20/05/09

David Bowie - Um Senhor da Música Mundial e mais um Fantástico Artista dos 80's!



David Bowie - "Young Americans"

David Bowie - "China Girl"

David Bowie - "Ziggy Stardust"

David Bowie - "Absolute Beginners"

David Bowie - "The man who sold the world"

Nirvana & Nirvana - "The man who sold the world"

David Bowie - "The man who sold the world"

David Bowie - "Wild Is The Wind"

David Bowie - "Let's Dance"

David Bowie - "Blue Jean"

David Bowie - "Heroes"

David Bowie - "Heroes" - (live)

David Bowie - "Modern Love"

David Bowie - "As The World Falls Down"

David Bowie - "Loving The Alien"

David Bowie - "Underground"

David Bowie - "Rebel, Rebel"

David Bowie - "Changes"

David Bowie - "Look Back In Anger"

David Bowie - "Red Sails Bootleg" - (1983)

David Bowie - "Red Money"

David Bowie - "Repetition"

David Bowie - "Miracle Goodnight"

David Bowie - "Soul Love"

David Bowie - "Moonage Daydream"

David Bowie - "Black Tie White Noise"

David Bowie - "Fame"

DAVID BOWIE AND JOHN LENNON - "Fame" - ("Live" - 1975)


David Bowie - "Song For Bob Dylan"

«David Bowie

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David Bowie

David Bowie, 2009
Informação geral
Nome completo David Robert Jones
Data de nascimento 8 de Janeiro de 1947 (62 anos)
Origem Londres, Inglaterra
País Reino Unido
Gêneros Rock clássico, glam rock, New Wave, hard rock
Instrumentos Voz, Saxofone, Guitarra, Piano, Gaita
Período em atividade 1964 - presente
Gravadoras EMI
Sítio oficial www.davidbowie.com
David Bowie, nome artístico de David Robert Haywood-Jones (Brixton, Londres, 8 de janeiro de 1947) é um músico e ator britânico, conhecido pelo seu trabalho musical nos anos 70 e 80 e por sua influência no mundo da música, especificamente no rock. David Bowie já vendeu mais de 136 milhões de álbuns no mundo inteiro.[carece de fontes?]
É conhecido também pela atuação em filmes como O homem que caiu na Terra (1975), Fome de Viver (The Hunger), Furyo - Em Nome da Honra (Merry Christmas Mr. Lawrence) e Labirinto - A Magia do Tempo (1986).
É casado com a modelo somali Iman Abdulmajid desde 1992. Tem dois filhos: Alexandria Zhara, nascida em 2000 e Duncan Zowie Haywood Jones (nascido em 1971, fruto de seu casamento com Angela Bowie), além de uma enteada, Zulekha Haywood (nascida em 1979), filha do primeiro casamento de Iman.

Índice

[esconder]


[editar] Visão geral

Seu verdadeiro nome é David Robert Jones, mas trocou o sobrenome devido ao seu homônimo no então famoso grupo estadunidense The Monkees. No início da carreira, ainda participou de grupos usando o verdadeiro nome, como Davie Jones and the King Bees (1964) e Davy Jones and The Lower Third (1965), chegando a gravar compactos sem maiores repercussões. Uma das teorias para o nome artístico conta que Bowie foi escolhido por ser o nome da fabricante da faca que se supõe ter cegado seu olho esquerdo ainda na adolescência em uma briga com um colega de escola, George Underwood. No entanto, a hipótese mais plausível para a paralisação da pupila esquerda é a de que, nessa briga, ocasionada pela disputa por uma namorada, Underwood teria acertado um soco no olho esquerdo de Bowie.
Começou a carreira solo (como cantor folk) em 1966, compondo, cantando e tocando. Em 1968, a canção "Space oddity" ficou entre as cinco primeiras da Inglaterra. Mas o sucesso internacional viria apenas com o álbum The rise and fall of Ziggy Stardust and the spiders from Mars, no qual foi acompanhado por Mick Ronson (guitarra), Trevor Bolder (baixo) e Woody Woodmansey (bateria). É nessa época que começariam as apresentações exuberantes, performáticas, com riqueza de figurino e maquiagem.
David Bowie ficou alguns anos fora dos palcos, mas em 1974 supreendeu a crítica com um afastamento do rock e uma tendência para o rhythm and blues e o soul. Já no álbum de 1977, ficou evidente a preocupação excessiva com o colapso da civilização. Depois de um tempo, alcançaria o sucesso outra vez em 1983, com Let's dance, um álbum voltado ao pop, emplacando sucessos como Modern love e China girl e Blue Jean, entre outros.
Bowie fez produção de discos, trabalhou no filme O homem que caiu na Terra, de Nicolas Roeg, participou de vídeos e estrelou O Homem Elefante na montagem da Broadway, isto para citar algumas de suas atividades extramusicais. Em filmes, participou de Fome de viver (The hunger), com Catherine Deneuve, Apenas um gigolô (Just a gigolo) e Labirinto - A Magia do Tempo (Labyrinth), com Jennifer Connelly. Fez trilhas sonoras para os filmes Absolute beginners (no qual também atua), Labirinto e Eu, Christiane F., 13 anos, drogada e prostituída.
Bowie também fez a trilha musical para o jogo Omikron:The Nomad Soul, da empresa de jogos Eidos, e aparece no jogo como o personagem Boz, líder de uma banda de rock.

[editar] Fases de David Bowie


David Bowie.

[editar] Infância e Adolescência

David Robert Jones nasceu em Brixton, Londres, filho de mãe irlandesa. Seus pais se casaram pouco depois de ele nascer e quando ele tinha seis anos de idade a família se mudou para Bromley, em Kent, onde o pequeno David passou a frequentar a Bromley Technical High School
Quando ele tinha quinze anos de idade, se meteu em uma briga com George Underwood. Há várias versões sobre o incidente; alguns falam em anel, outros em faca, outros em um simples soco; o importante é que como resultado da briga Bowie teve que ficar oito meses fora da escola, para que os médicos pudessem fazer operações para recuperar o olho esquerdo, potenciamente cego. O dano não foi completamente corrigido, deixando a pupila esquerda sempre dilatada. Assim, Bowie não tem muita percepção de profundidade, e vê tudo em um tom meio amarronzado.
O garoto Bowie começou a se interessar por música aos nove anos, quando seu pai levou para casa uma coleção de LPs que incluia Fats Domino,Chuck Berry e Little Richard. Seu irmão mais velho o apresentou ao jazz moderno, e no Natal de 1959 sua mãe o presenteou com um saxofone.
Em 1962, David formou sua primeira banda: The Konrads. Depois disso, tocou em várias bandas de blues, como The King Bees, The Manish Boys, The Lower Third e The Riot Squad. Sua primeira gravação foi o single Liza Jane, em conjunto com os King Bees. Foi aqui que conheceu o então grande amigo e companheiro, Boy George, com quem manteve relações durante décadas.
Foi nos anos 60 que David Robert Jones se transformou em David Bowie. No começo da década, ele se apresentava como "Davie Jones", ou "Davy Jones", criando assim uma confusão entre ele e o então famoso Davy Jones dos Monkees. Em 1966, então, ele escolheu Bowie como seu sobrenome artístico, em homenagem à Jim Bowie e sua famosa faca Bowie.
Seu primeiro álbum foi lançado em 1967, pela Decca Records offshoot Deram. Era um álbum chamado simplesmente David Bowie, e misturava sonoridades pop e psicodélicas. Neste mesmo ano Bowie também lançou o single The Laughing Gnome, com o mesmo insucesso. Seguiu-se então um período de dois anos sem nenhuma gravação.
Influenciado pelo teatro, David frequentou as aulas de Lindsay Kemp, que misturavam teatro avant-garde e Commedia dell'arte. Essas aulas influenciaram-o a criar os personagens de suas fases posteriores.

[editar] Ziggy Stardust (1969-73)

Os primeiros passos de Bowie em direção a fama foram dados em 1969, com o single Space Oddity. A música, composta um ano antes mas lançada apenas em 69 para coincidir com a data do pouso na lua, conta a história de um astronauta que se perde no espaço e alcançou o Top 5 na Inglaterra.
O terceiro disco de Bowie foi lançado em 1970. Em "The Man Who Sold the World" ele se entrega totalmente as guitarras, em uma influência clara de Mick Ronson, que viria a ser seu parceiro inseparável. A capa original do LP trazia o cantor usando um vestido, em uma prévia do que viria a ser seu inconfundível estilo andrógino.
Em Hunky Dory (1971), Bowie explora temas mais sérios e autobiográficos, com muitas referências a seus ídolos. Junto com o single Changes, o álbum não foi um grande hit, mas deu o impulso inicial para o vôo de Bowie em direção ao topo das paradas de sucesso.
A androginia, grande marco de Bowie, explodiu no disco conceitual The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars. A história de um alienígina rock star que aterrissa em um mundo predestinado a acabar em cinco anos deu origem ao mais famoso personagem de David Bowie, e é o berço de muitos clássicos do rock.
A primeira turnê mundial de David Bowie, em 1972, foi baseada no personagem de Ziggy. Em uma performance cheia de maquiagem, luzes e roupas exuberantes, ele encarnava o personagem perturbado de suas canções. Com a ajuda de suas "Spiders from Mars" (Ronson na guitarra, Trevor Bolder no baixo e Mick Woodmansey na bateria) o álbum alcançou o topo das paradas, e transformou Bowie em uma estrela.
As aranhas foram convocadas de novo na gravação de Aladdin Sane, lançado em abril de 1973. Segundo Bowie, todas as músicas deste álbum foram compostas na estrada, enquanto ele estava fazendo a turnê de Ziggy Stardust. A capa, que trazia Bowie sem camisa, com o cabelo vermelho a là Ziggy e um raio azul, vermelho e preto desenhado no rosto, foi rotulada como uma das mais emblemáticas do mundo do rock.
A partir daí, as performances de Bowie foram ficando cada vez mais teatrais. Incluindo faixas de Aladdin Sane e The Rise and Fall, elas traziam um alienígena que simulava sexo oral com a guitarra de uma Spider From Mars. Durante esta turnê, Bowie dava entrevistas como se fosse o próprio Ziggy, até que em um show no London's Hammersmith Odeon, do dia 3 de julho de 1973, ele anunciou: "De todos os shows desta turnê, esta ficará marcada em nós com mais força, pois não é só o último show desta turnê, mas também como o último show que eu farei. Obrigado."
Assim, Bowie rompeu com as Spiders From Mars e Ziggy Stardust, e continuou sua carreira. Em outubro de 73 ele lança PinUps, uma coleção de covers de seus hits favoritos dos anos 60.

[editar] O Soul (1974-76)

Em 1974, Bowie lança o ambicioso Diamond Dogs, resultado de uma frustrada tentativa de obter a licença para fazer um álbum baseado no livro 1984, de George Orwell. É possível ver a segunda das muitas mudanças de estilo pelas quais ele iria passar: neste álbum, Bowie se afasta do glam-rock e flerta com o soul.
Para seguir o lançamento do álbum ele sai em uma turnê nos EUA, que dura de Junho a Dezembro de 1974. Alan Yentob fez o documentário Cracked Actor baseado nos shows, dando mais pilha aos rumores de que Bowie estaria abusando da cocaína. Em um comentário sobre o LP ao vivo lançado nesta época, o músico diz: "O disco deveria se chamar David Bowie está vivo e bem, e vivendo só na teoria", em uma provavel referência a seu perturbado estado psicológico no período.
Para os fãs de Ziggy Stardust, o soul funkeado de Bowie era como uma traição, uma caída indesculpável para o pop. Em 1975, ele lança Young Americans e ratifica sua mudança, mostrando sua "alma plástica".
Station to Station (1976) mostrou um lado mais escuro desta nova alma, chamada de "The Thin White Duke". Visualmente, o personagem era uma extensão de Thomas Jerome Newton, seu personagem em O homem que caiu na Terra. Nesta época, Bowie tinha se tornado extremamente dependente de cocaína, e muitas críticas atribuiam o ritmo acelerado e o ataque emocional das letras à droga (que Bowie se orgulhava de "ter introduzido na América"); durante este ano, ele teve várias overdoses, perdeu peso visivelmente e sofreu ataques de megalomania.
No meio de tudo isso, ainda havia uma turnê mundial para ser feita. Esta foi um sucesso, apesar de a mídia acusar Bowie de apoiar o facismo, em uma má interpretação de sua mensagem essencialmente antifacista.

[editar] A era de Berlim (1976 - 1980)

O interesse pelo cenário musical alemão e o vício em drogas fizeram Bowie se mudar para Berlim junto com o seu amigo Iggy Pop. Os dois dividiam um apartamento em Schöneberg e a esperança de reconstruir a vida e carreira. Iggy compôs seus dois primeiros álbuns-solo tendo Bowie como co-escritor e músico de apoio, mantendo-o para uma turnê (março-abril de 1977) pelo Reino Unido, Europa e Estados Unidos .
A sonoridade de Station to Station foi reaproveitada e amadurecida em Low, o primeiro dos três álbuns que ficaram conhecidos como "A trilogia de Berlim". Na época em que o álbum foi lançado, o co-produtor Tony Visconti disse: "Bowie queria fazer um álbum com músicas descompromissadas, que refletissem o modo como ele se sentia. Ele não ligava em atingir ou não o topo das paradas, e Low seria tão extraordinário que poderia até nunca chegar a ser lançado."
De um modo ou de outro, o álbum foi lançado em 1977 e a faixa Sound and Vision atingiu o número 3 nas paradas de sucesso. Com músicas relativamente simples, repetitivas, sem enfeites e o lado B quase inteiramente instrumental, Low foi uma reação perversa ao punk rock, e é considerado hoje um álbum muito a frente de seu tempo.
O próximo disco, Heroes, era uma versão um pouco mais acessível de Low. Em conjunto, os dois traziam para o público o sentimento da Guerra Fria, simbolizado pela cidade dividida que os inspirou. A música de Bowie que mais gerou covers foi justamente a canção-título deste álbum, contando a história de dois amantes que se conhecem no Muro de Berlim. Em 1978, a trupe toda embarcou em uma turnê mundial, que incluia músicas dos dois úlimos álbuns. Neste mesmo ano o compositor minimalista Phillip Glass transformou algumas músicas da turnê em sinfonias.
Lançado em 1979, Lodger foi o último álbum da chamada Trilogia de Berlim, ou "triptych", como o próprio Bowie a chama. Ele continhia os singles "Boys Keep Swinging", "DJ" e "Look Back in Anger" e, o contrário os últimos dois LPs, não continha faixas instrumentais. O estilo tendeu para uma mistura de New Wave com World Music, graças às músicas compostas de modos não tradicionais para Bowie (como troca de instrumentos e acordes de antigas composições).
Scary Monsters, seu próximo trabalho, revia o personagem do Major Tom de Space Oddity em um álbum com uma face hard-rock, que incluia contribuições de King Crimson, Robert Fripp e Pete Townshend. Para obter as imagens usadas no videoclip Bowie foi ao conhecido reduto da tribo New Romantic para recrutar personagens como Steve Strange, da banda Visage. Assim, mais uma vez Bowie alcançou o mérito de ter feito uma das mais inovadoras coisas de todos os tempos.
Apesar de utilizar princípios aprendidos na Era de Berlim, Scary Monsters era considerado pelos críticos um álbum mais direto, refletindo assim a transformação que Bowie passou durante seu período na Alemanha. Nessa época ele já havia se recuperado do vício em drogas da fase "Thin White Duke", e havia mudado totalmente o seu conceito de como música deveria ser composta.

[editar] O PopStar (1980 - 1989)

Em 1981 o Queen lançou Under Pressure em co-autoria com Bowie; a música virou um hit e atingiu o topo das paradas britânicas. No mesmo ano ele compôs a trilha sonora e apareceu como participação especial no filme Eu, Cristiane F, 13 anos, drogada e prostituída, que contava a história real de uma menina de 13 anos viciada em heroína. Ainda neste ano, Bowie participou da adaptação da BBC do filme de Bertolt Brechet Play Baal.
Em abril de 1982, é lançado Cat People (Putting Out Fire), com Giorgio Moroder. Mas o primeiro verdadeiro blockbuster de Bowie foi lançado em 1983. Let's Dance é um álbum pop, e também uma ação de filantropia: Bowie contratou vários músicos em dificuldades financeiras para ajudá-los. Mas, neste caso, o velho ditado funcionou. A turnê The Serious Moonlight rendeu à Bowie um milhão de dólares em apenas uma performance no US Festival.
O próximo disco era para ser um álbum ao vivo da Serious Moonlight Tour, mas a gravadora exigiu um álbum em estúdio. Assim Bowie compôs Tonight, lançado em 1984. Com a mesma pegada dance de seu antecessor, participações de Tina Turner e Iggy Pop e vários covers, o álbum foi considerado pela crítica como uma tentativa preguiçosa de continuar na crista do sucesso obtido com Let's Dance. Apesar disso, o curta-metragem Jazzin' for Blue Jean, baseado a música homônima, ganhou o Grammy deste ano, mostrando que a criatividade de Bowie não havia se esgotado.
Em 1985, o músico tocou vários de seus hits em Wembley, no Live Aid. Sua performance de Dancing In the Streets junto com Mick Jagger logo se tornou a #1 das paradas.
No ano seguinte, Bowie investe em peso na sua carreira de ator e compositor de musicais. No mesmo ano, ele atua em Absotute Beginers e em Labyrinth.
O último álbum solo de Bowie dos anos 80 foi lançado em 1987. Never Let Me Down destrói o som leve dos dois últimos álbuns, subistituindo-o por hard rock com uma pegada de techno dance. Apesar de ter sido um sucesso de vendas, este é considerado um dos piores álbuns do cantor. A turnê - chamada de The Glass Spider Tour - foi considerada extremamente comercial, misturando dança, efeitos especiais, diálogos entre as músicas e antigos hits, criando um efeito teatral demais.
Em agosto de 1988, Bowie fez o papel de Pôncio Pilatos no filme de Martin Scorsese, A última tentação de Cristo

[editar] Tin Machine (1989 - 1991)

Pela primeira vez desde os anos 70, Bowie resolveu formar uma banda regular. Em 1989 foi fundada e Tin Machine, um quarteto de hard rock composto por Bowie, Reeves Gabrels,Tony Sales e Hunt Sales.O álbum homonimo foi um sucesso, porém Bowie logo se decepcionou com a parceria: Tin Machine II foi mal-sucedido, e Tin Machine Live foi um completo fracasso.
Assim, Bowie rompe com a banda e entra nos anos 90 em carreira-solo, fazendo uma turnê mundial aonde ele tocou seus maiores hits. A Sound + Vision Tour foi concebida pelo coreógrafo da companhia de dança La La Human Steps Edouard Lock e, após concluí-la, o cantor decretou que nunca mais iria interpretar seus antigos sucessos.

[editar] Eletrônica (1992 - 1999)


[editar] O Bowie Neoclassicista (1999 - presente)


[editar] Bowie como ator

O primeiro grande papel de Bowie, em O homem que caiu na Terra, foi muito aclamado. Na década de 1960 fez aparições em filmes de vanguarda, principalmente em papéis secundários. Desde então, sua carreira foi bastante esporádica. O filme Furyo, em nome da honra (Merry Christmas, Mr. Lawrence), de Nagisa Oshima, baseado na novela de Laurens van der Post, foi lançado em 1983. Bowie interpretou o major Jack Celliers, um prisioneiro de guerra em um acampamento japonês. Outro músico famoso, Ryuichi Sakamoto, interpretou o comandante do acampamento. No mesmo ano interpretou um vampiro em The Hunger. Bowie também fez o papel de Pôncio Pilatos em A última tentação de Cristo (The last temptation of Christ), de Martin Scorsese e atuou em Zoolander (2001) ao lado de Ben Stiller
Furyo impressionou alguns críticos, mas o projeto seguinte, o musical de rock Absolute beginners (1986), decepcionou tanto a crítica quanto o público. No mesmo ano atuou em Labirinto, a magia do tempo, interpretando Jareth, o Rei dos Duendes.
Sua última atuação foi interpretando Nikola Tesla em O grande truque (The prestige), de 2006. Em 2007 cedeu sua voz para o personagem Maltazar na animação Arthur e os Minimoys (Arthur and the Mininoys / Arthur et les Minimoys). Seu próximo filme é 'August' onde atua ao lado do ator Josh Hartnet ainda sem data de estréia.

[editar] Curiosidades

O guitarrista Slash ex-Guns and Roses em sua recente autobiografia afirma que sua mãe foi amante de David Bowie.

[editar] Discografia

  1. David Bowie (1966)
  2. Space Oddity (1969, UK #17, US #16)
  3. The Man Who Sold the World (1970, UK #26)
  4. Hunky Dory (1971, UK #3, US #93)
  5. The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars (1972, UK #5, US #75)
  6. Aladdin Sane (1973, UK #1, US #17)
  7. Pin Ups (1973, UK #1, US #23)
  8. Diamond Dogs (1974, UK #1, US #5)
  9. Young Americans (1975, UK #2, US #9)
  10. Station to Station (1976, UK #5, US #3)
  11. Low (1977, UK #2, US #11)
  12. "Heroes" (1977, UK #3, US #35)
  13. Lodger (1979, UK #4, US #20)
  14. Scary Monsters (and Super Creeps) (1980, UK #1, US #12)
  15. Let's Dance (1983, UK #1, US #4)
  16. Tonight (1984, UK #1, US #11)
  17. Labyrinth (soundtrack) (1983, UK #1, US #4)
  18. Never Let Me Down (1987, UK #6, US #34)
  19. Tin Machine (with Tin Machine) (1989, UK #3, US #28)
  20. Tin Machine II (with Tin Machine) (1991, UK #23, US #126)
  21. Black Tie White Noise (1993, UK #1, US #39)
  22. The Buddha of Suburbia (1993, UK #87)
  23. Outside (1995, UK #8, US #21)
  24. Earthling (1997, UK #6, US #39)
  25. 'hours...' (1999, UK #5, US #47)
  26. Heathen (2002, UK #5, US #14)
  27. Reality (2003, UK #3, US #29)

[editar] Turnês


[editar] Ligações externas

Wikiquote
O Wikiquote tem uma coleção de citações de ou sobre: David Bowie.

"Ziggy Stardust

Ziggy played guitar,
jamming good with Weird and Gilly
And the spiders from Mars.
He played it left hand,
But made it too far,
Became the special man,
then we were Ziggy's band.

Ziggy really sang,
screwed up eyes and screwed down hairdo
Like some cat from Japan,
he could lick 'em by smiling
He could leave 'em to hang
Came on so loaded man,
well hung and snow white tan.

So where were the spiders while
the fly tried to break our balls
Just the beer light to guide us,
So we bitched about his fans and
should we crush his sweet hands?

Ziggy played for time,
Jiving us that we were voodoo
The kids were just crass,
he was the nazz
With God given ass
He took it all too far but
boy could he play guitar.

Making love with his ego
Ziggy sucked up into his mind
Like a leper messiah
When the kids had killed the man
I had to break up the band.
Ziggy played gui...tar"



Liga Intercalar: F.C. Porto-Mafra, 0-0 (6-5 nas grandes penalidades) - Liga Principal e Liga Intercalar são do F.C. do Porto!




«Campeões a Norte e agora Campeoníssimos


Campeões a Norte, primeiro, e agora também Campeões a nível nacional. Esta quarta-feira, no Estádio Prof. Dr. José Vieira de Carvalho, na Maia, os jovens do F.C. Porto bateram o Mafra, nas grandes penalidades, e colocaram um ponto final de grande ventura na sua participação nesta segunda edição da Liga Intercalar.Privados de peças importantes, nomeadamente Diogo Viana, Dias e Josué (ao serviço dos sub-19 de Portugal), opções regulares na equipa, Rui Barros e Patrick Greveraars apostaram em outros atletas da Formação para triunfar nesta partida e os dividendos acabaram mesmo por se revelar, ainda que apenas após a transformação dos castigos máximos.O encontro não se caracterizou por farto em oportunidades claras de golo, é verdade; ainda assim, o F.C. Porto dispôs de algumas boas ocasiões para accionar o marcador, ainda no tempo regulamentar.Rabiola foi dos mais activos, coleccionando dois pares de remates perigosos, que só não motivaram festejos porque Hélder Colaço (na primeira parte) e Márcio Santos (na segunda) se mantiveram atentos. Chula, na etapa inicial, e Alex, lançado no desafio aos 80 minutos, manifestaram igual irreverência, mas a bola estava destinada a bater no interior das redes unicamente no momento das grandes penalidades. Chegada a hora de todas as decisões, Ventura elevou-se para uma exibição fenomenal, travando por duas vezes o esférico. À terceira, Eduardo Simões acertou no poste e, de seguida, Rabiola confirmou o triunfo portista sobre a equipa da II Divisão, que, recorde-se, deixara para trás clubes como Belenenses, Estrela da Amadora, Sporting e Benfica.


FICHA DE JOGO


Liga Intercalar (Finalíssima)
Estádio Prof. Dr. José Vieira de Carvalho, na Maia (20 de Maio de 2009)
Árbitro: Jorge Sousa
Árbitros Assistentes: José Luís Melo e Fábio Melo
4º Árbitro: Rui Costa


F.C. Porto: Ventura; Bosingwa, Roberto, Abdoulaye e Massari; Ramon, Lucas e Miguel Galeão; Cardoso, Rabiola e Chula
Substituições: Miguel Galeão por Claro (46m), Chula por Vítor (66m) e Cardoso por Alex (80m)
Não utilizados: Maia; Paulinho, Rafhael e Júlio
Treinador: Rui Barros


Mafra: Hélder Colaço; João Meira, Ricardo Correia, Eduardo Simões e Coelho; Élio Wilson, Tiago Silva, Vieirinha e Éder; Bonifácio e Diarra
Substituições: Hélder Colaço por Márcio Santos (46m), João Meira por Malá (46m), Bonifácio por Ernesto (46m), Tiago Silva por Ruben (54m) e Coelho por Paulo Renato (72m)
Não utilizados: Diogo Dias
Treinador: Rui Gregório


Ao intervalo: 0-0
Disciplina: cartão amarelo para Bosingwa (31m), Miguel Galeão (46m), Roberto (58m), Rabiola (61m) e Ricardo Correia (80m)
Grandes penalidades: 0-1 (Paulo Renato); 1-1 (Lucas); 1-1 (Ricardo Correia); 1-1 (Alex); 1-1 (Diarra); 2-1 (Abdoulaye); 2-2 (Vieirinha); 2-2 (Ramon); 2-3 (Élio Wilson); 3-3 (Massari); 3-4 (Ruben); 4-4 (Vítor); 4-5 (Malá); 5-5 (Bosingwa); 5-5 (Eduardo Simões); 6-5 (Rabiola)» in site F.C. do Porto.

Padre Amaro Gonçalo fala a propósito das Festas em honra de Nossa Senhora da Hora!



«Festas em honra de Nossa Senhora da Hora

Abrir as portas da fé

Pároco da Senhora da Hora, Amaro Gonçalo, sucedeu a Fernando Rosas, e vive, pela primeira vez, este ano, as Festas em Honra de Nossa
Senhora da Hora.

Amaro Gonçalo Ferreira Lopes nasceu a 28 de Fevereiro de 1966 em Eiriz, Paços de Ferreira.
Licenciado em Teologia pela Universidade Católica Portuguesa, Centro Regional do Porto, com a Tese de Licenciatura: «A Igreja Local à luz das sete Cartas do Apocalipse».
O novo pároco da Senhora da Hora possui uma Pós-Graduação em Educação da Sexualidade, pela Faculdade de Ciências Sociais da Universidade Católica Portuguesa, em Braga.
Foi ordenado presbítero no dia 14 de Julho de 1991 na Catedral do Porto.
Foi pároco de Amarante (S. Gonçalo) e São Veríssimo desde 18 de Outubro de 1992 até ser nomeado pároco de Nossa Senhora da Hora, concelho de Matosinhos, a 30 de Julho de 2008.
O padre Amaro Gonçalo Ferreira Lopes assumiu a 21 de Setembro do ano passado o lugar de Fernando Rosas, agora pároco de S. Pedro da Cova, por decisão do Bispo do Porto, D. Manuel Clemente.
O “Matosinhos Hoje” conversou com o novo pároco sobre as Festas em honra de Nossa Senhora da Hora. O padre Amaro Gonçalo falou sobre os desafios e potencialidades da comunidade que lidera.
Matosinhos Hoje- Está há cerca de seis meses na paróquia da Senhora da Hora. Como tem sido essa experiência?
Amaro Gonçalo- Tem sido uma experiência interessante. Constitui para mim um desafio, porque eu vinha de uma área menos urbana. Por outro lado, a experiência de 16 anos já me facilita um pouco a adaptação, mas tenho me sentido bastante bem.
MH- Como foi recebido pela população?
AG- Fui muito bem recebido pela população. Acho que a comunidade fez uma adaptação, revelou uma caridade eclesial e até pastoral nesta transição. Pensei que ia ser pior. Pensei que ia ser mais difícil curar algumas feridas, mas penso que tem sido uma transição pacífica.
MH- Como foi feita a preparação das Festas em honra de Nossa Senhora da Hora?
AG- O meu antecessor, também fruto da experiência que tinha neste campo, sugeriu e criou uma Associação das Festas da Senhora da Hora para dar mais credibilidade e viabilidade económica e financeira a estas festas. Quando eu cheguei, a associação estava criada, pelo menos do ponto de vista turístico, e tratou-se de acorda-la do ponto de vista funcional. A Associação tem funcionado muito bem. Tem um grupo de homens, e também uma mulher, bastante comprometidos, a apoiar-me, mais directamente o Sr. Jaime Dinis, que tem vontade e disponibilidade, que tem colaborado bastante bem.
Eu sozinho, Deus me livre! Primeiro, porque eu não tinha a noção mínima das festas. Até me surpreende este tipo de festas neste tipo de enquadramento urbanístico. É uma coisa que eu não contava. O trabalho tem sido relativamente facilitado para mim. Não para a Associação que tem muitas coisas em que pensar.
MH- Optou por manter uma tradição que foi recuperada há meia dúzia de anos pelo seu antecessor. É importante manter a Bênção das Grávidas?
AG- Eu acho que é uma boa tradição. Às vezes, nós perdemos o sentido das coisas. Quando se fala em Nossa Senhora da Hora, na tradição popular, isso está relacionado, sobretudo com as mulheres e a hora do parto, embora biblicamente, a Senhora da Hora tenha a ver com outra coisa. Tem a ver com aquele momento em que Jesus, nas Bodas de Canã, diz: “Maria, ainda não chegou a minha Hora”. Essa hora, no Evangelho de S. João, é a Hora da Morte, e da Ressurreição, a Hora da Glorificação, a que Maria está também associada.
Depois, a hora é também a hora do parto, da Boa Hora, da partida. Creio que o padre Rosas entendeu recuperar esta bênção, que é litúrgica, oficialmente reconhecida e penso que foi uma boa ideia. É de manter, porque também é preciso estimular a maternidade e é preciso reconhecer e celebrar a maternidade. É um valor hoje muito em baixa. Estamos a passar por um inverno demográfico acentuado. É um gesto bonito de que a Igreja valoriza a vida e que tem um apreço especial. De certo modo, vê em cada mulher grávida a imagem de Maria que dá luz ao filho. É uma espécie de reedição constante do Mistério da Reencarnação.
MH- Outro dos pontos altos das Festas em honra de Nossa Senhora da Hora é a procissão das velas que, todos os anos, muda o seu percurso, procurando chegar a outros locais da freguesia. É um momento de reflexão?
AG- A procissão é uma tradição judaica. Se formos à Sagrada Escritura, vemos que o povo de Israel é um povo peregrino. O próprio Jesus foi em peregrinação a Jerusalém desde pequeno. A peregrinação define o homem em viagem, do homem que está em demanda, do homem que vem de Deus e caminha para Deus. A peregrinação é algo de constitutivo da nossa matriz crente. Somos pessoas que estamos a caminho.
Por outro lado, havia aqui uma boa tradição de percorrer espaços não percorridos, andar por mares nunca dantes navegados, no sentido de fazer chegar as pessoas de um lado ao outro, de irem conhecendo a freguesia, de irmos marcando presença, marcando território por zonas diferentes. O objectivo é chegar aonde não temos chegado.
MH- Já tinha ouvido falar das Festas da Senhora da Hora?
AG- Sim, essa evocação da Senhora da Hora, da tradição da água, são reminiscências que eu tenho da minha infância, no tempo em que se valorizavam muito as festas populares, que eram um palco de encontro das pessoas. Não havia shoppings nem cafés com a abundância que há hoje. Curiosamente, é de reflectir, do ponto de vista antropológico, porque é que ainda hoje as pessoas, mesmo com esses espaços novos, não se desligaram destas convivências. Porque elas correspondem a qualquer coisa de genuíno da pessoa. Aquilo que não corresponde à pessoa humana, desaparece mais dia menos dia.
Mesmo com todo este progresso, vê-se que as pessoas ainda gostam destes espaços, de se encontrarem, de se verem na rua. Parece que é uma espécie de transgressão. A pessoa precisa de festa. O homem é também um ser lúdico e precisa da festa para se exteriorizar e até para ser ele mesmo, porque fora dos constrangimentos sociais em que habitualmente nos movemos, a festa deixa-nos ser mais nós. Sem tanta etiqueta sem tanto formalismo. Sem disfarce. Depois a festa também tem qualquer coisa de excessivo. O excesso também uma necessidade. Nós precisamos de nos transcender, de nos ultrapassar. Isto acaba por ser regulador do nosso equilíbrio enquanto personalidade, enquanto comunidade. As festas estabilizam, de certo modo, as nossas tensões sociais.
MH- A Senhora da Hora é uma vila muito urbanizada. À volta da Igreja existem shoppings, apartamentos, rede de metro. É difícil manter uma certa “sanidade” no meio desta confusão diária?
AG- Eu confesso que estranho muito. Eu saía da Igreja e tinha um café à frente, com uma praça, com gente. Aqui, a própria Igreja está também um pouco deslocada daquilo que era o centro original da vila. Eu sinto-me um pouco isolado. Agora, tem outras coisas boas, tem o Parque do Carriçal, tem espaços verdes, tem acessos fáceis. As pessoas procuram essa sanidade mental, espiritual, também na comunidade cristã.
MH- Mas, nos últimos anos, muita gente veio de fora para a Senhora da Hora. Houve uma transformação da própria comunidade...
AG- Sim, mas a comunidade está muito identificada com as pessoas originárias de cá. Não vejo que esta avalanche, este êxodo rural, para a Senhora da Hora tenha dilatado a comunidade. A comunidade mantém-se num pequeno núcleo, que se mantém fiel às suas raízes e que vive aqui a sua fé. Mas, de facto, precisávamos de dilatar o coração da comunidade e de nos expandirmos mais missionariamente. É uma das teclas onde tenho insistido desde que cheguei. Temos uma pastoral orientada para os praticantes, para os que vêm, mas com pouca abertura para os que não vêm. Precisamos de abrir aos pagãos a porta da fé. Esta ponte está muito pouco feita. Precisamos de crescer em espírito de missão. Esse é um grande desafio. É uma comunidade com muitas potencialidades humanas.» in http://www.matosinhoshoje.com/index.asp?idEdicao=415&id=21395&idSeccao=3199&Action=noticia


Senhora da Hora




«A Senhora da Hora é uma freguesia portuguesa do concelho de Matosinhos, com 3,80 km² de área e 26 543 habitantes (2001). Densidade: 6 985,0 hab/km².


Patrimonio


* Casa e Quinta de São Gens ( incluindo terreno e jardim)

* Monumento dos Centenários

* Casa Sapage

* Quinta do Viso

* Efanor (recentemente demolida)

* Estação da CP (Senhora da Hora)- (Estação de Passageiros mais Barracão* do Carvão)

* Barracão: Ardeu na noite de 3ª feira 13 de Março de 2007, ficando completamente destruido.


Historia


Criação da Freguesia

De todas as freguesias de Matosinhos, a que foi criada mais recentemente é a freguesia da Senhora da Hora.

Em 1514, Aleixo Francisco mandou construir uma capela: a capela de Nossa Senhora da Hora. Estavam, assim, lançadas as sementes para a Festa da Senhora da Hora que, durante séculos, e ainda actualmente, trouxe a esta povoação romeiros de toda a região norte, tal era, e é, a devoção à Santa.

Em 1893, perto da já referida capela, foi construída a famosa «Fonte das Sete Bicas», sobre a qual muitas tradições existem.

É, pois, neste lugar, que se foi criando a povoação da Senhora da Hora. Povoação esta que, em 1836, foi elevada a sede do concelho de Bouças e três anos mais tarde a Vila de Bouças.

Assim se manteve com tão importante estatuto até 1853, ano em que foi criada a Vila de Matosinhos, para onde foi transferida a sede do concelho.

A Vila de Bouças volta então a ser o pequeno e simples lugar da Senhora da Hora, não conseguindo sequer ser freguesia.

Face ao aumento da população, à área ocupada e à industrialização do lugar, no diário do Governo n.º 131-I Série-de 14/06/1933, foi publicado o Decreto de Lei n.º 22:677, que criou a Freguesia da Senhora da Hora, do Concelho de Matosinhos, do Distrito do Porto. Para a concretização do processo para a elevação a Freguesia desta povoação, muito contribuiu e se esforçou o membro substituto da primeira Comissão Administrativa desta Junta, senhor Dr. Rogério Paes da Cunha Prelada, médico, muito carinhoso para com os pobres, o qual foi alvo duma singela mas significativa homenagem de reconhecimento, realizada aquando da passagem do 1º Aniversário da referida elevação (14/06/1934).


Elevação á categoria de vila


No Diário da República n.º 193-I Série-de 23/08/1986, foi publicada a Lei nº. 28/86, que no seu Artigo 2º, alínea b),eleva a povoação da Senhora da Hora à categoria de vila. A iniciativa da proposta para a publicação desta lei deve-se aos membros do Grupo Parlamentar do PPD/PSD, com assento na Assembleia da República, nas pessoas dos senhores deputados Eng. Domingos Silva Sousa, Arlindo da Silva, André Moreira e outros, do Executivo da Junta, da Assembleia de Freguesia, da Câmara Municipal de Matosinhos e, finalmente, da própria Assembleia da República, cujos órgãos envidaram esforços nesse sentido e foram unânimes em reconhecer que a Senhora da Hora era merecedora de tal distinção face à evidente forma sintomática e inequívoca dos pressupostos exigidos para a sua ascensão a esta categoria.


Stiuação Geografica


Freguesia situada a Norte de Portugal, no distrito do Porto, a três quilómetros, a Este do centro da sede do Concelho de Matosinhos, tendo como confrontos as seguintes freguesias, a Norte, Custóias e Guifões; a Leste, S. Mamede Infesta; a Oeste, Matosinhos; a Sul, Ramalde e Aldoar, sendo estas duas últimas, da cidade do Porto.


Area Geografica


Após a publicação do decreto-lei n.º 31933 no Diário do Governo-I Série-N.º 66, de 21 de Março de 1942, que estabelece os seus limites, a sua área geográfica comum da Freguesia da Senhora da Hora ficou definida em 380 hectares.


Demografia


A população de facto, ou presente, e a estimada é a seguinte: Censos (ano de 1991) = 19608 habitantes; Recenseamento Eleitoral (1997) = 17482 recenseados; Estimada (+/-) = 27500 habitantes.


Criação do Brasão, Bandeira e Selo Branco da Freguesia


Da autoria do membro do executivo desta Junta, já falecido, Sr. Carlos Alberto da Silva Costa (APU), foi apresentado em 1981 um esboço do desenho do brasão e da bandeira para apreciação o qual, depois de sofrer várias alterações, foi aprovado em 04/02/1982, tendo sido submetido a ratificação da Assembleia de Freguesia em 29/03/1982, e em 10/10/1991, foi solicitado o parecer à Comissão de Heráldica, a qual deu o seu parecer em 06/02/1995,nos termos da lei nº53/91, de 7 de Agosto, introduzindo-lhe novas alterações, as quais foram executadas pelo Sr. Dr. José Luís Guedes Barreira, residente em Rio Tinto, que anuiu gentil e graciosamente ao nosso pedido. Em 21/02/1995, o parecer da Comissão de Heráldica dos Arqueólogos Portugueses foi aprovado pela Junta e em 27 de Abril de 1995 pela Assembleia de Freguesia. Em 20 de Março de 1996, na página 5079, do diário da república - III serie -Nº68-, foi publicado o edital que torna público a aprovação definitiva do Brasão, Bandeira e Selo Branco desta Junta de Freguesia.


Brasão, Bandeira e Selo Branco


Brasão: Escudo de prata, chafariz de azul, com alçado com sete bicas dispostas em faixa, donde corre água; em orla, uma grinalda de folhas de planta, de verde. Coroa mural de prata de quatro torres. Listel branco, com a legenda a negro, em maiúsculas: "SENHORA DA HORA". O chafariz conhecido pela Fonte das Sete Bicas, constitui o verdadeiro "ex-libris" desta terra sendo local de um antiquíssimo culto aquífero, representando de azul numa alusão à lealdade e nobreza das suas gentes.

Bandeira: Esquartelada de verde e branco. Cordão e borlas de prata e verde. Haste e lança de ouro. O verde recorda a mancha verdejante de outrora, sendo o esmalte da abundância, da esperança e da liberdade. A prata, de branco por se tratar de tecido, representa o seu subsolo rico em caulinos e granitos, significando a riqueza do trabalho executado e a humildade com que é desenvolvida.

Selo Branco: Circular, com as peças do escudo sem a indicação de cores e metais, tudo envolvido por dois círculos concêntricos, onde corre a legenda: "Junta de Freguesia da Senhora da Hora - Matosinhos".


Das Velhas Capelas à Nova Igreja


Capela de Nossa Senhora da Hora

Foi mandada construir em 1514, no Monte do Viso, no local chamada Mãe de água , pelo mareante matosinhense Aleixo Fernandes que , como sua , a administrou por um período de 30 anos. A partir de 1544 passou ser dirigira por devotos até que, em 1705, assumiu a sua gerência, Romualdo de Almeida Cabral, sargento-mor dos Terços Auxiliares da Cidade do Porto , tendo-lhe sucedido Miguel de Almeida. A citada Capela da Senhora Hora, contém uma torre sineira e um relógio e está situada na Avenida com o mesmo nome.

Capela Antiga

Está localizada nas traseiras da Capela da Senhora da Hora, bastante envelhecida pelo tempo, com uma porta virada para a Avenida e da qual se ignora o seu orago, mas que o povo vulgar e popularmente lhe chama Capela da Senhora da Penha. Em 1995, por louvável iniciativa paroquial, iniciaram-se umas obras de recuperação desta Capela, cujo Templo data do século XVI e que possuí um altar em estilo barroco sanjoanino, e se encontrava ao completo abandono e a ameaçar ruína.

Nova Igreja

Perante o insuficiente espaço físico da Capela para acomodar os fiéis no seu interior, foram congregados esforços e surgiram enormes boas-vontades que animaram e incentivaram o seu Pároco - Rev. António Gonçalves Porto - a construir uma nova igreja. Da comissão de Angariação de fundos «P’rá Nova-Igreja» destaca-se, entre outras, a figura da D. Ana da Mota Mendonça nobre senhora que acabou por se salientar como sendo a maior benfeitora da obra. Assim, em 2 de Maio de 1953, o Bispo do Porto, Sr. D. António Ferreira Gomes, benzeu, solenemente, a primeira pedra, cujo projecto de arquitectura moderna, da autoria do Arquitecto Paulo Sampaio, foi acompanhado e orientado pelo Prof. Eng.º Barbosa de Abreu. Cinco anos mais tarde, em Maio de 1958, era inaugurada, pelo mesmo Bispo que lançou a primeira pedra, a Cripta. A 11 de Fevereiro de 1963, o Padre António Gonçalves Porto, benzeu a nova igreja e, por coincidência, celebrava a primeira missa a assinalar o sétimo dia do falecimento daquela que foi a sua grande entusiasta e benfeitora - D. Ana da Mota Mendonça. Em 1968, nas celebrações do cinquentenário da paróquia com a sagração do altar-mor, foi concluída a nova Igreja. Posteriormente foi construído, nas traseiras da Igreja, um edifício destinado ao Salão Paroquial, com diversos gabinetes para os seus serviços administrativos de apoio às actividades eclesiásticas e de guarda das alfaias religiosas.


Orago e Festa Anual


Nossa Senhora da Hora (Padroeira da Freguesia). Dia (móvel) da festa anual: 5ªFeira da Ascensão.

A Senhora da Hora, depois de ter sido elevada á categoria da Freguesia, viu difundir-se extraordinariamente a devoção à sua padroeira, cuja reputação ultrapassou as próprias fronteiras e das terras mais distantes do país ocorriam inumeráveis peregrinos à ermida para deporem aos pés da Virgem dos Milagres as ofertas prometidas em horas aflitivas. No aprazível recinto fronteiro à Capela, os vendeiros e feirantes erguiam as suas improvisadas tendas e os donos dos engenhos recreativos estendiam as suas máquinas de diversão, cavalinhos, aviões, carroceis etc., que alegravam os romeiros. As moças, por sua vez, bebiam a água "milagrosa" da Fonte das Sete Bicas, que tem um caudal com uma pujança, assombrosa, mas sem virtude alguma, ficando convictas de que isso lhes garantiria para breve o almejado matrimónio. A referida ponte foi construída no ano de 1893, sem quaisquer características arquitectónicas que mereçam especial referência, onde tem esculpidos, em baixo relevo, os seguintes dizeres:


"1893

aqui apareceo Nossa Senhora

da Ora louvado seja o

Santíssimo Sacramento"

Por sua vez as mães, no dia da festa, no momento da elevação das hóstias e calix da missa, davam a beber aos seus filhos pequenos, um "remédio", de fabrico caseiro, com a suposta virtude de os imunizar das maleitas epilepsia ou da gota. no final da cerimónia e depois de darem três voltas á capela, os familiares da crianças e a maioria dos romeiros, iam felizes, com a cesta do farnel expandir a sua alegria e "matar a fome" provocada por tão longa jornada, levando no seu espirito folgazão a vontade de voltar no ano seguinte. Nos dias de hoje e desde há uns anos atrás, a romaria da Senhora da Hora deixou de ter o brilhantismo de outrora caindo em profundo desuso por parte dos romeiros que todos os anos a visitaram dando-lhe enorme vivacidade e grande brilhantismo, o que nos leva a pensar que dentro de alguns anos, a continuar o desinteresse e a desmotivação, esta apenas se limitará às festividades religiosas em honra da padroeira, pelo que se perderá, irremediavelmente, toda a tradição de grande romaria. a falta de espaço físico para a montagem das diversões, a inexistência de raiz da nova população , os enormes encargos financeiros com a sua realização, da proximidade de data com inicio das festas ao Senhor de Matosinhos e o desinteresse dos agentes económicos e dos habituais promotores das festividades, são as causas mais directas que inviabilizam a realização de uma festa digna e que outrora tanto prestigio teve.


Pontos de Interesse


* Igreja Velha

* Igreja Nova

* Capela da Senhora da Penha

* Capela da Senhora da Penha de França

* Fonte e Capela das Sete Bicas

* Monumento dos Centenários

* Casa Sapage

* Quinta do Viso

* Efanor (recentemente demolida)

* Estação da CP - Estação de Passageiros mais Barracão* do Carvão; é agora uma estação do Metro do Porto

* Barracão: Ardeu na noite de 3º feira 13 de Março de 2007, ficando completamente destruido.

* Escola eb 2/3 da Senhora da Hora

Parque de Jogos Manuel Pinto De Azevedo e Centro Cultural (também conhecido por Físicos)

Este parque desportivo surgiu mercê da tutela da Empresa Fabril de Norte após a criação do Clube de Desportos e Educação Física do Norte em 1 Março de 1948, tendo saído da enorme boa- vontade de servir o desporto amador nas modalidades de Basquetebol, Voleibol Hóquei em Patins, Ténis de Mesa , Ciclismo , Boxe, e, mais tarde, o Andebol de sete no qual se destacam os nomes dos seus apaniguados e saudosos dirigentes fundadores, senhores Eng. Alberto Mendonça e José da Silva Santos, ( grande entusiasta do basquetebol ), os quais tiveram boa receptividade e acolhimento por parte da administração daquela conceituada empresa têxtil, destacando nesta os senhores Manuel Pinto de Azevedo, o Eng. Luís Delgado dos Santos e o Sr. João Mendonça, os quais apadrinharam a ideia e lhe deram corpo, tendo decidido mandar construir, num terreno de sua pertença, situado no gaveto da Av. Fabril do Norte com a Rua de Lagos, desta freguesia, um magnífico campo de jogos ao ar livre, com um campo rectângulo com as medidas de 40x20 metros, uma bancada com cerca de 1200 lugares sentados, balneários, sanitários e um edifício para a sede social do referido clube, que chegou a ter mais de 650 associados, cujo complexo social e desportivo, projectado pelo Sr. Arq. José Oliveira, foi inaugurado em 1 de Maio de 1952 e ao qual foi dado, mais tarde, o nome do saudoso benemérito, Sr. Manuel Pinto de Azevedo, destinando-se o mesmo para convivência e sã camaradagem dos seus trabalhadores (que eram cerca de 2100), através da prática do desporto, o qual, durante bastantes anos, foi considerado como sendo um dos mais prestigiados clubes nas modalidades praticadas pelos seus briosos atletas, designadamente de basquetebol, que chegou a conquistar o título de campeão nacional da II.ª divisão, de Hóquei em Patins e outras, tendo contribuído com alguns dos seus atletas, destas modalidades, para as nossas selecções distritais e nacionais. Mais tarde, em meados da década de 80, em consequência das dificuldades económico-financeiras da Empresa e por várias questões multifacetadas da vida portuguesa, a mesma decidiu alterar o seu contexto sócio-económico procedendo à venda dos seus terrenos, em cujo processo entrou em negociações a Câmara Municipal de Matosinhos, tendo ficado assente que o terreno e as instalações do complexo desportivo do Educação Física do Norte ficaria da posse do Município, a qual, por sua vez, decidiu, em 28/03/84, que a administração das instalações da sede passassem para a alçada da Junta de Freguesia da Senhora da Hora, extinguindo-se, desta forma, o tão prestigiado e saudoso Clube (Físicos, como era conhecido), dando lugar, mais tarde, as suas modelares mas já degradadas instalações, à continuação da prática desportiva de manutenção física e, o edifício da sede social, para a ministração de aulas de ginástica, ballet e de Karaté, após benfeitorias de obras de construção civil então efectuadas. Posteriormente, a Junta de Freguesia, decidiu mandar remodelar o complexo desportivo, dotando com dois courts de ténis, um novo ringue desportivo, dois novos balneários de apoio, novo sistema de aquecimento de águas para os banhos, cujos melhoramentos foram inaugurados em 28 de Outubro de 1989 e, em Maio de1992, foi inaugurada a nova luz artificial nos courts de ténis e nos ringues desportivos e ainda um parque infantil, o que se traduz num apreciável esforço financeiro da autarquia local a bem do desporto e da cultura. Dentro deste espírito sócio cultural e aproveitando as estruturas existentes, a junta deliberou também remodelar as instalação da antiga sede, criando-lhe, no seu interior, com alargamento para a parte posterior, um novo bloco para balneário, destinado à comodidade dos praticantes das já referidas modalidades, denominando as instalações como de "Centro cultural da Senhora da Hora".

Museu de Jazigos Minerais Portugueses

Sediado nas instalações do Laboratório do Instituto Geológico e Mineiro, este espaço museológico apresenta uma das melhores e mais representativas colecções nacionais das principais jazidas minerais portuguesas.
Da pirite alentejana ao volfrâmio da Panasqueira, passando por muitos outros jazigos minerais, como o ouro de Jales ou o urânio da Urgeiriça, este museu presta uma particular atenção à vizinha exploração de Caulino da Senhora da Hora.

Além dos exemplares de minerais, este espaço museológico apresenta também alguns achados arqueológicos, testemunhos da actividade mineira no nosso País, através dos tempos.

Museu Vivo do Milho e do Linho

(Rancho Folclórico Paroquial do Padrão da Légua)

Concelho predominantemente rural até finais do Séc. XIX, Matosinhos lançou bem fundas as raízes da sua génese e desenvolvimento na prática e vivência agrícola. Marcando o ritmo de praticamente toda a população, as sementes, a vindima, as feiras agrícolas, as desfolhadas do milho ou a espadelada do linho assinalavam diferentes épocas do ano. Do mesmo modo que a ordenha das vacas, as regas, a confecção das alfaias ou o levar dos animais ao pasto ritmou o dia-a-dia do concelho durante séculos. As profundas implicações económicas, sociais e culturais deste modo de vida não deixaram de se reflectir, nas tradições etnográficas e no património histórico-cultural do concelho.

Desde os anos 80 que a preservação desta importante componente da nossa Memória Colectiva vem sendo incentivada e desenvolvida pelo Rancho Folclórico Paroquial do Padrão da Légua. Um programa em torno do milho (do cultivo à confecção de pão), permitiu um levantamento exaustivo das diferentes fases do trabalho, das tradições associadas a esta prática agrícola, e uma significativa recolha de alfaias e de outros elementos da cultura material ligados ao seu cultivo e tratamento.

O resultado desse programa e recolhas originou uma significativa colecção que encontra agora, com o apoio da Câmara Municipal de Matosinhos, um espaço para a sua permanente exibição pública.» in http://www.matosinhoshoje.com/index.asp?idEdicao=415&id=21395&idSeccao=3199&Action=noticia


19/05/09

Educação - Professora de História de uma Escola de Espinho suspensa por falar sobre orgias sexuais a alunos!

«Professora suspensa diz que "a verdade virá ao de cima"

13h30m

Natacha Palma *
"A verdade virá ao de cima", disse a professora da Escola Básica 2,3 Sá Couto, de Espinho, suspensa e alvo de um processo disciplinar na sequência de alegadas alusões ao comportamento sexual dos estudantes e ameaças de retaliação.
"A escola apurará a verdade", referiu a docente de História, por telefone, recusando-se a prestar mais declarações enquanto estiver a decorrer o processo disciplinar de que é alvo.

Momentos antes, enquanto algumas mães manifestavam-se satisfeitas com a decisão de suspender a professora, um grupo de alunos mostrou-se solidário com a docente.
"A professora está a ser alvo de uma grande injustiça", referiu uma das estudantes ao JN. "Tem uma personalidade forte, mas deve ter sido provocada pelos alunos", acrescentou.
O grupo solidário referiu-se também à turma a que pertencem os alunos que gravaram as alusões ao comportamento sexual de estudantes como "umas das mais problemáticas" daquela escola.

O presidente da Associação de Pais da Escola Básica 2,3 Sá Couto, José Carvalhinhas, mostrou-se também surpreendido com as notícias e com as gravações vindas esta terça-feira a público.
Os alunos que se deslocaram aos portões da escola para falar com os jornalistas fizeram questão de afirmar "que a professora não é assim" e que se tem sido "um ombro amigo".
As encarregadas de educação que denunciaram a professora estiveram reunidas, esta manhã, com o responsável pela inquirição do processo disciplinar. *com Manuel Molinos» in http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Nacional/Interior.aspx?content_id=1237261


Professora suspensa por falar sobre orgias sexuais a alunos @ SIC 2009.
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Estou como diz a Minha Colega e Amiga, Anabela Magalhães: os factos são graves e a professora merece ser suspensa, sim senhor. Mas se a gravação de uma aula de um aluno serve como prova contra o Professor, porque não servem de prova de acusação, as escutas telefónicas na Justiça Civil e as Cassetes Vídeo no Caso Freeport?! Porque não se filmam os comportamentos de alguns alunos, dentro e fora de aulas? Se a Professora foi imediatamente suspensa, porque demoram tanto os processos na justiça? - Não sei, estamos a ficar com um País muito perigoso!

Associação Desportiva de Amarante: Atletas infantis da ADA nos três primeiros lugares do pódio no regional do “km jovem”!



«AMARANTE: Atletas infantis da ADA nos três primeiros lugares do pódio no regional do “km jovem” 
(19-05-2009)

Os atletas infantis da Associação Desportiva de Amarante conquistaram os três primeiros lugares no Campeonato Regional Km Jovem, que se disputou na Maia.

Luís Moura, com um excelente tempo, foi o primeiro, Pedro Lopes foi o segundo e Pedro Silva o terceiro.

Em juvenis, Eusébio Oliveira foi o segundo classificado, mas registou um tempo de grande nível. Samuel Pinto foi 9º classificado e Mário Alves 14º.

Em iniciados Tiago Rafael alcançou o 4º lugar.

Para o técnico da ADA, Manuel Varejão, o pleno no pódio com a conquista dos três primeiros lugares deve-se “ao empenho e trabalho dos atletas que são magníficos”.

“Foi uma prova espectacular. Estes jovens tem-se dedicado com muito empenho à modalidade e nas provas em que participam tem-se destacado dos demais atletas alcançando os melhores lugares da classificação”, refere, revelando que através do desempenho dos atletas a equipa de atletismo da ADA não passa despercebida nas competições em que participa.

Os atletas da ADA Eusébio Oliveira, juvenil, e Sónia Carvalho, júnior, fizeram mínimos para o Campeonato Nacional de Pista na 1ª Noite Quente da Maia. Dois excelentes registos que comprovam o bom momento de forma de ambos os atletas.

Manuel Varejão sublinhou a prestação de Eusébio Oliveira, que esteve a recuperar de uma lesão, em ambas as provas: “O Eusébio está a subir de forma e voltou a fazer duas grandes provas, ao seu melhor nível”.

Participaram ainda na Noite Quente da Maia os atletas da ADA Flávio Nunes e Luís Paiva, nos 5000 metros, Samuel Ribeiro e Dimitry Reunitesau, nos 1500 metros, e Jorge Silva nos 400 metros.
Realce-se o 3º lugar conquistado nesta competição por Mário Jorge no lançamento do dardo.» in http://www.tamegaonline.info/v2/noticia.asp?cod=2049
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Jorge Silva é meu aluno do 12 PTGEI, na Escola Secundária/3 de Amarante, cujo Treinador é o Meu colega e Amigo, Professor Bruno, aos quais endereço aqui os meus sinceros parabéns. 

Eu e o Bruno sabemos o quanto tem sido positiva a prática de desporto para o Jorge, em todos os sentidos, e penso que ele também sabe disso! A ADA presta um enorme serviço ao Desporto em Amarante!


Pedro Marques Lopes - "Balanço da Época do F.C. do Porto!"


Um balanço bem animado da Época do F.C. do Porto, pelo Tetra-Campeão Nacional de Futebol, e Grande Dragão, Pedro Marques Lopes!