29/07/09

Woodstock Festival, no Mítico ano de 1969, o Festival que abanou o Mundo está a comemorar 40 anos, tal como eu que nasci em Abril de 69!





WOODSTOCK FESTIVAL (1969)

Jimi Hendrix - "Message To Love" - (Live at Woodstock 1969)

Joe Cocker - (Live at Woodstock 1969)

Santana - "Soul Sacrifice" - (Woodstock 1969)

Janis Joplin - "Work Me Lord" - (Woodstock 1969)

Jimi Hendrix - "Purple Haze" - (Woodstock 1969)

Jimi Hendrix - "Voodoo Child" - (Woodstock)

The Who - "My Generation" - (live at woodstock 1969)

Janis Joplin - "I need a man To love"

Bert Sommer - "Jennifer" - (Woodstock 1969)



Canned Heat - "Woodstock Boogie" - (Live at Woodstock 1969)

Country Joe - "Rock And Soul Music" - (Woodstock 1969)

Jimi Hendrix - "Fire"

Richie Havens - (Woodstock Excellent)

Richie Havens - "Freedom" - (Woodstock 1969)

Richie Havens - "Strawberry Fields Forever" - (Woodstock 69)

rosby Stills Nash - "A Long Time Gone" - (Woodstock 1969)
The Who - Love Reign O'er Me

Matthews - "Southern Comfort" - (Woodstock)

Joni Mitchell - "Woodstock"

BOB DYLAN IN WOODSTOCK

Driving to Woodstock with Bob Dylan

ALVIN LEE - "TEN YEARS AFTER" - (WOODSTOCK 1969)

Jimi Hendrix - "Foxy Lady" - (Live at Woodstock)

Jimi Hendrix - "Lover Man" - (Live At Woodstock)

«Festival de Woodstock



Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
WoodstockWoodstock Music and Art Fair
Placa comemorativa do 15º aniversário do Festival de Woodstock
Ano(s)
Festival original organizado em 1969Eventos homônimos realizados em 1979, 1989, 1994, 1999 e 2009
Nº de edições
{{{nº de edições}}}
Fundador(es)
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Local(is)
Bethel, Nova York Estados Unidos
Data(s)
Gênero(s)
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Página oficial
Woodstock foi um festival de música anunciado como "Uma Exposição Aquariana", organizado na fazenda de 600 acres de Max Yasgur na cidade rural de Bethel, Nova York, de 15 a 18 de agosto de 1969.
O festival exemplificou a era hippie e a contracultura do final dos anos 1960 e começo de 70. Trinta e dois dos mais conhecidos músicos da época apresentaram-se durante um chuvoso fim de semana defronte a meio milhão de espectadores. Apesar de tentativas posteriores de emular o festival, o evento original provou ser único e lendário, reconhecido como uma dos maiores momentos na história da música popular.
O evento foi capturado em um documentário lançado em 1970, Woodstock, além de uma trilha-sonora com os melhores momentos.
Índice[esconder]
1 Introdução
2 Artistas que se apresentaram em Woodstock
2.1 Sexta-feira, 15 de agosto
2.2 Sábado, 16 de agosto
2.3 Domingo, 17 de agosto
3 Curiosidades
3.1 Apresentações canceladas
3.2 Convites negados
4 Outras edições
5 Notas e referências
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[editar] Introdução
Woodstock surgiu dos esforços de Michael Lang, John P. Roberts, Joel Rosenman e Artie Kornfeld. Roberts e Rosenman, que entrariam com as finanças, colocaram um anúncio sob o nome de Challenge International, Ltd., no New York Times e no Wall Street Journal ("Jovens com capital ilimitado buscam oportunidades de investimento legítimas e interessantes e propostas de negócios").[1] Lang e Kornfeld responderam o anúncio, e os quatro reuniram-se inicialmente para discutir a criação de um estúdio de gravação em Woodstock, mas a idéia evoluiu para um festival de música e artes ao ar livre.[1]
Mesmo considerado um investimento arriscado, o projeto foi montado tendo em vista retorno financeiro. Os ingressos passaram a ser vendidos em lojas de disco e na área metropolitana de Nova York, ou via correio através de uma caixa postal. Custavam 18 dólares (aproximadamente 75 dólares em valores atuais), ou 24 dólares se adquiridos no dia.[2] Aproximadamente 186,000 ingressos foram vendidos antecipadamente, e os organizadores estimaram um público de aproximadamente 200,000 pessoas.[3] Não foi isso que aconteceu, no entanto. Mais de 500,000 pessoas compareceram, derrubando cercas e tornando o festival um evento gratuito.
Este influxo repentino provocou congestionamentos imensos, bloqueando a Via Expressa do Estado de Nova York e eventualmente transformando Bethel em "área de calamidade pública". As instalações do festival não foram equipadas para providenciar saneamento ou primeiros-socorros para tal multidão, e centenas de pessoas se viram tendo que lutar contra mau tempo, racionamento de comida e condições mínimas de higiene.[4]
Embora o festival tenha sido reconhecidamente pacífico, dado o número de pessoas e as condições envolvidas, houve duas fatalidades registradas: a primeira resultado de uma provável overdose de heroína, e a outra após um atropelamento de trator. Houve também dois partos registrados (um dentro de um carro preso no congestionamento e outro em um helicóptero), e quatro abortos.[5]
Ainda assim, em sintonia com as esperanças idealísticas dos anos 60, Woodstock satisfez a maioria das pessoas que compareceram. Mesmo contando com uma qualidade musical excepcional, o destaque do festival foi mesmo o retrato comportamental exibido pela harmonia social e a atitude de seu imenso público.[6]

[editar] Artistas que se apresentaram em Woodstock

[editar] Sexta-feira, 15 de agosto

Richie Havens, festival de Woodstock (15/08/1969)

O 1º dia de festival
O festival abriu oficialmente às 17 horas com Richie Havens. Este dia apresentou sets mais leves, trazendo a maior parte dos artistas folks que participaram.
Richie Havens (abriu o festival)
High Flyin' Bird
I Can't Make It Any More
With a Little Help from My Friends
Strawberry Fields Forever
Hey Jude
I Had A Woman
Handsome Johnny
Freedom/Sometimes I Feel Like a Motherless Child
Swami Satchidananda (deu a invocação para o festival)
Country Joe McDonald (tocou separado da sua banda, The Fish)
I Find Myself Missing You
Rockin All Around The World
Flyin' High All Over the World
Seen A Rocket Flyin'
The "Fish" Cheer / I-Feel-Like-I'm-Fixin'-To-Die Rag
John Sebastian
How Have You Been
Rainbows Over Your Blues
I Had A Dream
Darlin' Be Home Soon
Younger Generation
Sweetwater
What's Wrong
Motherless Child
Look Out
For Pete's Sake
Day Song
Crystal Spider
Two Worlds
Why Oh Why
The Incredible String Band
Invocation
The Letter
This Moment
When You Find Out Who You Are
Bert Sommer
Jennifer
The Road To Travel
I Wondered Where You Be
She's Gone
Things Are Going my Way
And When It's Over
Jeanette
America
A Note That Read
Smile
Tim Hardin (com um repertório de uma hora)
If I Were A Carpenter
Misty Roses
Ravi Shankar (com um repertório de 5 músicas tocadas durante uma chuva)
Raga Puriya-Dhanashri/Gat In Sawarital
Tabla Solo In Jhaptal
Raga Manj Kmahaj
Iap Jor
Dhun In Kaharwa Tal
Melanie
Tuning My Guitar
Johnny Boy
Beautiful People
Arlo Guthrie (a ordem do repertório é incerta)
Coming Into Los Angeles
Walking Down the Line
Story about Moses and the Brownies
Amazing Grace (encerrou a apresentação)
Joan Baez (grávida de seis meses na época)
Story about how the Federal Marshals came to take David Harris into custody.
Joe Hill
Sweet Sir Galahad
Drugstore Truck Driving Man
Sweet Sunny South
Warm and Tender Love
Swing Low, Sweet Chariot
We Shall Overcome

[editar] Sábado, 16 de agosto
O dia abriu às 12:15 da tarde, e trouxe os principais artistas psicodélicos e de rock do festival.
Quill (repertório de quatro músicas, totalizando quarenta minutos)
They Live the Life
BBY
Waitin' For You
Jam
Keef Hartley Band
Spanish Fly
Believe In You
Rock Me Baby
Medley
Leavin' Trunk
Sinnin' For You
Santana
Waiting
You Just Don't Care
Savor
Jingo
Persuasion
Soul Sacrifice
Fried Neckbones
Country Joe McDonald (sem a banda The Fish)
The Fish Cheer
Canned Heat
A Change Is Gonna Come/Leaving This Town
Going Up The Country
Let's Work Together
Woodstock Boogie
Mountain (repertório de uma hora, incluindo a "Theme For An Imaginary Western", de Jack Bruce)
Blood of the Sun
Stormy Monday
Long Red
Who Am I But You And The Sun
Beside The Sea
For Yasgur's Farm (até então sem nome)
You and Me
Theme For An Imaginary Western
Waiting To Take You Away
Dreams of Milk and Honey
Blind Man
Blue Suede Shoes
Southbound Train
Janis Joplin (dois bis: Piece of "My Heart" e "Ball & Chain")
Raise Your Hand
As Good As You've Been To This World
To Love Somebody
Summertime
Try (Just A Little Bit Harder)
Kosmic Blues
Can't Turn you Loose
Work Me Lord
Piece of My Heart
Ball & Chain
Grateful Dead
St. Stephen
Mama Tried
Dark Star/High Time
Turn On Your Love Light
A apresentação do Grateful Dead foi atrapalhada por problemas técnicos, incluindo um pedaço do chão defeituoso e também dois dos integrantes da banda, Jerry Garcia e Bob Weir, afirmaram levar choque toda hora que encostavam em suas guitarras. A performance do Grateful Dead não foi incluída no filme, mas, em um breve momento do filme, Jerry Garcia aparece segurando uma maconha, dizendo: "Maconha. Exibição A".
Creedence Clearwater Revival
Born on the Bayou
Green River
Ninety-Nine and a Half (Won't Do)
Commotion
Bootleg
Bad Moon Rising
Proud Mary
I Put A Spell On You
Night Time is the Right Time
Keep On Chooglin'
Suzy Q
Sly & the Family Stone
M’Lady
Sing A Simple Song
You Can Make It If You Try
Everyday People
Dance To The Music
I Want To Take You Higher
Love City
Stand!
The Who (começou às 4 da manhã, com um repertório que incluia a ópera rock Tommy)
Heaven and Hell
I Can't Explain
It's a Boy
1921
Amazing Journey
Sparks
Eyesight to the Blind
Christmas
Tommy Can You Hear Me?
Acid Queen
Pinball Wizard
Incidente com Abbie Hoffman
Do You Think It's Alright?
Fiddle About
There's a Doctor
Go to the Mirror
Smash the Mirror
I'm Free
Tommy's Holiday Camp
We're Not Gonna Take It
See Me, Feel Me
Summertime Blues
Shakin' All Over
My Generation
Naked Eye
Jefferson Airplane (começou às 6 horas da manhã, com um repertório de apenas 8 músicas. A vocalista Grace Slick saudou a platéia dizendo: "Ok, amigos, vocês já viram os grupos pesados; agora vocês verão música maníaca da manhã, acredite em mim, yeah. Isso é uma nova manhã... [...] Bom dia, pessoal!")
Volunteers
Somebody To Love
The Other Side of This Life
Plastic Fantastic Lover
Won't You Try/Saturday Afternoon
Eskimo Blue Day
Uncle Sam's Blues
White Rabbit

[editar] Domingo, 17 de agosto

Joe Cocker e Grease Band
O dia abriu às 14 horas com Joe Cocker. Os eventos deste dia acabariam atrasando a agenda do festival em nove horas, e no nascer do sol do dia seguinte o concerto ainda continuava, apesar da maioria do público já ter ido embora.
Joe Cocker
Dear Landlord
Something Comin' On
Do I Still Figure In Your Life
Feelin' Alright
Just Like A Woman
Let's Go Get Stoned
I Don't Need A Doctor
I Shall Be Released
With a Little Help from My Friends
Após o repertório de Joe Cocker, um temporal deu-se inicio interrompendo o festival por longas horas.
Country Joe and the Fish (continuou a apresentação às 18:00 horas)
Rock and Soul Music
Thing Called Love
Love Machine
The "Fish" Cheer/I-Feel-Like-I'm-Fixin'-To-Die Rag
Ten Years After
Good Morning Little Schoolgirl
I Can't Keep From Crying Sometimes
I May Be Wrong, But I Won't Be Wrong Always
Hear Me Calling
I'm Going Home
The Band
Chest Fever
Tears of Rage
We Can Talk
Don't You Tell Henry
Don't Do It
Ain't No More Cane
Long Black Veil
This Wheel's On Fire
I Shall Be Released
The Weight
Loving You Is Sweeter Than Ever
Blood, Sweat & Tears (abriu à meia-noite, com cinco músicas)
More and More
I Love You More Than You'll Ever Know
Spinning Wheel
I Stand Accused
Something Comin' On
Johnny Winter (trazendo Edgar Winter, seu irmão, em duas músicas)
Mama, Talk to Your Daughter
To Tell the Truth
Johnny B. Goode
Six Feet In the Ground
Leland Mississippi Blues/Rock Me Baby
Mean Mistreater
I Can't Stand It (com Edgar Winter)
Tobacco Road (com Edgar Winter)
Mean Town Blues
Crosby, Stills, Nash & Young (começou por volta das três da manhã com um set acústico e outro elétrico separado)
Set acústico
Suite: Judy Blue Eyes
Blackbird
Helplessly Hoping
Guinnevere
Marrakesh Express
4 + 20
Mr. Soul
Wonderin'
You Don't Have To Cry
Set elétrico
Pre-Road Downs
Long Time Gone
Bluebird
Sea of Madness
Wooden Ships
Find the Cost of Freedom
49 Bye-Byes
Paul Butterfield Blues Band
Everything's Gonna Be Alright
Driftin'
Born Under A Bad Sign
Morning Sunrise
Love March
Sha-Na-Na
Na Na Theme
Yakety Yak
Teen Angel
Jailhouse Rock
Wipe Out
Book of Love
Duke of Earl
At the Hop
Na Na Theme
Jimi Hendrix (após ser apresentado à platéia como "Jimi Hendrix Experience", Jimi, já em palco, corrigiu o nome do grupo para "Gypsy Sun and Rainbows")


Jimi Hendrix
O repertório de Hendrix consistia em 16 músicas
Message to Love
Hear My Train A Comin'
Spanish Castle Magic
Red House (Durante essa música, uma corda da guitarra de Hendrix estourou, mas ele continuou tocando com cinco cordas)
Mastermind (escrita e cantada por Larry Lee)
Lover Man
Foxy Lady
Jam Back At The House
Izabella
Fire
Gypsy Woman/Aware Of Love (Essas duas músicas escritas por Curtis Mayfield foram cantadas por Larry Lee como um medley)
Voodoo Child (Slight Return)/Stepping Stone
The Star-Spangled Banner
Purple Haze
Woodstock Improvisation/Villanova Junction
Hey Joe

[editar] Curiosidades

Fazenda de Max Yasgur, onde aconteceu o Festival de Woodstock

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Max Yasgur (15 de Dezembro de 19199 de Fevereiro de 1973) foi o dono da fazenda em Bethel, Nova York, onde ocorreu o festival em 1969.
A banda Grateful Dead tocou durante a chuva. Alguns membros da banda tomaram choques durante a sua apresentação e Phil Lesh (o baixista) ouviu o rádio de transmissão de um helicóptero através do amplificador de seu baixo enquanto tocava.
The Doors inicialmente concordaram em tocar pois acharam que o festival fosse ocorrer no Central Park, mas decidiram ir contra a idéia quando souberam que o festival ocorreria em uma fazenda isolada da cidade.
Jimi Hendrix estava agendado para tocar no domingo, mas, pelas ocorrências inesperadas, acabaram por tocar na manhã de segunda-feira, quando restavam apenas 35.000 pessoas.
Apesar do festival ter abrangido uma multidão de 500.000 pessoas, apenas 200 pessoas foram presas no local por ofensas, mesmo estando sob os efeitos incontestáveis das drogas.
Foram documentadas apenas duas mortes no festival: uma pessoa morreu de overdose de droga, a segunda pessoa morreu ao ser atropelada por um trator enquanto dormia no campo. Algumas fontes afirmam que há uma terceira morte, devido a uma apendicite, mas isso ainda não foi provado.

[editar] Apresentações canceladas
The Jeff Beck Group estava agendado para tocar no festival, mas cancelou pois a banda acabou uma semana antes.
Iron Butterfly ficaram presos no aeroporto.
A banda canadense Lighthouse estava certa de que tocaria no festival, mas, no final, acabaram decidindo por não tocar, pois temeram que aquilo fosse uma cena ruim para a banda. Mais tarde, alguns membros do grupo disseram que se arrependeram da decisão.

[editar] Convites negados
A banda Led Zeppelin foi chamada para tocar no festival, mas o empresário da banda, Peter Grant, afirmou: "Nós fomos chamados para tocar em Woodstock e a gravadora (Atlantic) estava bastante entusiasmada, e Frank Barsalona (o promotor) também. Porém eu disse não pois em Woodstock nós seríamos apenas outra banda na parada". Em vez disso, o grupo foi para uma turnê de mais sucesso.
The Doors foi considerada uma banda com grande performance, tinham bastante potencial, mas cancelaram a apresentação em cima da hora. Ao contrário do que muitos pensam, esta ocorrência não está relacionada ao fato de o vocalista, Jim Morrison, ter sido preso por postura indecente em um show anteriormente. O cancelamento do show se deu ao fato de que Morrison sabia que a sua voz soaria repugnante por estar ao ar livre. Há também a idéia de que Morrison, em um momento de paranóia, estava com medo que alguém atirasse nele e o matasse quando o mesmo pisasse no palco. No entanto, o baterista John Densmore compareceu no festival; no filme, ele pode ser visto ao lado do palco durante a apresentação de Joe Cocker, quando esse cantava o hino lisérgico "Let's Go Get Stoned".
Os promotores entraram em contato com John Lennon, pedindo para que os The Beatles tocassem no festival. Lennon disse que os Beatles não tocariam no festival a não ser se a Plastic Ono Band, da Yoko Ono, também pudesse tocar. Os promotores o recusaram.
Frank Zappa e The Mothers of Invention afirmaram: "Muita lama lá em Woodstock. Nós fomos convidados para tocar lá, mas recusamos" - Frank Zappa.

[editar] Outras edições
Para comemorar os 25 anos do superevento, 250 mil pessoas se reuniram no Woodstock '94, em Saugerties, a 135 km de Nova York. Pagaram 135 dólares para ouvir 40 bandas, entre eles o Nine Inch Nails, Aerosmith, Metallica, Green Day, Red Hot Chili Peppers e músicos como Peter Gabriel, Carlos Santana e Joe Cocker.Outra edição ocorreu em 1999, destruindo a reputação do "Festival da Paz e do Amor" devido à violência e tumultos supostamente incentivados por bandas como Limp Bizkit, Insane Clown Posse e Kid Rock.No entanto, para o ano de 2009 fala-se da comemoração dos 40 anos do Festival. De acordo com o promotor Michael Lang, este poderá vir a acontecer em Agosto, nos dias 15 e 16 em Nova York (ainda em local indeterminado) e nos dias 22 e 23 em Berlim (num aeroporto abandonado). Os organizadores pretendem recrutar mais bandas que fizeram parte do alinhamento do 1º Festival, nomeadamente Grateful Dead, The Who e Santana.[7]

[editar] Notas e referências
1,0 1,1 Robert Stephen Spitz. Barefoot in Babylon. The Viking Press, New York.
http://oregonstate.edu/cla/polisci/faculty-research/sahr/cv1996.pdf
BBC ON THIS DAY - 1969: Woodstock music festival ends.
Statement on the Historical and Cultural Significance of the 1969 Woodstock Festival Site.
Tired Rock Fans Begin Exodus. New York Times (1969-08-18).
Andy Bennett, Simon Warner (maio de 2004). Remembering Woodstock. Ashgate Publishing.
Woodstock 2009 Set For New York And Berlin. Página visitada em March 24, 2009. » in Wikipédia.

"All Along The Watchtower

Jimi Hendrix

Composição: Bob Dylan
There must be some kind of way out of here
Said the joker to the thief
There’s too much confusion
I can’t get no relief
Business men they drink my wine
Plow men dig my Earth
None with a level on their mind
Nobody out of this world
No reason to get excited
The thief he kindly spoke
There are many here among us
Who think that life is but a joke
But you and I, we've been through that
And this is not our fate
So let stop talking falsely now
The hour is getting late
All along the watchtower
Princes kept the view
While all the women came and went
Barefoot servants too
Outside in the cold distance
A wild cat did growl
Two riders were approaching
And the wind began to howl
All along the tower"

Educação em Portugal - "Federação Nacional da Educação acusa Governo de não querer dignificar Carreira Docente"

«Governo perdeu oportunidade para dignificar carreira docente, diz FNE

A FNE entende que o Governo perdeu uma oportunidade para dignificar a carreira docente. João Dias da Silva diz que a carreira não se tornou mais atractiva e espera que este estatuto possa ter alterações radicais na próxima legislatura.
A Federação Nacional de Educação acusou o Governo de ter perdido uma oportunidade de dignificar a carreira do professor, isto depois de terem falhado as negociações sobre o estatuto da carreira docente.
À saída do encontro com o Governo, João Dias da Silva acusou o Executivo de ser insensível nos pontos que esta estrutura sindical entende serem fundamentais e espera que possam ser feitas modificações radicais a este estatuto na próxima legislatura.
Para este sindicalista, «a carreira docente não se tornou mais atractiva e mais mobilizadora das pessoas e portanto consideramos este estatuto uma oportunidade perdida dentro destas perspectivas que tínhamos sobre aquilo que deveria ser o novo estatuto».
Quanto à possibilidade de novos protestos para o próximo ano lectivo, já admitidos pela FENPROF, João Dias da Silva remeteu uma posição da FNE para mais tarde.» in http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=1319777

28/07/09

Museu Municipal Amadeu Souza Cardoso recebe Exposição "Desenhos, Esculturas e Múltiplos", de João Cutileiro!

João Cutileiro apresenta "Desenhos, Esculturas e Múltiplos, na sala de Exposições Temporárias do Museu Amadeo de Souza-Cardoso.

Peace Cup (Grupo D): Lyon 0 vs F.C. do Porto 2 - O Incrível Hulk disparou duas vezes!

«Lyon-FC Porto, 0-2: As noites quentes do Dragão

O jogo terminou bem para lá da meia-noite, com temperaturas ainda próximas dos 30 graus e uma impressionante torradeira andaluz, mas não se pode dizer que tenha acabado sonolento. O FC Porto fez tudo para combater o cansaço e o calor e desenhou uma exibição muito interessante tendo em conta a fase de ensaios que atravessa. Hulk foi o rosto individual de um colectivo em franco crescimento.

O tiro de Hulk, de pé esquerdo, logo aos nove minutos, depois de uma recuperação inteligente de Fernando e de um drible irrepreensível, provou que o FC Porto entrara no jogo com os melhores processos e com a firme intenção de jogar mais e melhor. A equipa de Jesualdo Ferreira partiria nesse instante para um desempenho competente e coerente com aquilo que são os seus princípios.

Este foi o adversário mais complicado que o FC Porto encontrou até ao momento na sua preparação. O Lyon foi rei de França durante sete anos consecutivos e apresenta um elenco de elite, capaz de impor respeito a qualquer oponente. O Dragão, porém, não se intimida com nada nem ninguém. Muito menos com o desgaste, ainda mais remotamente com a canícula.

A grande dinâmica e mobilidade empregues pelo meio-campo e pelo ataque do FC Porto geraram aflições repetidas na defesa do Lyon e permitiram criar ainda mais duas excelentes situações antes do descanso. Na primeira Mariano falhou por pouco o desvio para a rede, na segunda Hulk voltou a disparar um míssil, mas errou na direcção.

Após o reatamento, o FC Porto foi ainda mais dominador. Vercoutre seria mesmo a figura dos franceses, ao evitar golos de Hulk e Mariano. A qualidade de jogo atingiu momentos de excelência e que forçaram a rispidez contrária. O rótulo de «amigável» impediu que Toulalan, Mounier e Cissokho vissem cartões.

A 15 minutos do fim, e já com Falcao e Guarín em campo, Hulk bisou, após assistência do avançado contratado ao River. Se, no primeiro festejo, o brasileiro tinha apostado na potência, este foi um primor de classe. Sem hipóteses de defesa e sem discussão. O Dragão parece querer dar-se bem com as noites quentes da Peace Cup.

FICHA DO JOGO

Peace Cup (Grupo D)


Estádio El Colombino, em Huelva
Árbitro: Iturralde González (Espanha)
Assistente: Roberto Palomar e Jon Fernández
4º árbitro: Fernando Vitienes

LYON: Vercoutre; Reveillere, Cris «cap.», Mensah e Cissokho; Toulalan e Jean Makoun; Michel Bastos, Pjanic e Mounier; Piquionne
Substituições: Piquionne por Ederson (46m), Mounier por Kallstrom (56m), Toulalan por Gouvou (56m), Pjanic por Tafer (74m) e Michel Bastos por Grenier (86m)
Não utilizados: Hartock, Clerc, Grosso, Gonalons e Bodmer
Treinador: Claude Puel

FC PORTO: Helton; Fucile, Rolando, Bruno Alves «cap.» e Alvaro Pereira; Fernando, Belluschi e Raul Meireles; Mariano González, Hulk e Varela
Substituições: Varela por Falcao (59m), Belluschi por Guarín (63m), Mariano por Valeri (85m), Hulk por Farías (86m) e Fucile por Nuno André Coelho (90m)
Não utilizados: Beto, Nuno, Benítez, Maicon, Tomás Costa, Miguel Lopes
Treinador: Jesualdo Ferreira

Ao intervalo: 0-1
Marcadores: Hulk (9 e 75m)» in site F.C. do Porto.

Imagens de um jogo em que o F.C. do Porto mostrou toda a sua superioridade e... Hulk, o incrível!

Política Nacional: Tiro ao Zepelin na Madeira, não tem piada nenhuma...


Como Social Democrata assumido há muitos anos, não posso concordar nem me quero rever, com o que se passa na Madeira... Dr. Jardim, demita-se por favor!

Chico Buarque - "Geni e o Zepelim"

Elba Ramalho - "Geni e o Zepelim"

"Geni e o Zepelin" - (A Ópera do Malandro Operária)

"Geni E O Zepelim
Chico Buarque

Composição: Chico Buarque

De tudo que é nego torto
Do mangue e do cais do porto
Ela já foi namorada
O seu corpo é dos errantes
Dos cegos, dos retirantes
É de quem não tem mais nada
Dá-se assim desde menina
Na garagem, na cantina
Atrás do tanque, no mato
É a rainha dos detentos
Das loucas, dos lazarentos
Dos moleques do internato
E também vai amiúde
Com os velhinhos sem saúde
E as viúvas sem porvir
Ela é um poço de bondade
E é por isso que a cidade
Vive sempre a repetir

Joga pedra na Geni
Joga pedra na Geni
Ela é feita pra apanhar
Ela é boa de cuspir
Ela dá pra qualquer um
Maldita Geni

Um dia surgiu, brilhante
Entre as nuvens, flutuante
Um enorme zepelim
Pairou sobre os edifícios
Abriu dois mil orifícios
Com dois mil canhões assim
A cidade apavorada
Se quedou paralisada
Pronta pra virar geléia
Mas do zepelim gigante
Desceu o seu comandante
Dizendo - Mudei de idéia
- Quando vi nesta cidade
- Tanto horror e iniqüidade
- Resolvi tudo explodir
- Mas posso evitar o drama
- Se aquela formosa dama
- Esta noite me servir

Essa dama era Geni
Mas não pode ser Geni
Ela é feita pra apanhar
Ela é boa de cuspir
Ela dá pra qualquer um
Maldita Geni

Mas de fato, logo ela
Tão coitada e tão singela
Cativara o forasteiro
O guerreiro tão vistoso
Tão temido e poderoso
Era dela, prisioneiro
Acontece que a donzela
- e isso era segredo dela
Também tinha seus caprichos
E a deitar com homem tão nobre
Tão cheirando a brilho e a cobre
Preferia amar com os bichos
Ao ouvir tal heresia
A cidade em romaria
Foi beijar a sua mão
O prefeito de joelhos
O bispo de olhos vermelhos
E o banqueiro com um milhão

Vai com ele, vai Geni
Vai com ele, vai Geni
Você pode nos salvar
Você vai nos redimir
Você dá pra qualquer um
Bendita Geni

Foram tantos os pedidos
Tão sinceros, tão sentidos
Que ela dominou seu asco
Nessa noite lancinante
Entregou-se a tal amante
Como quem dá-se ao carrasco
Ele fez tanta sujeira
Lambuzou-se a noite inteira
Até ficar saciado
E nem bem amanhecia
Partiu numa nuvem fria
Com seu zepelim prateado
Num suspiro aliviado
Ela se virou de lado
E tentou até sorrir
Mas logo raiou o dia
E a cidade em cantoria
Não deixou ela dormir

Joga pedra na Geni
Joga bosta na Geni
Ela é feita pra apanhar
Ela é boa de cuspir
Ela dá pra qualquer um
Maldita Geni"

27/07/09

Cristina Branco - Grande Voz do Fado Contemporâneo!





Cristina Branco - "Água e Mel"

Cristina Branco - "Tive um coraçao perdi-o"

Cristina Branco - "Redondo Vocábulo"

Cristina Branco - "Porque me olhas assim"

Cristina Branco - "Fado das Sedes"

Cristina Branco - "Cantigas as Serranas"

Cristina Branco - "Se A Alma Te Reprova"


Blof & Branco - "Dansen aan de Zee"

Christina Branco & Conjunto Iberico - "Corpo Iluminado"

Cristina Branco - "Sete Pedaços de Vento" - (making of)

«Cristina Branco

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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Cristina Branco

Informação geral
Data de nascimento Dezembro de 1972
Origem Almeirim
País Portugal
Gêneros Fado
Página oficial www.cristinabranco.com/

Cristina Branco é uma cantora portuguesa nascida em Almeirim (Ribatejo) em Dezembro de 1972.

[editar] Percurso

Apenas aos 18 anos passou a ter por Amália uma profunda admiração quando o seu avô lhe ofereceu o disco "Rara e Inédita". Mas tudo começou quando, "por brincadeira", num jantar de amigos, cantou fado pela primeira vez embora não se considere fadista.

A cantora grava "Cristina Branco Live in Holland", em edição de autor, registado ao vivo em dois concertos realizados no dia 25 de Abril de 1996. Foram feitos mil exemplares "que se venderam imediatamente", logo seguidos por novas edições sucessivas, até se chegar aos 5000 discos vendidos. Foi com este cd que tudo começou.

Ao participar no "Programa da Manhã" da RTP é vista por José Melo que a convida para cantar em Amsterdão, em Abril de 1997, para o Círculo de Cultura Portuguesa na Holanda. E passa a ser o seu manager.

O disco "Murmúrios" foi editado pela editora holandesa Music & Words. O disco reúne 14 temas, desde fados tradicionais como "Abandono" (imortalizado por Amália, com texto de David Mourão-Ferreira) a versões de Sérgio Godinho ("As certezas do meu mais brilhante amor") ou José Afonso ("Pomba branca"). A maioria dos temas tem assinatura de Maria Duarte, autora dos textos, e música de Custódio Castelo. Em França recebeu, em 1999, o Prix Choc da revista "Le Monde de la Musique" pelo melhor CD de música tradicional.

Em Fevereiro de 2000 sai o álbum "Post-Scriptum" (título de um poema de Maria Teresa Horta). Conquistou o Prix Choc, deste vez para o melhor álbum do mês de Março, em França.

Na Holanda foi editado o disco "Cristina Branco Canta Slauerhoff", o segundo desse ano, com textos do poeta holandês J. J. Slauerhoff (1898-1936), com tradução de Mila Vidal Paletti e música de Custódio Castelo. O disco constitui como que uma prova de agradecimento de Cristina Branco ao país que lhe abriu as portas do sucesso embora nunca tenha vivido na Holanda.

Durante o ano de 2000, a cantora realizou cerca de 130 espectáculos por todo o mundo.

O disco "Corpo Iluminado", o primeiro com edição da Universal francesa, foi editado em 2001.

Em 2002 é reeditado "O Descobridor", novo título para o disco onde canta Slauerhoff, com três novos temas.

O sexto álbum de Cristina Branco, de título "Sensus" foi editado pela Universal, no dia 24 de Março de 2003. A música é assinada por Custódio Castelo. O álbum conta com letras de David Mourão-Ferreira, Vinícius de Moraes, Chico Buarque, Eugénio de Andrade, Camões e Shakespeare, entre outros.

"Ulisses" é o nome do disco seguinte, editado em 2005.

Em 2006 é editado um registo ao vivo.

A cantora começa o ano de 2007 com vários espectáculos de revisitação à obra de José Afonso. Lança o álbum "Abril".

Em 2009 é editado o disco "Kronos", o primeiro sem a colaboração de Custódio Castelo.

[editar] Discografia

* 1-Cristina Branco in Holland (CD, Ed. Autor, 1997)
* 2-Murmúrios (CD, Music & Words, 1998)
* 3-Post-Scriptum (CD, L'Empreintdigitale/Harmonia Mundi, 1999) - reeditado em 2000 com um novo tema
* 4-Cristina Branco canta Slauerhoff (CD, 2000)
* 5-Corpo Iluminado (CD, Universal, 2001)
* 6-O Descobridor (CD, Universal, 2002) - reedição de Slauerhoff
* 7-Sensus (CD, Universal, 2003)
* 8-Ulisses (CD, Universal, 2005)
* 9-Live (CD, Universal, 2006)
* 10-Abril (CD, Universal, 2007)
* 11-Kronos (CD, Universal, 2007)

[editar] Ligações externas

* Página Oficial
* Cristina Branco em Vozes Femininas Portuguesas» in Wikipédia.

"Fado Das Sedes

Cristina Branco

Composição: Maria Duarte/custódio Castelo
Fado das sedes MP3 - ASF
(Maria Duarte / Custódio Castelo)

Há muito que tenho sede
Sede que me faz gritar
A esmola da gota d'água
Que ninguém tem p'ra me dar

Há em mim sede de Agosto,
Da água que não correu,
Das flores que secam nos vales.
Sede que a sede me deu.

Tenho a sede das searas
E das crianças sem mãe.
Tenho sede (tanta sede !)
Da água que nunca vem.

Eu tenho as sedes das fontes
Que correm para ninguém.
Tenho sede de outras sedes.
Da sede que a sede tem."

Educação em Portugal - "Fenprof promete contestação no início do ano lectivo 2009/2010"

«Fenprof promete contestação no início do ano lectivo

A Fenprof disse hoje esperar um início de ano lectivo «conturbado», marcado por «muita contestação» e trabalho por uma «revisão séria» do Estatuto da Carreira Docente, enquanto o Ministério da Educação critica posição «lamentável» do sindicato.
A reunião de hoje entre a Federação Nacional dos Professores (Fenprof) e a tutela tinha como pano de fundo a negociação do Estatuto da Carreira Docente, mas as partes não se entenderam.
Para a Fenprof, depois do fim desta ronda negocial, adivinha-se uma época de campanha eleitoral com muita contestação por parte dos professores.
«Para nós foi uma não revisão do Estatuto [da Carreira Docente], em que nada daquilo que pretendíamos foi acatado pelo Ministério da Educação, tudo nos foi imposto. Não houve da parte do Ministério da Educação qualquer aproximação às nossas propostas», criticou a dirigente sindical Anabela Sotaia, em declarações aos jornalistas, no final da reunião com a tutela.
Nesse sentido, a Fenprof espera do início do próximo ano lectivo «uma revisão séria e profunda do Estatuto da Carreira com o novo Governo que sair das eleições de 27 de Setembro».
Rever o Estatuto da Carreira Docente «é a matéria prioritária», sublinhou Anabela Sotaia.» in http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=61&id_news=401220&page=0

Amarante: Município organiza mais um Festival de Teatro Cartaz do Festival de Teatro 2009!

«T'Amaranto: Município organiza mais um Festival de Teatro
Cartaz do Festival de Teatro 2009

Com lugar de destaque na agenda de eventos do Município de Amarante, tem início no próximo sábado, dia 25 de Julho, mais uma edição do T'Amaranto, Festival de Teatro de Amarante.
A programação deste ano, vocacionada para todos os tipos de públicos, conta, uma vez mais, com companhias reconhecidas do mundo teatral e que apresentam, em Amarante, sobretudo comédias. Os claustros do edifício dos Paços do Concelho voltam a ser o palco deste Festival, embora este ano se transporte, de novo, a magia do teatro para a rua, mais propriamente para o Largo de S. Gonçalo.
O T'Amaranto abre com Jangada Teatro, que vai apresentar "A.V.C. - Aragão Vai Cismar", uma tragicomédia que representa um conflito dentro de uma companhia de Teatro e os diferentes caminhos artísticos pretendidos pelos actores que dela fazem parte. No Domingo, o Largo de S. Gonçalo irá transformar-se totalmente para o lançamento da 1.ª pedra de um monumento candidato a Património da Humanidade e não irá faltar, é claro, a banda filarmónica. "Presos por uma corrente de Ar" é uma comédia de rua levada a cena pelo Teatro do Montemuro.
A ESTE, Estação Teatral, retratará em "A verdadeira história da Tomada do Carvalhal", uma história regional que serviu de inspiração para a Revolução dos Cravos, em Abril de 1974. Esta é uma peça composta por gesto, movimento, acção, música, de bombos e de pífaro, e pela interacção com o espectador.» in http://www.cm-amarante.p/index.php?info=YTozOntzOjQ6Im1lbnUiO3M6MzoiY2FtIjtzOjU6ImFjY2FvIjtzOjEyOiJub3RpY2lhc19sZXIiO3M6MjoiaWQiO3M6MzoiMzQwIjt9

26/07/09

Amarante Oliveira - Freguesia de Oliveira, Vila Meã, Amarante!















«Freguesia de Oliveira, Vila Meã, Amarante

A freguesia de S. Paio de Oliveira é uma das três freguesias de Vila Meã (as outras são Ataíde e Real), povoação do Concelho de Amarante que foi elevada a categoria de Vila, por deliberação da Assembleia da República, em 18 de dezembro de 1987.
Vila Meã foi, desde a Idade Média, sede do antigo concelho de Santa Cruz de Riba Tâmega, extinto em 24 de outubro de 1855.
A freguesia de Oliveira entegrou desde sempre esse concelho, sendo já citada nas Inquirições de 1220 e 1258. É citada igualmente no foral que D. manuel II concedeu a Santa Cruz de Riba Tâmega, em 1513.
Embora o patrono da freguesia seja S. Paio, a religiosidade dos seus habitantes manifestou-se ao longo dos tempos, de forma mais vincada, no culto de Nossa Senhora da Guia, a quem foi dedicada uma capela no lugar da Torre. A capela encontra-se actualmente em estado de ruína, mas o culto mantém-se, agora na Igreja Matriz, onde continua exposta a imagem.
Freguesia eminentemente rural, a sua paisagem, tal como a do resto da vila, marcada fortemente pelo o rio Odres. Embora pequeno, este afluente do rio Tâmega, é o maior responsável pela enorme fertilidade de um extenso vale que se prolonga desde Santa Cristina de Figueiró, onde nasce, até Canaveses, onde tem a sua foz.
A Freguesia de S. Paio de Oliveira dista 16 quilómetros da cidade de Amarante, estando situada no extremo sudoeste do concelho. Faz fronteira com Lousada e Penafiel.
Conjuntamente com Real e Ataíde forma o núcleo de Vila Meã, elevada a Vila em Dezembro de 1987.
Marcadamente rural, a freguesia tem, de acordo com o último censo, uma população de 949 pessoas, o que significa o aumento, em 10 anos, de 219 habitantes.» in http://www.amarante.pt/freguesias/oliveira/

«S. Paio


S. Paio foi um jovem mártir de 12 ou 13 anos que terá dado a vida em defesa da sua fé, a qual não negou, nem mesmo em troca de ofertas de riqueza e liberdade. Reza a lenda que o jovem se encontrava preso como refém dum Rei Mouro e era a garantia do regresso do tio, o qual tinha sido condicionalmente libertado para encontrar a forma de pagar o resgate de ambos.
Paio, menino prodígio, com grandes qualidades e virtudes, inflexível na sua adoração a Deus, foi cruelmente torturado pelo Rei Mouro, feito em pedaços e posteriormente lançado ao Rio Guadalquivir.» in http://www2.dlc.ua.pt/etnografia/sao_paio_da_torreira.htm

Raízes de Amarante: Inês Varejão, bisneta do Comendador Abreu da Tabopan brilha em Évora com o Boa Boca Gourmet!


«Inês Varejão
por Jorge Fiel

Bisneta do comendador Abreu da Tabopan, tem uma costela de Amarante, fez-se engenheira agrária em Beja e especializou-se em vinhos em Bordéus. Mas foi no Porto que conheceu e se apaixonou por , um 'designer' que, tal como ela, estava desencantado com a vida que levava.

Com 7500 euros no bolso e um projecto na cabeça, foram para Évora, onde abriram o Boa Boca Gourmet. Cinco anos passados, desenvolvem uma gama de produtos artesanais portugueses, com a marca 'FeitoàMão', elogiados na 'Wall Paper' e que acumulam prémios internacionais .

A sorte deles foi terem o azar de só arranjarem empregos foleiros e patrões intratáveis, que lhes ficavam a dever dinheiro. Esta é a história de como uma engenheira agrária de 1,51 m de altura, nascida em Beja, e um designer de 1,92 m, nascido em Évora, se apaixonaram no Porto e criaram a linha de produtos gourmet com a marca FeitoàMão, aplaudida nas páginas da Wall Paper e que acumula prémios - ao Red Hot Design Award, na categoria de chocolates, acabam de juntar o One Show Design, na gama de biscoitos, em Nova Iorque.
Bisneta do comendador Abreu, timoneiro do império Tabopan, que naufragou nas marés vivas do 25 de Abril, Inês tem uma costela de Amarante, mas cresceu em Ferreira do Alentejo e fez em Beja o curso de Engenharia Agrária.

Como se imaginava a fazer vinhos, foi para Bordéus tirar uma pós-graduação, a que se seguiu um estágio no Chateau Mayne Lalande, que recorda com saudades. Ainda pensou ficar, mas acabou por regressar e fixar-se no Porto, onde tinha a família.

A sua visão romântica do vinho estilhaçou em mil pedaços devido a más experiências de trabalho em garrafeiras e numa empresa de vinho do Douro.
A vida dela levou uma volta de 180 graus após se ter apaixonado, em Serralves, por António Policarpo, que aos cinco anos trocara Évora por Famalicão, e não tinha sido feliz nas agências de publicidade onde trabalhou depois de completar o curso de Design.
Desiludidos com os empregos e apaixonados, Inês e António não se limitaram a carpir as mágoas no ombro um do outro. Rapidamente desenharam planos globais para o futuro. "Queria voar", resume ela.

Estávamos em 2004, o ano do Euro, quando decidiram seguir o sol e rumar a sul, para abrir uma loja gourmet. Um espaço na Rua dos Mercadores (que desagua no Giraldo, como todas as ruas que valem a pena em Évora) levou-os a deixar cair a ideia do Algarve. Fizeram as contas, e esperaram que a ausência de concorrência compensasse o menor fluxo de turistas.

Não fosse o pequeno problema de terem apenas 7500 euros e de o projecto exigir um investimento na ordem dos 60 mil euros, e talvez o parto do Boa Boca Gourmet (o primeiro filho do casal) não tivesse sido tão complicado.

Apesar da cesariana, o Boa Boca sobreviveu e o seu trajecto foi corrigido. Aos poucos, a loja de Évora passou a funcionar como montra de um projecto empresarial com centro de gravidade na produção, em parceria com artesãos escolhidos a dedo, de artigos gourmet tipicamente portugueses e diferentes - a ideia não era fazer compotas.

Primeiro, foi o chocolate, em cinco versões (a de passas e aguardente é deliciosa!), fabricado em Beja a partir de cacau importado de S. Tomé. Depois vieram as quatro latas de biscoitos, o café, a meia dúzia de licores e os frutos secos, uma gama de produtos que pode apreciar com detalhe em www.boaboca-gourmet.com.

Ainda este ano chegarão às prateleiras das mais de cem lojas, que no País e estrangeiro, vendem os produtos FeitoàMão, algumas novidades, como as bolachas de manteiga e uma linha de chás (tisanas biológicas).

"Estamos a recuperar os sabores antigos e a vendê-los em embalagens sofisticadas. Fazemos objectos de arte que se comem", sintetiza Inês, que recusou uma proposta da Sonae para fornecer os espaços gourmet da cadeia Continente. "Somos um produto de nicho, de luxo", explica.

O caminho tem sido sinuoso, mas o horizonte é radioso. Por mais de uma vez, a Wall Paper se referiu em termos muito elogiosos aos produtos FeitoàMão. Este ano, a CCP e a Escola de Comércio de Lisboa atribuíram-lhes o Prémio Mercúrio, na categoria Novos Conceitos.

A satisfação dos consumidores exprime-se em números. Em quatro anos, o volume de negócios triplicou. "2009 é o nosso ano, Sempre acreditei muito no nosso projecto", jura Inês, que espera duplicar a facturação de 300 mil euros feita em 2008. 2009 ainda não vai ser o ano em que ela vai concretizar o sonho de fazer o seu vinho. Mas é provavelmente o ano em que o Novo Mundo vai escancarar as suas portas aos produtos Feitosà Mão.» in http://dn.sapo.pt/bolsa/Interior.aspx?content_id=1317572

Mais informações sobre este magnífico projecto, no seguinte link:



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