Tim Booth and Angelo Badalamenti - "Fall In Love With Me"
James - "We're Going To Miss You"
Tim Booth - "Monkey God"
Tim Booth - "What Goes On" - (Glastonbury 04)
Tim Booth - "I Believe"
James - "Born of Frustration"
James - "Sit Down"
Tim Booth - "Racing Away"
James - "Laid"
James - "Laid" - (live)
«Tim Booth Tim Booth (nascido como Timothy John Booth, Wakefield, 4 de fevereiro de 1960) é um cantor, dançarino e actor inglês, mais conhecido por ser o vocalista da banda James. Tim Booth foi desde sempre o vocalista da banda britânica James, exceptuando uma colaboração com Angelo Badalamenti que resultou no album "Booth & The Bad Angel"(1996) e durante a pausa de seis anos que os James fizeram após o seu último cocerto(Getting Away With It... Live) na cidade Natal, Manchester em 2001, Booth gravou ainda um album a solo denominado "Bone"(2004). Actualmente encontra-se a trabalhar nos James, dado que a banda se reuniu em 2007.» in Wikipédia. "Down to the Sea Everyone's a victim Noone is to blame Find a bomb Dump it on There's someone to change When I point the finger Three pointing back Haven't a clue What you've been through So it's easy to attack Everybody's looking for a way to get high Find God Shoot him up Learn how to die My head's full of self-pity and noise I need identity I need a new voice Go down, down to the sea Down to the ocean She's calling to me Go down, down to the sea Down to the ocean She's calling to me Everybody's famous For a second or two We could address the world's distress But the popstars on two Looking so damn lonely Looking for his soul Trying hard to cover up The emptiness The hole What you're calling culture Is just arcades and malls I can't hear myself think I can't hear my heart sing Here's a diversion A howl of the moon The only time I feel alive Is when I'm with you Go down, down to the sea Down to the ocean She's calling to me Let's go down, down to the sea Down to the ocean She's calling to me Let's go down, down to the sea Down to the ocean She's calling to me Gonna wash away my Gonna wash away my Gonna wash away my fear From this place Gonna wash away my Gonna wash away my Gonna wash away my fear From this place"
As sessões de fogo de artifício na véspera de São João, junto ao Rio Douro, na Ribeira, são simplesmente espetaculares!
«São João do Porto
Dos santos populares de Junho o dia 24 de Junho foi consagrado a São João Baptista por ser a data do seu nascimento sendo que é também o que mais se festeja na Europa – João, Joan, Jean, John, Iván, Sean, consoante o país onde a festa aconteça, mas apesar de ser o padroeiro de muitas terras, na noite de São João, a cidade do Porto é a que mais festeja! S. João tripeiro é uma grande manifestação de massas, eminentemente festiva, de puro cariz popular e que dura toda uma noite, com uma cidade inteira na rua, em alegre e fraterno convívio colectivo. Nas ruas os foliões passeiam o alho-porro, os martelos de plástico, compram manjerico e comem sardinha assada, aliás, é com uma boa sardinhada e um bom caldo verde que começa a farra! Fazer subir balões confeccionados com papéis de várias cores que passeiam no ar como sóis iluminados sob o impulso do fumo e o calor de uma chama que consome uma mecha de petróleo ou resina. É este cheiro a gente, a manjerico e erva cidreira, é esta poesia popular impregnada do espírito folião do povo que enche Junho no Porto e se expande do coração da gente, sobe ao ar como um fogo de artifício que ilumina a noitada. Tudo começa na Ribeira, mas depois do Fogo de Artifício, todos os anos à meia-noite em ponto, a festa espalha-se pelos quatro cantos da cidade e só termina ao nascer do sol. As rusgas de São João espalham-se de bairro em bairro, de freguesia em freguesia. Nas ruas mais centrais que, nessa noite, até ao nascer do sol, registam invulgares enchentes de povo, aparecem à venda as ervas santas e plantas aromáticas com evidente predominância do manjerico, a planta símbolo por excelência desta festa; o alho-porro, os cravos e a erva-cidreira. E para espantar o cansaço vai-se parando nos bailaricos de bairro, salta-se a fogueira e pára-se nas tasquinhas que se espalham pela cidade! E no Porto a festa tem como ponto de honra as Cascatas S. Joaninas (colocar a imagem do Santo num altar com o seu inseparável carneirinho e um sem fim de elementos que simbolizam o arraial) e que servem de disputa entre freguesias e bairros num concursos de beleza e homenagem Manda a tradição que a festa culmine com um banho de mar na Foz! E no dia do padroeiro o manjar tradicional é o anho ou cabrito assado com batatas assadas e arroz de forno. A festa de São João dá inicio às festas do Verão, daí as fogueiras e todas as "loucuras" da noite deste santo popular.»
«São João Baptista
A relevância do papel de São João Baptista reside no fato de ter sido o "precursor" de Cristo, a voz que clamava no deserto e anunciava a chegada do Messias, insistindo para que os judeus se preparassem, pela penitência, para essa vinda. Já no Antigo Testamento encontramos passagens que se referem a João Batista. Ele é anunciado por Malaquias e principalmente por Isaías. Os outros profetas são um prenúncio do Baptista e é com ele que a missão profética atingiu sua plenitude. Ele é assim, um dos elos de ligação entre o Antigo e o Novo Testamento. Segundo o Evangelho de Lucas, João, mais tarde chamado o Baptista, nasceu numa cidade do reino de Judá, filho do sacerdote Zacarias e de Isabel, parenta próxima de Maria, mãe de Jesus. Lucas narra as circunstâncias sobrenaturais que precederam o nascimento do menino. Isabel, estéril e já idosa, viu sua vontade de ter filhos satisfeita, quando o anjo Gabriel anunciou a Zacarias que a esposa lhe daria um filho, que devia se chamar João. Depois disso, Maria foi visitar Isabel. "Ora quando Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança lhe estremeceu no ventre, e Isabel ficou repleta do Espírito Santo. Com um grande grito, exclamou: 'Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre ! Donde me vem que a mãe do meu Senhor me visite ?'" (Lc 1:41-43). Todas essas circunstâncias realçam o papel que se atribui a João Batista como precursor de Cristo. Ao atingir a maturidade, o Baptista se encaminhou para o deserto e, nesse ambiente, preparou-se, através da oração e da penitência - que significa mudança de atitude, para cumprir sua missão. Através de uma vida extremamente coerente, não cessava jamais de chamar os homens à conversão, advertindo: "Arrependei-vos e convertei-vos, pois o reino de Deus está próximo". João Baptista passou a ser conhecido como profeta. Alertava o povo para a proximidade da vinda do Messias e praticava um ritual de purificação corporal por meio de imersão dos fiéis na água, para simbolizar uma mudança interior de vida. A vaidade, o orgulho, ou até mesmo, a soberba, jamais estiveram presentes em São João Baptista e podemos comprová-lo pelos relatos evangélicos. Por sua austeridade e fidelidade cristã, ele é confundido com o próprio Cristo, mas, imediatamente, retruca: "Eu não sou o Cristo" (Jo 3, 28) e " não sou digno de desatar a correia de sua sandália". (Jo 1,27). Quando seus discípulos hesitavam, sem saber a quem seguir, ele apontava em direção ao único caminho, demonstrando o Rumo Certo, ao exclamar: "Eis o cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo". (Jo 1,29). João batizou Jesus, embora não quisesse fazê-lo, dizendo: "Eu é que tenho necessidade de ser batizado por ti e tu vens a mim ?" (Mt 3:14). Mais tarde, João foi preso e degolado por Herodes Antipas, por denunciar a vida imoral do governante. Marcos relata, em seu evangelho (6:14-29), a execução: Salomé, filha de Herodíades, mulher de Herodes, pediu a este, por ordem da mãe, a cabeça do profeta, que lhe foi servida numa bandeja. O corpo de João foi, segundo Marcos, enterrado por seus discípulos.
Oração a São João Baptista
São João Batista, voz que clama no deserto: "Endireitai os caminhos do Senhor... fazei penitência, porque no meio de vós está quem não conheceis e do qual eu não sou digno de desatar os cordões das sandálias", ajudai-me a fazer penitência das minhas faltas para que eu me torne digno do perdão daquele que vós anunciastes com estas palavras: "Eis o Cordeiro de Deus, eis aquele que tira os pecados do mundo". São João, pregador da penitência, rogai por nós. São João, precursor do Messias, rogai por nós. São João, alegria do povo, rogai por nós.» in http://www.culturabrasil.org/sjoaobatista.htm
Imagens do magnífico fogo de artifício visto da Ribeira no Porto!
Prova de Matemática A com ‘grande número de questões elementares’ A Sociedade Portuguesa de Matemática (SPM) considerou hoje que o exame nacional de 12.º ano de Matemática A foi «mais fácil» que o de 2007, alegando que a prova contém «um grande número» de questões de resposta «imediata e elementar» «A prova comporta um grande número de questões de resposta imediata e elementar, não aferindo conhecimentos matemáticos importantes, o que perfaz um total de cinco valores. Confirma-se a tendência já patente no exame nacional do 9.º ano [...]» , afirma a SPM, num parecer sobre a prova realizada hoje por mais de 38 mil alunos. Por exemplo, aponta a sociedade, uma questão do grupo III «poderia ser abordada numa aula do 9.º ano e resolvida por considerações de simples bom senso», enquanto outra do grupo II «pouco ou nada avalia em termos matemáticos, testando apenas a destreza no uso da calculadora». «O grau de dificuldade deste exame é inferior ao do ano passado. O padrão utilizado pelo Gabinete de Avaliação Educacional para avaliar o desempenho dos alunos não permite distinguir aqueles que efectivamente trabalham e não ajuda os professores a incentivarem os alunos a aprofundar os seus conhecimentos» , acrescenta. No entanto, a SPM reconhece que a prova cobre o programa no essencial, sem qualquer erro científico ou de formulação, sendo a linguagem adequada e clara, «o que denota um progresso relativamente às questões demasiado palavrosas e de interpretação dúbia, habituais em anos transactos». Acrescenta ainda que o exame contempla questões sobre temas importantes do programa do 12.º ano, como continuidade, cálculo diferencial e estudo de limites, «tópicos em que professores e alunos investem bastante ao longo do ano lectivo e que não têm sido suficientemente avaliados». Quanto à prova de Matemática B, realizada também hoje mas por quase sete mil estudantes, a SPM considera-a «excessivamente fácil», omitindo por completo conteúdos programáticos importantes, como estatística, geometria analítica ou programação linear. «Nos anos anteriores, os exames de Matemática B tinham um grau de dificuldade relativamente elevado, talvez até mesmo excessivo se atendermos às características dos alunos que frequentam a disciplina. Este ano, passou-se para o extremo oposto, fazendo-se uma prova demasiado fácil, que não premeia o esforço desenvolvido ao longo do ano por professores e alunos» , lê-se no parecer. Por outro lado, a SPM sublinha que o grupo IV da prova, cotado em 20 pontos numa escala de 0 a 200, está «perfeitamente ao alcance» de um aluno do 7.º ano e o VI pode ser «facilmente» resolvido por um estudante do 9.º ano. Sobre o exame do 9.º ano, a sociedade qualificou-o como um dos mais fáceis, «senão o mais elementar», dos últimos anos, sublinhando que «a nivelação por baixo» poderá ter custos futuros «muito graves». Lusa / SOL» inhttp://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=99103&dossier=Exames%202008 ------------------------------------------------------------------------------- Os nossos governantes perderam, definitivamente, a cabeça. Assinam um acordo ortográfico que nos obrigará a todos a falar Brasileiro. Resolveram agora acabar com o bicho papão da matemática e conceberam exames risíveis, estes ano todos com mais meia hora de tolerância, de forma a que os alunos digam ironicamente que os testes realizados são mais difíceis que os Exames. Tantas gerações de alunos injustiçados, mas é a vida, o que importa são os números e os ciclos eleitorais... temos uma geração diplomada, mas iletrada, com muita estatística que nunca entenderemos e para que a União Europeia fique mais forte na ilusão! Para aumentar a eficiência, numa espécie de Simplex, a Senhora Ministra poderia propor a realização de Exames aos Domingos, comodamente em casa dos estudantes que, posteriormente, remeteriam para os Professores Correctores, via Fax ou email...
Évora (Mindelo, 27 de agosto de 1941), também conhecida como «a diva dos pés descalços», é a cantora cabo-verdiana de maior reconhecimento internacional de toda história da musica popular. O gênero musical com o qual ela é majoritariamente relacionada é a "morna", por isso também recebe o apelido de "Rainha da morna" (mesmo tendo sido bastante sucedida com diversos outros gêneros musicais).
História Cesária Évora nasceu no ano de 1941 na cidade de Mindelo, em Cabo Verde. Tinha mais quatro irmãos. Seu pai Justino da Cruz tocava cavaquinho, violão e violino e sua mãe, Dona Joana, trabalhava em cozinhas de brancos (ricos) que - particularmente - adoravam sua comida. Sua mãe, de personalidade pensativa, foi sua confidente por toda sua vida. Quando criança Évora sempre estava fazendo amigos mais velhos que ela, os quais sempre mantiveram ela "direita". Quando jovem foi viver com sua avó (que havia sido educada por freiras, e assim acabou passando por uma experência que a ensinou a desprezar todas as mais severas morais. Cesária (Cise para seus amigos) sempre cantava uma infinidade de canções e fazia apresentação aos domingos na praça principal da sua cidade acompanhada por seu irmão Lela no saxophone. Mas sua vida estava intrisicamente ligada ao bairro Lombo, que havia sido ocupada pelo exército portguês. Lá ela aprendeu sobre a vida e cantou com compositores como Gregório Gonçalvez (um homem carismático e que adorava teatro de rua). Aos 16 anos conheceu um marinheiro chamado Edurardo que a ensinou os tradiconais estilos de música cabo-verdeanas como a morna e a coladera. As mornas (que possivelmente provém de mourn e que significa lamento) são canções ligadas à tristeza, mágoa e desejos impossíveis de serem realizados. Évora começa a cantar em bares e hotéis, e com a ajuda de alguns musicos locais ganha estímulo a desenvolver suas habilidades e logo já é proclamada a "Rainha da morna" por seus fãs. Ela se torna bastante famosa em Cabo Verde, mas internacionalmente seu recohecimento ainda era pequeno. Aos vinte anos foi convidada a trabalhar como cantora para o Congelo - compania de pesca criada por capital local e português - e ficou emocionda ao poder fazer parte do que ela considerava uma notável empresa. Seu salário vinha de suas apresentanções que eram basicamente em jantares. Fora esse tempo Cesária era de volta uma mulher comum. Entre os amigos de Évora estava o compositor favorito dos cabo verdeanos: B.Leza ("beleza"), o qual faleceu quando ela tinha apenas sete anos de idade. Ela ainda tem poucas lembranças de sua infância e sempre está falando de Eulinda, seu antigo vizinho e amigo que vivia perto de Lombo ("red-light district" de Mindelo), porto que era vangloriado por bordéis que competiam com os de Amsterdam. Em 1975, Cabo Verde adiquiriu sua independência, mas seu novo líder Amilcar Cabral foi assassinado durante o tumulto causado com o fim de cinco séculos sob domínio de Portugal. Évora ainda era popular na época mas sua fama não estava a levando em direção ao sucesso financeiro. Frustrada por questões pessoais e financeiras, aliados à dificuldade econômica e política de Cabo Verde, ela desistiu de cantar pra sustentar sua família. Évora ficou sem cantar por dez anos, os quais ela descreve como seus "dark years". Durante esse tempo ela lutou contra o alcolismo. Césaria Évora retomou suas apresentações após ter sido encorajada por Bana (líder de banda e empresário cabo verdeano exilado em Portugal). Ele fez convites à ela para realizar shows em Portugal, os quais ela aceitou e o fez com patrocinio de uma organização local de mulheres. Em Cabo Verde um francês chamado Jose da Silva persuadiu-a para ir a Paris e lá Évora acabou gravando um novo álbum em 1988 "La diva aux pied nus" (a vida dos pés descalços) - que é como se apresenta nos palcos (em solidariedade aos «sem-tecto» e às mulheres e crianças pobres de seu país). Esse álbum foi aclamado pela crítica e Évora se encontrou numa dramática volta à música e que teve como ápice a gravação do álbum "Miss Perfumado" em 1992. Ela se tornou uma estrela internacional aos 47 anos de idade. Em 2004 conquistou um prêmio Grammy de melhor álbum de world music contemporânea. Em 2007, o presidente francês Jacques Chirac distinguiu-a com a medalha da Legião de Honra de França.
Discografia 1988 - La Diva aux pieds nus 1990 - Distino di Belita 1991 - Mal Azul 1992 - Miss Perfumado 1994 - Sodade, Les Plus Belles Mornas De Cesaria 1995 - Cesária 1997 - Cabo Verde 1998 - Best Of 1999 - Café Atlântico 1999 - Remixes Par François K. & Joe Claussell 2001 - São Vicente de Longe 2002 - Cesária Evora Anthology 2002 - The very Best Of 2002 - Live in Paris (DVD) 2003 - Voz d'Amor 2003 - Club Sodade - Cesaria Evora by... 2006 - Rogamar Duos 1999 - "É doce morrer no mar" (por Dorival Caymmi) cantado com Marisa Monte.» in Wikipédia.
"Sodade Cesária Évora
Quem mostra' bo Ess caminho longe? Quem mostra' bo Ess caminho longe? Ess caminho Pa São Tomé
Sodade sodade Sodade Dess nha terra Sao Nicolau
Si bô 'screvê' me 'M ta 'screvê be Si bô 'squecê me 'M ta 'squecê be Até dia Qui bô voltà
Sodade sodade Sodade Dess nha terra Sao Nicolau"
Mais informações sobre esta Cantora fabulosa no seguinte link: http://www.cesaria-evora.com/
Estes jovens Dragões de Sub-13 a jogarem contra uma equipa de um escalão etário superior, deram uma grande lição de garra e de querer e de arte de jogar futebol, com o número 7, Francisco a destacar-se, o número 14 que marcou o golo da vitória, uma defesa à Porto, um bom guardião, e um meio campo de meninos muito aguerridos; Viva o F.C. do Porto!
Algumas jogadas deste muito bem disputado desafio de futebol, entre jovens de muita qualidade!
Festejos do único golo da partida, que deu a vitória ao F.C. Porto ao cair do pano, depois de uma excelente jogada de Francisco, que grande jogador!
Jovens Dragões as medalhas relativas ao terceiro lugar na competição apadrinhada pela velha glória do F.C. do Porto, Capucho!
Pela sétima vez consecutiva, o F.C. Porto é campeão nacional de hóquei em patins, num novo capítulo histórico bem representativo da absoluta hegemonia azul e branca na modalidade. O feito, já de si inédito, foi renovado e melhorado para ganhar uma designação estranha, de tão rara: Heptacampeão. Onde quer que seja feita, a festa do triunfo, de contornos perfeitamente merecidos, não podia ser mais azul e branca.
Uma temporada, ainda inacabada, com três derrotas em 43 jogos disputados, diz muito sobre a justiça de um percurso de êxito que teve o seu corolário lógico na conquista do 17º campeonato pelos Dragões. O triunfo portista, no jogo e no campeonato, consagrou de modo ajustado a equipa que, de forma consistente e desde o início, mais fez por merecê-lo.
Quatro minutos bastaram para que os Dragões expusessem a inequívoca vontade de resolverem no quarto jogo as contas do campeonato: um potente remate de Reinaldo Ventura, num gesto próprio bem característico, abriu caminho para uma exibição segura dos pupilos de Franklim Pais.
Ventura voltou a assumir o protagonismo pouco depois, assinando o segundo golo do jogo, reforçando da mesma forma e em definitivo a liderança nos marcadores da competição (57 golos). Antes ainda do intervalo, a formação da casa haveria de alcançar o empate a duas bolas com que se chegou ao descanso.
A etapa complementar começou equilibrada e acabou por ser a qualidade do colectivo portista a sobressair, num golpe a dois tempos que fez antever a festa final do triunfo. André Azevedo primeiro, numa oportuna insistência, e Caio depois, após um lance individual, levaram a vantagem azul e branca para os dois golos e abriram as portas do desejado Hepta. Um golo mais dos anfitriões não foi suficiente para anular a festa azul e branca que, ao apito final do árbitro, se instalou no recinto do adversário e daí se espalhou ao Mundo portista.
O sucesso do F.C. Porto, sete vezes repetido, pode ainda conhecer contornos acrescidos de excelência com a discussão da Taça de Portugal, agendada para o próximo fim-de-semana, em Aljustrel. O mérito azul e branco, esse, já reservou para si um lugar de destaque na história do desporto em Portugal.
Ficha de Jogo
Final do play-off - Nacional da I Divisão – Jogo 4
21 de Junho de 2008 - Pavilhão da Luz, Lisboa
Árbitros: Rego Lamela e José Pinto
Benfica: Carlos Silva; Valter Neves, Ricardo Barreiros (1), Carlitos e Tó Silva (2) Jogaram ainda: Vítor Hugo, Diogo Rafael e Alberto Balagué Treinador: Carlos Dantas
F.C. Porto: Edo Bosch; Pedro Moreira, Filipe Santos, Reinaldo Ventura (2) e Emanuel Garcia Jogaram ainda: Caio (1), Ricardo Figueira, Jorge Silva e André Azevedo (1) Treinador: Franklim Pais
Ao intervalo: 2-2 Evolução do marcador: 0-2, 2-2, 2-4, 3-4 Disciplina: Cartão amarelo a Valter Neves, Ricardo Barreiros, Carlitos, Tó Silva e Pedro Moreira. Cartão azul a Carlos Silva, Carlitos e Reinaldo Ventura» in site F.C. Porto.
«As reacções dos Heptacampeões
Selado o triunfo e conquistado um novo feito histórico, a satisfação da missão cumprida era partilhada pelo treinador e pelo capitão do F.C. Porto. Franklim Pais e Filipe Santos espelhavam a alegria portista, realçando a justiça de um triunfo azul e branco que se repete pela sétima vez.
Franklim Pais
«Todos os títulos são complicados, mas a nossa equipa deu sempre o máximo para conseguir a vitória final. Este título demonstra bem que o F.C. Porto foi a equipa mais regular do campeonato, que dominou desde o início. O avanço que sempre possuímos na fase regular não pode ser posto em causa e este desfecho é o mais ajustado para a prova. Quero dar os parabéns aos meus jogadores e ao clube».
Filipe Santos
«Foi uma vitória difícil e sofrida, mas não tenho dúvidas de que fomos uns justos vencedores. A vantagem de 15 pontos com que acabamos a fase regular do campeonato expressa bem a qualidade da nossa equipa e alcançámos o principal objectivo a que nos tínhamos proposto».» in site F.C. Porto.
«PJ vai investigar suspeita de fogo posto em autocarro de adeptos do FC Porto
Lisboa, 21 Jun (Lusa) - A Polícia Judiciária vai investigar uma suspeita de fogo posto no autocarro alugado por adeptos do Futebol Clube do Porto que ficou hoje totalmente destruído pelas chamas em Lisboa, próximo do Estádio da Luz, disse à Lusa fonte da PSP.
De acordo com a PSP, as chamas terão deflagrado cerca das 17:15, quinze minutos depois do início do quarto jogo da final do play-off do campeonato nacional de Hóquei em Patins entre o Benfica e o FC Porto, a decorrer no Pavilhão da Luz, onde os azuis e brancos podem conquistar hoje o sétimo título consecutivo.
Seis bombeiros e uma viatura de combate a incêndios combateram o fogo, já em fase de rescaldo, que deflagrou no autocarro que se encontrava estacionado na Avenida do Colégio Militar, sem quaisquer adeptos no seu interior.
De acordo com fonte da PSP, testemunhas no local indicaram ter visto três pessoas junto da viatura, imediatamente antes do início do incêndio, não havendo, para já, nenhuma conclusão quanto à origem do fogo.
Da mesma forma, fonte do Regimento de Sapadores Bombeiros recusou adiantar pormenores relativamente às causas do incidente, que será agora investigado pela Polícia Judiciária.
Dois adeptos do Benfica presentes no local relataram à Lusa que estavam a assistir à partida de Futsal com o Belenenses quando cerca de 50 pessoas abandonaram o pavilhão onde estava a decorrer o jogo para "receber" os adeptos do Futebol Clube do Porto que tinham acabado de chegar a Lisboa para a play-off do campeonato nacional de Hóquei em Patins. Fonte da PSP afirmou, no entanto, não ter registo de quaisquer confrontos entre adeptos dos dois clubes. JPB. Lusa/Fim.» in http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/824be55c6a6fa2f4bd91e3.html#page=2 --------------------------------------------------------------------------- Em terras de Mouros, ganhamos mais uma vez... Com grande categoria o F.C. do Porto venceu um jogo em que nunca esteve a perder, lá para os lados da capital capitalista. Somos campeões de Hóquei Patins sete vezes consecutivas, não há quem nos faça frente! Agora, autocarros incendiados, jogadores de Hóquei agredidos barbaramente no parque de estacionamento do Estádio da Luz, jogadores do F.C. do Porto a receberem uma Taça de Portugal e a serem apedrejados, Dr. Domingos Gomes a tentar reanimar feridos da claque do Sporting que caíram do varandim do Estádio de Alvalade, quando injuriavam e agrediam a comitiva do F.C. do Porto, isso só em Lisboa! Por isso Sr. Luís Filipe Vieira, é bom que se investigue isto tudo até às últimas consequências, ou qualquer dia, vão ter muito azar no Porto... Viva o F.C. do Porto!
Algumas imagens dos jogos com o Benfica, do presente e do passado recente, em Fânzeres Gondomar, em que os portistas vencem quase sempre!
O solstício ocorre duas vezes por ano: na noite mais longa e no dia mais longo. Quando o solstício ocorre no inverno significa que esse dia é o menor do ano e a noite é a mais longa. Quando ocorre no verão significa que é o maior dia e a menor noite do ano.
Em astronomia, solstício é o momento em que o Sol, durante seu movimento aparente na esfera celeste, atinge o seu maior afastamento em latitude, da linha do equador. Os solstícios ocorrem duas vezes por ano: em 21 de dezembro e em 21 de junho.
No hemisfério norte o solstício de verão ocorre no dia 21 de junho, e o solstício de inverno ocorre no dia 21 de dezembro. Estas datas marcam o início das respectivas estações do ano neste hemisfério. Já no hemisfério sul, o fenômeno é simétrico: o solstício de verão ocorre no dia 21 de dezembro, e o solstício de inverno ocorre no dia 21 de junho. Estas datas marcam igualmente o início das respectivas estações do ano neste hemisfério.
Devido à órbita elíptica da Terra, as datas nas quais ocorrem os solstícios não dividem o ano em um número igual de dias. Isto ocorre porque quando a Terra está mais próxima do Sol (periélio) viaja mais velozmente do que quanto está mais longe (afélio).
Os trópicos de Câncer e Capricórnio são definidos em função dos solstícios. No solstício de verão no hemisfério sul, os raios solares incidem perpendicularmente à Terra na linha do Trópico de Capricórnio. No solstício de inverno, ocorre a mesma coisa no Trópico de Câncer.
Referências Culturais
Em várias culturas ancestrais à volta do globo, o solstício de inverno era festejado com comemorações que deram origem a vários costumes hoje relacionados com o Natal da religião cristã. O solstício de inverno, o menor dia do ano, a partir de quando a duração do dia começa a crescer, simbolizava o início da vitória da luz sobre a escuridão.
Curiosidades
Na linha do equador a duração dos dias é fixa ao longo das estações do ano com 12 horas de luz e 12 horas de noite. Desse modo os solstícios nessa linha não podem ser obtidos através de dias ou noites mais longas e somente podem ser observadas pela máxima inclinação da luz solar para o norte ou para o sul. Na linha do equador não há como dizer se um solstício é de verão ou de inverno uma vez que demarcam a separação dos hemisférios norte e sul da Terra.» in Wikipédia.
«Solstício de Verão celebrado em Stonehenge por 30 mil pessoas
Uma multidão de cerca de 30 mil pessoas juntou-se hoje de madrugada em frente do conjunto megalítico de Stonehenge, no sudoeste de Inglaterra, para celebrar o solstício de Verão, informou a English Heritage, entidade responsável pelo monumento.
A heterogénea multidão, que incluía druidas, hippies, adoradores do Sol e curiosos, cumpriu a tradição e acampou junto dos enormes blocos de pedras que compõem o círculo pré-histórico para assistir aos primeiros raios solares do dia mais longo do ano.
Eram 3h58 em Inglaterra (4h58 em Lisboa) quando o Sol surgiu no horizonte, um acontecimento que foi recebido pelos presentes com danças, enquanto alguns deambulavam nus ou apenas observavam o céu saboreando uma cerveja.
Apesar da chuva ter ameaçado ensombrar o solstício, a multidão que passou a noite acampada em Stonehenge foi a mais numerosa dos últimos cinco anos, segundo a English Heritage.
A celebração decorreu de forma pacífica, informou a polícia, que apesar de tudo efectuou 15 detenções por pequenos delitos de ordem pública.
«É uma grande experiência. Trata-se de celebrar a natureza, a vida e o que faz funcionar o mundo, que é o Sol», comentou um dos presentes.
O famoso sítio pré-histórico, com cerca de 5000 anos de antiguidade e também chamado Templo do Sol, é desde há várias décadas o lugar eleito para festejar a chegada do Verão boreal à Inglaterra. Com Lusa.» in http://quiosque.aeiou.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ae.stories/10374
Stonehenge
51° 10' 43.91"N - 1° 49' 35.07"W
Localização de Stonehenge, na Grã-Bretanha.Stonehenge (do inglês arcaico "stan" = pedra, e "hencg" = eixo) é um monumento megalítico da Idade do Bronze, localiza-se na planície de Salisbury, próximo a Amesbury, no condado de Wiltshire, no Sul da Inglaterra.
Constituí-se no mais visitado e bem conhecido dos círculo de pedras britânicos, e acredita-se que foi projectado para permitir a observação de fenómenos astronómicos, nomeadamente os solstícios do Verão e do Inverno, eclipses, e outros.
Mitos, lendas e teorias
Denominado pelos Saxões de "hanging stones" (pedras suspensas) e referido em escritos medievais como "dança dos gigantes", existem diversas lendas e mitos acerca da sua construção, creditada a diversos povos da Antiguidade.
Uma das opiniões mais populares foi a de John Aubrey. No século XVII, antes do desenvolvimento dos métodos de datação arqueológica e da pesquisa histórica, foi quem primeiro associou este monumento, e outras estruturas megalíticas na Europa, aos antigos Druidas. Esta idéia, e uma série de falsas noções relacionadas, difundiram-se na cultura popular do século XVII, mantendo-se até aos dias atuais.
Na realidade, os Druidas só apareceram na Grã-Bretanha após 300 a.C., mais de 1500 anos após os últimos círculos de pedra terem sido erguidos. Algumas evidências, entretanto, sugerem que os Druidas encontraram os círculos de pedra e os utilizaram com fins religiosos.
Outros autores sugeriram que os monumentos megalíticos foram erguidos pelos Romanos, embora esta idéia seja ainda mais improvável, uma vez que os Romanos só ocuparam as Ilhas Britânicas após 43, quase dois mil anos após a construção dos círculos de pedra.
Somente com o desenvolvimento do método de datação a partir do Carbono-14 estabeleceram-se datas aproximadas para os círculos de pedra. Durante décadas não foram formuladas explicações plausíveis para a função dos círculos, além das suposições de que se destinavam a rituais e sacrifícios.
A arqueoastronomia
Nascer do Sol sobre Stonehenge na manhã do solstício de verão (21 de junho de 2005).Nas décadas de 1950 e de 1960, o professor Alexander Thom, coordenador da Universidade de Oxford e o astrônomo Gerald Hawkins abriram caminho para um novo campo de pesquisas, a Arqueoastronomia, dedicado ao estudo do conhecimento astronômico de civilizações antigas. Ambos conduziram exames acurados nestes e em outros círculos de pedra e em numerosos outros tipos de estruturas megalíticas, associando-os a alinhamentos astronômicos significativos às épocas em que foram erguidos. Estas evidências sugeriram que eles foram usados como observatórios astronômicos. Além disso, os arqueoastrônomos revelaram as habilidades matemáticas extraordinárias e a sofisticação da engenharia que os primitivos europeus desenvolveram, antes mesmo das culturas egípcia e mesopotâmica. Dois mil anos antes da formulação do teorema de Pitágoras, constatou-se que os construtores de Stonehenge incorporavam conhecimentos matemáticos como o conceito e o valor do π (Pi) em seus círculos de pedra.
Características
Stonehenge, Inglaterra.Stonehenge é uma estrutura composta, formada por círculos concêntricos de pedras que chegam a ter cinco metros de altura e a pesar quase cinqüenta toneladas, onde se identificam três distintos períodos construtivos:
O chamado Período I (c. 3100 a.C.), quando o monumento não passava de uma simples vala circular com 97,54 metros de diâmetro, dispondo de uma única entrada. Internamente erguia-se um banco de pedras e um santuário de madeira. Cinquenta e seis furos externos ao seu perímetro continham restos humanos cremados. O círculo estava alinhado com o pôr do Sol do último dia do Inverno, e com as fases da Lua. Durante o chamado Período II (c. 2150 a.C.) deu-se a realocação do santuário de madeira, a construção de dois círculos de pedras azuis (coloridas com um matiz azulado), o alargamento da entrada, a construção de uma avenida de entrada marcada por valas paralelas alinhadas com o Sol nascente do primeiro dia do Verão, e a ereção do círculo externo, com 35 pedras que pesavam toneladas. As altas pedras azuis, que pesam quatro toneladas, foram transportadas das montanhas de Gales a cerca de 24 quilômetros ao Norte.
No chamado Período III (c. 2075 a.C.), as pedras azuis foram derrubadas e pedras de grandes dimensões (megálitos) - ainda no local - foram erguidas. Estas pedras, medindo em média 5,49 metros de altura e pesando cerca de 25 toneladas cada, foram transportadas do Norte por 19 quilômetros. Entre 1500 a.C. e 1100 a.C., aproximadamente sessenta das pedras azuis foram restauradas e erguidas em um círculo interno, com outras dezenove, colocadas em forma ferradura, também dentro do círculo.
Estima-se que essas três fases da construção requereram mais de trinta milhões de horas de trabalho.
Recolhendo os dados a respeito do movimento de corpos celestiais, as observações de Stonehenge foram usadas para indicar os dias apropriados no ciclo ritual anual. Nesta consideração, é importante mencionar que a estrutura não foi usada somente para determinar o ciclo agrícola, uma vez que nesta região o Solstício de Verão ocorre bem após o começo da estação de crescimento; e o Solstício de inverno bem depois que a colheita é terminada. Desta forma, as teorias atuais a respeito da finalidade de Stonehenge sugerem seu uso simultâneo para observações astronômicas e a funções religiosas, sendo improvável que estivesse sendo utilizado após 1100 a.C..
A respeito da sua forma e funções arquitetónicas, os estudiosos sugeriram que Stonehenge - especialmente seus círculos mais antigos - pretendia ser a réplica de um santuário de pedra, sendo que os de madeira eram mais comuns em épocas Neolíticas.
No dia 21 de Junho, o Sol nasce em perfeita exatidão sob a pedra principal.
Segundo dados mais recentes, obtidos por arqueólogos chefiados por Mike Parker Pearson, Stonehenge está relacionada com a existência do povoado Durrington. Este povoado formado por algumas dezenas de casas construídas entre 2600 a.C. e 2500 a.C., situado em Durrington Walls, perto de Salisbury, é considerada a maior aldeia neolítica do Reino Unido. Segundo os arqueólogos foi aí encontrada uma espécie de réplica de Stonehenge, em madeira.
Bibliografia
WILSON, Colin. Atlas dos Lugares Sagrados. São Paulo: Editora Três, s.d. 192p. il. ISBN 8573681187.» in Wikipédia.
"Secrets of Stonehenge"
"Callanish Dreams"
Mais informações sobre este local mítico no seguinte link:
http://translate.google.pt/translate?hl=pt-PT&sl=en&u=http://www.britannia.com/history/h7.html&sa=X&oi=translate&resnum=11&ct=result&prev=/search%3Fq%3DStonehenge%2B%26hl%3Dpt-PT%26sa%3DG%26pwst%3D1
«Postiga ainda deu alguma esperança ao marcar o segundo golo de Portugal aos 87 minutos. No entanto, foi uma noite negativa. Correu quase tudo mal. A equipa nem sempre pressionou, faltou o desequilíbrio individual e os remates raramente acertavam na baliza de Lehmann. Ricardo até teve pouco trabalho. Fez poucas defesas porque nas raras ofensivas alemãs, quase sempre marcaram golo. Conforme disse Scolari, «no inicio do jogo, os alemães foram duas vezes à baliza portuguesa e marcaram dois golos». No segundo tempo repetiu-se o problema da primeira parte. Portugal a pressionar e a Alemanha a marcar. Ballack, aos 60 minutos, marcou na sequência de um livre, fez o 3 a 1, num lance contestado por Scolari porque o jogador alemão empurrou Paulo Ferreira. No inicio da segunda parte os jogadores da Alemanha deixaram de ser incisivos no ataque e os portugueses aproximaram-se mais da área de Lehmann. Só que, mais uma vez, os alemães foram mais eficazes. Ao contrário, Portugal fez vários remates mas poucas vezes acertou na baliza. Scolari tentou virar o resultado. Primeiro, aos 61 minutos, substituiu Nuno Gomes por Nani e Cristiano Ronaldo foi para a zona central. Mais tarde, aos 72 minutos saiu Petit e entrou Postiga. Mas Portugal não teve força, saber e discernimento para ultrapassar a defensiva alemã. Apenas aos 87 minutos Postiga conseguiu marcar. Na primeira parte, não foi muito diferente. Antes do intervalo, aos 40 minutos, Nuno Gomes recuperou da desvantagem e deu alguma esperança à equipa. Klose aos 26 minutos e Schweinsteiger aos 22 minutos foram os autores dos golos da Alemanha. Klose marcou na sequência de um livre e Schweinsteiger foi mais rápido do que Paulo Ferreira, recebeu um cruzamento de Podolski e fez o golo da Alemanha, aos 22 minutos, numa altura em que Portugal fez várias jogadas de perigo.» in http://euro2008.sapo.pt/infoeuro/artigo/824459.html --------------------------------------------------------------------------------- Tinha muita coisa a dizer aos Senhores Gilberto Madaíl e Scolari, mas não sou como alguns abutres, não é este o momento. Só queria dizer Viva Portugal, rapazes vocês foram brilhantes, Viva a Selecção Portuguesa! E mais uma grande arbitragem da UEFA com um erro grave imaginem contra quem, a Selecção Portuguesa! Por acaso depois de ver o jogo com a Suiça e este, não haveria lugar a uma investigação a um Apito qualquer... Senhores Scolari e Madaíl apesar de não comungar da vossa forma de actuação, também coloquei a bandeira e cantei o Hino Nacional. Viva Portugal, Viva a Selecção Nacional!
Os meus alunos ansiosos à espera do Exame de Aplicações Informáticas B, código 703, que, por sinal, foi bem fácil!
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Devo dizer que esta malta me deixa muitas saudades. São seres ternos, meigos, amigos e muito educados. Estudar nem sempre estão para aí virados, mas sempre que era necessário nunca falhavam. O Futuro é deles, que Deus os guie!
É quase certo que a tutela vai acabar com a disciplina de Aplicações Informáticas B! mais um disparate do Ministério da Educação, que parece querer andar para trás no tempo, acabando com as disciplinas ligadas ás TIC! Isto vem ao arrepio até do dito Plano Tecnológico do Governo, mas enfim, contradições de quem nos (des)governa!