06/02/11

Desporto Andebol: F.C. do Porto Vitalis 35 vs Sporting Clube de Portugal 24 - Dragões entram a vencer na Supertaça!

«FC Porto Vitalis na Final 4 da Taça de Portugal
 
O FC Porto Vitalis apurou-se para a Final 4 da Taça de Portugal, ao vencer o SC Horta, por 35-27, em desafio realizado esta noite, no Pavilhão Dragão Caixa.

O quarto de hora inicial do encontro foi bastante disputado, até que, entre os 18 e 24 minutos, os azuis e brancos fizeram um parcial de 6-0 (14-9), tendo chegado ao intervalo a ganhar por 15-12.

No segundo tempo, a equipa de Ljubomir Obradovic entrou determinada a sentenciar a partida, logrando um parcial de 4-0, entre os 3 e 5 minutos, dilatando o resultado para 20-14, gerindo depois o rumo do marcador até ao final.

Os golos dos Dragões foram apontados por Ricardo Moreira, 8; Dario Andrade, 7; Nuno Grilo, 6; Wilson Davyes, 5; Gilberto Duarte, 2; Augusto Pedro, 2; Filipe Mota, 2; Inácio Carmo, 2; e Pedro Spínola, 1.

A final 4 disputa-se em Tavira, a 28 e 29 de Maio, estando já confirmadas as presenças de FC Porto Vitalis, Madeira SAD e Benfica (a restante vaga será disputada este domingo, por Belenenses e Sporting).» in http://www.fcporto.pt/OutrasModalidades/Andebol/Noticias/noticiaandebol_andfcpschorta_050211_58901.asp

Desporto Basquetebol: F.C. do Porto Ferpinta 93 vs Barreirense 72 - Dragões continuam em grande forma, com Greg Stempin em grande forma!

«Stempin de volta e em grande
 
Greg Stempin está de volta e em grande. Depois de três semanas sem competir, devido a lesão, o norte-americano regressou frente ao Barreirense, no Dragão Caixa, e distinguiu-se como o MVP da partida da 14.ª jornada da Liga, que os portistas venceram por 21 pontos de diferença (93-72), mesmo sem poder contar com Carlos Andrade e João Santos.

Após o traumatismo craniano sofrido nos minutos finais da última ronda da Taça Hugo dos Santos, que o impediu de defrontar Guimarães e Lusitânia, Stempin precisou de pouco mais de 22 minutos para somar 18 pontos, 8 ressaltos e 3 assistências, e distinguir-se como o homem do jogo, revelando-se especialmente decisivo na fase em que os Dragões «dispararam» no resultado.

Julian Terrell (17 pontos, 6 ressaltos e 4 assistências) esteve igualmente em bom plano, enquanto João Soares, que jogou menos de 17 minutos, correspondia às exigências de uma equipa privada de Carlos Andrade e João Santos (ambos lesionados), anotando 13 pontos, 9 deles na conversão de lançamentos triplos (3 em 4).

O encontro com o Barreirense, que teve o FC Porto Ferpinta na frente do marcador desde os minutos iniciais, colocava uma dupla dificuldade: foi o primeiro, em 14 jornadas, sem Carlos Andrade no cinco inicial e aquele que se seguiu a dois jogos consecutivos em que João Santos emergiu como o melhor dos Dragões, permitindo-lhe, inclusive, ascender à segunda posição no ranking dos melhores lançadores de três pontos da Liga, o que, só por si, esclarece sobre o peso das duas ausências.

Numa primeira análise, Moncho López terá solucionado o problema recorrendo a uma rotatividade profunda do plantel, com os suplentes a responderem com a obtenção de 38 pontos (contra os 19 conseguidos pelo banco adversário), mas a chave do desenlace também pode ter sido fornecida pelos 23 pontos assinados em parceria pelos extremos João Soares e Nuno Marçal, até porque Stempin, o melhor marcador dos azuis e brancos, não faz parte das contas do cinco inicial.

No final da partida, o treinador do FC Porto Ferpinta reconheceu as dificuldades colocadas pelo adversário, que chegou a superiorizar-se aos Dragões no segundo período (13-20), e, em particular, pela adaptação súbita «a uma equipa mais baixa», imposta pela indisponibilidade de Carlos Andrade e João Santos. «Na segunda parte, fomos obrigados a corrigir vários aspectos, com o objectivo de contornar as dificuldades encontradas nos momentos defensivos», assumiu Moncho López, que, depois de ter proporcionado a estreia de Miguel Cardoso na Liga, se mostraria «muito satisfeito com o desempenhos dos mais novos», referindo-se a Pedro Catarino, João Soares e Diogo Correia.

Os azuis e brancos mantêm a primeira posição da Liga, com um registo de 13 vitórias e 1 derrota.

FICHA DE JOGO

III Campeonato da Liga, 14.ª jornada
5 de Fevereiro de 2011
Dragão Caixa, no Porto
Assistência: 933 espectadores

Árbitros: Nuno Monteiro, Pedro Maia e Paulo Sousa

FC PORTO (93): Diogo Correira (5), Sean Ogirri (11), Nuno Marçal (10), Miguel Miranda (12) e Julian Terrell (17); José Costa (3), João Soares (13), Pedro Catarino (3), Greg Stempin (18), David Gomes (1), Miguel Cardoso (0)
Treinador: Moncho López

BARREIRENSE (72): Pedro Pinto (5), Miguel Queiroz (2), Tiago Raimundo (6), Tyrone Curnell (19) e Garrison Johnson (21); José Silva (4), Henrique Sico (0), João Guerreiro (13), Mário Neves (2), Pedro Pereira (0), Eugénio Silva (0)
Treinador: Arturo Alvarez

Ao intervalo: 39-37
Por períodos: 26-17, 13-20, 28-17 e 26-18» in http://www.fcporto.pt/OutrasModalidades/Basquetebol/Noticias/noticiabasquetebol_bascrofcpbarreirense_050211_58897.asp

05/02/11

Amarante - Paróquia de São Gonçalo e de São veríssimo comemoraram hoje a Nossa Senhora da Piedade, com a Festa da Avé Maria!

Sem título «Nossa Senhora das Dores
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Nossa Senhora das Dores, escultura de Aleijadinho
Nossa Senhora das Dores (também chamada Nossa Senhora da Piedade, Nossa Senhora da Soledade, Nossa Senhora das Angústias, Nossa Senhora das Lágrimas, Nossa Senhora das Sete Dores, Nossa Senhora do Calvário ou ainda Nossa Senhora do Pranto, e invocada em latim como Beata Maria Virgo Perdolens, ou Mater Dolorosa) é um dos plúrices títulos pelos quais a Igreja Católica venera a Virgem Maria, sendo sob essa designação particularmente cultuada em Portugal.

Índice

[esconder]

[editar] Dores

O culto à Mater Dolorosa iniciou-se em 1221, no Mosteiro de Schönau, na Germânia. Em 1239, a sua veneração no dia 15 de Setembro teve início em Florença, na Itália, pela Ordem dos Servos de Maria (Ordem Servita). Deve o seu nome às Sete Dores da Virgem Maria:
  • As profecias de Simeão sobre Jesus (Lucas, 2, 34-35)
  • A fuga da Sagrada Família para o Egito (Mateus, 2, 13-21);
  • O desaparecimento do Menino Jesus durante três dias (Lucas, 2, 41-51);
  • O encontro de Maria e Jesus a caminho do Calvário (Lucas, 23, 27-31);
  • Maria observando o sofrimento e morte de Jesus na Cruz (João, 19, 25-27);
  • Maria recebe o corpo do filho tirado da Cruz (Mateus, 27, 55-61);
  • Maria observa o corpo do filho a ser depositado no Santo Sepulcro (Lucas, 23, 55-56).

[editar] Culto


Nossa Senhora das Dores - Pirenópolis - Goiás - Brasil
Em Pirenópolis e Magé é venerada na Semana Santa, com o Setenário, e procissão.
Em Mantenópolis é venerada no dia 15 de setembro, a festa começa no mês de agosto com a peregrinação com a imagem de Nossa Senhora das Dores pelas comunidades da Paróquia, iniciado pela comunidade São Geraldo e indo até o município de Alto Rio Novo, que também faz parte da paróquia. Cada comunidade leva até a comunidade vizinha até o dia 15 de setembro, quando a imagem desce em Carreata desde o município de Alto Rio Novo até Mantenópolis, onde há uma Missa que é presidida pelo bispo de São Mateus finalizando a novena. Logo após à missa, há uma apresentação artística de cantores contratados pela paróquia.
Em Boa Esperança, (MG) é venerada na Semana Santa com o Setenário das Dores, e na semana do dia 15 de Setembro. Celebram-se missas durante sete dias, até o dia de sua festa, quando, além de procissão por toda a cidade, celebram-se duas missas: uma de manhã, antes da procissão, e outra à noite.
É venerada no dia 15 de Setembro, como padroeira da Eslováquia, do estado norte-americano do Mississípi, dos municípios brasileiros de Barbacena em Minas Gerais, de Magé no Rio de Janeiro, Juazeiro do Norte no Ceará, Juquitiba em São Paulo, Januária e Cajazeiras, na Paraíba,Caruaru em Pernambuco, Porto Alegre no Rio Grande do Sul, Espírito Santo no Rio Grande do Norte, Mantenópolis e Limeira e das comunas italianas de Accumoli, Mola di Bari, Paroldo e Villanova Mondovì.
É também alvo de particular culto em Malta e na Espanha (sendo orago dos seguintes municípios: Alanís, Albuñuelas, Alhama de Granada, Arévalo, Ayamonte, Blanca, Cobisa, Cuenca, Granada, Guadix, Güevéjar, Lodosa, Luzaga, Medina del Campo, Uclés, Vera, Villarramiel e Villatuelda).

[editar] Orago

Em Portugal, é o orago de diversas freguesias, sob as seguintes invocações:
Nossa Senhora
das Dores

Nossa Senhora
das Angústias

Nossa Senhora
da Piedade

Nossa Senhora
da Soledade

Nossa Senhora
do Pranto

[editar] Iconografia


Virgem das Angustias, em Ayamonte, Espanha
Nossa Senhora das Dores surge representada sendo ferida por sete espadas no seu coração imaculado (algumas vezes uma só espada), dado ter sido trespassada por uma «espada de dor», quando da Paixão e Morte de seu Filho, unindo-se ao seu sacrifício enquanto redentor e sendo por isso chamada pelos teólogos de Corredentora do Género Humano. É também seu símbolo o Rosário das Lágrimas (ou Terço das Lágrimas), com 49 contas brancas divididas em sete partes de sete contas cada. Aparece também frequentemente representada com uma expressão dolorida diante da Cruz, contemplando o filho morto (donde nasceu o hino medieval Stabat Mater), ou então segurando Jesus morto nos braços, após o seu descimento da Cruz (dando assim origem à temática das Pietà).

[editar] Ver também



“ O Bode Ranhoso do Marão® „: Ilegalidades, Legais...

“ O Bode Ranhoso do Marão® „: Ilegalidades, Legais: "Se o Pinócrates tivesse vergonha na cara, dois dedos de testa e não tivesse nada a esconder, há muito que ele próprio, ainda que a título pe..."
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O Bode não se deixa distrair por manobras de branqueamento, em torno da última campanha presidencial...

Desporto Hóquei Patins: F.C. do Porto Império Bonança 14 vs S.C. Tomar 3 - Dragões Goleiam nabalistas e esperam que os primeiros escorreguem!

«Dragões goleiam Tomar (14-3)
 
Na antevisão da recepção ao Tomar, Henrique Magalhães tinha avisado que os Dragões queriam resolver cedo a partida. Dito e feito. Com uma entrada fulminante, o FC Porto Império Bonança já vencia por 6-0 aos 10 minutos. Reinaldo Ventura e Pedro Gil apontaram, cada um, quatro golos.

Os azuis e brancos entraram na partida com um ritmo muito elevado, que de resto mantiveram ao longo dos 50 minutos. Os três primeiros golos surgiram de rompante e, a partir daí, percebeu-se que o vencedor estava encontrado. Refira-se que Edo Bosch efectuou a primeira defesa aos 16 minutos. Franklim Pais iniciou a rotatividade dos hoquistas em pista a meio do primeiro tempo. Filipe Magalhães, por exemplo, tomou conta da baliza na segunda parte.

Ao intervalo, os Dragões venciam por 8-1, pelo que geriram o marcador ao longo do segundo tempo, nunca deixando de estar «por cima» na partida. No capítulo das assistências, destacaram-se Pedro Gil e Pedro Moreira, cada um deles com dois passes decisivos para golo.

No final, o técnico Franklim Pais analisou o encontro: «O nosso objectivo era entrar de forma forte na partida. Conseguimos manter a intensidade ao longo dos 50 minutos, devido ao grande valor que tem o nosso plantel. O resultado foi surgindo naturalmente, num jogo em que o Tomar valorizou a nossa vitória».

FICHA DE JOGO

FC Porto Império Bonança-SC Tomar, 14-3
Campeonato nacional, 17.ª jornada
5 de Fevereiro de 2011
Pavilhão Dragão Caixa, no Porto
Assistência: 716 espectadores.

Árbitros: Paulo Santos (Porto), Paulo Rainha (Minho) e Cristina Costa (Porto)

FC PORTO: Edo Bosch (g.r.), Filipe Santos «cap.», Reinaldo Ventura, Pedro Gil e Pedro Moreira
Jogaram ainda: Filipe Magalhães (g.r.), Gonçalo Suíssas, Henrique Magalhães, André Azevedo e Emanuel Garcia
Treinador: Franklim Pais

SC TOMAR: Márcio Ornelas (g.r.), Gonçalo Santos «cap.», Tiago Barros, Nuno Domingues e Gonçalo Marques
Jogaram ainda: Fábio Guerra (g.r.), David Gonçalves, João Lomba, Rui Alves e Ivo Silva
Treinador: Nuno Lopes

Ao intervalo: 8-1
Marcadores: Pedro Moreira (2m e 38m), Pedro Gil (6m, 6m, 28m e 32m), Filipe Santos (8m) Reinaldo Ventura (9m, 9m, 12m, g.p., e 22m, g.p.), Rui Alves (24m), André Azevedo (41m e 44m), Gonçalo Suíssas (48m) e Gonçalo Favinha (49m e 49m)
Disciplina: cartão azul para Emanuel Garcia (23m)» in http://www.fcporto.pt/OutrasModalidades/HoqueiPatins/Noticias/noticiahoquei_hoqfcpsptomar_050211_58889.asp

Política Agrícola: Começam os cidadãos a produzir, aquilo que o estado está impedido pelo Comunidade Europeia: bens essenciais de consumo!

«O "Cantinho da Rosa"
05 de Fevereiro de 2011, 01:37

Com a crise económica a encurtar o rendimento disponível das famílias, as hortas comunitárias são uma forma de poupar dinheiro ao final do mês. O projecto de integração social, “O meu cantinho de terra”, começou em Setembro de 2010 e hoje já tem 19 agregados familiares a cultivar nos terrenos da Misericórdia da Trofa. O que a terra dá é para as famílias.
Rosa Pereira "nem sabia pegar numa sachola". A ela e à filha, ambas desempregadas, foi-lhes proposto pela Santa Casa de Misericórdia da Trofa, cultivar legumes numa pequena horta de modo a sentirem-se mais úteis e ocupadas. Aceitaram de imediato e hoje não se arrependem.
Começaram com um pequeno talhão de 25 metros quadrados e hoje mantêm quatro talhões de terreno onde cultivam "quase tudo”, dizem as duas.
Alface, couve, nabiças, repolho, o suficiente para levar para casa e às vezes até vender o que sobra a vizinhos e conhecidos. São uma das 19 famílias que mantêm, umas com mais frequência do que outras, uma horta num terreno cedido pela Misericórdia da Trofa.
"Temos algum espaço ainda e se vierem a surgir novos pedidos, nós teremos capacidade, com outros terrenos anexos, de alargar o espaço bem como já há alguma abertura da própria Junta de Freguesia local para virmos a ocupar também alguns terrenos deles", afirma Zélia Reis, coordenadora do projecto "O meu cantinho de terra".
Uma equipa técnica tem acompanhado as famílias desde o primeiro momento. "Depois de aferido o rendimento per capita de uma determinada família que queira ter uma horta, se se enquadrar em famílias economicamente desfavorecidas nós temos uma empresa que é nossa parceira formal no projecto que oferece tudo quanto são plantas", explica Zélia Reis.
A gestão da horta fica a cabo das próprias famílias. São elas que cultivam os legumes, as ervas aromáticas, os frutos que pretenderem e levam-nos para casa ao final do mês. Em muitos casos, muitas delas chegam a vender o que sobra a vizinhos e conhecidos. Ao mesmo tempo poupam dinheiro que gastariam no supermercado com estes bens alimentares e podem ainda usar a horta como fonte de rendimento.
"Componente imaterial fortíssima"
Além das mais-valias económicas para as famílias a coordenadora do projecto da Santa Casa da Misericórdia da Trofa destaca uma "componente imaterial fortíssima". "Esta horta comunitária combate um estigma social a que as famílias beneficiárias do Rendimento Social de Inserção (RSI) estão sujeitas", acrescenta.
"Este projecto é um espaço de aprendizagem. Muitas famílias mudaram muito o comportamento em relação às famílias beneficiárias do RSI. Havia muito preconceito, ainda se pensa que estas pessoas são todas preguiçosas. Temos muita gente a reconhecer que afinal estas pessoas têm valor", acrescenta Luísa Reis, técnica de apoio d’ "o meu cantinho de terra”.
A componente social da horta comunitária chamou mesmo a atenção dos académicos. O projecto está a ser objecto de um estudo da Universidade Católica Portuguesa, na área da pedagogia social. 
"O meu cantinho de terra", começou, inicialmente, por ser direccionado às famílias beneficiárias do RSI, mas, foi-se alargando a outros agregados familiares que também mostraram interesse em adquirir talhões de terreno para cultivo próprio. "Pais, filhos, famílias moldavas, famílias de etnia cigana, famílias que não têm qualquer tipo de dificuldades", exemplifica Zélia Reis que destaca o bem-estar que a horta tem proporcionado às famílias.
"O convívio, o mexer na terra que dão outro alento, sobretudo a pessoas que não têm trabalho e que passam de repente a sentir-se úteis. As pessoas verbalizam mesmo felicidade", concretiza.
É o caso de Rosa Pereira. Desde que começou a trabalhar na horta revelou ao SAPO que se sente "muito feliz" e pensa inclusivé rentabilizar os legumes numa banca no mercado da Trofa. "Consta que nos vão dar uma bancada. Eu tenho fé que isto vá para a frente", conta.
Para já vai mantendo o negócio com vizinhas e conhecidas que lhe vão comprando alguns legumes. "Bem dizem que vou dar uma agricultora", confidencia. No fim de mais uma longa tarde de trabalho solarenga esta agricultora está "cansada mas feliz". Palavras da própria. É este o sentimento que se vive em todos os "cantinhos" desta horta comunitária.» @Catarina Osório


A Dona Rosa sabe bem que o que comemos provem da Terra... e não dos Hipers!
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A Horta comunitária ou particular em que muitos Portugueses voltaram a apostar, contraria a Política Agrícola errada, que a União Europeia nos obrigou a promover, que se resume: Portugal e os Países igualmente periféricos deixam de produzir, para comprar aos lobos Europeus... o problema é que o caldo revolucionário que se está a criar no Egito e noutros Países produtos, vai provocar uma crise mundial, no que se refere aos alimentos essenciais.
O Mundo por estes dias está um local perigoso: falta petróleo, começa a faltar água potável, começa a faltar ar respirável, começa a faltar sanidade mental aos grandes decisores mundiais.
Não acredito muito em Teorias do Apocalipse externas à nossa vontade, mas de facto, os homens começam a pagar o preço do mal que têm produzido ao Maravilhoso Planeta Azul: a Terra!

04/02/11

Conjunto Oliveira Muge - As Músicas que embalavam e matavam as saudades dos ex-combatentes Portugueses!



"Conjunto Oliveira Muge - Mãe"

Conjunto de Oliveira Muge - "Maggie"

Conjunto Oliveira Muge

«Uma noite de nostalgia com o Conjunto Oliveira Muge no café Progresso

OMuge“A Mãe”, o maior sucesso do Conjunto Oliveira Muge, gravado na década de 60 do século XX, foi redescoberto e incluido na banda sonora do filme português “O Meu Querido Mês de Agosto”, do realizador Miguel Gomes. O filme foi exibido, este ano, em Cannes, tendo sido incluído na Quinzena dos Realizadores. A imprensa francesa especializada chegou mesmo a questionar de quem era aquela música. A explicação é simples; “Toca as pessoas, é muito bonita”, reconhece, orgulhoso, José Muge, fundador do grupo.
Cinquenta anos volvidos, o conjunto Oliveira Muge voltou a tocar “A Mãe” e outros dos seus velhos êxitos, na noite em que manifestou a sua gratidão à casa que o viu nascer para o mundo do espectáculo, apresentando-se ao vivo no café Progresso.
Na noite de 1 de Dezembro, que pode muito bem considerar-se histórica, participaram José Muge e António Policarpo, elementos ainda vivos do grupo, com o apoio de Áureo Neves e Rui Resende, e ainda com o apoio de um grupo de jovens vozes de Tarei e Arada (Fábio Silva, Óscar Leite, Helder Ricardo, Katia Moreira, Tiago Moreira e Helder Moreira).
“Foram momentos muito felizes os que vivemos ao serviço da música, conjuntamente com os nossos amigos, fãs e admiradores daquela época e estamos certos que aqueles momentos vividos ficaram bem gravados no coração de todos nós”, justifica José Muge.
O Conjunto Oliveira Muge era inicialmente constituído por José Muge (piano), Joaquim Silva (baixo e vocalista), Alberto Capitão (acordeão), António Biscaia (bateria) e António Policarpo (viola e vocalista). As suas primeiras actuações remontam aos longínquos anos de 1959/60, onde actuaram ao vivo em Ovar, no Café Progresso, Orfeão de Ovar, várias localidades do distrito de Aveiro, e nos estúdios da RTP/Porto, em dois programas em directo e no Rádio Club Português (RCP/Norte).
José Muge resolve ir até África, “porque o meu irmão (António Oliveira Muge, já falecido) estava lá sempre a chamar-me e o Policarpo tinha o pai fora e também tinha espírito aventureiro”. E partiram para Vila Pery, em Moçambique.
com“Partimos no paquete Infante D. Henrique, no dia 13 de Agosto de 1962, ao meio-dia. Andávamos a navegar e, ao fim de uma semana, ouvimos dizer que se alguém tocasse piano para se manifestar e nós fomos falar ao comissário de bordo. Mandaram-nos aparecer para verem o que tocávamos. Foi um êxito tão grande que, de repente, estávamos a cantar pelo barco todo”, recorda José Muge.
A fama correu célere. Quando chegaram a Lourenço Marques, elementos do Rádio Clube de Moçambique esperavam-nos para os convidar a fazer um programa ao vivo no auditório dos seus estúdios, programa esse que teve grande sucesso.
Nessas terras de magia e feitiço, António Muge e mais tarde o seu irmão José Oliveira Muge, conjuntamente com António Policarpo Oliveira Costa e o Victor, um militar pertencente ao batalhão ali existente, formaram o grupo.
José Muge lembra-se que “em Outubro de 63 fizemos a primeira visita à Rodésia, actual Zimbabué, para actuar na TV local”. Os êxitos iam-se repetindo, agora já fora das nossas fronteiras, especialmente em Salisbury, na Rodésia, onde todas as sextas-feiras iam aos estúdios da televisão local fazer o “Seven Three Oh Show”, em horário nobre.
“Tivemos logo convites de mais hotéis, como o Parklane de cinco estrelas, para fazer actuações. O sucesso pareciam imparável. Eles diziam-se fartos do inglês e adoravam o facto de cantarmos em português e italiano”.
O destino podia ter sido outro
comComeçam a “chover” convites. Um deles foi um contrato para actuar durante um mês em Nairobi, no Quénia, num dos melhores hotéis da capital, o “New Stanley Hotel”. Ali também fizeram um programa de TV nos estúdios locais.
José Muge sorri quando se lembra desses tempos. “Tocávamos num nightclub onde apareciam muitos artistas consagrados, como os Shadows ou o Pierre Martinez”. Certo dia, uma rapariga abeira-se dele e pergunta-lhe se conhecia a série “Uma Leoa chamada Elsa”. Ele disse que sim, que via muitas vezes. “Pois bem, eu sou Virginia Mckenna, a protagonista”. Foi um desfile constante de estrelas que lhes podia ter mudado o destino.
Num outro dia, “aparece-nos uma senhora toda vestida de negro, filha de mãe portuguesa e pai grego, a pedir o Lisboa Antiga. Cantámos, ela agradeceu e apresentou-se como sendo casada com o embaixador norte-americano de Nairobi”. Isto para dizer, segundo José Muge, que “éramos talvez um pouco provincianos e só não tirámos partido desses contactos porque éramos muito ligados à nossa terra, família e amigos”. Mas tudo isso os enchia de orgulho “porque era o reconhecimento do nosso trabalho”.
Numa outra ocasião, “um indivíduo perguntou-nos se queriamos ir para Los Angeles cantar”. Hoje, José Muge reconhece que podia ter sido o grande salto. “Mais uma vez recusamos”. Aliás, o grupo vareiro podia ter-se estabelecido na capital Lourenço Marques ou na África do Sul, mas preferiu sempre ficar em Vila Perry.
Sobre o seu maior sucesso de sempre, José Muge conta que o conjunto tocava em Moçambique aquilo que tocava em Portugal, “mas entretanto começou-se a valorizar os originais e quando gravámos um disco, o Policarpo apareceu, timidamente, com uma canção que escrevera à mãe. Segundo ele, aquilo não servia para nada”. José Muge disse-lhe: “Traz cá para a gente ouvir. Claro que todos gostámos e gravámo-la logo”.
comO disco tinha mais temas, mas “A Mãe” foi o que realmente tocou toda a gente. “Posso dizer que tive a noção de que ia ser um grande sucesso, sabendo o tempo que vivíamos e o quanto o povo português é sentimental e saudosista”. “A Mãe” teve um impacto enorme e vendeu muitos e muitos discos e levou o grupo ao primeiro lugar do top de vendas em Moçambique, onde se manteve durante várias semanas. Foi das canções mais solicitadas pelos militares em Moçambique, no período da Guerra Colonial.
O conjunto manteve-se activo até cerca de 1974, reaparecendo em 1976, actuando durante vários anos no Restaurante Progresso na praia do Furadouro, em Ovar.
Este ano, para assinalar os 50 anos da sua formação, o grupo voltou a tocar. “Como estamos todos na reforma e os mais velhos querem sempre dizer presente, lembramo-nos de mostrar aos mais novos e àqueles que gostam deste tipo de música, as canções dos anos 60, que foi maravilhosa, e hoje ainda nos dá prazer tocar”, justifica José Muge.
Actualmente, ele e Policarpo Costa vivem em Ovar, onde o bichinho da música ainda os atormenta. Por seu lado, José Muge nunca se desligou da música e já está a trabalhar nas músicas que enchem a cidade vareira por alturas dos Reis. Em Janeiro, vamos vê-lo a cantar louvores ao Menino Jesus pelas ruas de Ovar.

com
Bodas de Ouro do Conjunto Oliveira Muge
1958: O Conjunto Oliveira Muge forma-se em Ovar
1959: Primeiras actuações ao vivo no Café Progresso e Orfeão de Ovar
1962: José Muge e Policarpo Costa partem para Moçambique
1963: Na Rodésia (actual Zimbabué) são estrelas do “Seven Three Oh Show”, da TV local
1964: Recebem prémio de “O Melhor Conjunto de Gente Nova”, concedido pela imprensa moçambicana
1966: Gravam “A Mãe” para a EMI/Parlophone da África do Sul
1968: Regresso temporário a Ovar, onde actua em bailes de carnaval
1974: Desmembrado, o grupo quase desaparece
1976: Reaparece no Restaurante Progresso na praia do Furadouro
2008: Regresso para assinalar os 50 anos da sua formação» in http://www.ovarnews.com/2/index.php?option=com_content&task=view&id=1330&Itemid=41


"Mãe (Português/English)

Mãe, tu estás tão longe de mim / Mommy, you're so far from me
Mãe, sinto que estás a chorar / Mommy, I feel you're crying
Não chores a minha ausência / Don't cry my absence
Eu hei-de voltar / I'll return

Não chores e pensa agora / Don't cry and realize
Que o tempo passa depressa / Time passes fast
Pede a Deus que te tire esse tormento / Ask God to stop your torment
Que te abrande o sofrimento / To stop your suffering
Desse teu formoso rosto. / Of that beautiful face.

Mamãe, não chores / Mommy, don't cry
Eu volto / I'll return
Mãe. / Mother
"

»Que nos sugere este texto? Tirem as vossas conclusões. Para acabar de vos condicionar o pensamento, e, para que aqui fique escrito, esta canção era, disse-me a minha mãe (nem por acaso) muito pedida pelos soldados que estavam no Ultramar, para passar nos "Discos Pedidos". Pronto, já disse...
What does this lyric tell us? Take your own conclusions. And to end, I'll just tell you that this song was very requested by soldiers on the "Ultramar" (transalted this means "Beyond the sea", that is, Africa's old Portuguese colonies), to pass on the radio. Ooops, I said it...

Mas calma, as outras canções têm outro teor. São adaptações de êxitos internacionais, como frequentemente se fazia na época. E as canções, cantadas em Italiano e Francês (quando ainda tinham poder na música que se fazia e ouvia na Europa...), tipicamente yé-yé de conjunto, com aquele órgão fininho, típico dos anos 60, não fariam fraca figura numa compilação do género.
Aliás, há até algo nesse sentido em curso. Podem ler sobre isso aqui.
But take it easy, the other songs have other content. It's covers of international hits, usual in those times. And the songs, sung in Italian and Frech (when those two countries had still power in the music people heard and did in Europe...), clearly band yé-yé songs, with that thin organ,  really 60's style, wouldn't be strange on a ye-ye compilation.
Besides, there is something going on. You can read about it here. (It's a large text in English)."» in http://rateyourmusic.com/release/ep/conjunto_de_oliveira_muge/a_mae/

Amarante - Na Quinta dos Moinhos, com as árvores despidas, avista-se a Ribeira de Fregim, na mesma Freguesia!

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O Lugar dos Moinhos em Fregim, pegado ao Lugar do Rio, também em Fregim, é um local onde brinquei muito na minha juventude...

E agora menos agrícola e cada vez mais urbano, mas nunca perde o encanto, pelo menos para mim!


Guerra Colonial: Há 50 anos começava a Guerra Colonial em Angola, que muitas marcas deixou e que, ainda se notam por aí, ao virar de qualquer esquina!

«Marta Pessoa: “A Guerra Colonial ainda anda aí”

“Quem Vai à Guerra” é o novo documentário da realizadora Marta Pessoa e trata um lado “invisível” da Guerra Colonial, o das mulheres que, de alguma forma, participaram no conflito. Depois da rodagem, Marta Pessoa assegura: a guerra “ainda anda aí”.

Após ter filmado a "prisão" dos idosos lisboetas em “Lisboa Domiciliária”, a cineasta virou-se para as mulheres da Guerra Colonial…

As que ficaram à espera dos maridos ou dos namorados, as que os acompanharam, as enfermeiras pára-quedistas, as que ficaram viúvas. Era o lado delas que Marta queria recordar e era o balanço das suas vidas que queria fazer hoje, precisamente no ano em que se assinalam cinco décadas desde do início da batalha.

“Muita coisa ainda estava para ser resolvida, discutida, mostrada”, explicou a realizadora, que depois da sua experiência na rodagem do filme diz, sem qualquer dúvida, que “a guerra ainda não acabou, a Guerra Colonial ainda anda aí. Não se fez o luto, não se fez a catarse”.

O filme está neste momento na mesa de montagem depois de uma rodagem dura e demorada que foi ao encontro de cerca de 20 mulheres, o “número mínimo», diz a realizadora, já que “para ser justa seriam milhares”.

Para Marta, “Quem Vai à Guerra” retoma o tema da “invisibilidade” para que “Lisboa Domiciliária” já olhava. Depois deste, a realizadora já tem planos para um filme que complete a sua trilogia neste tema. Embora não levante demasiado a cortina, assegura: “já anda aí outro [documentário] com pessoas que não são muito visíveis”.» @Inês Gens Mendes


Marta Pessoa: “A Guerra Colonial ainda anda aí”

«Poesia sobre Guerra Colonial é um imenso “património de sofrimento”

Durante a Guerra Colonial houve uma “imensa produção poética”. Os poemas produzidos sobre o tema estão a ser estudados por investigadores do Centro de Estudos Sociais (CES) de Coimbra no projecto “Poesia da Guerra Colonial”.


Lobo Antunes, Fernando Assis Pacheco ou Manuel Alegre são alguns dos autores que escreveram sobre a Guerra do Ultramar. Mas entre o espólio que está a ser reunido pelos investigadores do CES encontram-se também poemas escritos por militares, filhos e mulheres de ex-combatentes.

“Perante uma guerra sem nome, houve uma imensa produção poética de vários níveis”, explica ao SAPO Roberto Vecchi, investigador do CES. O projecto pretende criar um “património poético”. “O acervo cria aquilo que nós chamamos de um património de sofrimento da guerra”, nota o investigador.

Durante o estudo foram encontrados “um número altíssimo de poemas, de valor estético diferente e de histórias diferentes” que juntos formam uma memória “de um momento autobiográfico marcado por experiências novas, traumáticas ou não traumáticas”, conta.

“O estudo da poesia da guerra colonial consegue catalogar e mostrar para a sociedade que foi profunda esta experiência, que deixou muitos rastos e que a poesia é um depósito para estes rastos”, afirma Roberto Vecchi que também participa no projecto “Os Filhos da Guerra Colonial”.

O resultado mais visível deste projecto será uma antologia poética sobre a Guerra, a ser publicada ainda este ano.

CRÉDITOS: Os investigadores do projecto seleccionaram alguns poemas sobre a Guerra Colonial que podem ser ouvidos no vídeo. Os poemas são da autoria de Manuel Geraldo ("10 Farpas no medo", edições Plexo, 1973, p 27-28), Fiama Hasse Pais Brandão ("Obra Breve", 1991-Lisboa, Editorial Teorema Ldª., p. 25, 26), Fernando Assis Pacheco ("Musa Irregular", Lisboa: Assírio e Alvim, 2006, p 40) e António Teixeira Mota ("Luta Incessante", Espinho: Elefante Editores, 2005, p. 66). As fotografias do vídeo foram retiradas do site Imagem Digital, organizado por ex-combatentes.» @Alice Barcellos



"Poesia da Guerra Colonial"

"No chão caído – ensanguentado.
Sonhos desfeitos – riso suspenso.
Nas mãos abertas havia mais
que o gesto de implorar.

Se era esperança,
se era vida,
a morte veio
lenta, furtiva,
abrir as portas
de par em par.

Olhos abertos – fitando o céu.
Cabelo loiro – a esvoaçar.
Nunca ninguém saberá que mais havia
além do seu olhar."

(Silva, João Mattos e (1972), Tempo de Mar Ausente. Lisboa: Editorial Mocidade, p. 34.)


Angola38
Foto de mais uma morte em Angola no início da Guerra colonial 1961-1963!


 Álbum de fotografias, do ex-combatente, António de Jesus Teixeira Catão, meu sogro, com muitas imagens do inicio da terrível Guerra Colonial Portuguesa em Angola (1961-1963).

Aliança - "Aquele Inverno"

03/02/11

Educação em Portugal - Para quem não quer ver que a Política Educativa deste governo, não é mais do que desorçamentação...

 «Educação em Portugal:

Aqui ficam algumas notas sobre o que consta do Orçamento de Estado.

Que ninguém diga que não sabia … !

Para além do que tem sido largamente noticiado [roubo no salário, congelamento da carreira, roubo no tempo de serviço, mais impostos …], o Orçamento de Estado, apresentado na Assembleia da República, contém um outro conjunto de tenebrosas medidas na área da educação [ clicar aqui e ir à página 65 do documento, pesquisar página 75 no PDF ] ou ver no final deste mail:

- redução do número de docentes [+ desemprego]

- acabar com a área de projecto [+ 5.000 docentes sem trabalho]

- continuar o encerramento de escolas do 1º CEB e jardins de infância [ + docentes sem trabalho ]

- redução de horas para profs bibliotecários [+ desemprego]

- reorganização curricular com redução da carga horária dos alunos [ + professores sem trabalho ]

- redução de horas para os programas Educação para a Saúde e Escolhas [ menos horários nas escolas]

- imposição de mais mega-agrupamentos [ menos turmas, menos horários …]

- redução dos órgãos de gestão e assessorias [ menos horários nas escolas … quem pensar que é apenas um problema dos directores engana-se ]

- redução drástica do crédito global de horas [ muito menos horários ]

- considerar trabalho nocturno só depois das 22.00 h [ menos horários e + desemprego ]

- redução no orçamento de funcionamento das escolas [ piores condições de trabalho ]

- profs dos TEIP’s, CEFA’s e Cursos Profissionais pagos através de fundos comunitários [ perda de direitos e instabilidade profissional ]

- redução das situações de mobilidade [ pior colocação para os professores e + desemprego ]

É sempre possível acreditar que estas medidas só vão bater à porta de outros … outros sectores de ensino, os mais novos, …os mais velhos.

Enfim… “ a mim não me vai afectar”.

Pode sempre encontrar-se uma desculpa conveniente do tipo “os Sindicatos são alarmistas…” etc

Mas, melhor será ter os “pés na terra” e perceber

que este conjunto de medidas vai afectar [todos] os professores e educadores do QE, QA, QZP e Contratados …. TODOS.

Não será melhor lutar antes que seja tarde de mais ?

Será que ganhamos esta luta ? – Não sabemos !

Sabemos apenas que … quem luta nem sempre ganha … mas quem não luta perde sempre!»  

«Fenprof: Vão ser eliminados mais de 30 mil postos de trabalho no próximo ano lectivo
03 de Fevereiro de 2011, 17:53
Mais de 30 mil postos de trabalho vão ser eliminados nas escolas no próximo ano lectivo, com os mega-agrupamentos, as alterações curriculares e a organização do ano escolar, afirmou hoje o secretário-geral da Fenprof.
  No final de uma reunião com o secretário de Estado Adjunto e da Educação, Mário Nogueira afirmou que as contas da Fenprof e que “o Ministério da Educação não conseguiu negar” apontam para uma redução de 30 a 40 mil horários, o que significa que “quase o mesmo número de postos de trabalho vão ser eliminados”.
“Nós calculamos que os mega-agrupamentos dêem uma redução na ordem dos 10 a 12 mil lugares, que as alteações curriculares dêem uma redução de 12 mil, sendo que 7 mil são horários de EVT [Educação Visual e Tecnológica], e que com a organização do ano escolar e o novo despacho sejam mais cerca de 10 mil. Isto dá qualquer coisa como 34 mil horários”, disse.
O secretário de Estado Alexandre Ventura confirmou que as alterações curriculares “vão implicar alterações nas escolas”, mas negou que correspondam aos números avançados pela Federação Nacional dos Professores (Fenprof).
Contudo, quando questionado quanto ao número de horários previstos serem reduzidos, o governante respondeu que o “Ministério da Educação não está de maneira nenhuma envolvido na abordagem de quantos [professores] serão necessários”.
“O Ministério da Educação está envolvido na prestação do seu serviço educativo com máxima qualidade, portanto mobilizará todos os recursos necessários para a satisfação dessa necessidade da sociedade portuguesa”, afirmou.
Caberá às escolas escolher os professores em função dos seus recursos, disse Alexandre Ventura.
Mário Nogueira afirmou, por sua vez, que “as escolas só podem pedir pessoas em função dos critérios que o Ministério da Educação impõe”, ou seja, menos 30 a 40 mil horários.
Um decreto-lei publicado na quarta-feira em Diário da República veio alterar o desenho curricular do ensino básico e secundário a partir de setembro de 2011.
O diploma decreta a extinção da disciplina de Área de Projecto, o fim da obrigatoriedade de frequência de Estudo Acompanhado, passando a ser apenas para alunos com dificuldades a língua portuguesa e matemática, e o fim do par pedagógico na lecionação da disciplina de EVT, que passa a ter apenas um professor.
@Lusa» in http://noticias.sapo.pt/info/artigo/1126953.html
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Qual foi Governo mais nefasto para a Escola Portuguesa, desde o 25 de Abril????

Taça de Portugal - F.C. do Porto 0 vs S.L. Benfica 2 - Dragões sem chama, para Benfica forte!

«Benfica silencia Estádio do Dragão

Encarnados estão bem lançados para reservarem um lugar na final do Estádio do Jamor. Fábio Coentrão e Javi García fizeram os golos da vitória do Benfica.
O Benfica foi, esta quarta-feira, ao Estádio do Dragão, vencer o FC Porto por 2-0, em jogo da primeira mão das meias-finais da Taça de Portugal.
Um resultado justo por aquilo que o Benfica fez na primeira e por aquilo que o FC Porto deixou os encarnados fazerem na sua casa. Os golos de Fábio Coentrão (6') e Javi Garcia (26'), ambos marcados na primeira parte, fizeram toda a diferença no esperado embate desta noite.
O Benfica entrou forte no jogo, depois de ter sido batido por 5-0 na primeira volta do campeonato, mas o FC Porto também contribuiu para a vantagem encarnada devido à (muita) desatenção da defesa azul e branca.
O golo prematuro dos encarnados aconteceu ao minuto 6, depois de um desentendimento entre o central Maicon e Helton, com Fábio Coentrão a aproveitar da melhor forma a "oferta" portista, inaugurando o marcador no Estádio do Dragão. Este foi o quarto golo do lateral internacional no Estádio do Dragão, com dois golos ao serviço do Nacional, um pelo Rio Ave e este último com a camisola encarnada.
Em desvantagem, a equipa da casa tentou de tudo para estabelecer novamente o empate, com a ajuda de dois motores chamados Varela (no ataque) e Belluschi (no meio-campo), mas a defesa não acompanhou o crescimento portista. Ao minuto 21, Helton voltou a desentender-se, desta vez com Sapunaru, mas o capitão portista conseguir salvar na "Hora H", já com Cardozo pronto para rematar.
Aos 26 minutos, os inúmeros erros do FC Porto traduziram-se no segundo golo do Benfica, desta vez com a grande culpa para Fernando, que ofereceu o remate à entrada da grande área a Javi Garcia e o médio espanhol não falhou, rematando com força para o fundo das redes de Helton. O guardião portista não fica isento de culpas.
Minutos antes do segundo golo encarnado, o FC Porto podia ter empatado com um grande cruzamento a partir do corredor direito do Dragão, mas James falhou de forma incrível, com a baliza adversária à sua mercê.
Nos instantes finais da primeira parte, o FC Porto esteve perto de reduzir a desvantagem mas o Benfica defendeu-se bem e conseguiu sair para o intervalo a vencer por 2-0.
No segundo tempo, o Benfica, com dois golos de vantagem no bolso da eliminatória, concentrou-se mais em defender o resultado, deixando ao FC Porto as responsabilidades de ataque.
Fábio Coentrão foi expulso ao minuto 59 por acumulação de amarelos, deixando o Benfica a jogar com dez elementos. Mesmo assim, a equipa continuou muito compacta e consistente.
Com o apito final, o FC Porto sofre a sua segunda derrota no Estádio do Dragão esta época (a primeira foi com o Nacional na Taça da Liga por 2-1). Esta é a primeira vez esta temporada que os azuis-e-brancos terminam um jogo sem apontar qualquer golo.
FC Porto visita o Estádio da Luz a 19 de Abril para resolver as contas das meias-finais da Taça de Portugal, mas os portistas têm a difícil tarefa de dar a volta a este resultado (2-0).» in http://desporto.sapo.pt/futebol/taca_de_portugal/artigo/2011/02/02/porto_benfica_taca_final

Highlights - MyVideo
Resumo de um jogo em que os Dragões tiveram demasiadas falhas individuais...

02/02/11

Poesia - O Meu Amigo e Poeta Ângelo Ôchoa, interpela-nos com o Poemeto: "Vou para Casa"



"Vou para Casa:
Irrequieto sapato
novo
do provecto actor
avô,
entretém
pra pasmar;
enternecendo-nos,
mortos."


A Manoel de Oliveira, Grande dedicatória do Poeta Ângelo Ochôa!