«SUB-15 EMPATAM COM O FEIRENSE Dragões a uma vitória do apuramento para a fase final da competição. Os Sub-15 empataram, este domingo, com o Feirense (1-1), em partida da nona e penúltima jornada da segunda fase do Campeonato Nacional de Juniores C, disputado no Complexo Desportivo do Feirense, em Santa Maria da Feira. A apenas uma jornada para o final desta fase da competição, os Dragões mantêm a liderança isolada (20 pontos), mas agora contam apenas com um ponto de avanço sobre o segundo classificado, o Rio Ave. Num campo em condições sofríveis devido ao estado do relvado sintético, os Dragões enfrentaram um adversário bastante recuado, tendo criado algumas situações de perigo mas sido ineficazes na finalização na primeira metade do desafio. Na segunda parte, os azuis e brancos entraram com outra atitude e objectividade, chegando ao golo com naturalidade aos 55 minutos, por Romário Báro. Na sequência de uma bola parada, e contra a corrente do jogo, o adversário chegou ao empate a dois minutos do final (68m), dando uma aura de injustiça ao resultado final de 1-1. Os comandados de Luís Gonçalves recebem, na décima e última jornada da segunda fase, o Marítimo (último classificado, com quatro pontos), em partida agendada para o próximo domingo, às 11h00, no Centro de Treinos e Formação Desportiva PortoGaia, no Olival. Em caso de vitória, os comandados de Luís Gonçalves garantem o primeiro lugar e o apuramento para a fase final do Campeonato Nacional de Juniores C. Os Sub-15 alinharam com: João Cardoso; Paulo Moreira, João Serrão, Nuno Damas e Vasco Mesquita; Romário Báro (Marcelo Araújo, 65m), Afonso Sousa e Fábio Vieira (Tiago Lopes, 36m); João Mário (Vitor Ferreira, 36m), Leandro Campos (Vasco Paciência, 57m) e Miguel Magalhães.» in http://www.fcporto.pt/pt/noticias/Pages/Sub-15-empatam-com-o-Feirense.aspx
(O dia de São Lázaro em Amarante, sempre nos quinze dias anteriores ao Domingo de Páscoa!)
«São Lázaro - amigo de Cristo
A Igreja, neste tempo do Advento, se prepara para celebrar o aniversário de Jesus e se renova no desejo ardente de que Cristo venha pela segunda vez e instaure aqui o Reino de Deus em plenitude. Sem dúvida estão garantidos para este reinado pleno, que acontecerá em breve, os amigos do Senhor.
Hoje vamos lembrar um destes amigos de Cristo: São Lázaro. Sua residência ficava perto de Jerusalém, numa aldeia da Judéia chamada Bethânia. Era irmão de Marta e de Maria. Sabemos pelo Evangelho que Lázaro era tão amigo de Jesus que sua casa serviu muitas vezes de hospedaria para o Mestre e para os apóstolos.
Lázaro foi quem tirou lágrimas do Cristo, quando morreu, ao ponto de falarem: “Vejam como o amava!”. Assim aconteceu que, por amor do amigo e para a Glória do Pai, Jesus garantiu à irmã de Lázaro o milagre da ressurreição: “Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que morto, viverá: e quem vive e crê em mim, não morrerá, Crês isto?” (Jo 11,26).
O resultado de tudo foi a ressurreição de São Lázaro, pelo poder do Senhor da vida e vencedor da morte. Lázaro reviveu e este fato bíblico acabou levando muitos à fé em Jesus Cristo e outros começaram a pensar na morte do Messias, como na de Lázaro. Antigas tradições relatam que a casa de Lázaro permaneceu acolhedora para os cristãos e o próprio Lázaro teria sido Bispo e Mártir.
Conhecidíssimo é o nome deste Santo, de quem os santos Evangelhos relatam coisas extraordinárias, das quais a mais estupenda é ele ter sido ressuscitado, por Nosso Senhor Jesus Cristo, quatro dias depois da sua morte. Lázaro, natural de Betânia, era irmão de Marta e Maria. Há quem pretenda identificar esta Maria com Maria Madalena, ou aquela pecadora do que São Lucas (7, 36-50) conta o episódio havido na casa de Simão fariseu, e o nome da qual ele não diz. Em capítulo 10, 38-39 o mesmo Evangelista faz uma descrição minuciosa de uma cena na casa de Lázaro, mas não faz menção daquela pecadora desconhecida. Justamente de São Lucas deve-se supor, que conheceu ambas. Marcos e Mateus também relatam a unção dos pés de Jesus por uma mulher na casa de Lázaro sem declarar-lhe o nome. São João, diz claramente porém, que foi Maria, Irmã de Lázaro. A pecadora pública, que apareceu na casa de Simão, parece, pois, ser pessoa bem diferente e nada ter com a família de Lázaro. Maria Madalena também não pode ser, porque São Lucas, depois de ter contado o fato havido com o fariseu, fala (em 8,2) em uma Maria Madalena, da qual tinham saído 7 demónios. Maria Madalena parece ser pessoa diferente ainda. Lázaro era estimadíssimo na sociedade hebraica, devido à nobre origem e às grandes propriedades que possuía em Betânia. Não se sabe de quando datam as suas relações mais íntimas com o divino Mestre. É provável que tenha sido um dos primeiros discípulos. As expressões de que os Evangelistas se servem, para caracterizar as relações de Lázaro com Jesus Cristo, não deixam dúvida de que eram muito amigos. De outro modo não se compreenderiam as palavras de Nosso Senhor: “Lázaro, nosso amigo, dorme” e das irmãs: “Senhor, aquele a quem amais, está doente!” Jesus distinguia esta família com sua amizade, visitava-a frequentes vezes, e hospedava-se em sua casa. Os Santos Padres descobrem o motivo desta amizade, que não foi outro senão o mesmo que ligava Jesus a São João Evangelista: a vida santa e virginal.
O mais extraordinário que aconteceu com Lázaro, foi sua morte e ressurreição, em condições tão singulares. São João Evangelista relata este fato, com todos os pormenores, no Cap. 11 do seu Evangelho. Eis a narração evangélica: “Lázaro, irmão de Maria e Marta, caiu doente em Betânia. As duas irmãs mandaram dizer a Jesus: “Senhor, aquele a quem amais está doente”. Jesus disse: “Esta doença não é de morte, mas para glória de Deus: pois que o Filho será glorificado por ela”. E ficou ainda dois dias lá, isto é, na margem do outro lado do Jordão. Foi só então, que disse aos discípulos: “Lázaro, nosso amigo, dorme, vou despertá-lo do sono”. Os discípulos disseram-lhe: “Senhor, se dorme, está bem”. Jesus, porém, falava da morte e disse-lhes então claramente: “Lázaro morreu e eu me alegro por vossa causa de não estar presente, a fim de que acrediteis. Vamos vê-lo!”
Quando Jesus chegou, Lázaro estava sepultado, havia quatro dias. Logo que Marta soube da vinda de Jesus, foi-lhe ao encontro e disse-lhe: “Senhor, se tivésseis estado aqui, meu irmão não teria morrido. No entanto, sei que tudo que quiserdes pedir a Deus, ele vô-lo concederá”. Jesus disse-lhe: “Teu irmão ressuscitará”. Maria respondeu: “Sim, sei que ressuscitará na ressurreição do último dia”. Jesus disse-lhe: “Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda mesmo morto, viverá: e quem vive e crê em mim, não morrerá jamais. Crês isso?” Ela respondeu: “Sim, Senhor, creio que sois o Cristo, o Filho de Deus vivo, que viestes a este mundo”. Dizendo estas palavras, Marta entrou e disse a Maria, sua irmã: “O Mestre está cá e chama-te”. Maria levantou-se e pressurosa foi ao encontro de Jesus. Os Judeus, que, com ela estavam em casa, disseram: “Ela vai ao sepulcro para chorar”. Chegado perto de Jesus, prostrou-se-lhe aos pés e disse-lhe: “Senhor, se tivésseis estado aqui, meu irmão não teria morrido”. Quando Jesus lhe viu o pranto e o dos Judeus que a acompanhavam, perguntou: “Onde o sepultastes?” Disseram-lhe: “Vinde e vede”. E Jesus chorou. Então os Judeus disseram: “Vede, como o amava!” Jesus chegou em face do túmulo: era uma gruta e uma pedra tapava a abertura. Jesus disse-lhes: “Tirai a pedra”. Marta, a irmã do morto, disse-lhe: Senhor, já exala mau cheiro; pois já lá se vão quatro dias, que está aí”. Jesus disse-lhe: “Não te disse já, que se creres, verás a glória de Deus?” Tiraram a pedra. Jesus levantou os olhos ao céu e disse: “Pai, dou-vos graças por me terdes escutado. Quanto a mim, sabia, que me ouves sempre; mas digo-o por causa da multidão que me cerca, a fim de que creia que sois vós, que me haveis enviado”. Depois de ter assim falado, bradou com voz forte: “Lázaro sai para fora” No mesmo instante o morto saiu, pés e mãos atadas com faixas estreitas, o rosto coberto de um sudário. Jesus disse-lhes: “Desatai-o e deixai-o andar.”
Temor e admiração apoderaram-se dos assistentes e muitos creram em Jesus. A notícia deste milagre estupendo correu de boca em boca e formou duas correntes entre os Judeus: de uns, que francamente reconheceram a divindade de Jesus Cristo, e de outros, principalmente dos fariseus e escribas, que ainda mais se encheram de ódio contra aquele, cuja morte já tinham decretado, ódio igual votaram a Lázaro. Tendo levado a efeito o plano tenebroso contra a vida do grande Mestre, trataram também de livrar-se do amigo do mesmo, cuja presença os incomodava, e por ser uma testemunha irrefutável do poder omnipotente de Jesus Cristo. Faltava-lhes a coragem de condená-lo à morte, porque Lázaro era estimadíssimo e de grande influência no meio social de Jerusalém. Ocasião propícia ofereceu-se para afastá-lo da Judeia, quando, depois da morte de Santo Estevão, uma perseguição obrigou os cristãos a saírem da Palestina, assim diz a lenda. Do resto da vida de Lázaro nada se sabe. Ter ele saído da Palestina e chegado a Marseille, onde teria como Bispo, pregado o Evangelho, é lenda que apareceu nos séculos 11 e 12, e que confunde Lázaro de Betânia com um personagem do mesmo nome e Bispo de Aix; ou com Nazário, Bispo de Autun. Mais fidedignos são os testemunhos orientais, que falam do túmulo de Lázaro existente em Cition, na ilha de Chipre.» in http://www.filhosdapaixao.org.br/os_santos/santo_do_dia/dezembro/santo_do_dia_dezembro_17.htm
"LEMBRAS-TE? Lembras-te Daquela semente Numa linda tarde de primavera Que queria ser mulher Mas não podia porque tinha caído num deserto? Eu vi-a! Estava tão feliz porque tinha encontrado uma nuvem para crescer. Lembras-te Daquela emoção Num olhar à primeira vista Que queria ser sentimento Mas não podia porque a luz do sol não deixava? Eu vi-a! Estava tão feliz porque tinha encontrado a sombra de um coração para amar. Lembras-te Daquele ontem Num tempo diferente do mundo Que queria ser amanhã Mas não podia porque o hoje não aceitava? Eu vi-o! Estava tão feliz porque já era para sempre."
«GOLÃO DE TELLO SÓ VALE UM PONTO NA MADEIRA Dragões empataram com o Nacional (1-1) e reduziram para três pontos a desvantagem em relação ao líder Benfica. Um grande golo de Tello - o sétimo na Liga e o quinto nos últimos quatro jogos na prova - não permitiu ao FC Porto mais do que um empate no terreno do Nacional (1-1), mas os Dragões reduziram para três pontos a desvantagem face ao líder Benfica e dependem agora apenas dos próprios resultados para chegar ao título de campeão na Liga NOS. O espanhol abriu o marcador no final da primeira parte, com um remate de fora da área, mas os madeirenses empataram aos 62 minutos e conseguiram segurar um ponto. Após 750 minutos sem sofrer golos na prova - a segunda melhor marca portista no século XXI - Wagner bateu Helton, que regressou à titularidade na Liga, 370 dias depois. O resultado deixa um sabor amargo, porque o primeiro lugar poderia ter ficado a apenas um ponto, mas deve relembrar-se que o Nacional continua sem derrotas em casa em 2015 e que a Madeira tem sido um terreno infeliz para os azuis e brancos, que tinham perdido nas últimas três deslocações. Se bem que o FC Porto tenha deixado fugir a oportunidade de obter a oitava vitória consecutiva na Liga, iguala o melhor registo da temporada sem derrotas, de dez encontros. Com o golo apontado, Tello é agora o segundo melhor marcador do FC Porto no campeonato, só atrás de Jackson (17). Após ausência, por questões físicas, frente ao Arouca, Danilo e Maicon regressaram ao onze, assim como Evandro, por troca com Óliver. O ADN de posse de bola da equipa de Lopetegui impôs-se desde o apito inicial, como seria de esperar, mas do outro lado estava uma equipa orientada por Manuel Machado, técnico que imprime às suas equipas características bem vincadas. Tacticamente sagaz, defensivamente organizado e explorando muito bem as transições para chegar à baliza do adversário, o Nacional mostrou-se igualmente desde o primeiro momento um adversário difícil de defrontar. Sem fazer uma exibição brilhante, o FC Porto rematou por 11 vezes à baliza do Nacional, contra apenas um remate do adversário na primeira parte. Destaquem-se os remates de Casemiro (12 minutos) e Brahimi (25), mas apenas Alex Sandro (38) colocou Gottardi em dificuldades, num relvado mole e escorregadio. A primeira parte parecia destinada a terminar sem golos, mas a infelicidade de Willyan (que se lesionou sozinho, aos 43 minutos) desequilibrou os rígidos mecanismos defensivos dos madeirenses. Uma equipa que cede o domínio ao adversário corre este tipo de riscos e os Dragões atacaram por duas vezes pelo flanco fragilizado, o direito do seu ataque. Na primeira tentativa, Danilo cruzou sem oposição mas não apareceu ninguém na pequena área; na segunda vez,Tello enganou a defesa do Nacional, flectiu para o meio e rematou colocado para um grande golo. Os Dragões foram para o intervalo em vantagem e logo aos 48 minutos poderiam ter feito o 2-0, quando Maicon acertou em cheio na barra, na marcação de um livre directo. Porém, o Nacional surgiu mais solto ofensivamente no segundo tempo e foi crescendo no encontro. Aos 56, Helton ainda defendeu o livre colocado de Christian, mas aos 62 o recém-entrado Wagner aproveitou uma desatenção da defesa azul e branca para fazer o 1-1. Os Dragões reagiram de imediato e nos cinco minutos seguintes Danilo acertou no poste e Gottardi respondeu com uma grande defesa a um remate de Aboubakar. Até ao apito final, o FC Porto atacou muito, com Quaresma a entrar bem na partida, mas até foi Lucas João a ter uma grande oportunidade para completar a reviravolta no marcador. Ficha do Jogo» in http://www.fcporto.pt/pt/futebol/fichas-de-jogo/Pages/nacional-fcporto-210315.aspx
(Resumo de um jogo em que o empate soube a pouco para os Dragões)
"A UMA FONTE QUE SECOU Com teus brandos murmúrios embalaste Os minutos dos meus primeiros dias. E pelos teus gemidos os contaste; Eu era então feliz e tu sofrias. As minhas velhas árvores regaste, O meu jardim ao sol reverdecias... E quando as tuas lágrimas choraste, Como a dor que hoje sofro, entenderias! Mas, aí, tudo mudou! Seca estiagem Bebeu, a arder em febre, as tuas águas; Versos de água cantando a minha imagem. Raios de sol que as fontes evaporam, Levando para Deus as suas mágoas, Secai também os olhos dos que choram!"
«Modelo portuguesa Sara Sampaio é candidata a mulher mais bonita do Mundo
A modelo portuguesa Sara Sampaio, 23 anos, voltou a ser protagonista de uma campanha de sucesso comprovando que é uma das top models mais requisitadas da atualidade.
A portuense brilhou na mais recente campanha de Verão da marca britânica de sportswear Lipsy. Nas fotos, Sara veste um biquíni preto e outro rosa fluorescente.
Sara concorre atualmente ao título de mulher mais bonita do mundo na votação aberta aos leitores pela revista Maxim.
Em 2014, foi a primeira modelo portuguesa a brilhar no calendário de verão da Sports Illustrated , sendo eleita como "Rookie of the Year".
Sara Sampaio ficou, ainda, conhecida pelas produções fotográficas que efetuou para marcas como a Victoria's Secret e Calzedonia.
A modelo tem mais de 700 mil seguidores na sua página oficial no Facebook e 1 milhão no Instagram.
«Gelo no Mar Ártico atinge mínimo histórico O aquecimento global e a emissão de gases poluentes para a atmosfera estão entre as principais causas da diminuição de gelo na região. De acordo com um estudo desenvolvido pelo Centro Nacional de Neve e Gelo dos Estados Unidos (NSIDC), o nível de gelo existente no Mar Ártico é o mais baixo desde que em 1972 se começou a medir a quantidade de água gelada através de imagens por satélite. O estudo, divulgado esta sexta-feira, revela que a quantidade de gelo no Mar Ártico, na região que circunda o Polo Norte está reduzida a 14,54 milhões de quilómetros quadrados - uma extensão pouco maior do que o Canadá -, menos 1,1 milhões de quilómetros quadrados relativamente à média estimada entre os anos 1981 e 2010. Com a entrada da primavera, espera-se que o degelo na região se acentue. Como exceções são apontados o Mar do Labrador (entre o Canadá e a Gronelândia) e o Estreito de Davis (situado entre a costa ocidental da Gronelândia e a ilha de Baffin, no Canadá). Segundo o Painel Intergovernamental para as Mudanças Climáticas das Nações Unidas, a diminuição do gelo na região mais a Norte do planeta está associada ao aquecimento global e à emissão de poluentes por parte de fábricas e centrais de energia situadas na Europa e na Ásia. Quando estas partículas atingem a neve e o gelo absorvem luz solar, acelerando o processo de degelo, que decorre a um ritmo de cerca de 3 a 4% por década. Um estudo de 2012, desenvolvido pelo jornal científico "Environmental Research Letters", concluía que entre 70 a 95% do degelo no Ártico estava a ser causado por atividade humana. A manter-se este cenário, é provável que na segunda metade deste século, durante a época de verão, não haja gelo na região, alertam os cientistas. "A maioria dos modelos aponta na mesma direção, isto é, cada vez menos gelo", afirma Sebastian Gerland, do Instituto Norueguês de Investigação Polar, citado pela Reuters. O especialista acrescenta que há cada vez menos gelo a 'sobreviver' a mais do que um inverno. O degelo no Ártico tem afetado a fauna local, nomeadamente os ursos marinhos e as focas, bem como a comunidade indígena, com a facilidade de acesso à região. Os preços baixos do petróleo têm, porém, desencorajado a exploração. Segundo Rafe Pomerance, presidente do grupo ambiental Arctic 21, citado pela Reuters, "estes novos dados sobre o degelo deixam uma clara mensagem à comunidade global, a de que o Ártico está a aquecer duas vezes mais rápido do que o resto do planeta". Segundo a Organização Meteorológica Mundial, 2014 foi o ano mais quente desde que se iniciou o registo das temperaturas, em 1880. Cerca de 200 países concordaram em reunir-se em dezembro deste ano, em Paris, para avançar com medidas para conter o aquecimento global.» in http://expresso.sapo.pt/gelo-no-mar-artico-atinge-minimo-historico=f916114
(Gelo no Ártico atinge a menor extensão da história)
(Degelo no Ártico abre passagem para navegação entre Europa e Ásia)
"SERRA DE (A)FETOS Aqui estou neste alto, Por carreiros atropelados, Lugar de um rosto, Que já foi promessas de sol, Hoje de chuva com vontade de ficar, E eu abrigo-me sempre em ti. O dia está a ir embora, Estou quase a perdê-lo de vista, Ainda envio mil recados, Ecos que enchem o vale De sentido, Mas já não importam. Se eu pudesse comungar-te seria neste poente, Estendidos num monte de afetos, Feitos de nós, Sem ar e sem voz, Envoltos em fetos, E tirava-te a terra da boca para te beijar."
«A supermaré de março Este mês, para além do eclipse solar, há dois outros fenómenos astronómicos que concorrem para a formação de marés da maior amplitude, que se designam por supermarés! As marés oceânicas são provocadas pela diferença de força gravítica entre a superfície e o eixo de rotação terrestre (grosso modo), tanto devido à Lua δfL, como ao Sol, δfS. Mas a força lunar δfL ≈ 2,3 δfS devido à sua proximidade. Esta força provoca a movimentação da massa oceânica e todos os meses há marés vivas sempre que o Sol e a Lua estão razoavelmente alinhados na Lua Cheia e na Lua Nova. Nesses dias surgem a maré cheia mais alta e a maré vazia mais baixa do mês. Pelo contrário, quando a Lua está nos Quartos Minguante e Crescente as marés (cheia e vazia) têm a menor amplitude do mês, pois a força gravítica diferencial da Lua δfL está a 90° com a δfS do Sol. São as marés mortas, com a menor diferença entre cheia e vazia. Um eclipse solar corresponde ao alinhamento Sol-Lua-Terra (quase) perfeito, o que apenas acontece em duas alturas do ano, separadas em média de 173,3 dias. Nesta situação, os 3 astros ficam no plano da eclíptica com a Lua (Nova) a passar num dos seus nodos orbitais. Assim, em época de eclipses as acelerações gravíticas diferenciais do Sol e da Lua têm a mesma direcção e as marés vivas são mais fortes do que o normal. No dia anterior ao eclipse a Lua estará no ponto orbital mais próximo da Terra, o perigeu, o que aumenta a força diferencial δfL que exerce à superfície da Terra. Por outro lado, o eclipse é no dia do equinócio da primavera, quando o Sol e a Lua estão no equador celeste e ambos δfL e δfS aumentam, pois a distância ao eixo de rotação do planeta é máxima nas localidades no equador. No dia 19 de março às 19h38 a Lua estará no perigeu, no dia 20 de março há máximo do eclipse às 9h01 com a Lua Nova às 9h36 e o instante do equinócio às 22h45. Esta coincidência acontecerá novamente no eclipse total do Sol a 20 de março de 2034, no equinócio e próximo do perigeu lunar. Com esta conjunção de fatores, a amplitude das marés será a maior do ano: uma supermaré. A situação de supermarés manter-se-á durante o período de 19 a 23 de março. Note-se que as marés ocorrem no ciclo habitual e naturalmente a preia-mar não é simultânea em toda a Terra no instante do eclipse. A maré oceânica propaga-se como uma onda balizada pelas costas continentais e relevos submarinos locais.» in http://beachcam.sapo.pt/pt/newsroom/2015/03/a-supermare-de-marco/
«Bardo. O que esconde (e preserva) o museu atacado na Tunísia? Depois da morte de 22 pessoas num atentado, o que resta num dos mais importantes espaços museológicos em solo africano, que preserva a memória do tempo em que o Mediterrâneo era o centro do mundo. O Museu do Bardo "conserva tesouros de arte romana e púnica", agora ameaçados pelo radicalismo. A história do Museu do Bardo começou nos finais do século XIX, vivia a Tunísia sob protetorado francês. Foi a 7 de maio de 1888 que o à época chamado de Musée Alaoui abriu portas, nas instalações de um palácio real ("Palais du Bey", referindo-se ao título nobiliárquico turco adotado pela realeza tunisina). Desde então, o mundo mudou completamente. O tempo fez das suas, o reino do Magrebe enfrentou períodos de paz e de guerra, tornou-se independente, foi pioneiro na Primavera Árabe - é considerado o caso de maior sucesso do processo revolucionário - e, três anos depois, volta a estar no centro da história. O crescimento do radicalismo islâmico na região e o surgimento do autoproclamado Estado Islâmico (a Tunísia é um dos países com mais cidadãos, cerca de três mil, a alistarem-se como combatentes do Daesh no Iraque e na Síria) poderá explicar o que se passou no dia de ontem, 18 de março. Nos últimos meses, a crescente instabilidade na vizinha Líbia é também uma ameaça à segurança. Morreram 22 pessoas, entre turistas tunisinos e estrangeiros. A perda de vidas humanas é lamentável, mas o que tem este museu de especial para se tornar um alvo a abater? Tesouros milenares Em declarações ao jornal francês "Le Figaro", Yves Marek, diplomata francês de origem tunisina, explica que o Museu do Bardo é "um local cheio de história, (...) onde se encontram todos os elementos do património histórico tunisino e em particular os patrimónios arqueológicos romanos e púnicos." Para Marek, o objetivo era "atacar a identidade da Tunísia". Entre os seus maiores tesouros está "O Triunfo de Neptuno" (século II, d.C.), um dos mais impressionantes mosaicos da antiguidade - inserido numa vasta coleção da qual o museu é proprietária -, "O Busto de Afrodite" , o "Hérmaion d' El Guettar" (uma das primeiras manifestações religiosas jamais conhecidas, datada de 40 mil anos a.C.), "Virgílio" e um mosaico que representa o deus grego Dionísio a prestar reverência a Ikarios. Ainda não existe qualquer relatório que aponte os estragos causados pelo atentado. Ataque perpetrado pelo Estado Islâmico? Logo após o ataque, o jornal britânico "The Guardian" avançava que este teria sido reivindicado pelo autoproclamado Estado Islâmico (Daesh). No Twitter, uma organização de apoio aos radicais islâmicos assinou a confissão: "Vocês começaram a lutar contra nós na coligação, por isso provem agora a punição". A confirmação oficial da autoria do atentado pelo Daesh surgiu esta tarde, confirmando o que parecia mais do que evidente desde o momento em que a ação foi executada. Já em dezembro, um vídeo divulgado pelo Daesh ameaçava a realização de um ataque à Tunísia, mas a destruição já havia começado antes, com a destruição de património na Síria e no Iraque . O tiroteio no Museu do Bardo aconteceu no dia em que o Parlamento tunisino preparava a aprovação de medidas antiterroristas e poucos dias depois de Ahmed Al-Rouissi, um combatente tunisino do Daesh, ter morrido em confrontos com as tropas líbias perto da cidade de Sirte, na Líbia. Hoje, milhares de tunisinos manifestaram-se contra o terrorismo.» in http://expresso.sapo.pt/bardo-o-que-esconde-e-preserva-o-museu-atacado-na-tunisia=f915881
(Tunisia museum attack: At least 17 foreign tourists killed at National Bardo Museum)
A Teresa tinha 16 anos e estava institucionalizada num lar de acolhimento de menores, pois que a sua família não reunia competências sociais e meios físicos, para realizar a sua educação com o mínimo de estabilidade e de salubridade mental.
Andava a frequentar um curso vocacional, numa escola pública, com equivalência ao 6.º ano de escolaridade, pois que a sua relação com a escola tinha sido até ao momento, muito complicada, com inúmeras retenções, problemas no âmbito disciplinar e de absentismo. Um verdadeiro caso perdido…
A sua vida até aqui passou por múltiplas fugas do lar de acolhimento e à escola, pois desde muito cedo procurou e foi tentada pelo lado mais aliciante e, concomitantemente, mais perigoso da vida, que passava por permanecer na companhia dos rapazes e das raparigas mais rebeldes, que preferiam ir fumar tabaco e outras substâncias mais perigosas e desafiantes da sua rebeldia em jardins, ou espaços abandonados e ermos da vila. Tudo menos ir às aulas, isso era uma seca para Teresa!
Gostava muito de beber até cair para o lado, experimentou de tudo um pouco, mas preferia os "shot's" que rapidamente a faziam perder a noção da realidade e que a faziam viajar por mundos loucos, até mais uma aterragem num banco traseiro de um carro qualquer, cujo dono, nem sempre conhecia, mas isso também pouco lhe importava.
Claro que à bebida se misturavam, não raras vezes, substâncias ilícitas, como fumar “charros” e tomar “speed’s”, produtos químicos que aceleravam o seu ritmo cardíaco e lhe provocavam sensações de euforia, de autoconfiança, de uma falsa sensação de liberdade, consubstanciada em viagens mentais alucinantes, de curta, mas de intensa duração… mormente, nas primeiras vezes em que são consumidas, depois é só dependência física e/ou psicológica. O remédio será sempre aumentar a dose ou mudar de substância, no sentido, de encontrar aquela droga mágica… a tal!
Muitas vezes, quando acordava num monte ermo ou numa valeta rodoviária, encontrava-se de tal forma desorientada e perdida, que se punha a apanhar boleia na margem de uma qualquer estrada. Teresa era uma menina muito linda, com um corpo e um rosto deslumbrantes e que, embora se encontrasse quase sempre desgrenhada e sem os cuidados de higiene mínimos, conseguia atrair a atenção dos automobilistas e dos camionistas que passavam e que, pelo menos, lhe rendiam sempre uma estrondosa buzinadela, ao que respondia mostrando o dedo do meio das duas mãos.
Nestes casos, viajava quase sempre de forma automobilizada e era abusada física e sexualmente, muitas vezes em estados de inconsciência, depois de ter sido alvo de agressões físicas, ou do abuso de álcool e do consumo de substâncias psicotrópicas.
Deste modo, os dias passavam e a Teresa enganava as aulas e o lar, com fugas recorrentes, revelando-se as duas instituições estatais impotentes para reverter este estado de coisas. Quando desaparecia da escola, comunicava-se ao lar, que avisava as autoridades policiais, o Tribunal de Menores, a Segurança Social, para mais uma fuga da Teresa.
No lar era natural a polícia ser visita de final de tarde, para resolver mais um problema de violência entre pares, de utentes para com as instalações, de utentes para com os funcionários, ou tutores, e, devido a roubos e a outros pequenos delitos.
A sensação de impotência da Instituição de Acolhimento para com os problemas de insubordinação e de indisciplina dos utentes era, por demais, evidente. A recuperação da generalidade destes jovens tornava-se, em muitos casos, uma “Missão Impossível”, uma utopia social. É que colocar pessoas com muitos problemas pessoais e relacionais no mesmo espaço limitado, não pode correr lá muito bem. Aliás, na escola, passa-se o mesmo, qual laboratório social; quase sempre os casos mais complicados são agrupados em turmas “especiais” e depois é o caos, como não poderia deixar de ser…
A Diretora de Turma que era a docente de Português encontrou uma forma criativa de fazer a caraterização sociofamiliar dos seus alunos. Numa das aulas do inicio do ano solicitou aos alunos que descrevessem a sua vida familiar, a relação com os seus pais e familiares mais próximos, e, os problemas que os alunos tivessem consciência de afetar a sua relação com a escola e com a sociedade em geral.
Pois, mas para a Teresa foi mais uma chatice, como ela costumava referir. Ela começou a interrogar-se, embora só em pensamentos dispersos, sobre o conceito de família. A ideia muito remota que guardava dos pais tinha apenas a ver com réstias de memória muito difusas de cenas de violência gratuita, que guardava das inúmeras discussões dos seus pais, ambos toxicodependentes e alcoólicos que viviam obcecados pelos vícios que os consumiam. A vida deles passava por conseguirem mais uma dose, mais uma bebedeira, tudo menos o horror da sobriedade, o choque com a realidade que os aterrorizava.
Será que poderia falar da sua experiência no lar de acolhimento, em que sentia que era mais um fardo existencial para todos, que as pessoas que lidavam com ela já não a suportavam, sentia-se sempre a mais, uma peça que emperrava o sistema montado, pelos problemas que ela, recorrentemente, tendia a criar.
Depois de alguns minutos de meditação atormentada, Teresa decidiu não escrever nada. Primeiro porque dá menos trabalho, depois, porque não há nada a dizer, ou a saber… E, afinal, se a vida nos esvaziou, porque diabo teremos que falar disso, também será uma valente seca. O facto de nada termos a dizer, também tem a ver com o nosso contexto de vida e temos direito ao silêncio, por comodismo ou por protesto, quanto a essa realidade inexorável!
Irónico será constatar que, o último reduto de defesa da Teresa, foi sempre essa instituição que a Sociedade tanto despreza, a Escola Pública, que fez sempre um grande esforço de inclusão, nunca desistindo deste e de outros seres humanos. E embora o nosso mundo esteja prenhe de “Teresa’s”, qualquer semelhança da personagem desta crónica com a realidade, trata-se de pura coincidência…»
Pink Floyd - Another Brick in the Wall Official Music Video (Lyrics In Description)
(Pink Floyd The Wall Tr Altyazılı Hd)
Pink Floyd - Another Brick In The Wall - (HQ)
"Another Brick In The Wall Pink Floyd Compositor: Roger Waters Parte1 Daddy's flown across the ocean Leaving just a memory Snapshot in the family album Daddy what else did you leave for me? Daddy, what'd'ja leave behind for me?!? All in all it was just a brick in the wall. All in all it was all just bricks in the wall. "You! Yes, you behind the bikesheds, stand still lady!" When we grew up and went to school There were certain teachers who would Hurt the children in any way they could (oof!) By pouring their derision Upon anything we did And exposing every weakness However carefully hidden by the kids But in the town it was well known When they got home at night, their fat and Psychopathic wives would thrash them Within inches of their lives. Parte 2 We don't need no education We dont need no thought control No dark sarcasm in the classroom Teachers leave them kids alone Hey! Teachers! Leave them kids alone! All in all it's just another brick in the wall. All in all you're just another brick in the wall. We don't need no education We don't need no thought control No dark sarcasm in the classroom Teachers leave us kids alone Hey! Teachers! Leave us kids alone! All in all it's just another brick in the wall. All in all you're just another brick in the wall. "Wrong, Guess again! 2x If you don't eat yer meat, you can't have any pudding. How can you have any pudding if you don't eat yer meat? You! Yes, you behind the bikesheds, stand still laddie!" Parte 3 I don't need no arms around me And I don't need no drugs to calm me I have seen the writing on the wall Don't think I need anything at all No! Don't think I'll need anything at all All in all it was all just bricks in the wall. All in all you were all just bricks in the wall."