01/04/08

Música Portuguesa - Donna Maria, a revelação de um Grupo Musical Português!




Donna Maria - "Há Amores Assim"

Donna Maria - "Quase Perfeito"

Donna Maria - "Lado a Lado"

Donna Maria - "A tua luva"

Donna Maria - "Aqui Tão Perto de Ti"

Donna Maria - "Expressividade - Sempre para sempre"

«Donna Maria
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Donna Maria
Informação geral
País Portugal
Gênerospopfolkfado
Período em atividade2004 - actualidade
Página oficialdonna-maria.blogspot.com
Integrantes
Miguel Majer
Ricardo Santos
Ex-integrantes
Marisa Pinto
Donna Maria é uma banda portuguesa criada por Miguel Majer (músico, produtor e compositor), com fortes influências de música electrónica e com recurso a instrumentos tradicionais, como a guitarra portuguesa ou o acordeão.

Índice

 [esconder]

[editar]História

Em Janeiro de 2003 Miguel Majer convida Ricardo Santos e Marisa Pinto para um novo projecto de música portuguesa que teria como pressuposto a exploração da portugalidade. De início a banda chamava-se "Azulejo Voador". A pouco tempo da edição do disco de estreia, o fundador da banda rebaptiza-a com o nome de DONNA MARIA.
Em 2004 lançam o seu álbum de estreia, Tudo É Para Sempre, editado pela Difference, acompanhado com DVD.[1]
Em 2005 Miguel Majer (autor) e Miguel Rebelo (compositor) recebem o prémio de "Melhor Música do Ano" na Gala da Central FM, como responsáveis da autoria do "cartão de visita " da banda: "Quase Perfeito".
Ainda neste ano participam no álbum Amália Revisited, editado pela Difference, com uma versão do tema "Foi Deus".[2]
No final do ano de 2007, saiu com a chancela de EMI, Música Para Ser Humano, o segundo álbum.[3] Este trabalho, saiu a 3 de Dezembro e conta com as participações de vários artistas nacionais como Rui VelosoLuís RepresasRão KyaoRaquel Tavares ou Júlio Pereira.[4]
Já em 2008 participam no Tributo a Carlos PaiãoCD editado pela Farol, com a versão do tema "Vinho do Porto".[5]
Os Donna Maria contribuíram para as banda sonoras das telenovelas como Ninguém Como TuMundo MeuFala-me de AmorVila FaiaFlor do Mar ou Podia Acabar o Mundo.
Em 2009, a vocalista Marisa Pinto deixa a banda para dar início à sua carreira a solo. [6] Depois de período de reflexão, os restantes elementos anunciam no blog da banda, que decidem continuar a carreira dos Donna Maria, prevendo um casting em 2010, para seleccionar nova voz.[7]

[editar]Discografia

[editar]Álbuns de estúdio

[editar]Participações

[editar]Compilações

[editar]Bandas Sonoras

[editar]Ligações externas

Referências

  1. ↑ a b Fonoteca Municipal de Lisboa [1] Acesso 2009-06-06
  2. ↑ a b Fonoteca Municipal de Lisboa [2] Acesso 2009-06-06
  3. ↑ a b CD Go [3] Acesso 2009-06-06
  4.  Sítio da Editora sobre o álbum Música Para Ser Humano [4] Acesso 2009-06-06
  5. ↑ a b CD Go [5] Acesso 2009-06-06
  6.  Marisa Pinto abandona os "Donna Maria" em blitz.aeiou.pt/
  7.  Donna Maria continuam! em donna-maria.blogspot.com/
  8.  Fonoteca Municipal de Lisboa [6] Acesso 2009-06-06
  9.  Fonoteca Municipal de Lisboa [7] Acesso 2009-06-06
  10.  Wikipédia Mundo Meu Acesso 2009-06-06
  11.  Wikipédia Fala-me de Amor Acesso 2009-06-06
  12.  Wikipédia Vila Faia Acesso 2009-06-06
  13.  Wikipédia Flor do Mar Acesso 2009-06-06
  14.  Wikipédia Podia Acabar o Mundo Acesso 2009-06-06» in Wikipédia.




"Quase Perfeito
Donna Maria
Composição: Letra: Miguel A. Majer, Música: Miguel Rebelo


Sabe bem ter-te por perto
Sabe bem tudo tão certo
Sabe bem quando te espero
Sabe bem beber quem quero


Quase que não chegava
A tempo de me deliciar
Quase que não chegava
A horas de te abraçar
Quase que não recebia
A prenda prometida
Quase que não devia
Existir tal companhia


Não me lembras o céu
Nem nada que se pareça
Não me lembras a lua
Nem nada que se escureça
Se um dia me sinto nua
Tomara que a terra estremeça
Que a minha boca na tua
Eu confesso não sai da cabeça


Se um beijo é quase perfeito
Perdidos num rio sem leito
Que dirá se o tempo nos der
O tempo a que temos direito


Se um dia um anjo fizer
A seta bater-te no peito
Se um dia o diabo quiser
Faremos o crime perfeito"


Mais informações sobre este grupo no seguinte blog:
http://donnamarialetras.blogspot.com/


Acontecimentos Mundiais - Origem do dia das mentiras...

«Dia das mentiras


Data terá sido criada em França no século XVI
Assinala-se hoje o dia das mentiras. A data terá sido criada há 444 anos em França. A tradição permite que neste dia se falte à verdade sem que isso traga consequências de maior. Se mentir é sinal de vergonha hoje será então o dia de excepção.
Entre amigos e colegas ou a uma escala maior, várias são as petas que fazem a história do dia das mentiras. A comunicação social, em especial a imprensa escrita, tem tradicionalmente o hábito de publicar uma notícia falsa.
De acordo com os especialistas, a mentira é muitas vezes compulsiva. Segundo alguns estudos, cada pessoa mente em média quatro vezes por dia. Nesta contagem foram incluídas as chamadas meias verdades, como por exemplo, dizer mais do que se sente.
Entre homens e mulheres, dizem os estudos, que são eles quem mais mente. Apesar de tudo diz quem sabe que a mentira é um mal que muitas vezes torna a vida mais suportável.» in http://sic.sapo.pt/online/noticias/vida/20080401_Dia+das+mentiras.htm
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Para os políticos então, mentir é tão natural como a sua sede de poder... Prometem que não aumentam impostos, são eleitos aumentam logo; prometem acabar com o desemprego, depois é o que se vê; prometem erradicar a pobreza, no entanto, ela aumenta, assim como a riqueza de uns tantos privilegiados; prometem mais e melhor Educação, depois entregam-na aos privados; prometem mais saúde, mas fecham hospitais; prometem reformar a Função Pública, depois congelam os ordenados dos funcionários; prometem transparência, no entanto, eles próprios, os políticos, saltam das funções de governação, para as empresas privadas e públicas, e vice-versa; prometem, prometem, prometem, mentem, mentem, mentem... para eles não é 25 de Abril sempre; é nunca; e é dia 1 de Abril Sempre, mentem, mentem, mentem... eles são, assumidamente, muito mentirosos e perniciosos!

31/03/08

Educação em Portugal - O Atestado da Mentira, de que Sócrates gosta tanto!



«Imagine o meu caro que é professor, que é dia de exame do 12º ano e, vai ter de fazer uma vigilância.
Continue a imaginar.

O despertador avariou durante a noite. Ou fica preso elevador. Ou o seu filho, já à porta do infantário, vomitou o quente, pastoso, húmido e fétido pequeno-almoço em cima da sua imaculada camisa.

Teve, portanto, de faltar à vigilância. Tem falta.

Ora esta coisa de um professor ficar com faltas injustificadas é complicada, por isso convém justificá-la. A questão agora é: como justificá-la? Passemos então à parte divertida.

A única justificação para o facto de ficar preso no elevador, do despertador avariar ou de não poder ir para uma sala do exame com a camisa vomitada, ababalhada e malcheirosa, é um atestado médico.

Qualquer pessoa com um pouco de bom senso percebe que quem precisa aqui do atestado médico será o despertador ou o elevador. Mas não. Só uma doença poderá justificar a sua ausência na sala do exame.

Vai ao médico. E, a partir deste momento, a situação deixa de ser divertida para passar a ser hilariante. Chega-se ao médico com o ar mais saudável deste mundo. Enfim, com o sorriso de Jorge Gabriel misturado com o ar rosado do Gabriel Alves e a felicidade do padre Melícias.

A partir deste momento mágico, gera-se um fenómeno que só pode ser explicado através de noções básicas da psicopatologia da vida quotidiana. Os mesmos que explicam uma hipnose coletiva em Felgueiras, o holocausto nazi ou o sucesso dos programas de faca e alguidar.

O professor sabe que não está doente. O médico sabe que ele não está doente. O presidente do executivo sabe que ele não está doente. O director regional sabe que ele não está doente. O Ministério da Educação sabe que ele não está doente. O próprio legislador, que manda a um professor que fica preso no elevador apresentar um atestado médico, também sabe que o professor não está doente.

Ora, num país em que isto acontece, para além do despertador que não toca, do elevador parado e da camisa vomitada, é o próprio país que está doente.

Um país assim, onde a mentira é legislada, só pode mesmo ser um país doente.

Vamos lá ver, a mentira em si não é patológica. Até pode ser racional, útil e eficaz em certas ocasiões. O que já será patológico é o desejo que temos de sermos enganados ou a capacidade para fingirmos que a mentira é verdade.

Lá nesse aspecto somos um bom exemplo do que dizia Goebbels: uma mentira várias vezes repetida transforma-se numa verdade. Já Aristóteles percebia uma coisa muito engraçada: quando vamos ao teatro, vamos com o desejo e uma predisposição para sermos enganados. Mas isso é normal. Sabemos bem, depois de termos chorado baba e ranho a ver o "ET", que este é um boneco e que temos de poupar a baba e o ranho para outras ocasiões.

O problema é que em Portugal a ficção se confunde com a realidade. Portugal é ele próprio uma produção fictícia, provavelmente mesmo desde D. Afonso Henriques, que Deus me perdoe. A começar pela política. Os nossos políticos são descaradamente mentirosos. Só que ninguém leva a mal porque já estamos habituados. Aliás, em Portugal é-se penalizado por falar verdade, mesmo que seja por boas razões, o que significa que em Portugal não há boas razões para falar verdade.

Se eu, num ambiente formal, disser a uma pessoa que tem uma nódoa na camisa, ela irá levar a mal. Fica ofendida. Se eu digo isso é para a ajudar, para que possa disfarçar a nódoa e não fazer má figura. Mas ela fica zangada comigo só porque eu vi a nódoa, sabe que eu sei que tem a nódoa e porque assumi perante ela que sei que tem a nódoa e que sei que ela sabe que eu sei.

Nós, portugueses, adoramos viver enganados, iludidos e achamos normal que assim seja. Por exemplo, lemos revistas sociais e ficamos derretidos (não falo do cérebro, mas de um plano emocional) ao vermos casais felicíssimos e com vidas de sonho. Pronto, sabemos que aquilo é tudo mentira, que muitos deles divorciam-se ao fim de três meses e que outros vivem um alcoolismo disfarçado. Mas adoramos fingir que aquilo é tudo verdade.

Somos pobres, mas vivemos como os alemães e os franceses. Somos ignorantes e culturalmente miseráveis, mas somos doutores e engenheiros. Fazemos malabarismos e contorcionismos financeiros, mas vamos passar férias a Fortaleza. Fazemos estádios caríssimos para dois ou três jogos em 15 dias, temos autoestradas modernas e europeias, mas para ver passar, a seu lado, entulho lixo, mato por limpar, eucaliptos, floresta queimada, barracões com chapas de zinco, casas horríveis e fábricas descativadas.

Portugal mente compulsivamente. Mente perante si próprio e mente perante o mundo.

Claro que não é um professor que falta à vigilância de um exame por ficar preso no elevador que precisa de um atestado médico.

É Portugal que precisa, antes que comece a vomitar sobre si próprio.»
Fonte: Texto escrito por um professor de filosofia (única fonte disponível)
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É excelente esta dissertação de um Professor de Filosofia, sobre o estado de degradação e de viver em função de ilusões e da mentira, a que nós Portugueses chegamos. De facto um professor que para justificar uma falta que não pode evitar, porque humanos também são os Professores, logo falíveis, ter que recorrer à mentira por Atestado Médico, obviamente falso. Sim, concordo em pleno com o autor, vivemos uma mentira, ou uma ilusão de verdade, gritantes!



Shakira - "Hay Amores" - Uma musica muito bonita!





Shakira - "Hay Amores" - (El amor en los Tiempos de Colera)

"Hay Amores
Shakira
Composição: Shakira

Ay! mi piel, que no haría yo por tí
Por tenerte un segundo, alejados del mundo
Y cerquita de mí
Ay! mi piel, como el río magdalena
Que se funde en la arena del mar,
Quiero fundirme yo en tí.

Hay amores que se vuelven resistentes a los daños,
Como el vino que mejora con los años,
Asi crece lo que siento yo por tí.

Hay amores que se esperan al invierno y florecen
Y en las noches del otoño reverdecen
Tal como el amor que siento yo por ti.

Ay! mi piel, no te olvides del mar
Que en las noches me ha visto llorar
Tantos recuerdos de tí
Ay! mi piel, no te olvides del día
Que se paró en tu vida,
De la pobre vida que me tocó vivir

Hay amores que se vuelven resistentes a los daños
Como el vino que mejora con los años
Así crece lo que siento yo por ti

Hay amores que parece que se acaban y florecen
Y en las noches del otoño reverdecen
Tal como el amor que siento yo por tí
Yo por ti...por ti...como el amor que siento yo por tí"

30/03/08

Belenenses 1 vs F.C. Porto 2 - O Tri está quase aí!















«Justiça tardia a abrir caminho para o Tri
O arranque dividido da disputa serviu apenas como inusitado preâmbulo para mais uma demonstração de classe dos Bicampeões Nacionais. O Dragão partiu de trás, mas foi capaz de inverter um destino enganadoramente nivelado, colocando em prática um domínio recuperado à justiça, em cima do apito final, pelo redentor pé direito de Lucho.
A ambição do título renovado como meta mais premente do horizonte azul e branco, funcionou como pilar de sustentação para a recuperação encetada e concluída com sucesso na partida de Belém pelos comandados de Jesualdo Ferreira.
A contenda começou repartida e nenhuma das formações parecia disposta a ceder veleidades à cobiça contrária. Aos poucos, a iniciativa azul e branca começou a desenhar-se com contornos efectivos e foi Raul Meireles o primeiro a aproximar as intenções veladas do seu destino mais desejado, quando aos 18 minutos cruzou para a área do Belenenses, com a trajectória da bola a desviar-se até à trave da baliza de Júlio César.
Nesta fase do encontro, veio ao de cima a tranquilidade portista, que permitiu aos Dragões assumir em pleno as despesas do jogo, com Bosingwa e Lisandro, em dois lances muito semelhantes, a obrigarem o guarda-redes contrário a intervenções primorosas para impedir a vantagem do F.C. Porto. Então, e quando nada o fazia prever, o Belenenses soltou-se momentaneamente da pressão portista e logrou alcançar o golo, em jeito de dádiva divina, através de Weldon.
A resposta azul e branca não se fez esperar e, na jogada imediata, Lisandro colocou em sentido o sector recuado dos azuis do Restelo. Antes ainda do descanso, Quaresma entendeu-se na perfeição com Bosingwa e surgiu em posição privilegiada, para um remate que não passou muito longe da baliza adversária. O bom entendimento foi, de resto, a nota dominante do que restou de exibição do F.C. Porto, que entrou para a etapa complementar disposto a inverter um destino que, até então, não merecia.
Bastaram apenas quatro minutos para que os Dragões, em sinal de aviso para o que ainda estava por vir, regressassem à discussão do encontro. Servido com classe por Lucho, Lisandro recebeu e preparou a assistência para desferir um tiro invariavelmente certeiro, o seu 20º no campeonato, relançando em definitivo a contenda. A partir daqui, foi de absoluta hegemonia azul e branca que se escreveu a história da partida, com uma sucessão de oportunidades soberanas de êxito que culminaram no remate falhado por Farías, aos 62 minutos, em plena zona de perigo contrária.

O equilíbrio voltou à partida, mas a caminho do desfecho voltaram a ser os Dragões a diligenciar esforços, com Quaresma como o seu principal executor. Primeiro, o extremo azul e branco criou um excelente lance individual, deixando para trás três defesas contrários e rematando para uma defesa soberba de Júlio César. Pouco depois, o mesmo Quaresma procurou ganhar espaço na área adversária, onde foi travado por Hugo Alcântara, para uma redentora grande penalidade, que mais não fez do que devolver a justiça ao encontro.

Lucho converteu com segurança e atribuiu o desfecho acertado para uma ambiciosa e empenhada operação portista, que desbravou ainda mais o caminho para o tri, cada vez mais dado adquirido. A festa, de resto, já se antevê...

Ficha de Jogo
Liga Portuguesa 2007/08 - 25ª jornada (30 de Março de 2008)

Estádio do Restelo, em Lisboa

Árbitro: Lucílio Baptista
Assistentes: Luís Salgado e João Tomatas 4º Árbitro: Nuno Borba

BELENENSES: Júlio César; Amaral, Rolando, Hugo Alcântara e Rodrigo Alvim; Gabriel Gomez, Ruben Amorim, Zé Pedro e Silas «cap.»; Roncatto e Weldon
Substituições: Roncatto por João Paulo Oliveira (80 min), Silas por Rafael Bastos (84 min) e Amaral por Fernando (89 min)
Não utilizados: Costinha, Edson, Gonçalo Brandão e Devic

Treinador: Jorge Jesus

F.C. PORTO: Helton; Bosingwa, Pedro Emanuel «cap.», Bruno Alves e Fucile; Paulo Assunção, Raul Meireles e Lucho; Quaresma, Farías e Lisandro
Substituições: Farías por Adriano (68 min), Raul Meireles por Kazmierczak (87 min)
Não utilizados: Nuno, João Paulo, Lino, Bolatti e Helder Barbosa

Treinador: Jesualdo Ferreira

Ao intervalo: 1-0

Disciplina: Cartão amarelo para Pedro Emanuel (73 min) e Hugo Alcântara (90 min)

Marcadores: Weldon (41 min), Lisandro (49 min) e Lucho (90 min, g.p.)» in site F.C. do Porto.
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Esta caminhada para o tri-campeonato nacional do F.C. do Porto vai bem segura e temos a meta à vista. Para isso bastará vencer a boa equipa do Estrela da Amadora, na próxima jornada. Com mais um tango Argentino, com golos de Licha e de Luxo, nada nos impedirá de sermos campeões nacionais pela terceira vez consecutiva, contra a arrogância sulista, elitista e centralista. Como curiosidade temos a segunda cambalhota no marcados, nas duas últimas jornadas, até então inéditas. Ricardo Quaresma até a render 40% do que vale, sabe ser decisivo. Realce também para o regresso de Bosingwa após lesão, um jogador sempre muito importante, na manobra da equipa. Pela primeira vez, ao fim de vinte e quatro jornadas, o F.C. do Porto beneficia de uma grande penalidade, que pode não ser muito clara, admito; mas tantas ficaram por marcar ao longo do campeonato... Viva o F.C. do Porto, agora quase, quase tricampeão nacional de futebol!



Imagens deste jogo com uma vitória do F.C. do Porto, mais um tango Argentino!

Educação em Portugal - A brincar, a brincar!











Se não fosse dramático até tinha alguma graça!

Rádio Macau - Mais uma Banda Clássica do Rock Português!







Rádio Macau, mais uma banda de qualidade dos anos 80!




Rádio Macau - "O Anzol"

Rádio Macau - "O Elevador da Glória"

Rádio Macau - "É Sempre Longe Demais"




Rádio Macau - "Uma questão de tempo"

Rádio Macau - "Manual de sobrevivência"

Radio Macau - "Cantigas de Amor"




«Rádio Macau


Rádio Macau é uma banda portuguesa formada em Algueirão, Mem Martins, no início dos anos 80. Gravaram 8 álbuns e deram vários espectáculos/concertos pelo mundo e em Portugal.


Membros
Xana (vocalista)
Flak
Alex
Filipe Valentim
Samuel Palitos


Discografia


1984 - Rádio Macau
1986 - Spleen
1987 - O Elevador da Glória
1989 - O Rapaz do trapézio voador
1992 - A Marca amarela
2000 - Onde o tempo faz a curva
2001 - A Vida num só Dia - Best Of (1984 - 2001) (compilação)
2003 - Acordar
2005 - Disco pirata (reedição)» in Wikipédia.




"Amanha É Sempre Longe de Mais


Pela janela mal fechada
Entra já a luz do dia
Morre a sombra desejada
Numa esperança fugidia


Foi uma noite sem sono
Entre saliva e suor
Com um travo de abandono
E gosto a outro sabor


Dizes-me até amanhã
Que tem de ser que te vais
Porque amanhã sabes bem
É sempre longe demais
Acendo mais um cigarro
Invento mil ideais
Só que amanhã sei-o bem
É sempre longe demais


Pela janela mal fechada
Chega a hora do cansaço
Vai-se o tempo desfiando
Em anéis de fumo baço"


Mais informações sobre esta banda no seguinte link:
http://www.myspace.com/radiomacau