para além do Ovelha, realça-se a Beetria de Amarante e a de Louredo. Quanto à Beetria de Ovelha do Marão, ela acabaria por ser extinta em 1550, no reinado de D. João III, passando depois a ser uma Vigararia e ainda uma Reitoria. Foram senhores da Beetria da Honra e Ovelha do Marão, Vasco Martins de Sousa, Martim Afonso de Sousa e D. Jaime, Quarto Duque de Bragança.


[editar]Honra e Concelho

Símbolo na antiga casa da Câmara.

No século XVI, com a extinção de “beetria”, Aboadela mudava mais uma vez de estatuto, desta vez sendo substituída por uma Honra que associada ao conceito de concelho permaneceu até ao período do Liberalismo, isto é, até ao século XIX. O novo concelho de Ovelha do Marão foi então constituído pelas freguesias de Aboadela de Ovelha do Marão e S. Pedro de Canadelo. Foram senhores desta terra, D. Luís António de Sousa Botelho Mourão, quarto morgado de Mateus e D. José Maria do Carmo de Sousa Botelho Mourão e Vasconcelos, seu filho. É da época destes ilustres senhores que data o brasão existente na antiga Casa da Câmara, no Lugar da Rua, símbolo emblemático do poder que se fazia então sentir naquele período nesta região.

[editar]Invasão Francesa

As invasões francesas deram-se em três momentos, e num primeiro e segundo momento acabariam por atingir a vila de Amarante, mas também passaram por Aboadela, no concelho de Ovelha do Marão, tendo ocorrido aqui uma das mais violentas batalhas de então, isto precisamente a 9 de Maio de 1809. Aboadela foi deste modo, um sítio estratégico para o lado português. Nesta freguesia foi reforçada a artilharia portuguesa e ainda foi oferecido apoio logístico.
As tropas francesas à chegada a Aboadela e à semelhança do que faziam noutros lugares por onde passavam serviam-se da população, ou seja, procuravam abastecimento junto desta. Seguidamente, não tinham qualquer gesto de piedade, pilhando e destruindo tudo que pudessem. Contudo, há a registar a derrota das tropas francesas contra três corpos de cavalaria portuguesa enfraquecendo deste modo, o lado francês.

[editar]A integração de Aboadela no concelho de Amarante

No século XIX, Amarante recebeu muitas das freguesias dos concelhos que haviam sido extintos (Gestaçô, Gouveia e Santa Cruz de Ribatâmega). É pois nesta altura que a Honra e Ovelha do Marão é destituída, através do Decreto 06/11 de 1836. Assim, as freguesias de Canadelo e Aboadela ficam anexadas ao concelho de Amarante, as quais permanecem até aos dias de hoje.» in 
http://pt.wikipedia.org/wiki/Aboadela

Mosteiro


TRAVANCA – Foi antiga vila e couto, não tendo nunca foral e nela exerciam jurisdição os frades do Convento de Travanca, fundado em 970 por D. Garcia Moniz, e que é um dos nossos mais antigos e mais lindos monumentos românicos.




TELÕES – É uma atual freguesia de Amarante. Nela houve um convento beneditino fundado em 887 pelo Conde D. Rodrigo Forjaz. Em 1173, D. Afonso Henriques e a Rainha D. Mafalda doaram-nos aos Cónegos Regrantes de Santo Agostinho.



LOUREDO – É uma das actuais freguesias do Concelho e teve foral dado por D. Afonso III.



MANCELOS – Foi um antigo couto e é hoje uma freguesia do concelho de Amarante.  Teve um convento beneditino fundado em 1110 por Mem Gonçalves da Fonseca e sua mulher D. maria Pais Tavares.» in (O Brasão da Vila de Amarante, de Artur da Mota Alves)




«Santa Cruz de Riba Tâmega
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Santa Cruz de Riba Tâmega é um antigo município português, na zona do Tâmega, que recebeu foral de D. Manuel I em 1 de Setembro de 1513 e foi extinto em Outubro de 1855, sendo integrado na sua maior parte no de Amarante.


A sua sede era a atual vila de Vila Meã, mas o seu território estendia-se também ao longo dos actuais concelhos de Lousada, Marco de Canaveses e Penafiel, englobando as freguesias de:


Aião
Amarante (São Veríssimo)
Ataíde
Banho
Caíde de Rei
Carvalhosa
Castelões
Constance
Santa Cristina de Figueiró
Figueiró de Riba Tâmega
Fregim
Louredo
Oliveira
Passinhos
Real
Recezinhos (São Mamede)
Recezinhos (São Martinho)
Santo Isidoro
Toutosa


Após as reformas administrativas do início do liberalismo, anexou as freguesias de Mancelos e Vila Caiz e foram desanexadas as freguesias de Aião, Amarante (São Veríssimo) e Recezinhos (São Martinho).

Tinha, em 1801, 10 838 habitantes e, em 1849, 13 614 habitantes.» in http://pt.wikipedia.org/wiki/Santa_Cruz_de_Riba_T%C3%A2mega