19/01/12

Música Pop/Rock - Irma, uma voz que promete muito na música contemporânea!




Irma - I know (Clip officiel)
Irma - "Watching Crap On TV" - (Clip officiel)

Irma - "I want you back" - (Cover The Jackson Five)
Irma- "Watching Crap on TV" - (live @ Paris New Morning)
(Irma - Concert improvisé dans le métro parisien)
Irma - "Every smile"
Irma & Matthieu Chedid - "Rolling in the deep"
Irma & Will.I.Am - "I want you back"



«Irma (artist)
From Wikipedia, the free encyclopedia


Irma (born 1988 in Douala, Cameroon) is a singer-songwriter from Cameroon. She is living in France.
Contents [hide]
1 Life
2 Discography
2.1 Albums
2.2 Singles
3 External links
Life


Irma is from a family with a musical background. Her father is guitarist and her mother was in a church choir. As a child Irma was performing at masses too. At age 15 she went to a high school in Paris to improve her school education. By 2007 she posted her first videos at YouTube. They included own compositions like Letter to the Lord or the piano number Somehow but also cover versions like I Want You Back by The Jackson 5, Bubbly by Colbie Caillat or New Soul by Yael Naim. In the summer of 2008 she met Michael Goldman, son of French musician Jean-Jacques Goldman and in 2007 co-founder of the music label My Major Company. Irma got a record contract at this label and released her first album Letter to the Lord in February 2011 in France, were it made position number 20 in the album charts. In Switzerland she debutet at number 46 and in Wallonia at number 18. The first single I Know reached number 42 in Switzerland, number 51 in France and number 7 in Wallonia. In 2011 she released several home made videos with acoustic covers at YouTube in collaboration with French and international musicians, including Tété (Hey Ya!), Matthieu Chédid (Rolling in the Deep), Gad Elmaleh (Isn't She Lovely?), Tom Dice (Talkin' 'bout a Revolution) from Belgium and Patrice (The Times They Are a-Changin') from Germany. Together with will.i.am from the Black Eyed Peas she performed a cover version of the Jackson 5 number I Want You Back.
Discography


Albums
Letter to the Lord #20 FR, #46 CH, #18 Belgium (Wallonia)
Singles
I Know #51 FR, #42 CH, #7 Belgium (Wallonia)
External links


Irma et... Will.i.Am en duo sur "I Want You Back"
Profile at My Major Company
Profile at Doubleveeconcerts» in http://en.wikipedia.org/wiki/Irma_(artist)


"I Know


i'd like to tell you just a word
I am so sorry to disturb
You may be thhinking I'm a fool
I heard you tell you don't care
I heard you think it loud and clear
It doesn't make me proud of you


I know you time is precious
But give me just a second
I need to straighten things out with you
You blew my hopes and dreams away
And there is not a single day
I don't fear the worst because of you


I know that it's not a dream
I saw, yeah I saw your scheme
I know you
I know


I wonder if there's a justice
When I look right into your eyes
Those feeling never lie
My only weapon is this song
And you won't have to sing along
This is the story of my life


I know that it's not a dream
I saw, yeah I saw your scheme
I know you
I know


I know


I know that it's not a dream
I saw, yeah I saw your scheme
I know you
I know"



Património da Humanidade - A igreja da Santíssima Trindade (sécs. XIII-XIV), dentro do castelo Berat, na Albânia!

Santíssima Trindade, na Albânia


«Santíssima Trindade, na Albânia


A igreja da Santíssima Trindade (sécs. XIII-XIV), dentro do castelo Berat, na Albânia. Berat, uma cidade otomana histórica, foi acrescentada à lista dos locais Património da Humanidade da UNESCO. É uma cidade de 64.000 habitantes, construída no século XIII, mas cujas origens datam de há cerca de 2400 anos.» in http://noticias.sapo.pt/fotos/foto-do-dia_176366/

Amarante Antiga - Margens do Tâmega em Amarante, vista de Poente!

70
(Postal do inicio do Século XX)

Música Portuguesa - Durante mais de um ano o realizador português Tiago Pereira percorreu o país de norte a sul, sem deixar de fora as ilhas, para fazer uma recolha da música tradicional portuguesa!




«Realizador deu a volta a Portugal para registar o povo que canta


Trabalho está compilado no site "A música portuguesa a gostar dela própria". Tiago Pereira vai apresentar dois documentários na Guimarães - Capital Europeia da Cultura.


Durante mais de um ano o realizador português Tiago Pereira percorreu o país de norte a sul, sem deixar de fora as ilhas, para fazer uma recolha da música tradicional portuguesa.


A ideia foi criar, com a ajuda da Internet e das redes sociais, um espólio de música que prova que a tradição está viva.


O resultado está no site "A música portuguesa a gostar dela própria". Tiago Pereira, recusa o estatuto de "Giacometti português", mas já reuniu 700 vídeos com vozes muito diferentes.
Escondido atrás da câmara, registou para a posteridade grupos corais, folclore, violas campaniças, bandas pop-rock ou intérpretes de guitarra portuguesa, entre outros.
Nos passos de recolhas como as que foram feitas por Giacometti entre os anos 60 e 80, Tiago Pereira perdeu a conta à distância percorrida.
“É impossível perceber quantos quilómetros são porque é muita coisa, desde as ilhas, ao norte, ao sul, e as outras pessoas muito aqui em Lisboa e outras no Porto, etc… mas são centenas de milhar de quilómetros. Normalmente, digo a brincar que quando me dizem que Portugal é pequeno fico todo furioso, porque nós sabemos que é pequeno mas nunca mais se chega a sítio nenhum.”
"Paisagens sonoras"
Pelos caminhos de Portugal, Tiago Pereira usou as redes sociais e a Internet para descobrir músicos, às vezes em sítios mais recônditos.
Este projecto de salvaguarda da tradição musical portuguesa deu primazia em ir à procura dos autores no seu ambiente natural.
“Sempre foi muito importante ter a acústica dos locais, ter o ambiente sonoro e as paisagens sonoras de cada sítio onde íamos gravando as músicas. Há muitos vídeos da música portuguesa em que os músicos acabam e os sinos começam ou os passarinhos começam, quase parece pós-produção, mas não, foi mesmo assim e é mesmo giro que assim seja”, diz Tiago Pereira.
E será que depois deste ano de recolhas e deste arquivo sonoro agora disponibilizado, a música portuguesa ficou a gostar mais de si própria? Tiago Pereira conclui que a fonte de recolha musical não “secou” com os trabalhos de Giacometti e de Ernesto Veiga de Oliveira.
Entre muitos músicos anónimos, neste projecto participaram também nomes mais conhecidos como Cuca Roseta, António Zambujo ou Raquel Tavares.
"Eu vou a todo o lado"
Tiago Pereira rejeita comparações com Giacometti e explica as diferenças entre o seu trabalho e o do etnomusicólogo.
“Eu vou a todo o lado e o Giacometti não ia a todo o lado e também porque são coisas completamente diferentes, o meu trabalho não é científico, eu sou um artista que grava essas coisas todas mais como ‘samplers’, que depois remistura e remonta. Cada um tem o papel que tem no tempo que tem”, sustenta.
Ao mesmo tempo que fez este levantamento com a ajuda de uma equipa, Tiago Pereira foi também realizando dois documentários que serão apresentados dia 22 em Guimarães, na Capital Europeia da Cultura.
Esta sexta-feira, dia 20, há uma festa no Music Box, em lisboa, que assinala o primeiro ano do projecto "A música portuguesa a gostar dela própria".» in
Realizador deu a volta a Portugal para registar o povo que canta

Taça da Liga - F.C. do Porto 1 vs Estoril 0 - Varela mostrou que merece jogar mais... ao contrário de Kléber!




«VARELA RESOLVEU


Do Dragão às meias-finais é só um pequeno passo, a confirmar na terceira e última jornada do Grupo D, frente ao Setúbal. Na antepenúltima, com o Estoril por adversário, um golo de Varela resolveu a equação, de resultado simples, óbvio e económico (1-0), mas suficiente para aceder ao comando isolado, acrescido de vistas privilegiadas para a etapa a eliminar da Taça da Liga.


A primeira parte foi, sobretudo, trabalhosa. De sentido único, como aliás se esperava, mas de fluxo excessivamente congestionado. E, nesse particular, a responsabilidade maior cabe ao Estoril; em especial, ao seu treinador, que apresentou no Dragão uma trama ultra-defensiva, dispensando apenas Carlos Eduardo do desempenho cautelar que estendeu uma dupla barreira à iniciativa portista.


Contornar a muralha, dotada de uma apreciável elasticidade, foi o primeiro problema colocado ao FC Porto, que nem sempre o resolveu da melhor forma, a prática, até porque complicar era, precisamente, o objectivo do adversário, que chegou a transmitir a ideia de não ter mais nenhum outro, entre o indiscreto disfarce gerado por um punhado de contra-ataques.


Com dificuldade e muita paciência, o FC Porto chegou à baliza adversária, mas raramente com perigo e tendo em João Moutinho a figura mais interventiva, ensaiando de livre e até de cabeça, nas mais claras situações de perigo; curiosamente, mediadas por um minuto, entre o 37.º e o 38.º.


O intervalo foi isso mesmo, uma pausa ou mera formalidade que precedeu mais do mesmo. Mas, então, já numa variante mais rápida, que aproximou o campeão do golo desde o primeiro instante, com Kléber a fazer tudo bem, mas permitindo a defesa de Vagner, com os pés e por instinto, quando se voltava para o avançado brasileiro, depois de acompanhar o cruzamento de Alvaro, do lado oposto, à esquerda.


O golo passava, definitivamente, a ser apenas uma questão de tempo, resolvida aos 65 minutos, por um remate colocado de Varela, logo depois do trabalho individual que a solicitação de Alvaro merecia. Tudo se simplificava, mas pouco ou nada mudava, além do resultado e da crescente influência do defesa uruguaio nos movimentos de ataque.


James e Iturbe inflacionaram a lista de oportunidades, mas sem efeito prático, numa altura em que o Estoril procurava entrar no jogo. Mas era já demasiado tarde para tentar aquilo a que se recusara até então. O FC Porto, que horas antes beneficiara da vitória do Paços de Ferreira sobre o Setúbal, assumia o comando isolado da Grupo D e ficava a um empate das meias-finais da Taça da Liga.


FICHA DE JOGO

FC Porto-Estoril, 1-0

Taça da Liga, Grupo D, segunda jornada
18 de Janeiro de 2012
Estádio do Dragão, no Porto
Assistência: 15.819 espectadores


Árbitro: André Gralha (Santarém)
Árbitros assistentes: Bruno Silva e Pedro Neves
Quarto árbitro: Rui Patrício


FC PORTO: Bracali; Maicon, Otamendi, Mangala e Alvaro; Souza, João Moutinho (cap.) e Defour; Varela, Kléber e James
Substituições: Souza por Rodríguez (66), James por Belluschi (73), Defour por Iturbe (78)
Não utilizados: Kadu, Fernando, Tiago Ferreira e Vion
Treinador: Vítor Pereira


ESTORIL: Vagner (cap.); Moreno, Bruno Nascimento, Steven Vitória e Tinoco; Erick, Bruno di Paula e Diogo Amado; Moreira, Carlos Eduardo e Gerso
Substituições: Bruno di Paula por Licá (60), Tino por Anderson Luís (67), Carlos Eduardo por Adilson (74)
Não utilizados: Mário Matos, Rodrigo Dantas, Gonçalo e Alexandre Hauw
Treinador: Fabiano Soares


Ao intervalo: 0-0
Marcadores: Varela (65)
Cartão amarelo: Moreno (36), Otamendi (54), Diogo Amado (61), Tinoco (62), Souza (63), Adilson (76) e Gerso (86)» in http://www.fcporto.pt/Noticias/Futebol/noticiafutebol_futfcpestorilcro_180112_66324.asp


(Resumo de um jogo com pouca história...)


18/01/12

Amarante - O Bispo Auxiliar do Porto, D. António Taipa, benzeu, no passado domingo, as obras de restauro da igreja de S. Domingos, depois de presidir à eucaristia dominical em que se assinalou o dia do padroeiro Beato Gonçalo!

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«D. António Taipa inaugurou Igreja de S. Domingos


O Bispo Auxiliar do Porto, D. António Taipa, benzeu, no passado domingo, as obras de restauro da igreja de S. Domingos, depois de presidir à eucaristia dominical em que se assinalou o dia do padroeiro Beato Gonçalo. No dia em que as paróquias de S. Gonçalo e S. Veríssimo dedicam à comunidade, as portas da igreja de S. Domingos abriram-se para mostrar as obras de restauro daquele templo também conhecido pelo Senhor dos Aflitos.


«Hoje fazemos a inauguração de um trabalho, que não começou há um ano, mas que tem vários séculos. Estamos numa Igreja que foi evoluindo mesmo no seu património arquitectónico, da pintura mural à talha, do órgão ao guarda-vento, passando pelo museu, do calvário ao sacrário, do altar da Senhora do Rosário, da iluminação ao telhado», referiu o pároco de S. Gonçalo, Pe. José Manuel Ferreira, considerando a igreja de S. Domingos «uma jóia pelo seu património, pela beleza que empresta à sala de visitas da nossa cidade, pela espiritualidade que irradia e pela memória que agora nos abre portas e caminhos de uma futura convivência com as mais variadas gerações, pelo museu paroquial de arte sacra».


O Bispo Auxiliar do Porto, D. António Taipa, realçou a grande satisfação por naquele dia participar da festa do padroeiro e da inauguração do restauro da igreja de S. Domingos, congratulando-se com a união de esforços de todos quantos contribuíram para a concretização daquela obra.


«Quero relevar a dimensão pedagógica dos dois acontecimentos que vivemos hoje na festa do padroeiro que nos faz voltar para o santo, S. Gonçalo, e nos faz sentir e ver aquilo que somos de facto, gente que vive em comunidade, e este rejuvenescimento da igreja de S. Domingos que compreende a colaboração de todos, das mais diversas entidades, de pessoas particulares, que se juntaram para conseguir concretizar o que hoje aqui constatamos», começou por dizer.


«A Igreja e as outras entidades civis dão as suas mãos ao serviço do mesmo, que é o Homem, e por isso, também fazem com que o Homem viva o seu património, que é religioso, artístico, cultural, mas fundamentalmente é humano. Ao refazer o património humano, restituí-lo à sua dignidade, estamos a colaborar para o engrandecimento do mundo, para que o homem possa crescer na sua própria perfeição”», continuou.


Sobre o restauro da igreja de S. Domingos, D. António Taipa, impressionado com o trabalho realizado, referiu que «quando todos nos unimos fazemos milagres, pois ninguém imaginava ver assim a igreja de S. Domingos».


«Estamos em crise e não é preciso dizê-lo, porque sentimo-lo, vivemo-lo, mas o importante é que nós somos capazes de ter força nesta esperança de que se todos nos unirmos acontecem milagres, coisas que nem sequer imaginávamos serem capazes», sublinhou, realçando a cooperação de todos na execução da obra.


A inauguração do restauro da igreja de S. Domingos, presidida por D. António Taipa, contou com a presença do presidente da Câmara de Amarante, Armindo Abreu, do presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte, Carlos Lage, do presidente da Assembleia Municipal de Amarante, Pedro Cunha, do Vogal Executivo da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional, Carlos Duarte, do presidente da Junta de Freguesia de S. Gonçalo, Artur Correia, dos vereadores Carlos Pereira e Abel Coelho e dos arquitectos Álvaro Carneiro e António Marinho.


A Igreja de São Domingos, contígua ao mosteiro de S. Gonçalo, foi fundada pela Ordem Terceira do Patriarca São Domingos e a sua construção remonta ao início do século XVIII, vivendo, mais de trezentos anos depois, de novo, um grande momento com a intervenção de recuperação e valorização do espaço e do património que integra e que contemplaram, no exterior, a recuperação integral das fachadas e do telhado, e, no interior, a reabilitação de tectos, pinturas, esculturas e os três alteres em talha dourada.


«O trabalho que nos traz até aqui foi imenso, que muitas pessoas foram incansáveis, diariamente, com o seu contributo e estima por esta obra. Se tudo isto foi grande nesta Igreja de pequenas dimensões, o esforço e desafio que nos espera não é menor. Antes pelo contrário é maior, pela dignificação, preservação, divulgação, utilização, potencialização, pela missão que é esta da evangelização permanente e sempre renovada com o ardor do mesmo Espírito, com a linguagem que aqui encontramos embora com outros métodos que aqui procuraremos performativar», realçou o Pe. José Manuel.


Durante vários meses, equipas de várias especialidades da empresa Signinum trabalharam para recuperar a igreja ao seu aspecto original, procurando corrigir debilidades estruturais e pôr cobro à degradação constante.


Em simultâneo tem decorrido o restauro integral do museu de arte sacra, contíguo à igreja, incluindo o restauro das suas peças, entre as quais quadros com vários séculos.


A empreitada também incluiu a recuperação integral do órgão de tubos do século XIX ao qual foi devolvida a sonoridade inicial.


Durante quase três meses, uma equipa chefiada pelo organista Nuno Rigaug trabalhou num órgão com 480 tubos, há muito inoperacional devido à sua elevada degradação.


A intervenção, coordenada pela paróquia de S. Gonçalo, implicou um investimento superior a 700 mil euros.


cyberjornal, 17 Janeiro 2012 » in http://www.cyberjornal.net/index.php?option=com_content&task=view&id=15679&Itemid=85
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Um dia ainda vamos descobrir o motivo que leva a que os anticlericais, andem muito clericais... quase beatos, Milagre de São Gonçalo de Amarante?!


(Amarante Restauro Igreja S. Domingos)

Cidade do Porto - Se hoje vir alpinistas pendurados nos Clérigos, no Porto, não estranhe: estão a arranjar o relógio da Torre, que avariou entre o Natal e o Ano Novo!



«Intervenção para arranjar relógio da Torre centenária não vai deixar ninguém indiferente.


Se hoje vir alpinistas pendurados nos Clérigos, no Porto, não estranhe: estão a arranjar o relógio da Torre, que avariou entre o Natal e o Ano Novo. A operação começa às 9h00 e termina… quando terminar.


“Atendendo a que desta vez são os quatro mostradores, será [uma intervenção] muito mais visível. Os turistas, os curiosos e os portuenses vão estar de nariz no ar, a ver os alpinistas pendurados nos Clérigos. Das 9h00 até terminar, depende da rapidez com que as coisas possam acontecer”, afirma à Renascença o presidente da Irmandade dos Clérigos, padre Américo Aguiar.


Ainda se pensou que o problema fosse de um só ponteiro, mas tiveram todos de ser arranjados – uma intervenção que ficou em sete mil euros, suportados, para já, pela Irmandade do Clérigos.


“Estamos a tentar encontrar mecenas que pudessem cobrir este investimento, mas atendendo a que tudo foi muito rápido – estamos a falar de duas, três semanas, que envolveu o Natal e o Ano Novo – o processo de procura e de sensibilização e de conclusão de um processo de mecenato não foi possível até ao momento”, explica o padre Américo Aguiar.


A Torre dos Clérigos vai fazer 250 anos em 2013. O monumento mais visitado da “Invicta” não tem problemas estruturais, mas quer celebrar a data de "cara lavada".


Já foram estabelecidas parcerias com a Câmara, a Santa Casa e algumas empresas, mas mantém-se o apelo aos mecenas e voluntários que queiram ajudar à sua recuperação.» in http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=25&did=46998

(Porto do alto da Torre dos Clérigos)

(TORRE DOS CLÉRIGOS)

Política de Saúde - O novo hospital de Amarante deverá entrar em funcionamento em Abril, decorrendo nesta fase os concursos para alguns equipamentos, disse à agência Lusa o presidente do Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa (CHTS)



«Novo hospital de Amarante estará operacional em Abril
17/01/2012 - 08:45

O novo hospital de Amarante deverá entrar em funcionamento em Abril, decorrendo nesta fase os concursos para alguns equipamentos, disse à agência Lusa o presidente do Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa (CHTS).

José Luís Catarino revelou que oficialmente a obra está concluída e só falta adquirir alguns equipamentos, trabalho que deverá estar concluído dentro de 60 dias.

"Se tudo correr bem em termos de concursos, que decorrem neste momento numa fase bastante avançada, poderemos ter o hospital dentro de 60 dias", afirmou à agência Lusa.

Durante cerca de três decorrerá uma fase de transição, após a qual o equipamento ficará com todas as valências para que foi concebido.

A construção da nova unidade hospitalar, prevista para durar dois anos, arrancou em meados de 2009, quando José Alberto Marques presidia ao conselho de administração do CHTS.
Em Maio de 2010, a administração mudou, passando a ser liderada por José Luís Catarino.

Com mais de meio ano de atraso face às previsões iniciais, as obras foram agora dadas por concluídas, representando um investimento de cerca de 27 milhões de contos, aos quais acrescem os equipamentos.

No entanto, à Lusa, o presidente do CHTS congratulou-se com a forma como decorreu a fase final das obras, garantindo não ter havido quaisquer problemas.

O novo hospital será dotado de uma urgência básica, vai ter uma unidade de internamento na especialidade de medicina interna e estará vocacionado para ambulatório, com três salas operatórias. Também ali funcionarão consultas externas de especialidade.

A área de influência do hospital será a dos concelhos de Amarante, Baião, Marco de Canaveses e Celorico de Basto, num universo populacional de 180.000 pessoas.


Novo hospital trabalhará com os recursos humanos do antigo

O novo hospital de Amarante deverá entrar em funcionamento com os recursos humanos da actual unidade hospitalar da cidade, revelou esta segunda-feira à Lusa o presidente do Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa (CHTS).

"Vamos transferir os recursos do hospital antigo para o novo", afirmou José Luís Catarino, sublinhando que, na conjuntura actual, não poderá haver aumento de custos.

O presidente do CHTS admitiu, porém, que alguns dos antigos profissionais do Hospital de S. Gonçalo transferidos para o hospital Padre Américo, em Penafiel, quando foi criado o CHTS, possam regressar a Amarante para exercerem funções na nova unidade.

À Lusa garantiu que tudo irá ser feito para potenciar, "ainda mais", os recursos humanos afectos ao centro hospitalar, que compreende as unidades de Penafiel e Amarante.
O novo hospital de Amarante, que deverá entrar em funcionamento em Abril, representa um investimento de cerca de 27 milhões de euros. Esta unidade, integrada no Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa, vai servir cerca de 180.000 habitantes da região do Baixo Tâmega.

José Luís Catarino sublinha que o novo hospital estará prioritariamente voltado para as intervenções cirúrgicas de ambulatório, serviço complementado por internamento de medicina interna.

O responsável sublinha também que em Amarante passará a haver mais consultas externas de especialidade, mas também, neste domínio, sem acréscimo de recursos humanos. Os ganhos, explicou, serão conseguidos graças à deslocação de médicos da unidade de Penafiel.

Apesar disso, José Luís Catarino espera que, no conjunto dos dois hospitais, possa haver um ligeiro aumento do número de consultas externas, ultrapassando as actuais 250.000 por ano.
"Temos de pensar nisto numa lógica de centro hospitalar", observou.

O novo hospital terá apenas uma urgência básica, como acontece com a Unidade de S. Gonçalo, que funciona em instalações degradadas.

Apesar disso, com a melhoria das condições, espera-se que mais doentes acorram àquela nova unidade, aliviando a urgência médico-cirúrgica do hospital Padre Américo.» in http://www.rcmpharma.com/actualidade/saude/17-01-12/novo-hospital-de-amarante-estara-operacional-em-abril

(Novo Hospital de Amarante deve complementar valências da Unidade Padre Américo)


17/01/12

Tempo - O Serviço Internacional de Sistemas de Referência sobre a Rotação da Terra quer adicionar um segundo ao ano de 2012 para sincronizar os relógios humanos com o movimento de rotação da Terra!

É provável que 2012 tenha de ter um segundo a mais


«É provável que 2012 tenha de ter um segundo a mais


Este ano, os relógios podem ter um segundo a mais. O objetivo é fazer a sincronização dos relógios com a rotação da Terra.


O Serviço Internacional de Sistemas de Referência sobre a Rotação da Terra quer adicionar um segundo ao ano de 2012 para sincronizar os relógios humanos com o movimento de rotação da Terra.


A agência das Nações Unidas vai reunir esta semana em Genebra, na Suíça, para decidir a alteração de hora, já que a entidade é responsável por manter os padrões de horários entre os países.


A velocidade inconstante da rotação do nosso planeta faz com que o horário humano fique desatualizado, daí que seja necessário acrescentar um segundo ao ano.


A ser aprovada a alteração refletir-se-á nos relógios, aos quais se deve proceder ao acréscimo de um segundo no final do dia de 30 de Junho. Assim, o último minuto desse dia terá 61 segundos em vez dos normais 60.


31 de dezembro de 2008 foi a última vez que se alteraram os relógios. Em prol do acerto com a rotação terrestre, esta será já a 25ª vez que se recorre a uma operação deste género.» in http://tvnet.sapo.pt/noticias/detalhes.php?id=70459

Bombeiros - O presidente da Federação de Bombeiros do Distrito do Porto, José Miranda, admitiu, segunda-feira, que três corporações da região estão em falência técnica devido a "gestões desastrosas"!



«"Gestões ruinosas" colocaram três corporações de bombeiros em falência técnica


O presidente da Federação de Bombeiros do Distrito do Porto, José Miranda, admitiu, segunda-feira, que três corporações da região estão em falência técnica devido a "gestões desastrosas".


Em causa estão, segundo referiu, os casos dos corpos de bombeiros de Marco de Canaveses, Vila Meã (Amarante) e Leixões (Matosinhos).


José Miranda, que fez estas declarações após um encontro com o deputado do PCP Jorge Machado, separou estes problemas dos que afectam a generalidade dos corpos de bombeiros, que se prendem com a falta de um "financiamento estruturado" e a baixa comparticipação estatal no transporte de doentes.


O problema destes três corpos de bombeiros "não é de agora", resultando de "três gestões desastrosas que as actuais direcções encontraram e que estão a ver-se em muitas dificuldades para resolver", frisou.


Acrescentou que se trata de questões que já estarão na alçada do Ministério Público.» in http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=2244910
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Enquanto os Bombeiros forem instrumentalizados politicamente, servirem para a promoção de atores políticos e não tiverem uma gestão profissional, o seu futuro será sempre na corda bamba...

(Amarante Problemas Financeiras Bombeiros Vila Meã)

16/01/12

Mesão Frio - Pelourinho da Vila quer evoca os 800 anos da Nação portuguesa!

1
Mesão Frio, Monumento da comemoração dos 800 anos da Nação Portuguesa!


«História de Mesão Frio

Conta a história que Mesão Frio terá nascido no local que muito mais tarde envolveria a Igreja de S. Nicolau, mandada construir, segundo se diz, pela rainha D. Mafalda, mulher de D. Afonso Henriques.

Com certeza, apenas se sabe que o germe desta terra foi uma daquelas albergarias (mansiones) existentes nas principais vias do Império Romano destinadas inicialmente a agasalhar os viandantes nos seus itinerários, a estabular os animais e a servir de estação de muda de cavalos, daí que, a data de nascimento deste povoado se possa atribuir aproximadamente ao início do século III.

O actual nome desta vila provém, assim, de uma longa evolução linguística, semântica e gráfica da “mansionis frigidae”.

A primeira vez que aparece este lugar grafado de “mansion frigido” resultante da adulteração dos vocábulos femininos “mansione frígida”, foi em 1059 no “Inventario de omnes hereditates sive et ecclesia de Vimaranes”, do monarca leones Fernando Magno, isto é, 120 anos antes de D. Afonso Henriques haver sido reconhecido como rei.

Ao longo dos séculos, este termo toponímico sofreu diversas variações na grafia do seu vocábulo, descrita em vários documentos, que são inevitavelmente a consequência lógica da evolução da língua portuguesa. O comodismo ou aglutinação do linguajar do povo conduziu a uma evolução progressiva, até ao seu nome actual: Meijon Frio, Meijó Frio, Mey Johan Frio, Meyon Frio, Meyão Frio, Mezam Frio… e Mesão Frio.

Este termo toponímico é comum a outras terras portuguesas, todavia, entre todas estas localidades homónimas, o Mesão Frio “duriense” é, sem dúvida, o mais importante.

O desenrolar do tempo e a consequente atracção da circunvizinhança definiram os contornos do primitivo concelho de Mesão Frio, cuja vivência se situa, por isso, muitos séculos antes da outorga do primeiro foral em Fevereiro de 1152 por D. Afonso Henriques e que viria a ser confirmado por D. Afonso II, em Trancoso, no dia 15 de Outubro de 1217. Três dias antes do dia de Santo André do ano de 1513, o rei D. Manuel I concedeu-lhe “foral novo” (peça disponível no Arquivo Histórico da Câmara Municipal).

Antigamente era excêntrico pretender-se nobilitar as terras, atribuindo-lhes como fundador alguém com nome semelhante ao delas. Mesão Frio, não escapando a esta extravagância, tomou em tempos idos para seu fundador um tal “Esteves Gracia Monzon Friwn” que, no ano de 942, reinando Ramiro II em Leão, teria entrado pela foz do Douro com outros cavaleiros franceses aventureiros que foram pegando os seus nomes às terras em que foram ficando. 


Esta é, pois, a origem lendária criada pelo imaginário de quem não se deu ao trabalho de escavar as verdadeiras raízes de Mesão Frio, quiçá levado por um túmulo em pedra que, juntamente com outros seis, então existia no muro do adro da igreja de São Nicolau, monumento funerário este que, por ter esculpidas as armas da cavalaria francesa, induziria a fundação desta terra à custa duma fase histórica dominada pela vinda de numerosos cavaleiros franceses movidos pela façanha da Reconquista (718-1492).

Conta a história antiga que este lugar foi povoado pelos pedreiros que fizeram a ponte Henriques mandada construir em Barqueiros pela rainha D. Mafalda que, pelo que se vê, muito quis a estes sítios (para esta construção o marido deixou no testamento 3000 maravedis, dela restando apenas um pedregulho e, submersos no rio Douro, dois pilares, facto que deu o nome de Pilar ao local onde se encontram por corruptela de pilar).

Local onde estão mergulhadas as ruínas da antiga ponte

Diz ainda que tinha um rego pelo meio da rua, de fundo a cima, dividindo a povoação em dois concelhos, cada um com o seu mestre de pedreiros, juiz e oficiais (este rego ainda existe e esteve à vista até 1948, tendo tido por ele o seu curso “a água de rega dos Ameais” que foi motivo de grandes brigas com Vila Marim no tempo do rei D. Sancho I).

A ter sido exactamente assim, ou se esteve perante o repovoamento deste lugar por aqui se ter dado o despovoamento entre os séculos VIII e IX ou, então, a dar créditos aos medievalistas que se opõem à teoria do ermamento total do território devido às vicissitudes das guerras e alternativas de domínio, deu-se apenas, e mais uma vez, um albergamento, embora desta feita com características muito peculiares. O primeiro povoamento fez-se, com efeito, à volta da “mansionis frigidae”, albergaria que foi privilegiada com o estatuto de “bemfeitoria” ou “beetria” (corruptela de “bemfeitoria”), vindo a ser “vila”.

Segundo alguns historiadores da antiguidade, além de Mesão Frio, só mais 9 povoações foram “beetrias”, o que lhes permitia eleger um senhor, exercer o domínio das suas terras e pagar tão só uma renda ou censo.

Mesão Frio, no reinado de D. Manuel I, já contava com as povoações de Cidadelhe e Vila Marim como fazendo parte do seu concelho que inicialmente apenas teria compreendido o território das actuais freguesias de Santa Cristina e de São Nicolau, bem como a parcela de Vila Jusã que integra a vila e que antigamente era chamada de “Meigõ frio de jusão”, situada a par do “Meigõ frio de susão” (só a partir dos meados de 1916 foi criada a unidade administrativa com o nome de “freguesia” em substituição da unidade eclesiástica denominada “paróquia”).

As povoações de Barqueiros, Oliveira e Vila Jusã só mais tarde seriam aglutinadas a Mesão Frio. De facto, Barqueiros, até então concelho, e os povos de Oliveira e Vila Jusã, pertencentes ao concelho de Santa Marta de Penaguião, juntaram-se-lhe por força do decreto de 6 de Novembro de 1836, que também integrou no território mesão-friense o antigo concelho da Teixeira e as freguesias de Frende, Loivos da Ribeira e Teixeiró, do concelho de Baião. A aglutinação destas quatro circunscrições foi, porém, passageira, pois logo passariam para a jurisdição daquele concelho pela carta de lei de 27 de Setembro de 1837 por motivo de uma pendência de águas ocorrida em meados de 1835 entre Mesão Frio e o concelho da Teixeira, o que viria a gerar um certo irredentismo e uma situação paradigmática duma incongruente divisão administrativa do País que ainda persiste.» in http://www.mesao-frio.com/historia-de-mesao-frio/


(Mesão Frio Douro Valley Mesao Frio)


(Mesão Frio)






F.C. do Porto Veteranos - Gomes, Vítor Baía, Rui Barros e Capucho, entre outras estrelas, vestem de novo a camisola do FC Porto para integrar a Liga Fertiberia, prova de futebol indoor!




«ELES VOLTARAM!


Prepara-te para regressar ao futuro, porque eles estão de volta. Gomes, Vítor Baía, Rui Barros e Capucho, entre outras estrelas, vestem de novo a camisola do FC Porto para integrar a Liga Fertiberia, prova de futebol indoor, que, à quinta edição, extravasa as fronteiras de Espanha e alarga o número de competidores com a inclusão da equipa azul e branca e dos mexicanos do América.


Na primeira fase da prova, que apura para os quartos-de-final os quatro primeiros classificados de dois grupos, a versão “Vintage” do FC Porto defronta o Sevilha, o Deportivo da Corunha, o Málaga, o Celta de Vigo e o Gijón, fazendo a estreia a 3 de Fevereiro, no Dragão Caixa, precisamente frente ao Gijón, que defende o título conquistado na época passada.


Entre as 12 equipas, todas elas compostas por jogadores com 35 anos ou mais, constam outros adversários sonantes, como Barcelona, Real Madrid, Atlético de Madrid, Valência, Espanyol e América.


O plantel portista é composto por alguns dos nomes incontornáveis da história dos Dragões, como Fernando Gomes, Vítor Baía, Rui Barros, João Pinto, Fernando Couto, Paulinho Santos, Folha, Capucho, Bandeirinha, André ou Pedro Emanuel.


Os bilhetes para o jogo de estreia estarão à venda esta terça-feira, nas Lojas do Associado e nas Lojas Azuis, a cinco (sócios) e 10 euros (público).» in http://www.fcporto.pt/Noticias/Futebol/noticiafutebol_futligafertiberia_160112_66308.asp

História Arqueologia - Descoberto pré-Hominídeo que habitou a Europa há 7 milhões de anos!




«Descoberto pré-Hominídeo que habitou a Europa há 7 milhões de anos

A descoberta, da autoria de uma equipa internacional de cientistas, envolveu a recuperação de um pré-molar nas imediações da cidade búlgara de Chirpan e revela os ancestrais dos Hominídeos estiveram presentes no continente Europeu num ecossistema tipo savana bem mais tempo do que se pensava, tendo-se adaptado às condições de aridez que o caracterizam mudando a sua alimentação.

Uma equipa internacional cientistas publicou recentemente na revista Journal of Human Evolution uma descoberta quem vem questionar o que se sabe sobre a Evolução Humana.

Atualmente, considera-se que a Evolução Humana ocorreu exclusivamente em África, a que se seguiu uma migração para a Europa e Ásia. No entanto, essa versão da história é colocada em causa pela recuperação agora dada a conhecer de um pré-molar pertencente a uma espécie de pré-Hominídeo datando de há 7 milhões de anos numa escavação nas imediações da cidade búlgara de Chirpan.

A descoberta da autoria de uma equipa internacional de cientistas, vem contrariar a teoria comummente aceite de que os ancestrais do Homem abandonaram a Europa há cerca de 9 milhões de anos, quando o ecossistema de floresta tropical se transformou em savana, o que lhes terá complicado a vida pela diminuição da disponibilidade dos frutos que eram a base da sua alimentação. Com efeito, o fóssil de hominídeo mais recente encontrado até agora na Europa datava de há 9,2 milhões de anos.

No entanto, a descoberta do pré-molar feita por investigadores franceses, búlgaros e alemães, revela não só que os ancestrais dos humanos permaneceram na Europa até bem mais tarde do que se pensava, vivendo em habitats tipo savana – na mesma escavação em se recuperou o pré-molar encontraram-se fósseis de animais típicos da savana africana como elefantes e girafas e gazelas – mas também que se adaptaram às suas condições.

De facto, a análise microscópica da superfície do molar revela que o hominídeo búlgaro consumia alimentos duros e abrasivos como ervas, sementes e nozes, comportamento que se assemelha ao de Hominídeos africanos mais recentes, datando de há 4 milhões de anos.

Perante estes resultados Madelaine Bohme, da Universidade de Tubingen afirma “Temos de repensar onde a origem do Homem teve lugar. E a investigadora acrescenta “Há provas importantes de uma parte significativa da evolução humana aconteceu fora de África, na Europa e na Ásia Ocidental”.

Recorrendo também a resultados de investigações prévias o grupo de trabalho de Madeleine Bohme sugere que ocorreu uma migração a partir de África para a Europa há cerca de 17 milhões de anos, tendo os pré-Hominídeos permanecido no continente Europeu até há 7 milhões de anos.» in http://naturlink.sapo.pt/Noticias/Noticias/content/Descoberto-pre-Hominideo-que-habitou-a-Europa-ha-7-milhoes-de-anos?bl=1

(A descoberta que pode mudar a história da evolução humana)


Amarante - Fonte do Largo de São Pedro, em São Gonçalo!

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Mais uma belíssima fonte de água em Amarante, Largo de São Pedro, São Gonçalo!