30/04/08

Educação em Portugal - O preço dos chumbos, ou a obsessão orçamental!

«Insucesso escolar sai caro ao Estado

Chumbar de ano não traz benefícios aos alunos. O alerta é feito pela Ministra da Educação, que chama a atenção para os elevados custos que cada retenção significa para o país.
Sem apresentar números globais, Maria de Lurdes Rodrigues afirma que cada aluno custa ao Estado cerca de três mil euros por ano.
No último ano lectivo reprovaram 170 mil alunos, situação que coloca Portugal como um dos países da União Europeia com mais chumbos na escola . O impacto económico ultrapassou os 500 milhões de euros.
"Se o Estado gasta por ano três mil euros com um aluno, quando ele repete vai custar seis mil no ano seguinte", se repete duas vezes custa nove mil”, contabilizou a governante. “Por isso é que o esforço tem de ser na recuperação em cada ano”, sublinha.
Para contrariar esta situação, a ministra quer investir mais nas escolas através da diversidade de recursos e de estratégias diferenciadas para melhorar os resultados. “Depois temos de ter paciência de aguardar, mas também a exigência de aguardar resultados. Acho que é natural, não basta proporcionar meios e mais recurso e não esperar nada de retorno. Os resultados têm de melhorar, se não acontecer no primeiro ano, será no segundo ou no terceiro”.
Declarações feitas aos jornalistas a propósito da Conferência Internacional sobre o ensino da Matemática , que vai decorrer na próxima semana em Lisboa.» in http://www.rr.pt/InformacaoDetalhe.aspx?ContentId=245423&AreaId=23&SubAreaId=39&SubSubAreaId=79
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Bastou que a plataforma sindical assinasse o entendimento de rendição com o Ministério da Educação, para que a Senhora Ministra saísse do colete de forças a que estava acometida e começasse a disparar em todas as direcções a sua arrogância e putativa sabedoria no domínio dos assuntos relativos à Educação, mormente no entendimento que tem das consequências futuras das suas acções. E ficamos então a saber que é tudo uma questão de dinheiro: afinal não está em causa o aluno enquanto ser humano, mas o ónus monetário do estado na sua educação. Senhora Ministra, desculpe que lhe diga, na sua actividade enquanto docente quantos alunos terá já chumbado... E mais outra coisa, muitas vezes o chumbo é pedagógico, quer a Senhora queira, quer não! A Senhora até já anda toda ufanosa a dizer que o Modelo de avaliação será para aplicar, tal como estava previsto inicialmente, está eufórica, novamente. Olhe Senhora Ministra, o problema resolve-se bem, passam-se os alunos todos e ficará tudo contente. Os docentes porque deixam de sofrer tanto com os desvarios da Senhora, os alunos porque ficam todos diplomados, os pais então nem se fala, as estatísticas serão as melhores da Europa; a iliteracia, essa aumentará, mas isso para a Senhora, pouco importa, são números, apenas números... Aliás o seu Governo é assim em tudo: na Justiça solta os presos para poupar; na Administração Interna, as esquadras não têm guardas; na Saúde, fecham-se hospitais, para os doentes morrerem mais depressa, o INEM atrasa-se frequentemente; na Economia, sobe o gasolina todos os dias e o Governo a arrecadar imposto, calmamente; na Agricultura, acaba-se com todas as culturas em nome dos interesses Europeus; na Economia, investe-se fortemente, mas só na capital; no trabalho e emprego, nunca a precarização foi tão grande, com o estado a dar um péssimo exemplo; mas lá está o que conta são as cifras, as pessoas, que morram! Eu cá por mim não votarei na Senhora, esteja descansada, é o meu único consolo!

29/04/08

Os Corvos - Instrumentos da Música Clássica ao serviço do PoP/Rock!




Corvos no Hard Club

Corvos e Quorum Ballet

Corvos - "Come As You Are" (Nirvana) - (Live @ Fnac Chiado)

Corvos@Santarém 08

corvos@fnac(colombo)

D'zrt\Corvos - "D'zrt Revolução" - (Pavilhão Atlântico 3.2.2008)

Corvos - "With Or Without You" (U2) - (Live @ Fnac Chiado)

Corvos@Fnac Alfragide

Os Corvos - (The Band)

Corvos@Almoçageme08 - (video 5)

corvos@carrefour oeiras´07

corvos@sic 1

corvos@sic 2

CORVOS

«Corvos são uma banda portuguesa.

Corvos são uma banda incomum no panorama da música portuguesa. É constituída por quatro elementos com formação musical clássica mas que tocam temas essencialmente de matriz rock. Trata-se de um quarteto de cordas, constituído por Pedro Teixeira da Silva, Tiago Flores (violinos), Nuno Flores (violeta), Cláudio Nunes (violoncelo), que alia o virtuosismo instrumental dos seus elementos e a excelência das composições,arranjos e interpretações intemporais, ao gosto musical eclético, passando pelas suas origens clássicas e continuando pelo rock, música popular contemporânea e variadíssimos outros estilos musicais. O Espectáculo ao vivo, com um baterista convidado, é o local certo para poder sentir e ouvir, o que eles têm para lhe oferecer.
Com a edição do seu quarto album, The Jinx, os Corvos contam com um baterista que faz parte integrante da banda.

Formação

Pedro Teixeira da Silva - violino
Tiago Flores - violino
Nuno Flores- Viola d'arco
Cláudio - violoncelo
Pedro Silva "Pita" - bateria

Discografia

Corvos Visitam Xutos (1999)
Post Scriptum (2001)
Futuro que era Brilhante - single (2001)
Corvos 3 (2003)
The Jinx (2007)» in Wikipédia.

Mais informações sobre este magnífico grupo musical no seguinte link:
http://profile.myspace.com/index.cfm?fuseaction=user.viewprofile&friendid=79130038

28/04/08

Educação em Portugal - Voz à Eurodeputada Socialista, Ana Gomes!

«O vídeo da agressão à professora na Escola Carolina Michaelis é um murro na nossa consciência colectiva. Todos temos culpa por ter deixado degradar a disciplina na escola democrática, a autoridade dos professores e por negligenciarmos as crianças que os pais não têm tempo, nem capacidades, para educar.
Eu sinto culpa, por nunca me ter interessado pelas implicações das mudanças sociais na degradação do ensino em Portugal, por nunca me ter incomodado em demasiada com a qualidade política de quem ficava com a pasta da Educação a seu cargo em sucessivos governos. E sinto ainda mais culpa por ter obrigação de ter ouvido professores e alunos na familia e nas amizades mais próximas.
Claro que há quem tenha muito mais responsabilidades do que eu. E há sobretudo quem deva intervir politica e disciplinarmente, quando é imperioso intervir. (...)
E sobretudo não compreendo que perante actos de delinquência conhecidos, ocorridos em várias escolas e cometidos pelos mesmos alunos - maxime as agressões repetidas na escola de Tarouca - responsáveis do ME venham encolher os ombros, dizendo que nada se pode fazer porque os responsáveis são menores, não podem ser privados da escola, não podem ser expulsos da escola, nem objecto de quaisquer sanções aplicadas pelas autoridades escolares.
Eu pasmo! Então os outros alunos, professores e funcionários da escola vão ter que aguentar quantas mais agressões e distúrbios certos alunos entendam perpetrar?
Como é obvio essas crianças e jovens perturbadas não podem ser privadas da escolaridade. Precisam até de acompanhamento especial, em escola ou instituição adequadas. Não podem, de maneira nenhuma, é continuar nas escolas normais a desinquietar toda a gente e a agredir quem lhes resista. Caso contrário, a sensação de impunidade alastra, e não haverá meio nenhum de restaurar disciplina e segurança nas escolas. (...)
Ele há limites para tudo. E momentos para intervir de forma exemplar. O Ministério da Educação precisa de mostrar que não é complacente com alguns e intransigente com outros. Que a lei e a disciplina é para todos e para fazer cumprir por todos. Pelos alunos também. Então o bom ambiente e a segurança na escola vai ficar dependente dos humores de algumas crianças deseducadas em familias disfuncionais, como admitia esta manhã à TSF o Secretário de Estado Valter Lemos serem os delinquentes de Tarouca?

Ana Gomes (Eurodeputada do PS)» in Blog Profavaliação.
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A Dra. Ana Gomes tocou num ponto crucial, falou abertamente sobre um problema que aflige grandemente a Escola Portuguesa, a crise de autoridade que nos assolou. E essa crise não é causada por qualquer pulsão geracional. Nós, famílias e escolas, estamos a pactuar com essa permissividade, porque sofremos do mal da moda, o facilitismo, e Escola de ocupação de tempos, em vez de uma escola de verdadeiro espaço de desenvolvimento de capacidades. Sem exigência, não há aprendizagem efectiva. Devolvam à escola a autoridade para exercer uma docência, em que os resultados escolares não determinem a avaliação da escola e dos docentes. Doutra forma, é um farsa, passa quase tudo, mas isso não é sinónimo de literacia e de saber efectivo maior. As sucessivas reformas que os políticos foram introduzindo no sentido de tornar a escola num local mais de recreio, do que aprendizagem, começam agora a dar de forma quase exponencial os seus nefastos resultados. Mas está tudo bem, o que é preciso é diplomar e não educar, nem formar. A moda é números, estatísticas, a literacia é secundária! Parabéns Dra. Ana Gomes, que nunca se deixa levar pela acefalia partidária! Estranho o silêncio do Poeta Deputado, Manuel Alegre, de Mário Soares, de Ana benavente, entre muitos... será que também já esqueceram o espírito de Abril, será que desistiram, será que se resignaram?

27/04/08

Paredes 1 vs Amarante F.C. 2 - Grande Vitória!











Imagens do 1.º golo do Amarante, na magnífica vitória em paredes!



Mais momentos deste jogo vibrante, dentro e fora das quatro linhas!
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Excelente vitória do Amarante F.C. nesta sua deslocação a Paredes, num campo muito difícil, contra uma excelente equipa, muito organizada e bem trabalhada. O Amarante F.C. no seu novo esquema mais realista, o 4x4x2, embora com o meio campo bastante recuado e sem conseguir encetar a pressão necessária para que o sistema resulte em pleno, além do lateral esquerdo não conseguir subir em apoio ao ataque e com grandes dificuldades, perante a velocidade dos alas adversários, conseguiu controlar os acontecimentos na maior parte do jogo, numa exibição muito realista, com uma equipa que vestiu o fato-macacaco de forma a controlar os acontecimentos com maior ou menor dificuldade. Em grande destaque estiveram os centrais, mormente Rochinha que apesar de ter marcado um auto-golo sem nenhuma culpa, foi um autêntico batalhador. Exibições abnegadas de todo o meio campo, em muito bom plano esteve o lateral direito Jorginho, e os dois avançados, Alex e Ricardo, em muito bom plano. Celso, entre os postes, garantiu a tranquilidade habitual. Uma palavra negativa para a claque amarantina, não havia necessidade de tanta violência, estava tudo a correr tão bem... Esperemos que reflictam, porque o futebol assim deixa de ter o seu encanto e passa a ser uma guerra estúpida!

Guimarães 0 vs F.C. do Porto 5 - Demolidor, 23 pontos de avanço!









«Tratado de engenho e seriedade

Uma segunda metade sublime do Tricampeão, com a combinação perfeita de engenho e arte, esclareceu os cépticos quanto à seriedade de uma equipa que, incontestavelmente, se superioriza a qualquer preconceito ou ideia feita. Um problema resolvido à mão cheia, sem equívocos e com toque deslumbrante de um reconhecido mágico: Ricardo Quaresma.
Num encontro de metades distintas, a resolução das contas em disputa ficou irremediavelmente ligada à suprema habilidade do Dragão, que apresentou, na etapa complementar, um inquebrantável desejo de provar uma vez mais que a realidade supera, quase sempre, uma enganadora ficção. Imperial, portanto.
Se aos primeiros ensejos, perpetrados por Bruno Alves ou Quaresma ainda durante o primeiro tempo, a formulação não foi bem sucedida, já o arranque da segunda parte foi definitivamente esclarecedor. Bastaram oito minutos de prelúdios para que os comandados de Jesualdo Ferreira, que mexeu na equipa ao intervalo lançando Kaz para o lugar de Paulo Assunção, expusessem uma vez mais os seus inesgotáveis argumentos de líder.
Foi pela cabeça de Bruno Alves que começou a ser escrita a exibição de antologia da segunda metade azul e branca, com o central a responder afirmativamente à solicitação de Lino, dando expressão à supremacia que começava a fazer-se sentir e abrindo caminho à contundente vitória que se antevia.
Sem descanso, o Tricampeão deu novo golpe nas artificiais suspeições de falta de seriedade da equipa, voltando à carga seis minutos após o primeiro golo, através de um lance de pura magia: Quaresma (quem mais?), recebeu uma assistência de longa distância enviada por Raul Meireles, realizou um supremo bailado na cara do defesa contrário e desenhou um disparo de recorte perfeito, que se encaminhou sem sobressaltos para o canto superior direito da baliza vimaranense. Deslumbrante, então.
A partida entrou, aqui, numa fase de salutar loucura concretizadora do F.C. Porto, que criou, sucessivamente e sem repouso, inúmeras oportunidades para um inevitável avolumar do resultado. O colectivo azul e branco funcionou em pleno à passagem do minuto 71, com o nº 7 dos Dragões a assumir o papel de fiel executor das ambições veladas: rematou sem temores para o fundo das redes minhotas, bisou no encontro, 27 jornadas depois de o ter feito em Braga, e atribuiu ainda mais brilho a um desempenho já de si encantador.
Antes ainda do quarto golo portista, Adriano iniciou um duelo sem tréguas com o guarda-redes contrário, permitindo uma primeira vitória a Nilson aos 76 minutos. Logo depois, aos 78, foi Farías a assinar o seu nome na categórica história azul e branca do encontro, dando a melhor sequência a um novo entendimento perfeito do sector ofensivo dos Dragões, para premir a tecla do golo pela quarta vez na liga.
A batalha à margem entre Adriano e Nilson conheceu um novo capítulo benéfico para o defensor minhoto, três minutos antes de o avançado portista vencer em definitivo a guerra, depois de nova combinação exemplar entre o imparável tridente ofensivo azul e branco, com o trabalho de Quaresma, primeiro, e de Farías, depois, a redundar na justa aplicação prática de Adriano, que encostou para selar o marcador e atribuir uma ainda mais evidente supremacia à destemida exibição portista. Triunfal, certamente.
Ficou escrita a história do jogo, desenhada a hegemónica força do Dragão e finalizada a intenção de anular com classe as mais desfasadas acusações. Ainda restam dúvidas?

Ficha de Jogo

Liga Portuguesa 2007/08 - 28ª jornada (27 de Abril de 2008)
Estádio D. Afonso Henriques, em Guimarães
Árbitro: Paulo Costa (AF Porto)
Assistentes: João Santos e Nuno Manso
4º Árbitro: João Vilas Boas

V. GUIMARÃES: Nilson; Andrezinho, Sereno, Geromel e Momha; Flávio «cap.», Moreno, Desmarets e Alan; Ghilas e Miljan
Substituições: Miljan por Roberto (55 min), Moreno por Carlitos (61 min), Momha por Fajardo (72 min)
Não utilizados: Serginho, Radanovic, Marquinho e Paulo Henrique
Treinador: Manuel Cajuda

F.C. PORTO: Helton; Fucile, Bruno Alves «cap.», Stepanov e Lino; Paulo Assunção, Bolatti e Raul Meireles; Quaresma, Lisandro e Mariano
Substituições: Paulo Assunção por Kazmierczak (46 min), Lisandro por Adriano (63 min), Raul Meireles por Farías (69 min)
Não utilizados: Nuno, Pedro Emanuel, João Paulo e Hélder Barbosa
Treinador: Jesualdo Ferreira

Ao intervalo: 0-0
Disciplina: Cartão amarelo para Bruno Alves (90 min)
Marcadores: Bruno Alves (53 min), Quaresma (59 e 71 min), Farías (78 min) e Adriano (84 minin site F.C. do Porto.

Imagens dos cinco golos do F.C. do Porto, em mais uma exibição de superioridade absoluta e inequívoca!
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Já não há palavras para descrever tanta categoria da equipa do F.C. do Porto! Uma equipa que vai ao estádio do segundo classificado e vence de forma categórica, sem apelo nem agravo, por cinco bolas a zero, sem alguns dos seus habituais titulares... o que poderemos dizer mais! Podemos dizer o seguinte, as duas equipas da segunda circular e a imprensa sulista, elitista e centralista quiseram colocar em causa a seriedade dos profissionais do F.C. do Porto... coitados! Não sabem que é essa a nossa diferença para eles: somos mais organizados, mais profissionais e jogamos sempre para ganhar; o que não quer dizer que o consigamos sempre, é humano, em futebol ganha-se e perde-se; mas nós quando perdemos, deixamos tudo em campo e isso também é vencer e isso é que nos torna os maiores. Uma palavra de simpatia para o treinador Manuel Cajuda que foi maltratado por um técnico bem mais novo e que deveria ter mais respeito pela carreira do treinador vimaranense que é um amante do futebol espectáculo e que tem um discurso, sempre positivo e de engrandecimento do futebol português! Grandes jogos de Ricardo Quaresma, de Bruno Alves, de Fucile, de Lino, de Stepanov, Helton, Paulo Assunção; Maria Gonzalez; Raúl Meireles; Lisandro; Farías e Adriano; Mas o destaque vai para cinco atletas: Ricardo Quaresma (magia à solta), Bruno Alves (A parede); Helton (o guardião do templo); Lisandro ( o sempre em pé) e Farías (o renascido); Viva o F.C. do Porto, temos agora 23 pontos de avanço para o primeiro dos últimos!

26/04/08

Barragem de Fridão - Amarantinos, vamos à luta!


Não deixem morrer esta paisagem, vamos à luta Amarantinos!

Não à construção da Barragem de Fridão!

"Poema Rio Tâmega" from PiresCarvalho!

Não à Barragem de Fridão, não há preço para o nosso património paisagístico! Vamos Amarantinos, Vamos lutar! Não assassinemos a nossa Princesa!

Pink Floyd - O Rock mais elaborado de sempre de uma Banda absolutamente mítica!




Pink Floyd - "Wish You Were Here"

Pink Floyd - "Shine On You Crazy Diamond"

Pink Floyd - "Confortably Numb"

Pink Floyd - "Another Brick in the Wall"

Pink Floyd - "Hey You"

Pink Floyd - "Mother"

Pink Floyd - "Goodbye Blue Sky"

Pink Floyd - "The Wall"

Pink Floyd - "High Hopes"

Pink Floyd- "The Trial"

Pink Floyd - "House of the Rising Sun"

Pink Floyd - "Us And Them"

Pink Floyd - "Breathe in the Air"

Pink Floyd - "Time"

Pink Floyd - "Money"

Pink Floyd - "Run Like Hell" - (1980)

Pink Floyd - In The Flesh - (1980)

Pink Floyd - "Pigs on The Wing"

PINK FLOYD - "Brain Damage"

Pink Floyd - "Learning To Fly"

David Gilmour - "Marooned"

Pink Floyd - "Lost for words"

Pink Floyd - "Division Bell"

Pinl Floyd - "Coming Back to Life" - (Division Bell 1994)

Pink Floyd - "On the Turning Away" - (1988)

Pink Floyd - "Sorrow" - (1988)

Pink Floyd - "One of These Days" - (1988)



«Pink Floyd

Emblemático balão em forma de porco utilizado pela banda.
Informação geral
País:
Reino Unido
Origem(ns):
Cambridge, Inglaterra
Gênero(s):
rock progressivoart rockspace rockrock psicadélico
Período em atividade:
1965 - atualmente (em hiato desde 1996)
Gravadora(s):
Capitol RecordsColumbia Records
Website
http://www.pinkfloyd.co.uk/
Integrantes
David GilmourNick MasonRichard Wright
Ex-Integrantes
Syd Barrett, Roger Waters, Bob Klose
Os Pink Floyd são uma banda de rock inglesa famosa pelas suas composições de rock clássico harmónico, pelo seu estilo progressivo e pelos espectáculos ao vivo extremamente elaborados.
É um dos grupos mais influentes na história do rock, além de um dos mais bem sucedidos, tendo vendido aproximadamente 200 milhões de cópias de seus álbuns. A obra-prima The Dark Side of the Moon manteve-se no Top 100 Billboard de vendas durante mais de uma década e continua a ser um dos álbuns mais vendidos de todos os tempos.
Liderada pelo lendário cantor e compositor Syd Barrett, o grupo tinha um modesto sucesso na segunda metade da década de 1960 produzindo rock psicadélico. Mas o comportamento errático de Barrett forçou seus colegas de banda a afastá-lo e substituí-lo pelo guitarrista e cantor David Gilmour.
Com a saída de cena de Barrett, o baixista e vocalista Roger Waters gradualmente tornou-se o líder e principal compositor do Floyd. Esta fase foi marcada pela produção de álbuns conceituais como The Dark Side of the Moon (1973), Wish You Were Here (1975), Animals (1977) e The Wall (1979) - álbuns que obtiveram êxito mundial, foram aclamados pela crítica especializada e figuraram em listas dos mais vendidos e populares em vários países.
Mas após o álbum The Final Cut (1983), o grupo separou-se. Em 1985, Waters declarou que os Pink Floyd estavam extintos, mas os demais membros (agora liderados por Gilmour, mais o tecladista Richard Wright e o baterista Nick Mason), após briga judicial, retomaram a banda com o nome oficial e seguiram gravando e se apresentando - com grande sucesso comercial - e, finalmente, fecharam um acordo com Waters.
Em 2 de julho de 2005 e pela primeira vez em 24 anos, a formação mais clássica do Pink Floyd voltou a tocar, para a sua maior platéia, no concerto Live 8, em Londres (Reino Unido).
Em entrevista concedida ao jornal italiano La Repubblica[1] no dia 3 de fevereiro de 2006, Gilmour indicava o fim dos Pink Floyd, declarando que o célebre grupo não produzirá qualquer novo material, tampouco voltará a se reunir novamente. Ainda assim, a possibilidade de se fazer uma apresentação similar ao Live 8 não foi descartada tanto por Gilmour[2] ou Mason [3].

História

Era Syd Barrett (19641968)
O Pink Floyd evoluiu de uma banda de rock formada em 1964 que teve vários nomes - Sigma 6, The Meggadeaths, Tea Set e The Abdabs, The Screaming Abdabs, The Architectural Abdabs. Quando a banda se separou, alguns membros - os guitarristas Rado "Bob" Klose e Roger Waters, o baterista Nick Mason e o instrumentista de sopro, Rick Wright - formaram uma nova banda, chamada "Tea Set". Depois de um pequeno período com o vocalista Chris Dennis, o guitarrista e vocalista Syd Barrett se juntou a banda, com Waters mudando para o baixo.
Quando o Tea Set descobriu que outra banda tinha esse mesmo nome, Barrett deu a idéia de um nome alternativo, The Pink Floyd Sound, em homenagem aos músicos de blues Pink Anderson e Floyd Council. Por um tempo a banda oscilou entre os dois nomes, até se decidirem pelo segundo. O “Sound” foi deixado de lado rapidamente, mas o “The” continuou sendo usado regularmente até 1968. Os primeiros lançamentos no Reino Unido da banda, durante a era do Syd Barrett, vinham creditados como The Pink Floyd, assim como em seus dois primeiros singles nos EUA. Sabe-se que David Gilmour tenha se referido ao grupo como The Pink Floyd até 1984. Klose - que era bastante influenciado pelo jazz, saiu depois de ter gravado somente uma demo, deixando uma formação diferente com Barrett na guitarra e vocais principais, Waters no baixo e vocais de apoio, Mason na bateria e percussão, e Wright revezando nos teclados e vocais de apoio. Barrett logo começou a escrever suas próprias composições, influenciado pelo rock psicodélico americano e britânico (também pelo surf music, literatura inglesa), com extravagância e humor. O Pink Floyd se tornou favorito no movimento underground, tocando em casas como UFO club, the Marquee Clube e The Roundhouse. No fim de 1966, a banda foi convidada para contribuir com músicas no documentário "Tonite Let's All Make Love in London", de Peter Whitehead. Eles foram filmados tocando duas faixas, ("Interstellar Overdrive" e "Nick's Boogie") em janeiro de 1967. Apesar que quase nenhuma dessas músicas participaram do filme, elas acabaram sendo lançadas como "London 1966/1967" em 2005.
Como a popularidade da banda ia crescendo, os membros formaram a Blackhill Enterprises em outubro de 1966, uma sociedade a seis, com seus agentes Peter Jenner e Andrew King, lançando os singles "Arnold Layne" em março de 1967 e "See Emily Play" em junho de 1967. "Arnold Layne" alcançou o número 20 das paradas britânicas, e "See Emily Play" alcançou número 6, o que garantiu à banda a primeira participação em cadeia nacional no programa de TV Top of the Pops em julho de 1967. Anteriomente, eles haviam aparecido tocando "Interstellar Overdrive" no UFO club, em um curto documentário, "It's So Far Out It's Straight Down". Isso foi ao ar em março de 1967, mas apenas transmitido à região de Granada do Reino Unido.
Lançado em agosto de 1967, o primeiro álbum da banda, The Piper at the Gates of Dawn, é atualmente considerado um ótimo exemplo da música psicodélica britânica, e foi bem recebido pelo críticos da época. Atualmente, é visto como o melhor primeiro álbum por muitos críticos. As faixas, predominantemente escritas por Barrett, mostram letras poéticas e uma mistura eclética de música, desde a faixa de vanguarda com livre-forma, "Interstellar Overdrive", até músicas "assobiavéis" como "The Scarecrow", inspirada nas Fenlands, uma região rural ao norte de Cambridge (cidade de Barrett, Waters e Gilmour). As letras eram inteiramentes surreais, às vezes fazendo referência ao folclore, como em "The Gnome". A música refletia novas técnologias de eletrônicos, com o uso constante de espaçamento no estéreo, edição de fita, efeitos de eco, e teclados. O álbum foi um hit no Reino Unido, onde alcançou a 6ª posição das paradas, mas não foi muito bem na América do Norte, alcançando a posição número 131 nas paradas dos EUA. Durante esse período, a banda excursinou com Jimi Hendrix, o que ajudou a aumentar sua popularidade.

Declínio de Barrett
Enquanto a banda se tornava mais popular, o stress da vida na estrada e o consumo relevante de drogas de Syd Barrett deteriorou sua saúde mental. O comportamento de Barrett foi se tornando cada vez mais imprevisível e estranho, fato atribuído ao constante uso de LSD. Conta-se que às vezes ele ficava encarando algum ponto, enquanto a banda tocava; durante algumas apresentações, ele somente tocaria um acorde o concerto inteiro, ou aleatoriamente desafinava sua guitarra.
Chegou um momento em que os outros membros da banda decidiram por simplesmente não levar mais Syd para os shows. O último show da banda com Barrett foi em 20 de janeiro de 1968, em Hastings Pier. O guitarrista David Gilmour - já conhecido de Barrett e Waters - se juntou à banda para ajudar Barrett com suas tarefas (apesar de Jeff Beck ter sido considerado). Inicialmente, esperava-se que Barrett fizesse composições enquanto Gilmour tocaria nos shows. Mas composições como "Have You Got It, Yet?", com progressões de acordes e melodias diferentes a cada take, fez com que o resto da banda desistisse dessa idéia. Uma vez que a saída de Barrett foi formalizada em abril de 1968, os produtores Jenner e King, decidiram continuar com ele, pondo fim à sociedade Blackhill Enterprises. Então a banda escolheu Steve O'Rourke como gerente que permaneceu com eles até sua morte em 2003.
Depois de gravar dois álbuns solos (The Madcap Laughs e Barrett) em 1970 (co-produzido por e as vezes com participações de Gilmour, Waters e Wright) com sucessos razoáveis, Barrett então foi para reclusão (idéia muitas vezes rebatida por sua família, que disse que não ter sido exatamente assim). Novamente chamado pelo nome oficial, Roger Keith "Syd" Barrett, viveu sua vida pacata em sua cidade natal, Cambridge até sua morte em 7 de Julho de 2006.

[editar] Procurando novos caminhos: 1968-1970
Esse foi um período de experimentações musicais da banda. Cada um dos integrantes do Pink Floyd - Gilmour, Waters e Wright - contribuía com músicas que tinham sua própria sonoridade e voz, o que resultava num material menos consistente e coeso que o da era Barrett, quando o som era mais trabalhado. Se anteriormente Barrett era a voz e o compositor principal, agora Gilmour, Waters e Wright dividem composições de letras e vozes principais. Geralmente, Waters escrevia músicas mais lentas, com melodias de Jazz, linhas de baixos complexas e dominantes, e letras simbólicas; Gilmour focava-se em jams de blues levadas pela guitarra; e Wright preferia melodias pesadas psicodélicas de teclado. Diferente de Waters, Gilmour e Wright preferiam faixas que tinham letras simples ou que fossem puramente instrumentais. Alguns números músicais mais experimentais da banda são desse período, como "A Sauceful of Secrets", contendo bastante barulhos, feedback (realimentação), percussões, osciladores, loops; e "Careful with That Axe, Eugene" (que foi chamada por vários outros nomes também), uma faixa levada por Waters, com baixo e um pesado improviso de teclado, culminando em uma bateria forte, e gritos de Waters.
Enquanto Barrett escreveu praticamente todo o primeiro álbum, nesse álbum ele participa das composições com "Jugband Blues". Barrett também tocou nas faixas "Remember A Day" (gravada durante as sessões do The Piper) e "Set The Controls For The Heart Of The Sun" (a única faixa que apresenta Barrett e Gilmour dividindo as guitarras). "A Saucerful of Secrets" foi lançado em junho de 1968, alcançando número 9 das paradas do Reino Unido e se tornando o único álbum do Pink Floyd que não apareceu nas paradas dos EUA. De algum jeito, apesar da saída de Barrett, o álbum ainda contém bastante da sonoridade psicodélica combinada com mais música experimental que seria amplamente mostrada em Ummagumma. A faixa principal, "[[A Saucerful of Secrets (música )A Saucerful of Secrets]]", com 12 minutos de duração, chegou ao estilo épico de duração que composições futuras chegariam. Se o álbum foi mal recebido pelos críticos da época, muitos críticos de hoje tendem a ser mais leves nas críticas dentro do contexto da carreira do Pink Floyd.
O Pink Floyd foi recrutado pelo diretor Barbet Schroeder para produzir uma trilha sonora para um filme seu, "More", que estreou em maio de 1969. A obra foi lançada como um álbum do Floyd em seu próprio direito, Music From the Filme More (também chamado simplesmente como "More"), alcançando o 9º lugar das paradas do Reino Unido e chegando ao 153º lugar das paradas dos EUA em 1969. Críticos tendem a achar o conjunto da música para o filme como remendada e desigual. A banda usaria isso e sessões de trilha sonoras futuras para produzir trabalhos que não se encaixavam na idéia do que deveria aparecer em um álbum do Pink Floyd; a maioria das faixas do "More" foram canções folk, acústicas. Duas dessas canções, "Green Is the Colour" e "Cymbaline", se tornaram comuns em repertórios da banda por um tempo e também parte do suite "The Man & The Journey", como pode ser ouvido em muitas gravações de bootlegs desse período. "Cymbaline" também foi a primeira canção do Pink Floyd a lidar com a atitude cínica de Waters contra a indústria fonográfica explicitamente. O resto do álbum consiste em músicas incidentais de vanguarda da trilha (algumas dessas também fizeram parte do concerto The Man/The Journey) e algumas faixas de rock mais pesadas jogadas no meio, como "The Nile Song".
O próximo álbum, o duplo Ummagumma, foi uma mistura de gravações ao vivo e experimentações de estúdio dos membros, em que cada um gravou metade do lado do vinil, como um projeto solo (a noiva de Mason da época faz uma contribuição não-creditada como flautista). Apesar do álbum ter as gravações solo e ao vivo, era esperado originalmente que fosse uma mistura de vanguarda, de sons de instrumentos "achados". As conseqüentes dificuldades de gravação e falta de organização em grupo levou ao fechamento desse projeto. O título é uma gíria sexual de Cambridge e reflete a atitude da banda naquela época, como frustações no estúdio seguidas que os seguiram durante essas sessões. A banda foi amplamente experimental no álbum de estúdio, que contém a composição puramente folk de Waters "Grantchester Meadows", uma peça de piano dissonante, "Sysyphus", uma composição com uma textura mais progressiva, "The Narrow Way", e um grande solo de percussão, "The Grand Vizier's Garden Party". "Several Species of Small Furry Animals Gathered Together in a Cave and Grooving with a Pict" é uma canção de 5 minutos, composta inteiramente pela voz de Roger Waters tocada em diferentes velocidades, resultando em barulhos que lembram roedores e pássaros. Grande parte do álbum de estúdio já era tocado ao vivo no concerto conceitual "The Man & The Journey". O álbum ao vivo apresenta aclamadas performances de algumas das mais populares músicas da era psicodélica deles, fazendo com que o álbum fosse mais bem recebido pelos críticos do que os dois álbums anteriores. A obra foi o trabalho mais popular até essa época, alcançando 5º posição no Reino Unido e 74º lugar nos EUA.
Atom Heart Mother, de 1970, foi a primeira gravação da banda com uma orquestra, com colaboração do compositor de vanguarda Ron Geesin. Um lado do álbum consistia na faixa-título, uma longa suite de orquestração de rock. O segundo lado apresentava uma música de cada membro da banda, até então vocalistas ("If", a folk-rock de Roger Waters, a levada de blues "Fat Old Sun" de David Gilmour e a nostálgica "Summer '68" de Rick Wright). Outra faixa longa, a "Alan's Psychedelic Breakfast" foi uma colagem de som, de um homem cozinhando e comendo um café-da-manhã e seus pensamentos, ligados com instrumentais. O uso de barulhos, efeitos sonoros incidentais e samplers de voz seria, no futuro, uma parte importante do som da banda. "Atom Heart Mother" possui uma das mais enigmáticas capas de álbuns até hoje, estampando a Lullubelle III, foto retirada no interior inglês. Este foi também o primeiro álbum da banda com grande propaganda. E enquanto "Atom Heart Mother" era considerado uma grande passo para trás pela banda na época, é ainda considerado um dos mais inacessíveis álbuns; ele teve a melhor performance da banda nas paradas, até aquela época alcançando 1º lugar no Reino Unido e 55º nos EUA. Tem sido descrito tanto como "um monte de besteira" por Gilmour, quanto "jogue-o na gaveta e nunca mais o ouça" por Waters. O álbum foi outra parte transitória do grupo, mostrando um diferente território musical da banda que seria em "Echoes", na sua ambiciosa faixa-título. A popularidade do álbum permitiu que o Pink Floyd embarcasse em sua primeira turnê completa pelos EUA.
Antes do lançamento do seu próximo álbum original, a banda lançou uma coletânea chamada "Relics", que continha vários singles do começo da carreira e B-sides, além de uma canção original (estilo Jazz por Waters, "Biding My Time", parte do concerto "The Man/The Journey", gravada durante as sessões do Ummagumma). Eles também contribuiram para a trilha sonora do filme Zabriskie Point, apesar de muitas contribuições deles terem sido descartadas pelo diretor Michelangelo Antonioni.

[editar] Era do Estouro 1971-1975
Durante esse período, o Pink Floyd se distanciou da associação com a cena psicodélica, e se tornou uma banda distinta, que é dificil de se classificar. Os estilos divergentes dos principais compositores; Gilmour, Waters e Wright, se juntaram numa sonoridade única. Essa era contém, o que muitos consideram serem dois álbuns das obras-de-arte da carreira deles, The Dark Side of the Moon e Wish You Were Here. O som se tornou mais trabalhado e com colaboração de todos; com letras filosóficas e linhas de baixos mais aparentes de Waters, combinadas com o estilo único de guitarra de blues de Gilmour e assustadoras melodias de teclados e texturas harmônicas de Wright. Gilmour foi o vocalista dominante desse período, e contribuições de corais femininos e o saxofone de Dick Parry, se tornaram notáveis no estilo da banda.
O som, as vezes destonal e duro, do começo da carreira da banda, abriu caminho para um som bastante suave, calmo, e os épicos da banda, chegou ao máximo com "Echoes". Esse período não foi somente o começo, mas o fim de uma era verdadeiramente colaborativa da banda; depois de 1973, a influência de Waters se tornou cada vez mais dominante musicalmente, e também nas letras. A última composição creditada por Wright e última participação como vocal principal num álbum de estúdio até o Division Bell de 1994, é desse período ("Shine On You Crazy Diamond" e "Time" respectivamente) e os créditos de letra de Gilmour gradualmente diminuiram em frequência; até a saída de Waters da banda em 1985; apesar que ele continuou a fazer a voz principal e escrever canções durante o período. Os últimos laços com Barrett foram vários em Wish You Were Here, o qual, canção épica "Shine On You Crazy Diamond" foi escrita como ambos tributo e elogio à Barrett.
A sonoridade da banda foi consideradamente mais focalizada em Meddle (1971), com a canção épica de 23 minutos "Echoes", tomando todo o lado B do álbum. "Echoes" é uma leve canção de rock progressivo com longos solos de guitarra e teclado, e uma longa seção no meio, consistindo praticamente em música sintetizada produzida por guitarras, órgãos, e sintetizadores, junto com um pedal wah wah de guitarra ao contrário, soando como samplers de albatrozes, descrito por Waters, como um "poema sônico". Meddle foi considerado por Nick Mason como "o primeiro álbum real do Pink Floyd. Ele introduziu a idéia de um tema que o álbum pode ser voltado." O álbum teve som e estilo sucedido da época que a banda estourou, mas o álbum não teve a orquestra que foi notável em Atom Heart Mother. Meddle também inclui a atmosférica "One of These Days", uma canção favorita de concertos, apresentando uma única linha de voz de Nick Mason ("One of these days, I'm going to cut you into little pieces"), slide guitar distorcida e com estilo de blues, e uma melodia em que certo ponto, se esvai em um pulso sintético, citando o tema de um programa de TV, clássico de cult, Doctor Who. O sentimento melancólico dos próximos três álbum, está bastante presente em "Fearless", também essa faixa mostra uma influência de folk, e contém uma substancial slide guitar em "A Pillow of Winds". "A Pillow of Winds" é uma das únicas canções acústicas do Floyd que lidam com amor. O papel de Waters como escritor começa a tomar forma, com sua "San Tropez" com estilo de jazz, que ele a trouxe praticamente completa para a banda. Meddle foi bem recebido por ambos críticos e fãs entusiasticamente, e alcançou 3º lugar no Reino Unido e somente 70º lugar nos EUA. De acordo com Nick Mason, isso foi em parte porque a Capitol Records não promoveu o álbum com publicidade suficiente nos EUA. Hoje, Meddle permanece como um dos principais aclamados trabalhos da banda.
Obscured By Clouds foi lançado em 1972 como trilha sonora para o filme La Valle, outro filme independente de Barbet Schroeder. Esse foi o primeiro álbum da banda que chegou ao Top 50 nos EUA (onde alcançou 46º lugar) e chegou ao 6º lugar no Reino Unido. Enquanto Mason descreveu o álbum anos depois como "sensacional", ele foi pouco aclamado pelos críticos. As letras de "Free Four", a primeira música do Pink Floyd a tocar razoavelmente nas rádios dos EUA, introduziu os pensamentos da morte do pai de Waters na Segunda Guerra Mundial, o que se apresentaria mais, em álbuns seguintes. Outras duas canções do álbum, "Wot's... Uh The Deal" e "Childhood's End", também lidaram com temas que foram usados em álbuns futuros, uma ponto de vista em solidão e desespero, que se tornariam mais comuns na era em que Roger Waters foi a liderança; e temas que também seriam trabalhados bastante no próximo álbum, como fixação na vida, morte, e a passagem do tempo. "Childhood's End", inspirada no livro do Arthur C. Clarke de mesmo nome, foi a última contribuição de letra de Gilmour por 15 anos. O álbum foi, num modo geral, diferente em estilo de Meddle, e as vezes até considerado como folk-rock, blues-rock e levada de piano soft-rock ("Burning Bridges", "The Gold It's in the..." and "Stay" sendo os melhores exemplos para cada).
O lançamento com sucesso em massa de 1973, The Dark Side of the Moon, foi o momente ápice de popularidade da banda. O Pink Floyd havia parado de lançar singles depois de "Point Me at the Sky" em 1968, e nunca havia sido uma banda levada pelos singles hits, mas Dark Side of the Moon teve um single no Top 20 dos EUA com "Money".
O álbum foi o primeiro a chegar ao 1º lugar das paradas dos EUA , e ainda é em Dezembro de 2006, um dos álbuns mais vendidos na história dos EUA, com mais de 15 milhóes unidades vendidas, e ums dos álbuns mais vendidos do mundo, com mais de 40 milhões cópias vendidas. O álbum aclamado pela crítica, ficou no Top 200 da Billboard por 741 semanas (incluindo 591 semanas consecutivas, de 1976 até 1988) sem precedentes, estabelecendo um record mundial. Ele também permaneceu 301 semanas nas paradas do Reino Unido, e apesar de não ter passado da 2ª posição lá, foi bem recebido pelos críticos.O saxofone forma uma parte importante do som do álbum, expondo a influência de Jazz da banda (especialmente a de Rick Wright) e cantoras de apoio, fazem uma parte principal em ajudar a diversificar a textura do álbum. Por exemplo, músicas como "Money" e "Time" são colocadas em ambos sons melancólicos de slide guitar (remanescente do Meddle) em "Breathe (Reprise)", e levada, pelo canto feminino "The Great Gig in the Sky" (com Clare Torry nos vocais principais), enquanto a minimalista em instrumentos "On the Run" é tocada praticamente inteira em um único sintetizador. Efeitos sonoros incidentais e partes de entrevistas são apresentadas ao longo das músicas, a maioria delas, gravadas em estúdio. As entrevistas de Waters começavam com perguntas como "Qual é sua cor favorita?" uma tentativa em deixar as pessoas mais confortáveis. Então ele perguntava "Quando foi a última vez que você foi violento? E você estava certo?" Outras perguntas também eram, "Você tem medo de morrer ?" As letras do álbum e tentativa de som em descrever as diferentes pressões que a vida no dia-a-dia atua no ser humano. Esse conceito (concebido por Waters em uma reunião da banda por perto da mesa da cozinha do Mason) provou ser poderoso com a banda, e juntos eles fizeram uma lista de temas, vários, os quais seriam re-utilizados em álbuns seguintes, como o uso de violência e a futilidade da guerra em "Us and Them", e temas como insanidade e neurose discutido em "Brain Damage". As complicadas e precisas formas de engenheiro no som do álbum, com Alan Parsons, ditaram novos parâmetros para fidelidade de som; o que virou um aspecto reconhecível da banda, e foi um forte forma no que diz a longa permanência nas paradas do álbum, enquanto audiófilos constantemente trocam suas cópias desgastadas.
Procurando capitalizar a sua recém chegada fama, a banda também lançou uma coletânea chamada A Nice Pair, o que foi uma junção dos dois primeiros álbuns, The Piper at the Gates of Dawn e A Saucerful of Secrets. E também foi durante esse período que o diretor Adrian Maben lançou o primeiro filme concerto do Pink Floyd, o Live at Pompeii. O corte original para os cinemas, apresentava a banda tocando em 1971 num anfiteatro em Pompéia com nenhum platéia presente, exceto pela equipe de filmagem e equipe da banda. Maben também gravou entrevistas e os bastidores da banda durante as sessões de gravações do Dark Side of the Moon nos estúdios Abbey Road; apesar da cronologia dos eventos indicar que as sessões de gravação podem ter acontecido depois da gravação, eles promoveram uma olhada no processo envolvido na produção do álbum. Essas filmagens foram incorporadas em futuros lançamentos de Live at Pompeii.
Depois do sucesso do Dark Side, a banda não estava certa sobre sua direção futura e estava preocupada em como conseguiriam superar a enorme popularidade daquele álbum. Em retorno ao experimentalismo, eles começaram a trabalhar em um projeto chamado Household Objects, que consistia em músicas tocadas literalmente em objetos caseiros. No entanto o planejamento do álbum foi logo deixado de lado, depois que a banda decidiu que seria mais fácil e melhor tocar músicas em instrumentos de verdade. Nenhuma gravação terminada dessas sessões existe, mas alguns efeitos gravados foram usados no próximo álbum.
Wish You Were Here, lançado em 1975, carrega um tema abstrato de abstência de qualquer humanidade dentro da indústria fonográfica e, mais importante, a abstência de Syd Barrett. Bem conhecido por sua faixa-título, o álbum inclui o grande instrumental de nove partes "Shine On You Crazy Diamond", um tributo para Barrett em que as letras lidam explicitamente com seu declínio. A maioria das influências musicais do passado da banda foram juntas - teclados atmosféricos, peças de guitarras de blues, solos de saxofone (por Dick Parry), fusão de Jazz com agressiva slide guitar - nas várias partes ligadas da suite, culminando numa marcha fúnebre, tocada por sintetizador, e terminando com uma citação musical do antigo single "See Emily Play" como final demonstração da liderança inicial de Barrett na banda. As demais faixas, "Welcome to the Machine" e "Have a Cigar", criticam duramente a indústria fonográfica e essa última foi cantada por cantor folk Roy Harper. Essa foi o primeiro álbum do Pink Floyd a chegar ao 1º lugar das paradas do Reino Unido e dos EUA, e os críticos, o aclamam, tão entusiasticamente quando Dark Side of the Moon.
Em uma história conhecida, um homem obeso, com cabeça e sombrancelhas inteiramente raspadas, andou pelo estúdio enquando a banda mixava "Shine On You Crazy Diamond". A banda não o reconheceu ele por um tempo, quando de repente um deles percebeu que ele era Syd Barrett. Quando perguntado como ele chegou àquele peso, ele respondeu "Eu tenho uma frigideira grande na cozinha e eu estive comendo bastante carne de porco". Em uma entrevista em 2001 no documentário da BBC "Syd Barrett: Crazy Diamond" (lançado posteriormente em DVD como "The Pink Floyd Story and Syd Barrett Story"), a história é contada por inteira. Rick Wright disse sobre a sessão, dizendo "Uma coisa que fica na minha mente, que eu nunca esquecerei; eu estava indo para as sessões de Shine On. Eu fui ao estúdio e eu vi esse cara sentado no fundo do estúdio, ele estava distante, do mesmo jeito que eu de você. E eu não o reconheci. Eu disse -quem é aquele cara atrás de você?- -"Aquele é o Syd". Eu não acreditei... ele havia raspado todo seu cabelo... digo, suas sombrancelhas, tudo... ele estava pulando para cima e para baixo escovendo seu dente, aquilo foi horrível. E ah, eu estava, quer dizer, Roger estava em prantos, eu acho que ele estava; nós estávamos em prantos. Aquilo foi realmente chocante... sete anos sem contato algum e de repente ele aparece enquanto estávamos fazendo aquela faixa. Eu não sei - coincidência, carma, destino, quem sabe? Mas aquilo foi, muito, muito poderoso". No mesmo documentário, Nick Mason disse: "Quando eu penso sobre isso, eu ainda posso ver seus olhos, mas... foi o resto que estava diferente". Na mesma entrevista Roger Waters disse: "Eu não tive idéia de quem ele foi por um bom tempo". David Gilmour contou: "Nenhum de nós reconheceu ele. Raspado... raspado careca e bem gordo". Na versão definitiva de 2006 do documentário, as entrevistas com os ex-parceiros de banda de Barrett estão inclusas sem edição, com bem mais detalhes dos sentimentos e ações deles, durante o trágico esgotamento e a saída de Barrett da banda.

[editar] Era Roger Waters 1976-1985
Durante essa era, Waters tomou cada vez mais e mais controle do trabalho do Pink Floyd. Waters demitiu Wright depois que o The Wall foi terminado, argumentando que Wright não estava contribuindo muito, em parte por causa do vicio de cocaína. Waters declarou que Gilmour e Mason apoiaram a decisão para demiti-lo, mas em 2000, Gilmour declarou que ele e Mason foram contra a demissão. Nick Mason disse que Wright foi demitido por causa da Columbia Records que ofereceu a Waters um substancial bônus, para finalizar o álbum a tempo para um lançamento em 1979. E desde que Wright recusou voltar mais cedo de suas férias de verão, Waters queria demití-lo. Wright foi demitido da banda, mas continuou para terminar o álbum e tocar na turnê como um músico pago. A maioria da música desse período é considerada secundariamente pelas letras, as quais Waters explora os sentimentos sobre a morte de seu pai na Segunda Guerra Mundial, e sua crescente atitude de cinismo, contra figuras políticas como Margaret Thatcher e Mary Whitehouse. A música cresceu mais orientada pela guitarra com teclados e saxofones, ambos os quais se tornaram, uma grande parte da textura do contexto da música, junto com efeitos sonoros obrigatórios. Uma orquestra completa (ainda maior do que a de metais em Atom Heart Mother) faz um papel significante em The Wall e especialmente The Final Cut. Por volta de Janeiro de 1977, e pelo lançamento do Animals (chegando ao 2º lugar no Reino Unido e 3º nos EUA), a música da banda, veio sob uma crescente crítica da atmosfera do punk rock, dizendo que eles eram muito pretensiosos, e perderam o caminho da simplicidade que era o rock and roll.
Animals, no entanto, considerado mais orientado pela guitarra, do que os álbuns anteriores, tanto pela influência do movimento punk rock e pelo fato de que o álbum foi gravado pelo novo (e por algum acaso, incompleto) estúdio Britannia Row. O álbum foi o primeiro a não ter uma composição feita por Wright. Animals de novo, contém músicas longas, ligadas por um tema, desta vez, tirado em parte do livro Animal Farm (O Triunfo dos Porcos em Portugal e A Revolução dos Bichos no Brasil) de George Orwell, em que usou "Pigs" (Porcos), "Sheeps" (Ovelhas) e "Dogs" (Cachorros) como metáforas dos membros da sociedade contemporânea. Apesar da relevante guitarra, sintetizadores ainda fazem uma importante parte em Animals, mas é carente do trabalho de saxofone e vocais femininos, utilizados nos últimos dois anteriores álbuns. O resultado no geral é um trabalho mais hard-rock, ligados por duas partes de uma peça acústica. Muitos críticos não receberam muito bem o álbum, considerando-o, tedioso e vazado; apesar de outros críticos falarem bem dele, praticamente por causa dessas razões. Para a capa do encarte, um porco inflável gigante foi considerado para voar entre as torres da Estação de Energia Battersea (Battersea Power Station). No entando o vento fez com o que fosse dificil de controlar o balão de porco, e no final foi necessário inserir a foto do porco na imagem. O porco foi criado pelo designer industrial e artista Theo Botschuijver. O porco no entanto se tornou um dos mais memoráveis símbolos do Pink Floyd, e porcos infláveis foram utilizados em concertos do Pink Floyd desde então.
A ópera rock de 1979, The Wall, concebida por Waters, lida com temas, como solidão, falha de comunicação, que foram expressos pela metáfora de um muro construído entre um artista de rock e sua audiência. O momento decisivel para o concebimento do The Wall foi durante um concerto em Montreal no Canadá, no qual Roger Waters cuspiu num membro da platéia enquanto este tentava subir para o palco - esse foi o ponto onde Waters sentiu a alienação entre a platéia e a banda. O álbum deu críticas renomadas ao Pink Floyd e seu único single que alcançou o topo das paradas "Another Brick in the Wall (Part 2)". The Wall também contém faixas que seriam comuns em concertos posteriormente, como "Comfortably Numb" e "Run Like Hell", que são duas das mais conhecidas canções do grupo.
O álbum foi co-produzido por Bob Ezrin, um amigo de Waters que dividem créditos em "The Trial". Ainda mais do que as sessões do Animals, Waters estava certo sobre sua influência artística e liderança sobre a banda, usando a boa situação financeira da banda a seu favor, o que trouxe conflito com os outros integrantes. A música se tornou distintivamente mais hard-rock, apesar que grandes orquestrações em algumas faixas, lembram um período passado, e têm-se algumas composições mais calmas além (como "Goodbye Blue Sky", "Nobody Home", e "Vera"). A influência de Wright foi completamente minimizada, e ele foi demitido da banda durante as gravações, somente retornando com um salário fixo, para tocar nos concertos. Ironicamente, Wright foi o único membro do Pink Floyd que ganhou algum dinheiro dos shows da turnê do The Wall, os quais passaram por várias cidades - incluindo Dortmund, Londres, Los Angeles, Nova Iorque - durante várias noites, e o resto teve que bancar o custo alto dos mais espetaculares concertos até então. No entanto, em 1989, depois do Muro de Berlin cair na Alemanha, Roger Waters concordou em tocar o The Wall Ao vivo, aonde ficava originalmente o Muro de Berlin.
Apesar de nunca ter chegado ao 1º lugar das paradas do Reino Unido (chegou ao 3º), The Wall ficou 15 semanas no topo das paradas dos EUA em 1980. Críticos o receberam bem, e ele foi chegou aos 23 álbuns de platina pela RIAA, pelas vendas de 11,5 milhões de cópias do álbum duplo somente nos EUA. O enorme sucesso comercial do The Wall fez do Pink Floyd os únicos artistas desde os Beatles a terem os álbuns mais vendidos de dois anos (1973 e 1980) em menos de uma década. Um filme com entítulado Pink Floyd : The Wall foi lançado em 1982, incorporando praticamente toda a música do álbum. O filme, escrito por Waters e dirigido por Alan Parker, estrelou o fundador do Boomtown Rats, Bob Geldof, o qual regravou a maioria dos vocais, e ainda apresenta animação pelo notável artista e cartunista britânico, Gerald Scarfe. Leonard Maltin, um crítico de cinema, se refere ao filme como "o maior video de rock do mundo, e certamente o mais depressivel", mas o filme arrecadou mais de 14 milhões nas bilheterias norte-americanas. Uma música que apareceu no filme "When the Tigers Broke Free", foi lançada como single. A música foi lançada depois na coletânea Echoes: The Best of Pink Floyd e no re-relançamento do The Final Cut. Também no filme, há a música "What Shall We Do Now?", que foi cortada do álbum original devido a duração do vinil. As únicas músicas do álbum que não foram usadas, foram "Hey You" e "The Show Must Go On". O álbum The Final Cut de 1983 foi dedicado ao pai de Waters, Eric Fletcher Waters. Ainda mais sombrio em sonoridade que o The Wall, esse álbum re-examinou vários temas anteriormente discutidos, mas se dirigindo à fatos da época, incluindo a raiva de Waters da participação da Inglaterra na Guerra das Malvinas, a culpa que ele colocou nos lideres políticos ("The Fletcher Memorial Home"). E conclui com uma visão cínica de uma possivel guerra nuclear ("Two Suns in the Sunset"). Michael Kamen e Andy Bown contribuiram com trabalho de piano, por causa da saída de Richard Wright (que não foi fomalmente anunciada antes do lançamento do álbum).
Apesar, de tecnicamente ser um álbum do Pink Floyd, na encarte do LP não aparece na escrito, somente atrás aparece: "The Final Cut - Um requiém para o sonho do pós-guerra por Roger Waters, tocado pelo Pink Floyd: Roger Waters, David GIlmour e Nick Mason". Roger Waters recebeu os créditos totais para o álbum, o que se tornou um protótipo, do som que ele fará em próximos álbuns em sua carrreira solo. Waters disse que ele ofereceu lançar o álbum como um álbum solo, mas o resto da banda rejeitou a idéia. No entando, no seu livro Inside Out, Nick Mason diz que isso nunca aconteceu. Gilmour declarou que pediu à Waters para segurar o lançamento do álbum, para que então pudesse escrever material suficiente para contribuir, mas esse pedido foi negado. O tom da música, é bastante similar com o do The Wall mas, também mais quieto, e suave, lembrando músicas como "Nobody Home" mais do que "Another Brick in the Wall (Part 2)" por exemplo. Ele também é mais repetitivo, com certos temas que aparecem repetidamente pelo álbum. Teve somente sucesso moderado com os fãs (atingindo 1º lugar no Reino Unido e 6º nos EUA), mas recebeu razoáveis alogios do críticos. O álbum teve um pequeno hit, "Not Now John", a única faixa hard-rock do álbum (e a única em particular em ter Gilmour cantando). As discussões entre Waters e Gilmour nesse ponto, eram tão ruins, que eles supostamente não eram visto gravando no mesmo estúdio simultaneamente. Gilmour disse que ele queria continuar a fazer rock de boa qualidade, e sentiu que Waters estava construindo sequências de peças de músicas, meramente como um veículo para suas letras críticas, sociais. Waters diz, que seus companheiros de banda, nunca entenderam completamente a importância dos comentários sociais que ele fazia. Pelo fim da gravação, o crédito de co-produção de Gilmour foi tirado do encarte do álbum (apesar de ele ter recebido os direitos autoriais). Não houve turnê para esse álbum, apesar que músicas do álbum foram apresentadas por Waters em suas futuras turnês solos.
Depois do Final Cut, a Capitol Records lançou a coletânea, Works, que fez com que a faixa de Waters de 1970, "Embryo" estivesse disponível pela primeira vez em um álbum do Pink Floyd. Os membros da banda, foram para seus caminhos separados, e gastaram tempo trabalhando em projetos indivíduais. Gilmour foi o primeiro a lançar seu álbum solo About Face em Março de 1984. Wright juntou forças com Dave Harris, para formar uma banda nova, Zee, a qual lançou o álbum experimental Identity um mês depois do projeto de Gilmour. Em Maio de 1984, Waters lançou The Pros and Cons of Hitch Hiking, um álbum conceitual que já havia sido proposto para a banda. Waters o havia escrito ao mesmo tempo que The Wall, e quando propôs ambos projetos para a banda, a banda decidiu-se por The Wall. Um ano depois dos projetos dos companheiros de banda, Mason lançou o álbum Profiles, em conjunto com Rick Fenn, o qual teve participações de Gilmour e o tecladista Danny Peyronel.

[editar] Era David Gilmour: 1987-1995
Quando Waters anunciou em Dezembro de 1985, que estava saindo do Pink Floyd, e descreveu a banda como "uma força criativa desgastada", mas em 1986, Gilmour e Mason começaram a gravar um novo álbum para o Pink Floyd. Ao mesmo tempo, Roger Waters estava trabalhando em seu outro álbum solo, chamada Radio K.A.O.S. (1987). Uma disputa legal foi inciada por Waters, reinvidicando que o nome "Pink Floyd" deveria ser colocado de lado, mas Gilmour e Mason seguraram sua convicção que eles tinham direitos legais para continuar com o "Pink Floyd". O processo acabou se acertando por um acordo fora dos tribunais. Depois de considerar e rejeitar muitos títulos, o novo álbum foi lançado como A Momentary Lapse of Reason (que alcançou 3º lugar no Reino Unido e 3º nos EUA). Sem Waters, que foi dominantemente o letrista da banda por uma década, a banda recebeu ajuda de escritores de fora. Como o Pink Floyd nunca havia feito isso antes (exceto pelas contribuições orquestrais com Geesin e Ezrin), essa atitude, recebeu muitas críticas. Ezrin, que renovou a sua amizade com Gilmour em 1983 (quando Ezrin co-produziu o álbum About Face), tanto co-produziu como foi um dos escritores, além de, Jon Carin que escreveu a música "Learning to Fly" e tocou bastante dos teclados do álbum. Wright também retornou, e inicialmente, foi colocado como um músico assalariado durante as finalizações das gravações, e se juntando oficialmente à banda em sua nova turnê.
Mais tarde, Gilmour admitiu que Mason e Wright tiveram pouca participação no álbum. Por causa das poucas contribuições de Mason e Wright, alguns críticos dizem que A Momentary Lapse of Reason deveria ser considerado como um trabalho solo de Gilmour, do mesmo jeito que The Final Cut seria um trabalho solo de Waters.
Um ano depois, a banda lançou o álbum Ao vivo, Delicate Sound of Thunder (1988), e mais tarde gravou instrumentais para um filme clássico de corrida, chamado La Carrera Panamericana, filmado no México e com Gilmour e Mason participando como motoristas participativos. Durante a corrida, Gilmour e o agente Steve O'Rourke (como seu guia) bateram. O'Rourke teve sua perna quebrada, mas Gilmour saiu somente com alguns arranhões. Os instrumentais são notáveis por incluirem o primeiro material do Pink Floyd co-escritos por Wright desde 1975, tanto como o único material co-escrito por Mason desde Dark Side of the Moon.
Em 1992, eles lançaram o box Shine On. O set de 9 cds incluiam, relançamentos dos álbuns de estúdio, A Saucerful of Secrets, Meddle, The Dark Side of the Moon, Wish You Were Here, Animals, The Wall e A Momentary Lapse of Reason. Um disco bônus chamado The Early Singles também foi incluso. O encarte incluia caixa que permitia que os álbuns ficassem em pé juntos, formando a imagem da capa do Dark Side of the Moon. O texto circular de cada CD inclui praticamente palavras ilegíveis "The Big Bong Theory". Nesse ano também ocorreu o lançamento do álbum solo Amused to Death, de Waters. A próxima gravação da banda foi o The Division Bell de 1994, que contém muito mais trabalho em grupo do que o Momentary Lapse teve, com Wright reinstalado como um membro total do grupo. O álbum foi recebido mais favoravelmente pelos críticos e fãs, do que o Momentary Lapse foi, mas foi intensamente criticado como cansativo e foi sob fórmulas. Este foi o segundo álbum à chegar ao 1º lugar em ambas paradas do Reino Unido e dos EUA.
The Divison Bell foi outro álbum conceitual, de alguns jeitos representando a visão de Gilmour nos mesmos temas que Waters discutiu em The Wall. O título foi sugerido para Gilmour, pelo seu amigo Douglas Adams. Várias das letras, foram co-escritas pela namorada do Gilmour na época, Polly Samson, a qual ele casou-se logo depois do lançamento do álbum. Apesar de Samson, o álbum conteve a maioria dos músicos que participaram da turnê do Momentary Lapse, quando o saxofonista Dick Parry, um dos que contribuiram aos álbuns da banda nos anos 70. Anthony Moore, que co-escreveu letras para várias músicas do álbum anterior, divide composição com Wright, que teve sua primeira música, em que teve voz principal desde Dark Side of The Moon, em "Wearing the Inside Out". A escrita de Moore continuou em praticamente todas as músicas do álbum solo de Wright, Broken China.
A banda lançou o álbum Ao vivo P*U*L*S*E em 1995. Ele chegou ao 1º lugar das paradas dos EUA, e contém músicas que foram gravadas da turnê do Division Bell no Earl Court em Londres. O concerto do Division Bell é uma mistura do clássico e do Pink Floyd moderno. O concerto em Earls Court, marcaria a primeira vez que a banda tocou inteiramente o Dark Side of the Moon, desde duas décadas. Versões de VHS e Laserdisc do concerto de 20 de Outubro de 1994, em Earls Court, também foram lançadas. Uma versão de DVD também foi lançada em 2006 e rapidamente caiu nas paradas. A caixa de cd de 1994, tinha um LED e pilhas, o que fazia com que um ponto vermelho piscasse uma vez por segundo, como uma batida de coração, quando na coleção do dono do CD. Mais tarde em 1995, a banda recebeu seu primeiro e único prêmio Grammy para Melhor Performance de Instrumental de Rock com "Marooned".

[editar] Trabalho Solo e Mais: 1995-Presente
Em 17 de Janeiro de 1996, a banda foi indicada ao Hall da Fama do Rock and Roll pelo lider da banda Smashing Pumpkins, Billy Corgan. Roger Waters não compareceu, ainda sendo contra, seus antigos parceiros de banda. No seu discurso de entrada, Gilmour disse, "Eu terei que pegar um pouco mais desse para nossos dois integrantes que começaram a tocar em diferentes tons; Roger e Syd..." Apesar que Mason esteve presente quando aceitaram o prêmio, ele não se juntou a Gilmour e Wright (e Billy Corgan) para sua performance acústica de "Wish You Were Here".
Uma gravação Ao vivo do The Wall foi lançada em 2000, compilada em shows de Londers em 1980-1981, com o nome de Is There Anybody Out There? The Wall Live 1980-81. Ele chegou ao 19º lugar nas paradas dos EUA. Em 2001, um disco duplo com as músicas mais conhecidas da banda, chamado de Echoes: The Best of Pink Floyd, foi lançado. Gilmour, Mason, Waters e Wright, todos colaboraram na edição, sequenciação e seleção das músicas para as faixas. Pequenas controversias seriam que as músicas não seguem uma ordem cronológica e apresentam material fora do contexto dos álbuns originais. Algumas das faixas, como "Echoes", "Shine On You Crazy Diamond", "Sheep", "Marooned", e "High Hopes" tiveram seções substancialmentes retiradas delas. O álbum chegou ao 2º lugar das paradas do Reino Unido e dos EUA.
Em 2003, um relançamento do Dark Side of the Moon em SACD foi lançado, como novo encarte e capa. Um relançamento do Wish You Were Here está sendo trabalhado, mas sem datas anunciadas até agora para lançamento. O livro de Nick Mason "Inside Out: A Personal History of Pink Floyd" foi publicado em 2004 na Europa e em 2005 nos EUA. Mason fez aparições públicas, em promoção do livro em algumas cidades da Europa e dos EUA, dando entrevistas e autografando livros. Alguns fãs dizem que ele disse que gostaria estar em turnê com a banda, do que uma turnê com o livro.
O agente do Pink Floyd de longa data, Steve O'Rourke morreu em 30 de Outubro de 2003. Gilmour, Mason e Wright se reuniram no seu funeral e tocaram "Fat Old Sun" e "The Great Gig in the Sky" na Catedral de Chichester, como homenagem. Dois anos depois, em 2 de Julho de 2005, a banda se reuniu uma vez de novo, em uma performance em Londres no Live 8. Desta vez, no entanto, eles se juntaram com Waters - a primeira vez que todos os quatros integrantes estiveram num palco em 24 anos. A banda tocou um set de 4 músicas consistindo em "Speak to Me/Breathe/Breathe (Reprise)", "Money", "Wish You Were Here" e "Comfortably Numb", com ambos Gilmour e Waters dividindo os vocais. No final da performance Gilmour agradeceu "muito obrigado, boa noite" e começou a sair do palco. Waters chamou ele de volta, e então, a banda deu uma abraço coletivo, que se tornou uma das imagens mais famosas do Live 8.
Na semana depois do Live 8, houve um renascimento em interesse sobre o Pink Floyd. De acordo com a cadeia de empresas HMV, as vendas de Echoes: The Best of Pink Floyd aumentaram na semana seguinte em 1343%, enquanto Amazon.com constatou aumento das vendas do The Wall em 3600%, Wish You Were Here em 2000%, The Dark Side of the Moon em 1400% e Animals em 1000%. Subsequentemente David Gilmour declarou que ele doaria a sua parte dos lucros desse aumento para caridade, e incentivou todos os outros artistas e gravadoras que se envolveram com o Live 8, a fazerem o mesmo. Em 16 de Novembro de 2005, o Pink Floyd foi indicado no Hall da Fama da Música do Reino Unido por Pete Townshend. GIlmour e Mason compareceram em pessoa, explicando que Wright estava num hospital devido à uma cirurgia no olho, e Waters apareceu numa transmissão via satélite, de Roma.
David Gilmour lançou seu 3º álbum solo, On an Island em 6 de Março de 2006, e começou uma turnê de pequenos shows na Europa, Canadá e EUA, e com a banda estavam juntos Richard Wright, e durante muitas vezes para o Bis, Nick Mason. Durante a turnê, ele tocou o primeiro single do Pink Floyd, "Arnold Layne". Waters foi convidado para se juntar à ele em Londres, mas os últimos ensaios para sua turnê de 2006 o fizeram a recusar. Mason se juntou à Waters em 29 de Junho de 2006 na segunda metade do show em Cork na Irlanda, aonde ele tocou todo o Dark Side of the Moon.
Waters e Wright estão ambos trabalhando em álbuns solo, e existe rumores que Waters estaria fazendo uma versão musical da Broadway de The Wall, com músicas extras escritas por Waters. Waters também embarcou em sua turnê mundial "The Dark Side of the Moon Live Tour", e o repertório consistiu no Dark Side of the Moon inteiro, junto com algumas seleções de músicas do Pink Floyd, e algumas poucas músicas solo da carreira do Waters. Waters também contribuiu com a música "Hello (I Love You)", co-escrita por Howard Shore, para o filme de 2007, "A Chave do Universo" (The Last Minzy). Waters terá a sua ópera "Ça Ira" executada no Brasil durante o 12º Festival de Ópera de Manaus, com espectáculos nos dias 15, 22 e 24 de Abril de 2008. Durante o espectáculo do dia 15 Waters estará presente.

Direções Futuras
Muitos fãs expressaram esperança, que a apresentação do Live 8 os levariam à uma turnê de reunião, e uma oferta que bateu recordes, de US$250 milhões foi oferecida para uma turnê mundial, mas a banda deixou claro que não existem planos para tal. Nas semanas depois do show, no entanto, as rixas entre os membros, pareciam ter se acertados. Gilmour confirmou que ele e Waters estavam em "termos amigáveis", mas Waters têm apresentado comentários conflitantes desde então, com afirmações que variam de "Eu posso rolar por um show, mas eu não poderia rolar por uma grande turnê" e "Eu espero que nós o façamos de novo", mas recentemente, suas afirmações indicam seu desejo por tocar de novo, não por uma turnê, mas por um evento similar ao Live 8.
Em 31 de Janeiro de 2006, David Gilmour apresentou uma afirmação em nome do grupo, dizendo que não existem planos para uma reunião, indo contra os rumores que a mídia fizera. Gilmour mais tarde, afirmou numa entrevista ao La Repubblica que ele terminou com o Pink Floyd, e espera se focar em seus projetos solos e sua família. Eles menciona que ele concordou tocar no Live 8 com Waters, para apoiar a causa, para fazer as pazes com Waters, e sabendo que ele se arrependeria se não o fizesse. No entanto, ele afirma que o Pink Floyd estaria ansioso para tocar em um concerto "que apoiásse os acordos de paz de Israel e Palestina". Então falando com a Billboard, Gilmour mudou seu sentimento "terminou com Pink Floyd" para "quem sabe". Uma apresentação surpresa, pela formação do Pink Floyd pós-Waters, com David Gilmour, Rick Wright e Nick Mason ocorreu na última apresentação do Gilmour no Royal Albert Hall em 31 de Maio de 2006, enquanto os 3 tocaram "Wish You Were Here" e "Comfortably Numb".
2007 foi o aniversário de 40 anos em que o Pink Floyd assinou com a EMI, e o aniversário de 40 anos do lançamento dos 3 primeiros singles "Arnold Layne", "See Emily Play" e "Apples and Oranges" e do seu primeiro álbum The Piper at the Gates of Dawn. Isso foi marcado pelo lançamento de uma edição limitada contendo mixagens estéreo e mono do álbum, além de faixas dos singles e gravações raras.
Em 10 de Maio de 2007, Roger Waters tocou em um concerto em homenagem ao Syd Barrett no Centro Barbican em Londres. Isso foi seguido de uma apresentação surpresa pelo Pink Floyd pós-Waters, com David Gilmour, Rick Wright e Nick Mason de "Arnold Layne" para um estrondoso aplauso e uma ovação em pé. Mas, esperanças de um próximo show de reunião com a formação clássica foi descartada quando Waters não tocou com o grupo. Roger Waters subiu ao palco aos gritos de "Pink Floyd!" ao qual ele respondeu "Mais tarde." Gilmour, Mason e Wright subiram ao palco aos gritos de "Roger Waters!" ao qual Gilmour respondeu educadamente, "Yeah, ele esteve aqui também, agora o resto de nós."
Mais recentemente, Waters se tornou mais e mais aberto para uma reunião com o Pink Floyd. Em uma entrevista em 2007 ele disse, "Eu não teria nenhuma problema se o resto deles quisesse se juntar de novo. E isso nem precisaria acontecer para salvar o mundo. Isso poderia acontecer somente por ser divertido. E as pessoas o adorariam."
Em 24 de Setembro de 2007, Gilmour afirmou sobre uma reunião futura do Pink Floyd, de qualquer jeito, sendo ela com Roger Waters ou não; "Eu não sei porque eu gostaria de voltar atrás para aquela coisa antiga. É bastante retrogressivo. Eu quero olhar para frente, e olhando para trás, não é minha alegria."
Em 10 de Dezembro (Reino Unido) e 11 de Dezembro (EUA), o Pink Floyd lançou um novo box, Oh, By the Way contendo todos os 14 álbuns de estúdio com suas respectivas atuais remasterizações, encarte original de vinil, mais encarte por Storm Thorgenson.


Espectáculos ao vivo

Suíno gigante flutuando durante concerto de Roger Waters, tal qual na época do Pink Floyd
O Pink Floyd são reconhecidos pelos seus prodigiosos espectáculos ao vivo, que combinam as mais modernas experiências visuais com a sua música para criar um espectáculo onde os próprios artistas são quase secundários. Os Pink Floyd, nos seus primeiros tempos, foram das primeiras bandas a usar jogos de luzes próprios nos seus espectáculos, projectavam slides e filmes e formas psicodélicas numa grande tela circular. Mais tarde foram adicionados aos espectáculos efeitos especiais, incluindo lasers, pirotecnia e balões gigantes (um suíno gigante flutuava sobre a audiência durante a actuação de "Pigs" do álbum Animals).
O espectáculo mais elaborado que os Floyd montaram foi o da digressão de The Wall, no qual um grupo de músicos contratados tocava a primeira música usando máscaras de borracha (provando assim que os membros da banda não eram reconhecidos pelas suas personalidades individuais). Depois, um gigantesco muro era erguido, separando a banda da audiência e que no final do espectáculo era demolido por explosões. Este espectáculo foi recriado por Roger Waters em 1990 no meio das ruínas do Muro de Berlim, convidando para o efeito músicos conhecidos como Bryan Adams, Van Morrison, Scorpions, The Band, Joni Mitchell, Cyndi Lauper e Sinéad O'Connor.
Os prodigiosos espectáculos ao vivo serviram também de base ao grupo de rock ficcionário Disaster Area de Douglas Adams (criadores do maior barulho do Universo, que usavam chamas solares nas suas actuações) na série The Hitchhiker's Guide to the Galaxy. Douglas Adams era amigo pessoal de Gilmour e tocou guitarra em um dos últimos concertos da tournée de “The Division Bell”, sendo que em uma das datas era seu 42º aniversário.

Em Lisboa

Roger Waters em concerto no Rock in Rio, em 2006.
A 22 e 23 de Julho de 1994, os Pink Floyd tocaram pela primeira vez em Portugal, no antigo Estádio José Alvalade, no qual estiveram presentes 120 mil pagantes (60 mil em cada um dos espectáculos, que é a lotação esgotada do estádio). Nesta digressão europeia, Portugal foi escolhido para o primeiro espectáculo. Segundo diversas opiniões o primeiro espectáculo ao termos sonoros foi melhor, outros dizem somente que estava mais alto o volume.

No Brasil
Pela segunda vez no Brasil (a primeira vez ocorreu em março de 2002), Roger Waters resolve realizar shows no Brasil, onde a banda pela qual ele fez parte por vários anos, jamais passou. E com a promessa de tocar o aclamado álbum The Dark Side of the Moon. Dito e feito. Um dos show realizados em São Paulo ocorreu em 24 de março de 2007 no estádio do Morumbi. Com pouco mais de 40 mil fãs[carece de fontes?], Roger abriu o show com a tradicional In the Flesh (The Wall) com direito a fogos de artifício e um show de iluminação.
Seguidos de clássicos como Shine On You Crazy Diamond e Wish You Were Here, o público delira quando ele toca Sheep e um porco voador rodeia o estádio e é solto no céu estrelado da noite. Depois do intervalo de dez minutos, Roger volta para tocar o magnífico álbum The Dark Side of the Moon.

Integrantes

O Wikiquote tem uma coleção de citações de ou sobre: David Gilmour.
O Wikiquote tem uma coleção de citações de ou sobre: Syd Barrett.
O Wikiquote tem uma coleção de citações de ou sobre: Roger Waters.

Atualmente
Nick Mason - bateria (1965-Presente)
Richard Wright - teclado, vocal secundário (1965-1981, 1987-Presente)
David Gilmour - vocal, guitarra (1968-Presente)

Membros antigos
Roger Waters - baixo, vocal secundária (1965-1985)
Syd Barrett - Vocal, guitarra (1965-1968)

Músicos convidados
Os músicos abaixo não são ou foram membros oficiais do Pink Floyd, mas contribuiram significativamente com a banda em estúdio ou apresentações ao vivo:
Guy Pratt - baixo e vocal
Jon Carin - teclado e vocal
Sam Brown - vocal de fundo
Bob Ezrin - producão, teclado e composição
Ron Geesin - orquestração e composição
Roy Harper - vocal
Michael Kamen - orquestração e teclado
Carol Kenyon - vocal de fundo
Dick Parry - saxofone
Tim Renwick - guitarra
Clare Torry - vocal e vocal de fundo
Gary Wallis - percussão
Snowy White - guitarra

Discografia
Todas as formações do Pink Floyd

Álbuns de originais
The Piper at the Gates of Dawn (1967)
A Saucerful of Secrets (1968)
More (1969)
Ummagumma (1969) *
Atom Heart Mother (1970)
Meddle (1971)
Obscured by Clouds (1972)
Dark Side of the Moon (1973)
Wish You Were Here (1975)
Animals (1977)
The Wall (1979)
The Final Cut (1983)
A Momentary Lapse of Reason (1987)
The Division Bell (1994)

Álbuns ao vivo
Ummagumma (1969) *
Delicate sound of thunder (1988)
P-U-L-S-E (1995)
Is there anybody out there?: The Wall Live 1980-1981 (2000)
* Ummagumma – Álbum Duplo contendo um disco ao vivo e um disco de estúdio com originais

Compilações

Relics (1971) (Músicas não colocadas em álbuns de estúdio e singles da banda).
Masters of rock (1974)
A Nice Pair (1973) (Incluía na íntegra os dois primeiros álbuns da banda)
A Collection of Great Dance Songs (1981)
Works (1983)
Hits (1983) (Coletânea supostamente lançada apenas no Brasil, Selo Columbia nº 412.062.
Faixas: Lado 1: "The Gunners Dream", "Money", "Sheep". Lado 2: "Shine On You Crazy Diamond", "Wish You Were Here", "Another Brick In The Wall (Part II)")
Shine On (1992) (Caixa com 9 CDs)
Echoes (2001)

Bandas sonoras (Trilhas sonoras)
Tonite let's all make love in London (1967)
More (1969) (banda sonora do filme com o mesmo nome realizado por Barbet Schroeder)
Zabriskie Point (1970) (participação na banda sonora)
Obscured by clouds (1972) (Música do filme La Vallée (O Vale dos Perdidos em Portugal) realizado por Barbet Schroeder)


Material não editado

Household Objects (1974) (incompleto)

Videografia

Live at Pompeii (1972)
The Wall (1982)
Delicate Sound of Thunder (1989)
La Carrera Panamericana (1992)
P-U-L-S-E (1995)
London '66-'67 (1995)
Live at Pompeii: Directors Cut (2003)
Classic Albuns: The Dark Side Of The Moon (2003)

Outros

The Man & The Journey (1969)

Curiosidades

Bibliografia
Desde 1982, e durante 10 anos, a fanzine, "The Amazing Pudding" documentou as actividades da banda.

Bandas com nomes inspirados nos Pink Floyd
Nos anos 1990 apareceram uma enorme variedade de bandas em tributo ao Pink Floyd, entre as quais:
The Australian Pink Floyd Show
The Great Gig in the Sky
The Pink Floyd Experience
Pink Floyd Reunion
Think Floyd
Pink Void
Pink Froyd
Floyds Band
Pink Flood
Ummagumma
A Easy Star All-Stars gravou uma versão reggae/trip hop do disco Dark Side of the Moon intitulado Dub Side of the Moon» in Wikipédia.


"Brain Damage (tradução)
Pink Floyd
Composição: Roger Waters

O lunático está na grama
O lunático está na grama
lembrando de jogos e corrente de margaridas e risadas
temos que deixas os doidos continuarem no caminho

O lunático esta na sala
os lunáticos estão na minha sala
os jornais ficam de rostos colados ao chão
e todo dia o entregador de jornal traz mais

e se a represa quebrar depois de pouco tempo
e se não houver nenhum quarto em cima da morro
e se sua cabeça explodir com mau presságio também
eu verei você no lado escuro da lua

o lunático está na minha cabeça (risos)
o lunático está na minha cabeça
você levanta a lâmina,você faz a mudança
você me re-arruma até eu ficar são

você tranca a porta
e joga fora a chave
há alguém na minha cabeça mas não sou eu

e se a nuvem explodir, trovejar em seu ouvido
você grita e ninguém parece escutar
e se a banda que você está começa a tocar diferentes melodias
eu verei você no lado escuro da lua

(Não consigo pensar em nada a dizer exceto
"eu acho maravilhoso"!)"

Mais informações sobre esta grandiosa e incontornável Banda Musical, no seguinte link:
http://pinkfloydportugal.com/
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